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Ansiedade infantil e instrumentos de avalia o: uma revis o sistemática  [cached]
Silva Wildson Vieira da,Figueiredo Vera Lúcia Marques de
Revista Brasileira de Psiquiatria , 2005,
Abstract: OBJETIVO: Fazer um levantamento dos principais instrumentos de avalia o da ansiedade em crian as, quando surgiram, que tipos de estudos foram realizados com os mesmos, verificando os países de maior incidência de aplica o dos testes, bem como a realidade dos instrumentos no Brasil. MéTODOS: Revis o sistemática em bancos de dados eletr nicos _ Psychoinfo (1940 _ Maio 2002), Psyclit (1887 _ maio 2002), Medline (1966 _ maio 2002) e Eric (1966 _ maio 2002). Busca de informa es fundamentada em comunica o pessoal e capítulos de livros. O critério de inclus o foi: estudos realizados com crian as, nos quais o construto ansiedade foi avaliado por algum instrumento psicométrico. Critérios de exclus o: artigos alusivos à pesquisa com adolescentes, adultos e animais; artigos utilizando testes projetivos ou sem a indica o do instrumento. Os artigos indexados repetidamente em dois ou mais bancos foram considerados apenas uma vez. RESULTADOS: Esta revis o apontou 1.911 estudos que utilizaram, no mínimo, um instrumento de avalia o de ansiedade; 118 instrumentos foram usados para este fim. Conclus es: Atualmente, existem inúmeros instrumentos disponíveis para avalia o da ansiedade em crian as; entretanto, no Brasil, a escala disponível no mercado está desatualizada e as mais modernas encontram-se somente em centros clínicos acadêmicos.
Ansiedade e mecanismos de coping utilizados por pacientes cirúrgicos ambulatoriais
Moraes, Lygia Oliveira de;Peniche, Aparecida de Cássia Giani;
Revista da Escola de Enfermagem da USP , 2003, DOI: 10.1590/S0080-62342003000300007
Abstract: the goals of this study were to identify the anxiety state in surgical ambulatory patients in the pre-operative period, the coping mechanisms employed, their clinical manifestation, and to verify the influence of state anxiety during the pre-operative period. the results showed that patients exhibited little anxiety and there was no significantly statistical correlation between pre-operative anxiety state, coping mechanisms and clinical changes.
Emo??es, "stress", ansiedade e "coping": estudo qualitativo com treinadores de nível internacional
Dias, Cláudia;Cruz, José Fernando;Fonseca, António Manuel;
Revista Brasileira de Educa??o Física e Esporte , 2010, DOI: 10.1590/S1807-55092010000300004
Abstract: the influence of psychological factors on athletes' sport performance is, in general, well documented; however, there is little understanding of the role these factors and processes play in coaches. in this sense, using a semi-structured interview, the present study aimed to identify, in six elite coaches aged between 55 and 63 (m = 59 ± 3.03) and representing diverse sports, the most important psychological skills and characteristics for obtaining success, the major sources of stress and anxiety and the coping strategies most used in problematic and stressful situations; additionally, the role of further emotions, other than anxiety, in competitive performance, was also explored. the results revealed that: 1) motivation was considered one of the most important psychological skills/ characteristics for success in sport; 2) the major sources of stress were related with athletes' performance; 3) the coaches used several coping strategies simultaneously, usually adaptative; 4) in addition to anxiety, other positive and negative emotions influenced coaches' performance.
Emo??es, stress, ansiedade e coping: estudo qualitativo com atletas de elite
Dias,Cláudia; Cruz,José Fernando; Fonseca,António Manuel;
Revista Portuguesa de Ciências do Desporto , 2009,
Abstract: the influence of psychological factors on athletes` sport performance is, in general, well documented. however, few investigations used a qualitative methodology, which gives a more detailed and profound perspective of athlete`s emotions and cognitions. in this sense, using a semi-structured interview with 11 portuguese elite athletes from different sports, aged between 22 and 36 (m=30.64±4.84), the present study aimed to identify their major sources of stress and anxiety and the coping strategies they used in problematic and stressful situations, as well as to explore the role of other emotions, other than anxiety, in competitive performance. the results showed that: i) the major sources of stress were common to the different sports, and were related with the nature of competition, external pressures and the athletes` performance; ii) the athletes used several coping strategies simultaneously, usually adaptative, either problem or emotion-focused; iii) in addition to anxiety, there were other positive and negative emotions that influenced athletes` performance.
