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Tempo na psicologia: contribui o da vis o cronobiológica à compreens o biopsicossocial da saúde Time in psychology: the contribution of the chronobiological view to the biological, psychological and social comprehension of health  [cached]
Katie Moraes de Almondes
Psicologia: Ciência e Profiss?o , 2006, DOI: 10.1590/s1414-98932006000300002
Abstract: Através da vis o de tempo enquanto o que sentimos ocorrer entre um instante e outro ou como dura o vivida, e da vis o de saúde como o bem-estar físico, psíquico e social, é possível analisar o indivíduo dinamicamente, o que leva a uma compreens o biopsicossocial do mesmo. Dessa forma, o presente artigo insere uma recente área de conhecimento no estudo da Psicologia, a saber, a cronobiologia, que estuda as características temporais dos organismos em todos os seus níveis de organiza o e a rela o temporal desses organismos com o meio. A cronobiologia, na medida em que privilegia o tempo, interessa àqueles que atribuem valor essencial à dinamica dos processos biopsicossociais dos indivíduos e, portanto, buscam colaborar para a sua saúde física, psíquica e social. Com isso, objetiva-se tornar conhecida essa área e compreender de que forma essa abordagem se aplica na e contribui para a Psicologia. Through the comprehension of time as one instant and another or as the duration of life, and the view of health as physical, psychological and social well being, it is possible to analyse the dynamic of individuals in order to understand the biological, psychological and social aspect of human beings. His way, the present article inserts a recent knowledge area in the study of Psychologu, chronobiology, that studies the temporal characteristics of organisms, in all their organization levels, and the temporal relationship organisms with enviranment. Chronobiology, in the sense that it privileges time, interests those who attribute essential value to the dynamics of the biological, psychological and social individuals processes and, therefore, try to collaborate with the physical, psychological and social health of these individuals. Therefore, the aim of chronobiology is to publicize this area and understand how this aproach can be aplied and can contribute to Psychology knowledge.
Avalia o de estilos de personalidade segundo a proposta de Theodore Millon  [PDF]
Alchieri, Jo?o Carlos,Cervo, Clarissa Socal,Núnez, Janaína Castro
Psico , 2005,
Abstract: Theodore Millon desenvolveu uma teoria de aprendizagem biopsicossocial e de personalidade petológica, por meio do estabelecimento de categorias da personalidade através de educa es formais. Este artigo discute os principais pontos da teoria de Millon sobre personalidade, já que seu modelo conjuga teoria com avalia o e interven o, o que implia a relevancia para a investiga o científica integrada na clínica psicológica. A teoria de Millon observa outras áreas do conhecimento, complementares a psicologia, o que refor a a no o de ser humano enquanto sistema, integrado por subsistemas (biológico, psicológico, social e cultural), em um contexto de intera o permanente.
O LúDICO COMO POSSIBILIDADE DE INTERVEN O NO DESENVOLVIMENTO BIOPSICOSSOCIAL DA CRIAN A NO ESPA O ESCOLAR
BORBA, Valdinéa Rodrigues de Souza,MELO, Lidiane Soares
Nucleus , 2010,
Abstract: The child in the transition from preschool to elementary school goes through meaningfulexperiences and can express feelings of anxiety, stress, emotional disturbance and cognitive difficulties andrelationship with the guys around him. Thus, this study was to investigate the playful as a possible strategy tomitigate these factors that interfere considerably in the process of teaching and learning. Based on this context,we investigated toys, games, and companies of the infants in the act of playing, and the views of teachersregarding the inclusion of playful learning, family and, through structured interviews, application questionnairesand observations. Thus, the study was conducted in 16 children in the afternoons for a primary school in the cityof Buritizal (SP), their families and teacher, showing positive results in relation to the interaction betweenteacher, child and family. Therefore, it appears that there is a clear need for interaction between children, familyand school staff, enabling the integration of educational practices that benefit the process of teaching andlearning through playful.A crian a no período de transi o da pré-escola para o ensino fundamental passa por experiênciassignificativas, podendo manifestar sentimentos de angústia, stress, perturba o emocional e dificuldadescognitivas e de relacionamento com os sujeitos ao seu redor. Desse modo, o presente trabalho objetivoupesquisar o lúdico como possível estratégia para amenizar esses fatores que interferem consideravelmente noprocesso de ensino-aprendizagem. Baseando-se neste contexto, investigaram-se os brinquedos, as brincadeiras, ecompanhias dos infantes no ato de brincar; bem como a vis o do docente a respeito da inser o do lúdico naaprendizagem, e dos familiares, por meio de entrevistas estruturadas, aplica o de questionários e observa es.Assim, o estudo foi realizado com 16 crian as do período vespertino de uma escola de ensino fundamental dacidade de Buritizal (SP), seus familiares e professor, demonstrando resultados positivos em rela o ao convívioentre professor, crian a e família. Portanto, conclui-se que é evidente a necessidade de intera o entre crian as,família e equipe escolar, possibilitando a inser o de práticas pedagógicas que beneficiem o processo de ensinoaprendizagematravés do lúdico.
