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Efeitos do fumo ambiental no trato respiratório inferior de crian as com até 5 anos de idade  [cached]
Pereira Eanes DB,Torres Luiza,Macêdo Jo?o,Medeiros Marta MC
Revista de Saúde Pública , 2000,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a associa o do fumo passivo com morbidade respiratória em crian as abaixo de 5 anos de idade. MéTODOS: Estudo transversal incluindo 1.104 crian as abaixo de 5 anos de idade residentes na cidade de Fortaleza, Ceará. Por meio de um questionário com os pais das crian as, foram obtidas informa es sobre sintomas e doen as respiratórias, história familiar de morbidade respiratória, presen a de fumantes nas casas e condi es de moradia. RESULTADOS: Foram estudados 546 meninas e 558 meninos. Das 611 crian as fumantes passivas, 82% tinham problemas respiratórios ("odds ratio" = 1,64; IC 95%:1,21-2,20). As queixas respiratórias mais freqüentes foram: chiado no peito ("odds ratio" =1,66; IC 95%: 1,21-2,27), dispnéia ("odds ratio"=1,91; IC 95%:1,36-2,67), tosse e/ou expectora o("odds ratio" =1,58; IC 95%: 1,13-2,84). A chance de apresentar asma, bronquite ou pneumonia foi maior para as crian as fumantes passivas ("odds ratio" =1,60; IC 95%: 1.11-2.31). CONCLUS ES: Os principais fatores de risco com chance de predizer morbidade respiratória em crian as com idade de 0 a 5 anos foram: crian as que conviviam com m es fumantes, pais fumantes, presen a de mofo em casa, historia familiar de asma ou rinite.
Análise do preconceito racial em uma amostra de crian as brancas de 5 a 8 anos de idade  [PDF]
Fernandes, Sheyla Christine Santos,Almeida, Saulo Santos Menezes de,Nascimento, Concei??o Bruna Soares do
Psico , 2008,
Abstract: O objetivo central do presente estudo foi analisar o preconceito racial em crian as. Participaram deste estudo 19 crian as de uma cidade do interior do estado de Sergipe, 11 meninos (57,9%) e 8 meninas (42,1%) (idade de 5 a 8 anos). Para tanto, foi solicitado às crian as que desenhassem duas crian as: uma crian a branca e uma crian a negra. Através dos desenhos as crian as responderam a quest es sobre escolhas e preferências em rela o a cinco categorias: riqueza, beleza, inteligência, proximidade e contato. Os resultados revelaram um alto nível de preconceito. A crian a negra foi fortemente rejeitada. As crian as de sete e oito anos de idade apresentaram os maiores índices de preconceito. A discuss o sugere que o efeito da norma social de igualdade apenas aparece após os oito anos de idade.
Sobrepeso em crian as menores de 6 anos de idade em Florianópolis, SC  [cached]
Corso Arlete Catarina Tittoni,Botelho Lúcio José,Zeni Lúcia Andréia Zanette Ramos,Moreira Emília Addison Machado
Revista de Nutri??o , 2003,
Abstract: Verificou-se a prevalência de sobrepeso através do índice de peso para altura, classifica o expressa em escore-Z, padr o de referência do National Center for Health Statistics, em 3 806 crian as menores de seis anos de idade, residentes no município de Florianópolis, Estado de Santa Catarina, Brasil. Obteve-se uma prevalência de 1,9% de desnutri o e 6,8% de sobrepeso, sendo este predominante em crian as residentes em áreas n o carentes, do sexo feminino e menores de dois anos de idade. A prevalência de sobrepeso deste estudo foi comparada com aquelas encontradas em outras regi es do Brasil e em outros países. Aplicou-se o teste chi2 (Mantel-Haenszel), para verificar a associa o de casos com sobrepeso entre áreas carentes e n o carentes, sexo e faixa etária. Observou-se associa o estatisticamente significante (p<0,05) entre as crian as menores de dois anos de idade, resultado semelhante ao encontrado pela Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutri o para o Brasil em 1989.
ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: REFLEX ES SOBRE A IMPLANTA O E A IDADE DAS CRIAN AS  [cached]
Flaviana Demenech
Revista Uniandrade , 2011,
Abstract: Este texto refere-se um estudo de Inicia o Científica sobre os fundamentos da media o pedagógica com crian as pequenas para a interven o do aprendizado. Embasados nos conceitos de desenvolvimento humano a partir da abordagem da teoria histórico-cultural(THC). Teoria que concebe o ser humano como social, histórico e cultural,compreendendo, deste modo, que a crian a aprende através da media o e da cultura. Para a realiza o da pesquisa, foi feito um estudo sobre os conceitos de desenvolvimento da linguagem, da linguagem escrita e do aprendizado: fundamentos para o ensino no trabalho pedagógico da alfabetiza o segundo a teoria histórico-cultural.Partimos da coleta de dados sobre a idade das crian as na implanta o do EnsinoFundamental com nove anos no Oeste do Paraná.
Compara o do desempenho funcional de crian as portadoras de síndrome de Down e crian as com desenvolvimento normal aos 2 e 5 anos de idade
Mancini Marisa Cotta,Silva Priscila Carvalho e,Gon?alves Sabrina Corrêa,Martins Simone de Medeiros
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 2003,
Abstract: OBJETIVO: Comparar o desempenho funcional de crian as portadoras de síndrome de Down (SD) com crian as normais (DN), aos 2 e 5 anos de idade. MéTODO: Quarenta crian as foram alocadas em quatro grupos (n=10): 1) crian as com SD de 2 anos; 2) crian as com SD de 5 anos; 3) crian as normais de 2 anos; 4) crian as normais de 5 anos. Todas foram avaliadas pelo teste funcional PEDI, que quantifica o desempenho infantil (habilidades e independência) em três áreas: auto-cuidado, mobilidade e fun o social. Testes de análises de variancia fatorial foram utilizados para comparar médias dos grupos e testar fatores de intera o idade x patologia. Contrastes pré-planejados foram usados para identificar as compara es bivariadas significativas. RESULTADOS: Os fatores idade e patologia foram significativos nas três áreas de desempenho de habilidades e de independência. O fator de intera o idade x patologia mostrou-se significativo nas habilidades de auto-cuidado e mobilidade, e na independência em mobilidade e fun o social. Compara es bivariadas indicaram que aos dois anos, o desempenho de crian as normais é superior nas três áreas de habilidades funcionais e de independência. Entretanto, aos 5 anos, diferen as significativas entre os grupos foram observadas nas habilidades de auto-cuidado e de fun o social e na independência em auto-cuidado e em fun o social. CONCLUS O: Resultados informam áreas de desempenho onde o atraso apresentado por crian as com SD manifesta-se funcionalmente, aos dois e cinco anos de idade. Dados indicam que as diferen as observadas entre os dois grupos s o influenciadas pela idade, n o permanecendo constante ao longo do desenvolvimento.
Prevalência das desordens idiopáticas da fala e da linguagem em crian as de um a onze anos de idade  [cached]
Andrade Claudia Regina Furquim de
Revista de Saúde Pública , 1997,
Abstract: OBJETIVO: Apresenta o do perfil epidemiológico das patologias fonoaudiológicas de fala e linguagem, de causa idiopática, especificamente relacionado à prevalência dessas desordens na popula o infantil de 1 a 11 anos de idade. MéTODO: As crian as foram avaliadas nos aspectos de fala, linguagem e sistema miofuncional oral. Estabelecido o diagnóstico fonoaudiológico, foram os mesmos classificados segundo a manifesta o predominante. Após agrupadas as categorias das desordens, foram diferenciadas as idades e aplicados os cálculos de prevalência. RESULTADOS: De um total de 2.980 crian as, 125 delas eram portadoras de desordens fonoaudiológicas (prevalência de 4,19). A prevalência geral mais elevada foi referente à faixa etária de 3 a 8 anos, sendo a fase crítica dos 4 aos 5 anos. As patologias de manifesta o primária mais prevalentes foram, em ordem de freqüência: distúrbios articulatórios, defasagens na aquisi o e desenvolvimento da linguagem oral e desordens miofuncionais orais e de fun es neuro vegetativas. CONCLUS O: As desordens fonoaudiológicas constituem importante segmento nos agravos à saúde infantil, sendo necessário que sejam urgentemente estruturados programas fonoaudiológicos preventivos e curativos. Em sua precariedade, o sistema de saúde brasileiro n o oferece uma rede de apoio para o atendimento aos portadores de patologias da comunica o, existindo apenas esfor os isolados em algumas unidades de saúde.
