oalib
Search Results: 1 - 10 of 100 matches for " "
All listed articles are free for downloading (OA Articles)
Page 1 /100
Display every page Item
O envolvimento do pai na gravidez/parto e a liga o emocional com o bebé La participación del padre en el embarazo/parto y el vínculo emocional con el bebé Father’s involvement in pregnancy/childbirth and the emotional bond with the baby  [cached]
Jo?o Rui Duarte Farias Nogueira,Manuela Ferreira
Revista de Enfermagem Referência , 2012,
Abstract: Enquadramento: a liga o emocional entre pai e filho é determinante na transi o para a paternidade e no desenvolvimento do bebé. Objetivos: pretendemos verificar se existe rela o entre as variáveis sóciodemográficas, o envolvimento na gravidez ou o corte do cord o umbilical com a liga o emocional do pai com o bebé. Metodologia: efetuámos um estudo transversal, quantitativo de caráter descritivo analítico. Aplicámos um questionário e a escala bonding validada para a popula o Portuguesa (Figueiredo et al., 2005), em três momentos diferentes (durante o trabalho de parto, no 1o e no 3o dia após o parto) a 222 pais, entre novembro de 2010 e janeiro de 2011. Resultados: verificámos que a idade (entre 25 e 40 anos), o acompanhamento da grávida às consultas de vigilancia da gravidez, o acompanhamento da grávida nos preparativos para o nascimento do bebé, a leitura de informa o sobre o bebé em desenvolvimento, o envolvimento na gravidez e o corte do cord o umbilical influenciam positivamente a liga o emocional do pai com o bebé. Conclus o: os resultados apontam para uma melhoria na liga o afetiva entre o pai e o bebé se os profissionais de saúde promoverem o envolvimento do pai na gravidez e no parto. Marco: el vínculo emocional entre padre e hijo es crucial en la transición hacia la paternidad y el desarrollo del bebé.Objetivos: pretendemos verificar si existe una relación entre las variables sociodemográficas, la participación en el embarazo o el corte del cordón umbilical y el vínculo emocional entre el padre y el bebé. Metodología: se realizó un estudio transversal, cuantitativo, de corte descriptivo-analítico. Se aplicó un cuestionario y la escala de Bonding validado para la población portuguesa (Figueiredo et al., 2005), en tres momentos diferentes (durante el parto, durante el primer y el tercer día después del parto) a 222 padres, entre noviembre 2010 y enero de 2011. Resultados: se comprobó que la edad (entre 25 y 40 a os), el acompa amiento con la mujer embarazada alas citas para la vigilancia del embarazo, el acompa amiento de la mujer embarazada en los preparativos para el nacimiento del bebé, la lectura de información sobre el desarrollo del bebé, la participación en el embarazo y el corte del cordón umbilical influyen positivamente en el vínculo emocional entre el padre y el bebé. Conclusión: los resultados indican una mejora en el vínculo emocional entre el padre y el bebé siempre y cuando los profesionales de la salud promuevan la participación del padre durante el embarazo y el parto. Background: the emotional bond between father and child
Participa o dos pais no nascimento em maternidade pública: dificuldades institucionais e motiva es dos casais  [cached]
Carvalho Maria Luiza Mello de
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: A participa o dos pais no nascimento, presente na humaniza o da assistência ao parto, afina-se com o crescente envolvimento dos homens nos cuidados com as crian as. Possibilita o suporte psicossocial à gestante, o compartilhamento da experiência pelo casal e a forma o de vínculo pai-bebê. Procurando conhecer o impacto desta experiência entre os pais numa maternidade pública no Rio de Janeiro, foi desenvolvida uma pesquisa etnográfica, em duas etapas: observa o-participante do trabalho de parto e do parto, e onze entrevistas com pais participantes do parto. A participa o dos pais se mostrou atravessada por: dificuldades institucionais; motiva es das m es e dos pais; representa es sociais sobre parto e paternidade; e exclus o dos pais nos servi os de saúde reprodutiva e pediátrica. A presen a dos pais n o foi valorizada pela equipe nem como suporte à gestante nem como evento da paternidade. O estudo indica: a necessidade de incentivo à participa o dos pais no pré-natal, parto, pós-parto e nas consultas pediátricas; a prepara o das equipes para trabalho com as famílias; a amplia o da discuss o social sobre paternidade e a formula o de políticas trabalhistas que garantam a presen a dos pais nos servi os de saúde.