Rela o entre estressores, estresse e ansiedade  [cached]
Margis Regina,Picon Patrícia,Cosner Annelise Formel,Silveira Ricardo de Oliveira
Revista de Psiquiatria do Rio Grande do Sul , 2003,
Abstract: Os autores apresentam uma breve revis o de literatura sobre a rela o entre ansiedade, eventos estressores e estresse. S o descritas as diferentes situa es estressoras, a defini o de evento de vida estressor e os aspectos cognitivos, comportamentais e fisiológicos da resposta frente ao estresse. A neuroanatomia e os principais neurotransmissores envolvidos na resposta fisiológica de ansiedade ao estresse s o descritos. Estudos genéticos que evidenciam a rela o entre os eventos de vida estressores como fator de risco para ansiedade s o apresentados. A rela o causal entre os eventos de vida estressores e o aparecimento de ansiedade é abordada a partir de estudos realizados com adultos e adolescentes.
Estratégias de Coping de Crian as e Adolescentes em Eventos Estressantes com Pares e com Adultos  [cached]
Dell'Aglio Débora Dalbosco,Hutz Cláudio Simon
Psicologia USP , 2002,
Abstract: Foram investigadas estratégias de coping em 215 crian as e adolescentes de ambos os sexos, de 7 a 15 anos, que freqüentavam escolas públicas de periferia. Metade dos participantes (n=105, M=10,6 anos) estavam abrigados num órg o governamental de prote o e os demais (n=110, M=9,9 anos) freqüentavam as mesmas escolas e moravam com a família. Através de entrevistas os participantes relataram eventos estressantes recentes e a forma como lidaram com a situa o. Os eventos foram classificados considerando se envolviam pares (ou seja, pessoas de mesma idade) ou adultos e foram identificados sete tipos de estratégias de coping: a o agressiva, evita o, busca de apoio, a o direta, ina o, aceita o e express o emocional. Análises demonstraram que crian as de 7 a 10 anos utilizaram mais as estratégias de ina o e busca de apoio, enquanto que o grupo de 11 a 15 anos utilizou mais a estratégia de a o direta. Nos eventos com adultos, foram mais freqüentes as estratégias de evita o, aceita o e express o emocional, enquanto que com pares a a o agressiva e busca de apoio foram mais utilizadas. Estes resultados sugerem que a idade e as pessoas envolvidas na situa o estressante s o fatores determinantes na escolha da estratégia a ser utilizada, entendendo-se coping como um processo situacional.
Gravidez na adolescência: prevalência de depress o, ansiedade e idea o suicida
FREITAS GISLEINE VAZ SCAVACINI DE,BOTEGA NEURY JOSé
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 2002,
Abstract: OBJETIVO: Determinar a prevalência de depress o, ansiedade e idea o suicida em adolescentes grávidas e verificar associa es entre idea o suicida e variáveis psicossociais. MéTODOS: A amostra foi composta por 120 adolescentes grávidas (40 de cada trimestre gestacional), de 14-18 anos, atendidas em um servi o público de pré-natal. Utilizaram-se a Entrevista Clínica Estruturada-edi o revisada (CIS-R), a Escala Hospitalar de Ansiedade e Depress o (HAD) e a Escala de Idea o Suicida de Beck. A análise estatística utilizou os testes do Qui-quadrado, de Fisher e o teste U de Mann-Whitney. RESULTADOS: Foram encontrados 28 (23,3%) casos de ansiedade, 25 (20,8%) de depress o e 19 (16,7%) de idea o suicida. N o houve diferen as nesses quadros nos trimestres gestacionais. Tentativa de suicídio anterior à gravidez foi relatada por 16 (13,3%) adolescentes. A idea o suicida associou-se com depress o (p = 0,001), ser solteira sem namorado (p = 0,01) e contar com pouco apoio social (p = 0,001). Os casos de idea o suicida apresentaram alta freqüência de falta de concentra o, ansiedade, depress o, preocupa es, obsess es, idéias depressivas, fadiga, preocupa es com o funcionamento do corpo e compuls es. As idéias depressivas foram o sintoma comum para os casos de depress o, de ansiedade, de idea o suicida e de tentativa de suicídio anterior. CONCLUS ES: O grupo apresentou-se heterogêneo quanto à saúde mental. No entanto, diante da freqüência com que se observam quadros de depress o, ansiedade e idea o suicida em adolescentes, recomenda-se aos profissionais de saúde aten o para detectar a presen a de idéias depressivas em adolescentes grávidas.