Contribui??es da psicologia da saúde-hospitalar na aten??o ao paciente cirúrgico
Sebastiani, Ricardo Werner;Maia, Eulália Maria Chaves;
Acta Cirurgica Brasileira , 2005, DOI: 10.1590/S0102-86502005000700010
Abstract: objetivo: o presente artigo discute algumas contribui??es da psicologia hospitalar à aten??o ao paciente cirúrgico, utilizando como pressuposto as propostas de interven??o interdisciplinar em saúde dentro do paradigma biopsicossocial. métodos e resultados: apresenta aspectos relacionados à rela??o cirurgi?o-equipe de saúde-paciente e elenca alguns processos de respostas psicológicas e psicopatológicas do paciente frente ao trin?mio doen?a-interna??o-tratamento no período que vai do diagnóstico e indica??o cirúrgica até a fase de pós-operatório tardio e reabilita??o do paciente. conclus?o: o psicólogo instrumentalizar-se adequadamente para conquistar, pelo seu conhecimento, pelo valor de seu trabalho e pela sua dedica??o, seu espa?o dentro das equipes cirúrgicas.
Da integra o para a inclus o?  [cached]
Andréas Hinz,Inês Boban
Revista Educa??o Especial , 2005,
Abstract: Entrevista com os professores Andréas Hinz e Inês Boban, da Martin-Luther-Univesity, Halle-Wittenberg, Alemanha, em 2004. Traduzido e adaptado para o português pelo Prof. Dr. Hugo Otto Beyer O texto que segue tem suas idéias resumidas a partir da entrevista com os professores Andréas Hinz e Inês Boban. Algumas das idéias que podem ser destacadas s o: 1. A importancia de n o se classificar as crian as conforme suas deficiências ou “necessidades especiais”. 2. Há uma clara diferen a quanto aos conceitos e práxis do projeto de integra o escolar e de inclus o escolar, o que o quadro abaixo ajuda a ilustrar e nos fazer entender. 3. Um importante conceito para se pensar é o das diferen as entre as crian as como fator de crescimento nas rela es interpessoais, fragilizando-se o conceito de normalidade e anormalidade. 4. Nas situa es de inclus o escolar n o se defende a idéia de um currículo modificado para as crian as com limita es estruturais/funcionais, porém o mesmo currículo é referenciado para todas as crian as, evidentemente com determinadas adapta es. 5. Prop e-se uma a o pedagógica conjunta, entre os professores, sem cair em defini es unilaterais ou hierárquicas de fun es. 6. Por último, define-se uma educa o em cujo espa o de reflex o teórica e de práxis haja uma síntese da educa o especial com a pedagogia. Palavras-chave: Inclus o. A o Pedagógica. Deficiência.