Avalia o do risco para parto prematuro espontaneo pelo comprimento do colo uterino no primeiro e segundo trimestres da gravidez
Carvalho Mário Henrique Burlacchini de,Bittar Roberto Eduardo,Gonzales Midgley,Brizot Maria de Lourdes
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002,
Abstract: Objetivos:avaliar, no primeiro e segundo trimestres da gravidez, a correla o entre o comprimento do colo uterino e a ocorrência de parto prematuro espontaneo. Métodos:em 641 grávidas do pré-natal geral, a medida do comprimento do colo uterino foi realizada em dois momentos: entre a 11a e a 16a e entre a 23a e a 24a semana da gravidez. A avalia o do colo uterino foi feita pela ultra-sonografia transvaginal, com a grávida em posi o ginecológica e tendo realizado previamente esvaziamento da bexiga. O comprimento do colo uterino foi medido linearmente do seu orifício interno ao externo. A medida do comprimento do colo uterino foi correlacionada com a idade gestacional no momento do parto. Para compara o das médias do grupo de grávidas que tiveram parto prematuro e a termo utilizamos o teste t de Student. A sensibilidade, especificidade, taxa de falso-positivos, falso-negativos e acurácia para o parto prematuro foram calculadas para os comprimentos de colo menores ou iguais a 30 mm, 25 mm e 20 mm. Resultados:a medida do comprimento do colo uterino entre a 11a e a 16a semana de gesta o n o apresentou diferen a significativa entre o grupo de parto prematuro e o grupo a termo (40,6 mm e 42,7 mm, respectivamente, p=0,2459). A diferen a entre os grupos, no entanto, foi significativa quando o colo foi medido entre a 23a e a 24a semana de gravidez (37,3 mm para o grupo que evoluiu com parto prematuro e 26,7 mm para o grupo a termo, p=0,0001, teste t de Student). Conclus es:o comprimento do colo uterino entre a 11a e a 16a semana de gravidez n o foi significativamente diferente entre as gestantes com parto prematuro ou a termo. No entanto, na 23a e 24a semana esta diferen a foi significativa, podendo ser um método de predi o da prematuridade.
A n o aceita o da gravidez e o desenvolvimento de crian as com quatro anos de idade no bairro Vila Jardim, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil Unwanted pregnancy and children development at four years of age in Vila Jardim, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brazil No aceptación del embarazo y el desarrollo infantil a los cuatro a os de edad en Vila Jardim, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
Angela Helena Marin,Olga Garcia Falceto,Martha Collares,Panila Longhi Lorenzzoni
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade , 2012, DOI: 10.5712/rbmfc7(25)533
Abstract: Objetivo: investigar como a gravidez n o planejada e n o aceita pode afetar o desenvolvimento da crian a e quais os fatores sociodemográficos, das rela es familiares e da rede social que podem interagir nessa rela o. Método: participaram 82 mulheres que n o planejaram a gesta o, parte de um estudo longitudinal que incluiu todas as famílias do Bairro Vila Jardim de Porto Alegre, que tiveram filhos em hospital público entre novembro de 1998 e dezembro de 1999. Estas foram divididas em dois grupos: 73 mulheres que aceitaram a gesta o até o quarto mês e nove delas que n o a aceitaram. As participantes foram entrevistadas sobre: a gravidez e o parto, o relacionamento do casal e o impacto do nascimento da crian a tanto para as suas vidas como para a dos pais da crian a e famílias de origem. O desenvolvimento das crian as aos quatro anos foi avaliado pelo Teste de Denver II. Resultados: encontrou-se uma diferen a significativa entre os grupos, demonstrando que os filhos de m es que n o aceitaram a gesta o apresentam maiores dificuldades de desenvolvimento da linguagem e da coordena o motora fina em rela o às crian as cujas gesta es foram aceitas até o quarto mês. Destaca-se que o grupo de m es que n o aceitou a gesta o apresentou problemas conjugais de moderados a graves e maior número de filhos. Conclus es: as crian as cuja gesta o n o foi aceita têm maiores riscos de apresentarem problemas de desenvolvimento, quando comparadas com aquelas fruto de gesta es n o planejadas, mas aceitas até o quarto mês. Esse achado salienta a importancia de os profissionais de saúde identificarem durante o pré-natal a aceita o ou n o da gesta o, visto que este fator, assim como a qualidade da rela o conjugal e o número de filhos, está associado com as dificuldades de desenvolvimento da crian a, sendo sensível a interven es terapêuticas e/ou programas de preven o. Objective: To investigate how the unplanned and unaccepted pregnancy may affect children’s development and associated demographic and relational factors. Method: 82 women who did not plan their pregnancies participated. They are part of a larger study that follows all children born in public hospitals, from November 1998 to December 1999 in a Porto Alegre neighborhood, in South of Brazil. They were divided in two groups: 73 accepted the pregnancy after the fourth month and nine did not accept it. Participants were interviewed on: the pregnancy and birth; the couple’s relationship; the impact of the child’s birth for their lives and to the child’s fathers, as well as to the family of origin. Children wer