CONTRIBUI O AO ESTUDO DA PREVALêNCIA DE BRUXISMO EXCêNTRICO NOTURNO EM CRIAN AS DE 2 A 11 ANOS DE IDADE  [cached]
SHINKAI Rosemary Sadami Arai,SANTOS Lucineide de Melo,SILVA Frederico Andrade e,NOBRE DOS SANTOS Marinês
Revista de Odontologia da Universidade de S?o Paulo , 1998,
Abstract: Uma grande varia o de prevalência de bruxismo infantil é relatada na literatura (5% a 81%), dificultando o estabelecimento de parametros comparativos. O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência de bruxismo excêntrico noturno (BEN) e suas características em 213 crian as de 2 a 11 anos, sendo 130 crian as atendidas na Clínica de Odontologia Infantil da FOP-UNICAMP e 83 crian as atendidas em consultório particular. Os dados foram coletados mediante entrevista dirigida ao responsável pela crian a e ao seu dentista e analisados estatisticamente através dos testes e de Kruskal-Wallis. Os resultados mostraram uma prevalência de BEN de 28,64% (n=61). A diferen a de freqüência entre crian as brux manas e n o brux manas n o foi significativa em rela o ao local de atendimento (FOP versus consultório) (p>0,05). Considerando o tipo de denti o, 39,34% das crian as com dentadura decídua e 24,34% com denti o mista eram brux manas (p<0,05). Entre os brux manos (n=61), 27,87% eram crian as ansiosas e 31,15% eram hiperativas. Cinqüenta e um por cento das crian as com BEN tinham problemas respiratórios e/ou alérgicos. Em rela o à idade, observou-se uma maior prevalência de BEN em crian as de 2 a 5anos e de 10 a 11 anos.
Achados oculares em crian as de zero a seis anos de idade, residentes na cidade de S o Caetano do Sul, SP
Beer Sandra Maria Canelas,Scarpi Marinho Jorge,Minello Antonieta Antunes
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2003,
Abstract: OBJETIVO: Determinar a prevalência de erros refrativos, estrabismo, ambliopia e anisometropia nas crian as pertencentes à popula o em estudo, utilizando dois métodos de rastreamento (triagem na escola e triagem durante o dia da vacina o contra a poliomielite). MéTODOS: Foram examinadas 2.640 crian as, residentes da cidade de S o Caetano do Sul, entre zero e seis anos de idade, divididas em duas amostras (A e B). A amostra A consistiu de 476 crian as que foram examinadas por dez oftalmologistas e onze técnicos oftálmicos, durante o Dia Nacional de Vacina o (20 de junho de 1998) contra a Poliomielite. A amostra B consistiu de 2.164 crian as que freqüentavam escolas municipais, entre quatro e seis anos de idade e foram examinadas por dois oftalmologistas durante o ano de 1998. RESULTADOS: Na amostra A, a prevalência de estrabismo foi de 3,36% e de anisometropia foi de 1,26%. O principal tipo de erro refrativo encontrado foi a hipermetropia < 2D. Necessitaram de prescri o óptica 14,11% das crian as. Em rela o à amostra B, a prevalência de estrabismo foi de 1,43%. Nas crian as que falharam na triagem, a prevalência de ambliopia foi de 1,39%, 2,8% de anisometropia e necessitaram de prescri o óptica, 56,48%. O principal tipo de erro refrativo encontrado foi o astigmatismo hipermetrópico composto. CONCLUS O: Embora em município com perfil socioecon mico privilegiado, a prevalência de estrabismo, anisometropia, ambliopia e erro refrativo n o foi inferior à relatada na literatura. Com rela o à metodologia de rastreamento, o Dia Nacional de Vacina o contra a Poliomielite mostrou-se eficiente ferramenta metodológica já que houve grande participa o da popula o alvo.