Interac??o da salinidade e da fertiliza??o azotada na produtividade do milho-gr?o
Gon?alves,M.C.; Martins,J.C.; Castanheira,N.; Santos,F.L.; Neves,M.J.; Reis,J.; Prazeres,A.; Ramos,T.; Fonte,S.; Pires,F.; Bica,M.; Bica,J.;
Revista de Ciências Agrárias , 2007,
Abstract: two experimental fields in herdade da mitra and alvalade do sado, were installed in different soils, using conventional field operations. the crop was zea mays irrigated with a triple emitter source irrigation system. in this layout scheme there are 3 sources of water with different water quality: salty water (water source with nacl dissolved), irrigation water+fertilizer (water source with nh4no3 added) and irrigation water only (fresh water). with the layout it is intended to obtain two gradients: one with different levels of salinity and another with different levels of nitrogen fertilizer, in order to be able to observe the responses of soil and culture to different levels of salinity and fertilizer. the objective of this work is to evaluate if different irrigation water salinity levels can be compensated by nitrogen, and still be able to achieve acceptable crop production levels even with low quality irrigation water. in the process soil solution (ec, soluble cations and nitrates) was monitored in the groups, at 20, 40 and 60 cm depth. at the beginning, at the middle and at the end of the irrigation periods, soil samples were also collected at the four groups and 3 depths (020cm; 20-40cm; 40-60cm) to measure soil parameters like the electrical conductivity of the soil saturation extract. maize harvest was done in a way to evaluate the different production in the various treatments and the paper shows results related with the impact of treatments on the soil solution and crop production, and reveals tendencies of the soil salinity progression in time and the productivity of maize. multiple regression analysis was done relating yields with the total amount of salts and nitrogen applied in the two years of the experiments (r2=0.62, n=55). the production functions obtained point to a positive effect of salinity up to nitrogen content less than 4.83 g m-2. this useful effect of irrigation water salinity during nitrogen scarceness could be due to the replacement, and
Interac o da salinidade e da fertiliza o azotada na produtividade do milho-gr o Relationship between different levels of salinity and nitrogen and maize production
M.C. Gon?alves,J.C. Martins,N. Castanheira,F.L. Santos
Revista de Ciências Agrárias , 2007,
Abstract: Instalaram-se, em 2004 e 2005, dois ensaios de campo (évora e Alvalade), em solos diferentes, com mobiliza o convencional e a cultura de milho-gr o regada com sistema gota-a-gota, em fonte tripla linear. Neste sistema existem 3 fontes: água salina, água de rega e solu o fertilizante, de modo a obter dois gradientes, um de salinidade (adi o de NaCl), e outro de fertilizante (adi o de solu o azotada). Pretende-se avaliar o efeito da interac o da aplica o da água da rega salina e da fertiliza o azotada, sem deixar de se conseguir níveis de produ o aceitáveis. Cada área experimental integrava 4 grupos (I a IV), com três repeti es, tendo-se utilizado um gradiente decrescente de fertilizante do Grupo I para o IV, sem solu o azotada neste último grupo. Dentro de cada grupo estabeleceram-se 4 modalidades de salinidade em 2004 e apenas 3 em 2005, através da distribui o de diferentes quantidades de água salina ao longo das linhas da cultura. O conjunto de gotejadores debitava 18 L/h em cada ponto de rega e cada metro linear de cultura de milho. Nos dois anos em estudo, as regas com as solu es salina e azotada decorreram de Junho a Setembro, com frequência trissemanal no início, passando a diária. Nos dois anos monitorizou-se a solu o do solo (condutividade eléctrica, teores em cati es solúveis e nitratos) às profundidades de 20, 40 e 60 cm. Recolheram-se amostras de solo antes, durante e no fim dos ciclos de rega, nos 4 Grupos a 3 profundidades (0-20 cm; 20-40 cm; 40-60 cm), para determina o de vários parametros do solo, entre os quais a condutividade eléctrica do extracto de satura o do solo. Avaliou-se a produtividade do milho-gr o nas diferentes modalidades e determinaram-se fun es de produ o e as curvas de resposta em fun o das quantidades totais de sais e de fertilizante azotado aplicados nos dois anos do ensaio (R2=0.62 n=55). Os resultados apontam para um efeito positivo da salinidade da água de rega, para aplica es de N inferiores a 4.83 g m-2. Este efeito benéfico da salinidade da água de rega, quando ocorre carência de fertiliza o azotada, pode ser explicado pela substitui o, ou troca, no complexo coloidal do solo do i o NH4+, lá existente, pelo i o Na+, da água de rega, ficando o primeiro disponível para a planta. Apresentam-se ainda resultados que mostram as tendências da evolu o da salinidade do solo e da produtividade do milho em fun o dos tratamentos aplicados. Two experimental fields in Herdade da Mitra and Alvalade do Sado, were installed in different soils, using conventional field operations. The crop was Zea Mays irrigat