REPRESENTA ES SOCIAIS SOBRE INF NCIA: UM ESTUDO COM PAIS E EDUCADORAS DE EDUCA O INFANTIL  [cached]
Tércia Millnitz Demathé,Maria Helena Baptista Vilares Cordeiro
Nuances : Estudos sobre Educa??o , 2011,
Abstract: Fundamentado na Teoria das Representa es Sociais, de Moscovici, este estudo buscou caracterizar as representa es sociais sobre infancia de professoras e pais de crian as de EI (Educa o Infantil) de um pequeno município de Santa Catarina, Brasil. Consta de três etapas. Na primeira, as 41 professoras de EI responderam uma quest o de associa o livre, tendo “infancia” como palavra indutora; desenharam sua imagem de infancia e produziram um texto sobre ela. Na segunda, foram constituídos dois grupos focais, com cinco professoras das pré-escolas e com nove professoras das creches. A análise das falas mostrou dois eixos: a infancia de ontem X a infancia de hoje e as tens es família X a institui o de EI. Procurou-se compreender esta tens o na terceira etapa, investigando as representa es dos pais das crian as sobre infancia. A associa o livre, respondida por 31 pais, mostrou que, como as professoras, eles associam a infancia com brincadeira e alegria, mas, para eles, esses significados n o incorporam conhecimentos sobre o desenvolvimento da crian a pequena. O grupo focal realizado com cinco pais confirmou que as mudan as do contexto familiar têm cerceado a liberdade das crian as, limitando suas possibilidades de brincadeiras. O excesso de preocupa o que leva os pais a superprotegerem seus filhos é visto pelas professoras como falta de informa o; para os pais, é resultado das informa es divulgadas pela mídia. Estes n o expressam a percep o da existência de tens es na rela o entre as famílias e as escolas ou institui es de EI.
Epilepsia e Gravidez: Evolu o e Repercuss es  [cached]
Lorenzato Roberta Zago,Cavalli Ricardo de Carvalho,Duarte Geraldo,Sakamoto Américo Ceiki
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002,
Abstract: Objetivo: avaliar a evolu o da epilepsia durante a gesta o e a ocorrência de malforma es nos recém-nascidos de m es epilépticas, que usaram drogas anticonvulsivantes durante a gesta o. Avaliar as características perinatais relacionadas ao peso ao nascer e Apgar dos recém-nascidos. Métodos: foram analisados 126 prontuários de pacientes epilépticas atendidas no Ambulatório de Gesta o de Alto Risco do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia HC-FMRP-USP. Por meio da pesquisa de prontuário foram avaliadas as seguintes variáveis: idade, paridade, diagnóstico quanto ao tipo de crise epiléptica, droga anticonvulsivante usada durante o pré-natal, evolu o das crises epilépticas durante o pré-natal, tipo de parto e idade gestacional na resolu o e caraterísticas perinatais dos recém-nascidos. Foram excluídas da avalia o de evolu o da epilepsia durante a gravidez as pacientes que n o freqüentaram o pré-natal do HC-FMRP-USP. Resultados: a porcentagem de gestantes portadoras de epilepsia neste estudo foi de 0,2% em rela o às pacientes em seguimento no pré-natal no HC-RP. A epilepsia parcial simples foi o tipo mais freqüente, com 40% casos. No tratamento, a monoterapia esteve presente em 75% dos casos e a carbamazepina foi a droga mais utilizada. Das pacientes que puderam ser avaliadas (111 gestantes) quanto à evolu o da doen a durante a gravidez, 53% n o sofreram modifica o, 31% pioraram e 16% apresentaram melhora. O parto normal foi realizado em 62,5% dos casos, com resultado perinatal satisfatório na avalia o do índice de Apgar e com taxa de recém-nascido de baixo peso acima dos valores de popula es de baixo risco. N o foram observadas malforma es fetais. Conclus es: a epilepsia apresentou evolu o favorável durante a gesta o, n o tendo sido agravada pela mesma; os casos em que houve piora do quadro s o associados com epilepsia de difícil controle antes da gesta o. A avalia o das características perinatais dos recém-nascidos apresentou Apgar e evolu o satisfatórios mostrando que a epilepsia e as drogas anticonvulsivantes n o comprometem de forma grave a vitalidade intraparto. N o foram observados casos de malforma es fetais ou complica es hemorrágicas neste trabalho.
