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Conhecimento das mulheres idosas sobre doen as sexualmente transmissíveis, conhecimento, uso e acesso aos métodos preventivos  [PDF]
Tamires Machado Moreira,Bibiane Dias Miranda Parreira,Marina Aleixo Diniz,Sueli Riul da Silva
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2012,
Abstract: O presente trabalho trata-se de estudo descritivo, transversal e quantitativo, que teve como objetivos verificar o conhecimento e ocorrência de doen as sexualmente transmissíveis (DST) e o acesso ao tratamento entre mulheres de uma Unidade de Aten o ao Idoso e o entendimento, uso e acesso aos métodos preventivos. A coleta de dados foi realizada por meio de um formulário estruturado com 210 idosas na Unidade de Aten o ao Idoso de Uberaba-MG, e analisada por estatística simples. Identificou-se que 74,8% das mulheres sabiam o que s o DST, sendo a mais conhecida a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (94,8%); 12,4% relataram ocorrência de DST, sendo a gonorreia a mais citada (23%). Os sinais e sintomas mais mencionados foram coceira vaginal (65,2%) e corrimento (57,6). A camisinha foi referida como principal método preventivo (80,5%). Contudo, somente 20,6% das sexualmente ativas relataram a sua utiliza o. Ressalta-se a importancia de a es educativas voltadas às DST e método preventivos para essa popula o específica.
Indu o do parto de bovinos aos 270 dias de gesta o com a utiliza o prévia de glicocorticoide de longa a o e a transferência de imunidade passiva = Inducing bovine parturition at 270 pregnancy days with early use of a long-acting glucocorticoid and passive immunity transfer
Alfredo Quites Antoniazzi,Marcos Agenor Liston,Adriane Loy Gabriel,Aldonir Rosseto Barcellos
Acta Scientiarum : Animal Sciences , 2009,
Abstract: O trabalho teve por objetivo avaliar a taxa de transferência de imunidade passiva e de reten o de placenta com a utiliza o prévia de um glicocorticoide de longa a o na indu o do parto bovino aos 270 dias de gesta o, bem como verificar a eficácia dos protocolos. Foram utilizadas 42 vacas prenhes, de corte e de leite, leatoriamente separadas em três grupos: Grupo-controle (C) que n o recebeu aplica o hormonal, mas o mesmo manejo; Grupo longa a o + indu o (LA) que recebeu 30 mg de acetato de metilprednisolona, via subcutanea, no dia 255 de gesta o e 20 mg de dexametasona associada a 0,5 mg de cloprostenol sódico, via intramuscular, no dia 270 de gesta o; e Grupo indu o (I) que recebeu 20 mg de dexametasona associada a 0,5 mg de cloprostenol sódico no dia 270 de gesta o. A utiliza o prévia do glicocorticoide de longa a o n o mostrou diferen a na taxa de transferência de imunidade passiva e nos índices de reten o de placenta. As fêmeas dos Grupos LA e I pariram em 41,36 ± 1,89h após a aplica o hormonal de dexametasona associada ao cloprostenol, independente de aplica o prévia de glicocorticoide de longa a o no Grupo LA. A indu o da pari o com dexametasonaassociada ao cloprostenol, independente da aplica o prévia de acetato de metilprednisolona, mostrou-se eficaz em todos dos animais. This experiment had the objective of evaluating passive immunity transfer and placental retention rates with the early use of a long-acting glucocorticoid to induce bovine parturition at 270 pregnancy days, as well as comparing protocol efficacy regarding the timing of parturition induction. Fortytwo pregnant cows were selected from a beef and dairy herd and randomly assigned into one of three groups: control (C) without drug injection, but with the same management; long-acting + induction group (LA), with one injection of 30 mg prednisolone methylacetate, subcutaneous, on pregnancy day 255 and another injection of 20 mg dexamethasone plus 0.5 mg cloprostenol, intramuscular, on pregnancy day 270; induction group (I), with 20 mg dexamethasone plus 0.5 mg cloprostenol on pregnancy day 270. The early administration of long-acting glucocorticoid did not have any difference on passive immunity transfer and placental retention. Cows from groups LA and I calved in 41.36 ± 1.89 hours post-injection of 20 mg dexamethasone plus 0.5 mg cloprostenol, regardless of previous long-acting glucocorticoid administration on the LA group. Induction of parturition using dexamethasone and cloprostenol was efficient in all cows, regardless of previous prednisolone methylacetate ad