Resgatando a cidadania: “A o conjunta de universitários da UNESP e comunidade na busca da qualidade em saúde, biopsicossocial, mental, espiritual e ecológica, e do resgate da cidadania”
Solange Ramires Daher,Ana Flávia Locatelli,Luís Gustavo Langoni,Raquel Soares Curval
Revista Ciência em Extens?o , 2010,
Abstract: Introdu o: O papel da Universidade, em contribuir diretamente para que a sociedade tenha perspectivas melhores de vida e saúde, é de fundamental importancia. Nos propusemos a atuar com o Jd Sta Elisa, bairro bastante carente em Botucatu-SP. Objetivos: Intera o multiprofissional Universitários–Comunidade para: 1) estudantes vivenciarem a realidade, e o desenvolvimento dos mecanismos do processo saúde-doen a-qualidade de vida, 2) promover educa o escolar, social, cultural, ambiental, lazer/esportes e de saúde, com vis o integral, biopsicossocial, mental, espiritual e ecológica, 3) incentivar cidadania para todos, 4) formar futuros profissionais mais voltados às necessidades da popula o, 5) dar oportunidade de treinamento, capacita o, transforma o, qualidade de vida, inclus o social e no mercado de trabalho, 6) fortalecer a auto-estima e a reestrutura o da organiza o familiar. Métodos: Há quatro anos, a es no bairro aos sábados, conteúdos em fun o das demandas, planejamento e preparo, com práticas pedagógicas especiais por faixa etária, utilizando os conhecimentos buscados, a “vis o de mundo” e habilidades inatas, alunos-comunidade. Resultados: realizamos até hoje 76 oficinas sócio-educativas, com temas variados: higiene, preven o de verminoses, zoonoses, preven o e tratamento de hipertens o, diabetes, e conseqüentemente doen as cardiovasculares, educa o ambiental, alimentar, curiosidades, atualidades, atividades de desenvolvimento de habilidades e inteligências múltiplas etc. Outras atividades em parcerias: Projeto jovem cidad o (cursos de artesanato em pintura em tecidos, pequeno marcineiro e culinária para crian as), informática, bordado, costura, confeitaria, panifica o, pintura em madeira, pintura de parede, alfabetiza o de adultos, refor o escolar para crian as, escotismo, atividades de gera o de renda: padaria, confeitaria, costura e horta. Realizamos cadastro anual da Comunidade e trabalhos de pesquisa em saúde integral. Os participantes, bilateralmente, mostram habilidades, criatividade, e, aprendizado crescente. Conclus o: universitários compreendem o processo saúde-doen a-qualidade de vida. As atividades sócio-educativas, de forma o e gera o de renda contribuem com a educa o, a auto-estima nas pessoas da comunidade, e abrem caminhos para uma vida melhor, e mais saúde.
IMPORT NCIA E INTERAC ES DA INTENSIDADE DA DISTRIBUI O COM A PERFORMANCE: ESTUDO EXPLORATóRIO DE áGUA ENGARRAFADA
Joana Cabe?adas,Diana Galv?o,Catarina Pires,Diogo Rito
Revista de Administra??o FACES Journal , 2006,
Abstract: Este estudo pretende abordar a importancia da variável intensidade da distribui o como estratégia de marketing, bem como as intera es com outras variáveis relevantes para as empresas. Tal análise revela-se extremamente importante, já que, para produtos para os quais n o faz sentido adotar estratégias de diferencia o, as empresas devem compreender bem as implica es e determinantes da intensidade da distribui o. Procura-se avaliar a importancia da competitividade da for a de vendas, enquanto for a interna. O estudo demonstra e justifica a rela o positiva que existe entre a competitividade da for a de vendas e as variáveis intensidade da distribui o e performance da for a de vendas. Como o mercado em estudo é extremamente competitivo, evidencia-se a relevancia da intensidade da competi o. Verifica-se que um aumento dessa variável tem um impacto positivo na intensidade da distribui o e na performance da for a de vendas. Na maioria dos casos confirma-se que a quota de mercado, enquanto medida de performance do ano anterior, influencia positivamente a nossa variável estratégica. Por sua vez, o aumento da intensidade da distribui o melhora a performance da for a de vendas e, conseqüentemente, o desempenho da empresa.
Integra o da América do Sul depende do Brasil  [cached]
AMADO LUIZ CERVO
Meridiano 47 : Boletim de Análise de Conjuntura em Rela??es Internacionais , 2008,
Abstract: O artigo trata da integra o da América do Sul. O objetivo é transformar o continente em um pólo geopolítico e econ mico para a promo o conjunta de interesses. Assim, a atua o do Brasil é fundamental.
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