Comorbidade em crian as e adolescentes com transtorno do déficit de aten o: resultados preliminares
Souza Isabella,Serra Maria Ant?nia,Mattos Paulo,Franco Vanessa Ayr?o
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 2001,
Abstract: Trinta e quatro crian as e adolescentes com idades entre 6 e 16 anos, com diagnóstico de transtorno do déficit de aten o com hiperatividade (TDAH) segundo a DSM-IV, foram examinadas e avaliadas quanto a comorbidade com outros transtornos psiquiátricos através do questionário padronizado P-CHIPS aplicado aos pais. Observou-se expressiva ocorrência de transtornos comórbidos (85,7%), sendo o transtorno opositivo-desafiador (20,6%) e o transtorno de conduta (39,2%) os mais comuns. Pelo menos dois outros diagnósticos que n o o de TDAH puderam ser observados em 57% da amostra. A depress o maior pode ser diagnosticada em quatro casos e quadros ansiosos (transtorno de ansiedade generalizada, ansiedade de separa o e fobias) foram observados em 34,3% da amostra. A presen a de comorbidade altera de modo significativo o prognóstico da enfermidade e pode sugerir estratégias terapêuticas específicas dependendo de cada caso. A comorbidade frequente também pode sugerir a necessidade do uso de entrevistas diagnósticas que contemplam outros transtornos psiquiátricos.
Depress o, ansiedade e estresse em crian as trabalhadoras migrantes  [PDF]
Noriega, José Angel Vera
Psico , 2009,
Abstract: O objetivo deste estudo foi descrever os sintomas de depress o, ansiedade e estresse em um grupo de crian as migrantes aos campos agrícolas no Estado de Sonora, México Participaram 358 crian as com idades compreendidas entre os 8 e os 14 anos em 16 fazendas onde trabalharam ao lado dos seus pais. Todos pertenciam a diferentes grupos étnicos do México. Crian as escutam e responderam às três medidas psicológicas apoiado por um psicólogo. Os resultados indicam que o sexo, idade e número de migra es s o três fatores que afetam a média de depress o, ansiedade e estresse. No entanto, os resultados indicam a existência de um risco, n o existem dados que sugerem uma patologia nas três medidas. Foi observado que a idade de início da migra o e número de migra es a partir de seu local de residência para o trabalho aumenta proporcionalmente com os níveis de estresse e ansiedade, mas n o relaciona com a pontua o de depress o.
Medo, ansiedade e controle relacionados ao tratamento odontológico  [cached]
SINGH Kira Anayansi,MORAES Antonio Bento Alves de,BOVI AMBROSANO Gláucia Maria
Pesquisa Odontológica Brasileira , 2000,
Abstract: Nosso objetivo foi avaliar medo, ansiedade e controle relacionados ao tratamento odontológico. Os sujeitos foram 364 crian as da faixa etária de 7 a 13 anos. Três questionários com quest es de múltipla escolha foram aplicados em grupos de 10 crian as. O primeiro questionário destinou-se à avalia o do medo ao tratamento odontológico e outras situa es. Foi traduzido e adaptado do "Child's Fear Survey Schedule"9 e contém 15 itens. O segundo questionário contém 20 itens relacionados as situa es potencialmente produtoras de ansiedade. Foi traduzido e adaptado do "State Trait Anxiety Inventory for Children"16. O terceiro questionário contém 40 itens sendo 20 relacionados ao controle percebido e 20 ao controle desejado e foi traduzido e adaptado do "Child Dental Control Assessment"19. Em rela o ao medo e ansiedade, a média dos escores foi mais elevada para o sexo feminino do que para o sexo masculino (P < 0,05). Em rela o a idade, as crian as da faixa de 11 a 13 anos revelaram-se em média mais temerosas que as de 7 a 9 anos. Quanto ao controle percebido as crian as mais novas percebem mais controle do que as mais velhas. Em geral os dados indicam que valores mais altos de medo relacionam-se com valores mais baixos de controle percebido. As crian as que tinham realizado tratamento odontológico com anestesia mostraram-se mais temerosas do que aquelas que n o foram submetidas a anestesia, o que permite inferir que a etiologia de medo pode relacionar-se a esse procedimento que pode envolver a percep o de incontrolabilidade.
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