Os filhos da lei
Neder Gizlene,Cerqueira Filho Gisálio
Revista Brasileira de Ciências Sociais , 2001,
Abstract: O artigo enfoca a história das idéias jurídicas, tendo como referência a quest o do poder e da disciplina na família, enquanto institui o-chave no leque das práticas de controle e disciplinamento social, na passagem à modernidade. Analisa principalmente o ideário jurídico-político erigido em torno dos debates ocorridos desde fins do século XVII em Portugal e na conjuntura de emancipa o política no Brasil (1822), quando se alardeou a inten o de instituir um código criminal e outro civil modernos. O trabalho contempla, primeiramente, o processo de circula o das idéias iluministas no campo do Direito, tendo em vista a rela o centro-periferia no que se refere aos lugares de produ o destas idéias. Num segundo plano, enfoca o pátrio poder e os condicionamentos ideológicos da situa o da mulher e dos filhos-família, ao lado da discuss o sobre o casamento civil, que acompanhou o processo de seculariza o e moderniza o em Portugal e no Brasil. Conclui que o atraso na modifica o do código civil no Brasil deve-se às dificuldades encontradas pelos reformadores do campo jurídico em articular as restri es que a vis o moderna de direitos da pessoa (eivada de individualismo, sob influência do código civil francês) imp s ao pátrio poder no país, que se mantinha fundado numa concep o pré-moderna e numa afetividade conservadora e clerical sobre autoridade na família.
Comportamento da press o arterial em filhos de normotensos e filhos de hipertensos submetidos a estímulos pressóricos
Cavalcante José Wilson S.,Cavalcante Leonardo P.,Pacheco Walewska S.,Menezes Marcus G. F. de
Arquivos Brasileiros de Cardiologia , 1997,
Abstract: OBJETIVO: Comparar a press o arterial (PA) basal e as respostas a estímulos pressóricos de filhos de normotensos e filhos de hipertensos. MéTODOS: Foram examinados 32 adolescentes, do sexo masculino, brancos, na faixa etária entre 13 e 18 anos, sendo que 16 eram filhos de hipertensos e 16 filhos de normotensos. Para cada indivíduo foi aferida a PA basal seguida da aplica o de três testes pressóricos: teste do exercício isométrico com o handgrip, teste pressor ao frio e teste do exercício aritmético mental. Para a aferi o da PA foi utilizado um dispositivo oscilométrico, digital, previamente calibrado. RESULTADOS: Os filhos de hipertensos exibiram valores basais de PA, tanto sistólica quanto diastólica, maiores que os filhos de normotensos (p<0,10). Quanto aos testes pressóricos, as respostas foram maiores nos filhos de hipertensos, porém, somente a resposta da PA diastólica ao teste do exercício aritmético mental alcan ou significancia estatística (p<0,10). CONCLUS O: Os resultados obtidos indicam a necessidade de aten o especial às crian as e adolescentes com antecedentes familiares de hipertens o.
Indica o de vacinas e imunoglobulinas em indivíduos que apresentam comprometimento da imunidade
Bricks Lucia Ferro
Revista de Saúde Pública , 1998,
Abstract: Com base na literatura, foi feita revis o sobre as recomenda es para uso de vacinas e imunoglobulinas em indivíduos que apresentam comprometimento total ou parcial da imunidade, sobretudo relativa à decada de noventa. A análise de 75 referências permite chegar às principais conclus es: as vacinas contendo agentes vivos, geralmente s o contra-indicadas para indivíduos que apresentam condi es que determinam acentuado comprometimento da imunidade; as vacinas que contêm agentes mortos ou apenas fra es antigênicas, apesar de serem menos imunogênicas e conferirem menores taxas de prote o aos imunodeprimidos, quando comparadas aos normais, s o seguras e devem ser administradas a esses indivíduos. A imuniza o passiva é indicada nas mesmas doses para indivíduos imunodeprimidos e pessoas normais, com exce o da imunoglobulina contra o sarampo, que deve ser administrada aos imunodeprimidos no dobro das doses habituais, sempre que tiverem contato com sarampo, independentemente de sua situa o vacinal anterior. Para aumentar a prote o dos imunodeprimidos contra a varicela e a influenza, recomenda-se vacinar contra essas doen as os familiares e os profissionais que atendam esses indivíduos.