Current considerations on teenage pregnancy Considera es atuais sobre gravidez na adolescência
Camila Cristina Manfré,Sara Gomes de Queiróz,?ngelo do Carmo Silva Matthes
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade , 2011, DOI: 10.5712/rbmfc5(17)205
Abstract: Teenage pregnancy has acquired significant proportions. It is estimated that 20 to 25% of all pregnant women in Brazil are teenagers. The present study, through an analysis of the current literature, examines the main aspects involving pregnancy during adolescence, along with its consequences on the life of young mothers, their children and social environment. We conclude that the efforts of health care professionals, parents and educators are crucial to increase awareness of adolescent sexuality. The application of this knowledge is a way to prevent teen pregnancy, thus avoiding the harmful effects on young mothers and their children. A gravidez na adolescência vem adquirindo propor es significativas. Estima-se que de 20 a 25% do total de gestantes no Brasil sejam adolescentes, ou seja, em média, há uma adolescente entre cada cinco mulheres grávidas. O presente trabalho buscou, por meio de uma análise da literatura atual, levantar os principais aspectos que envolvem a gravidez na adolescência, bem como suas consequências na vida da adolescente, de seu filho e no meio social em que vive. Foi possível concluir que a atua o dos profissionais de saúde, pais e educadores mostra-se fundamental na constru o do conhecimento sobre sexualidade dos adolescentes. A aplica o desse conhecimento é uma forma de prevenir a gravidez na adolescência, evitando que o futuro da adolescente e do seu filho seja comprometido.
Preocupa??es parentais dos pais de crian?as nascidas por fertiliza??o in vitro
Serra,Ana Mafalda; Leal,Isabel Pereira;
Análise Psicológica , 2005,
Abstract: in order to study parental concerns in a group of parents with children conceived by in vitro fertilization we used a parental concerns scale (algarvio & leal, 2002; algarvio & leal, 2004). the participants, selected from infertility consultation in maternidade dr. alfredo da costa, in lisbon, were 19 parents with ivf children, with a range of age between 1 and 11 years old, 12 female and 7 male. the results pointed to a major concern in sub-scale i. family and school problems. we found significant statistical differences for: the person answering the questionnaire, social-economic level, pregnancy attempts, infertility cause and expecting time of ivf.
Preocupa??es parentais dos pais de crian?as nascidas por fertiliza??o in vitro
Serra,Ana Mafalda; Algarvio,Susana;
Análise Psicológica , 2006,
Abstract: in order to study parental concerns in a group of parents with children conceived by in vitro fertilization we used a parental concerns scale (algarvio & leal, 2002; algarvio & leal, 2004). the participants, selected from infertility consultation in maternidade dr. alfredo da costa, in lisbon, were 19 parents with ivf children, with a range of age between 1 and 11 years old, 12 female and 7 male. the results pointed to a major concern in sub-scale i. family and school problems. we found significant statistical differences for: the person answering the questionnaire, social-economic level, pregnancy attempts, infertility cause and expecting time of ivf.
Reflex es sobre a rela o entre Wittgenstein e as preocupa es contemporaneas da filosofia
Ivanaldo Santos
Princípios : Revista de Filosofia , 2011,
Abstract: O objetivo desse artigo é apresentar duas reflex es sobre a rela o entre Wittgenstein e as preocupa es contemporaneas da filosofia. Essas reflex es s o fundamentadas principalmente nas Investiga es filosóficas. Para se alcan ar esse objetivo, inicialmente, é apresentada a crítica que Wittgenstein realiza, nas Investiga es filosóficas, a tradi o filosófico-linguística do Ocidente. Após essa apresenta o, s o feitas as considera es sobre a rela o entre Wittgenstein e as preocupa es contemporaneas da filosofia.
Page 1 /100
Display every page Item


Home
Copyright © 2008-2017 Open Access Library. All rights reserved.