Habilidades auditivas e medidas da imitancia acústica em crian as de 4 a 6 anos de idade Auditory abilities and acoustic immittance measures in children from 4 to 6 year old  [cached]
Rafaela Della Giacoma Prado Toscano,Adriana Ribeiro Tavares Anastasio
Revista CEFAC , 2012,
Abstract: OBJETIVO: avaliar o desempenho em habilidades auditivas e as condi es de orelha média de crian as de 4 a 6 anos de idade. MéTODO: foram aplicados os testes de detec o sonora (audi metro pediátrico em 20dBNA), a Avalia o Simplificada do Processamento Auditivo (ASPA) e as medidas de imitancia acústica (handtymp com tom de 226Hz) em 61 crian as com média de idade de 5,65 anos. Para comparar os resultados das provas de habilidades auditivas e das medidas da imitancia acústica foi aplicado o teste exato de Fisher com nível de significancia de p< 0,05. RESULTADOS: houve altera o em pelo menos uma das habilidades auditivas investigadas em 24,6% das crian as. Houve altera o timpanométrica em 34,4% das crian as e 64% foram classificadas no critério "falha" para a pesquisa do reflexo acústico ispilateral. As crian as mais jovens apresentaram maior ocorrência de altera es de orelha média, mas n o houve diferen a estatisticamente significante entre as diferentes idades para as provas realizadas. CONCLUS O: as crian as mais jovens apresentaram maior ocorrência de altera es nas provas de habilidades auditivas e nas medidas de imitancia acústica. Programas de investiga o e acompanhamento das condi es de orelha média e das habilidades auditivas em idade pré-escolar e escolar podem eliminar ou minimizar intercorrências que alterariam o desenvolvimento sócio-linguístico. PURPOSE: to evaluate the performance of auditory abilities and conditions in the middle ear of children from 4 to 6 year old. METHOD: we applied the tests in order to detect sound (pediatric audiometer in 20dBHL), the Simplified Assessment of Auditory Processing (SAAP) and the acoustic immittance measures (handtymp with a probe of 226Hz). In order to compare the results from the tests of auditory abilities and measures of acoustic impedance we applied Fisher's exact test with significance level of p <0.05. RESULTS: the study involved 61 children with a mean age of 5.65 years. There was some alteration in at least one of the investigated auditory skills in 24.6% of the children. Tympanometry was altered in 34.4% of the children and 64% were classified on the "fail" criterion for the measure of ipsilateral acoustic reflex. Younger children had higher incidence of middle ear disorders, but with no significant statistical difference between different ages as for the tests. CONCLUSION: younger children showed a higher occurrence of alterations in the tests of auditory abilities and measures of acoustic immittance. Research and monitoring programs for the conditions of the middle ear and auditory skil
Evolu o da rela o entre peso e altura e peso e idade em crian as de 3 meses a 6 anos assistidas em creche, Sorocaba (SP), Brasil  [cached]
Corrêa Ana Maria Segall,Gon?alves Neusa Nunes da Silva e,Gon?alves Aguinaldo,Leite Gabriela Picarelli Russo
Revista Panamericana de Salud Pública , 1999,
Abstract: As condi es nutricionais da popula o brasileira melhoraram nas últimas 3 décadas. Mesmo assim, é pouco conhecido o papel da assistência oferecida por institui es públicas ou filantrópicas que atendem crian as pré-escolares de baixa renda e de maior risco nutricional. Visando avaliar o impacto nutricional do programa municipal de assistência alimentar em creches do município de Sorocaba, Estado de S o Paulo, Brasil, realizou-se um estudo quase-experimental. Durante 1 ano, em quatro observa es trimestrais, acompanhou-se a evolu o no peso e altura de 444 crian as de 3 meses a 6 anos completos: 164 assistidas em uma creche (grupo de interven o) e 280 n o assistidas (grupo de n o interven o), residentes na área adstrita à creche porém n o freqüentes à mesma, e identificadas em censo específico. Depois de colhidos termos de assentimento e executado um pré-teste, profissionais e alunos universitários entrevistaram as m es das crian as participantes no estudo, segundo técnicas e condi es padronizadas. A antropometria foi realizada por dupla de investigadores, um deles sempre fixo na equipe, com equipamentos aferidos pela agência técnica regional. Avaliou-se a concordancia entre a primeira observa o e as observa es subseqüentes, com estratifica o da popula o em três grupos de escores z de peso para idade e peso por altura (tendo como referência as curvas do National Center for Health Statistics) verificados ao início do estudo e em três faixas etárias (menores de 24 meses, de 24 a 36 e maiores de 36 meses). Os grupos de interven o e n o interven o foram semelhantes quanto às condi es sócio-demográficas, exceto trabalho materno (as m es no grupo de interven o trabalhavam fora com maior freqüência); foram significativamente distintos quanto à idade (mais velhas no grupo de interven o), condi es nutricionais (piores no grupo de interven o) e prevalência de interna o hospitalar anterior (maior no grupo de interven o). Já nos primeiros 3 meses, 32% das crian as no grupo de interven o migraram para estrato de status nutricional superior, enquanto no grupo de n o interven o apenas 13% apresentaram melhora. A diferen a favorecendo o grupo de interven o aumentou com a dura o da interven o e foi maior entre crian as mais velhas, permitindo concluir que a assistência na creche melhorou a nutri o das crian as atendidas.
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