A amamenta o e a alimenta o complementar de filhos de m es adolescentes s o diferentes das de filhos de m es adultas?  [cached]
Vieira Maria L.F.,Silva Jo?o L.C. Pinto e,Barros Filho Ant?nio A.
Jornal de Pediatria , 2003,
Abstract: OBJETIVOS: estudar a amamenta o ao longo do primeiro ano de vida, e o tipo de alimentos complementares utilizados no final do primeiro ano de vida em filhos de m es adolescentes, e comparar com os filhos de m es adultas. MéTODOS: estudo tipo coorte, ambidirecional, no qual as crian as foram selecionadas nos arquivos do CAISM/UNICAMP e avaliadas com um ano de idade. Estudados 122 filhos de adolescentes e 123 filhos de adultas, nascidos a termo, pesando > 2.500 g. Entrevistas realizadas nas casas ou no CIPED/UNICAMP, quando as crian as tinham um ano. Foram usados teste do qui-quadrado e de Fisher, a=5%, análise de sobrevida da amamenta o pelo método de Kaplan-Meier e teste de Wilcoxon (Breslow) para comparar as curvas de amamenta o exclusiva, predominante, completa e total. RESULTADOS: 94,3% dos filhos de adolescentes e 95,9% dos filhos de adultas saíram da maternidade amamentados (p=0,544). A mediana de amamenta o exclusiva foi de 90 dias para ambos os grupos. Com um ano de idade, 35,3% e 28,5% dos filhos de m es adolescentes e adultas, respectivamente, continuavam amamentados (p=0,254): leite materno 11,5% x 8,9% e aleitamento misto 23,8% x 19,5% (p=0,519). Os filhos de adolescentes ingeriram menos carne diariamente, comparados aos filhos de adultas (13,9% x 26,0%; Fisher: p=0,031). Ovo n o é consumido por 11,5% x 19,5% dos filhos de adolescentes e de adultas, mas sugere ser mais consumido pelos filhos de adolescentes (p=0,082). CONCLUS ES: O tempo de amamenta o e o seu padr o foram semelhantes entre os filhos de m es adolescentes e de m es adultas. A alimenta o complementar também foi similar, com exce o de um menor consumo de carnes e um maior consumo de ovos entre os filhos de m es adolescentes.
Transmiss o vetorial da doen a de Chagas em Mulungu do Morro, Nordeste do Brasil
Aras Roque,Gomes Irênio,Veiga Marielza,Melo Ailton
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 2003,
Abstract: Após a realiza o de inquérito sorológico para determinar a prevalência de doen a de Chagas no município, foram analisadas as variáveis: idade, sexo, história clínica e transfusional, grau de parentesco e sorologias, para a identifica o da forma de transmiss o da infec o. Foram analisados 863 munícipes. Identificamos 265 indivíduos cuja sorologia foi realizada também em suas respectivas m es. Destes, 232 apresentavam sorologia negativa para doen a de Chagas e 33 (14,2%) foram positivos. Encontramos 9 (3,9%) filhos com transmiss o vetorial (idade média de 14,3 anos) e 24 (10,3%) filhos com m es também positivas, com idade média de 26,6 anos. Quando comparamos os dois grupos em rela o às médias de idade e ao modo de transmiss o do Trypanosoma cruzi, encontramos diferen a com significancia estatística. Esta diferen a poderia ser explicada pela instala o das medidas de controle ou interrup o temporária da transmiss o. Os resultados sugerem que ainda existe transmiss o vetorial ativa do Trypanosoma cruzi em Mulungu do Morro.
Os usuários de produtos paraescolares: pais ou filhos?
Coridian Charles
Educa??o & Sociedade , 2003,
Abstract: Este artigo aborda a distin o entre usuários diretos e indiretos dos produtos educativos, no campo da forma o inicial, na Fran a. O autor apóia-se mais particularmente numa pesquisa realizada sobre produtos paraescolares, isto é, destinados a ajudar os alunos em seu estudo pessoal em casa. Esses produtos s o tradicionalmente comprados pelos pais, que pedem que seus filhos os usam, e, já há alguns anos, eles s o destinados diretamente aos pais. Os editores se dirigem a eles como se fossem verdadeiros auxiliares dos docentes. A análise percorre essa recente evolu o do mercado e indaga-se sobre as conclus es que se pode tirar desse modo de envolver a responsabilidade dos pais no sucesso escolar de seus filhos.
Práticas populares de m?es adolescentes no cuidado aos filhos
Tomeleri, Keli Regiane;Marcon, Sonia Silva;
Acta Paulista de Enfermagem , 2009, DOI: 10.1590/S0103-21002009000300006
Abstract: objective: to identify and describe popular practices of teenage mothers caring for their children during the first six month after birth. methods: a qualitative approach was used with six teenage mothers from the city of cambé, pr. data were collected through semi-structured interviews from february to april 2007. interviews were conducted in the participants' home in four different times (one week, one month, four months, and six months after the birth). results: findings suggested that teenage mothers use popular practices that were part of their family and community culture when caring for their children. these popular practices included cross breast-feeding, teas, syrups, and blessing's plays to treat adverse events, and popular beliefs regarding the umbilical stump, hiccups, and sleeping pattern. conclusion: health professionals must be aware of practices and beliefs of teenage mothers in order to plan quality care to the mother-child binomial.
Hábitos bucais deletérios: os filhos imitam as m es na ado o destes hábitos?
SerraNegra, Júnia Maria Cheib et al.
Revista Odonto Ciência , 2006,
Abstract: O objetivo do presente trabalho foi verificar o relacionamento entre os hábitos bucais das m es e os hábitos bucais dos filhos. Desenvolveu-se um estudo epidemiológico retrospectivo transversal com a entrevista, através de formulário pré-testado, de 208 m es na sala de espera das clínicas coordenadas pelo Departamento de Odontopediatria e Ortodontia da FOUFMG. Os dados coletados foram submetidos a análise estatística, sendo o qui-quadrado e odds ratio os testes escolhidos. Observou-se que a chupeta foi o hábito mais prevalente na infancia tanto das m es quanto das crian as (46,6% e 65,4% respectivamente). A onicofagia foi o hábito atual mais prevalente nos dois grupos (38,7% – m es e 32,7% – crian as). Verificou-se que filhos de m es que utilizaram a chupeta na infancia apresentaram um risco de 3,4 vezes maior (OR = 3,4) de também apresentarem o hábito de suc o de chupeta comparados aos filhos de m es que n o apresentaram este hábito. Constatou-se que filhos de m es com hábito de onicofagia apresentaram quase quatro vezes mais chance de também apresentarem este costume (OR = 3,9). Dentre as portadoras de hábitos, 72,6% considera que estes as prejudicaram ou a seus filhos em algum fator, sendo a desarmonia dos dentes o item mais citado pelas m es (71,9%). Encontrou-se associa o entre os hábitos bucais das m es e das crian as, havendo uma tendência de repeti o destes pelos filhos. A maioria das m es tem conhecimento de que os hábitos bucais deletérios trazem prejuízos à conforma o das arcadas dentárias, porém a repeti o destes costumes pelos filhos foi freqüente. The purpose of the present investigation was to analyze the possibility of association between mother’s oral habits and children’s oral habits. This transversal retrospective epidemiological study was made using a pre-tested questionnaire. Two hundred and eight (208) mothers were interviewed at the clinic’s waiting room by the Odontopediatrics and Orthodontics Department of Federal University of Minas Gerais (FOUFMG). The collected data was submitted to statistical analysis and the tests applied were the Chi-squares (χ2) and The Odds Ratio. The pacifier was noticed to be the most frequent childhood habit between mothers and their children (46,6% and 66,4% respectively). Nail biting was the most frequent actual habit present in the 2 groups (38,7% mothers and 32,7% children). It was verified that when mothers used to suck a pacifier during their childhood, their children had 3,4 times more chances to have the same habit, comparing to those children who mothers’ didn’t use to suck the pacifier
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