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Manuscritos literários e pesquisa
Vasconcellos, Eliane
Letras de Hoje , 2010,
Abstract: Cartas, documentos e tra os materializados do processo criativo, os manuscritos de escritores s o subsídios importantes para entender o processo de cria o. Faremos uma síntese do material que pode ser encontrado no Arquivo-Museu de Literatura Brasileira da Casa de Rui Barbosa, tomando por exemplo principalmente os originais de Pedro Nava, Clarice Lispector e Vinicius de Moraes.
Comunica o instrumental, diretiva e afetiva em impressos hospitalares  [cached]
Vasconcellos-Silva Paulo Roberto,Uribe Rivera Francisco Javier,Castiel Luis David
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Este trabalho se ocupa dos típicos sistemas semanticos extraídos dos recursos comunicativos de equipes hospitalares, que tentam validar informa es como um "objeto" a ser transferido aos pacientes. Descrevemos modelos de comunica o textual em 58 impressos de orienta es aos pacientes de cinco unidades hospitalares, coletados de 1996 a 2002. Identificamos três categorias fundamentadas na teoria dos atos de fala (Austin, Searle e Habermas): (1) Proferimentos cognitivo-instrumentais - descri es por meio de termos técnicos validados por argumenta o auto-referente, incompleta ou inacessível; fun o educativa implícita. (2) Proferimentos técnico-diretivos - auto-referentes (contexto dos setores de origem); deslocamento freqüente de atos cotidianos para o terreno técnico com fun o disciplinadora; impessoalidade. (3) Modula es expressivas: necessidade de conex es intersubjetivas para fortalecer la os de confian a; tendência à infantiliza o. Concluímos que as categorias estudadas exp em: base em origens fragmentárias; pressupostos de univocidade de mensagens e consumo invariante da informa o (motiva es e interesses idealizados, alheios às perspectivas individuais); pressuposto de interesses universais como geradores de conhecimento.
Próteses de comunica o e alinhamento comportamental sobre impressos hospitalares
Vasconcellos-Silva Paulo Roberto,Uribe Rivera Francisco Javier,Rozemberg Brani
Revista de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Realizou-se revis o da literatura sobre publica es que descrevem experiências com material impresso distribuído ao público leigo em institui es hospitalares. Excluindo impressos para profissionais ou portadores de incapacidades, dentre 146 trabalhos, foram obtidos 75 artigos que ilustram o padr o atual de racionalidade da produ o, uso e avalia o deste tipo de recurso. Esses artigos investem no poder da "informa o impressa ideal" para alinhar comportamentos à agenda biomédica hospitalar. A racionalidade instrumental que os permeia percebe o "pacote informativo perfeito" como aquele que explicita eficientemente seus conteúdos técnicos, para fins de convencimento unilateral, atualizado segundo escalas de legibilidade, adornado por projeto gráfico e enfatizando prioridades definidas pelos profissionais. Tais "próteses de comunica o" seriam passíveis de valida o eletr nica, por intermédio de softwares competentes em adequar "doses" e conteúdos. Discute-se a informa o como fármaco, o cognitivismo, a ausência de pesquisas de recep o e a necessidade da a o comunicativa, para desconstru o de tais sistemas de pensamento fechados no ambiente hospitalar.
Estudo comparativo Brasil e Espanha: constru o sustentável e habita o
Riberto Carminatti Junior,Rafael Santos de Moraes,Maria Aridenise Macena Fontenelle
Iberoamericana de Engenharia Industrial , 2011,
Abstract: Este artigo faz uma análise comparativa entre o desenvolvimento da constru o sustentável e da produ o de unidades habitacionais no Brasil e Espanha. Para realizar esta análise s o utilizados principalmente os dados dos livros “O Futuro da Indústria da Constru o: Constru o Habitacional” e “Sustainable Development and the Future of Construction: A Comparision of visions from varous countries”. Ambos os países aqui estudados apresentam dificuldades financeiras, econ micas e também no desenvolvimento sustentável, sendo necessário conhecer um pouco sobre sua geografia e história para compreender os aspectos relevantes ao desenvolvimento sustentável e ao déficit habitacional.
Impressos hospitalares e a dinamica de constru o de seus sentidos: o ponto de vista dos profissionais de saúde  [cached]
Rozemberg Brani,Silva Ana Paula Penna da,Vasconcellos-Silva Paulo Roberto
Cadernos de Saúde Pública , 2002,
Abstract: A partir de entrevistas com profissionais de um hospital do Rio de Janeiro, avaliamos um conjunto de pressupostos, estratégias, preocupa es e racionalidades dos profissionais que produzem mensagens impressas sobre doen as infecciosas. A maioria das produ es revelou-se presa a uma lógica linear de comunica o, que pressup e que a mensagem transmitida geraria um único e só efeito. A comunica o visual é tida como campo de conhecimento que o médico n o "domina" mas no qual deposita expectativas, principalmente quando afirma os limites da linguagem escrita frente à clientela n o alfabetizada. As preocupa es mais freqüentes recaem sobre a "adequa o da linguagem" (fun o denotativa e n o semantica da linguagem) e sobre o aumento da "divulga o". As produ es de impressos surgem atreladas à experiência profissional do atendimento, mas a inexistência de pesquisas prévias à produ o, resulta em simplifica es e generaliza es sobre as dúvidas e questionamentos mais comuns do paciente, refor ando o estereótipo da clientela a partir de suas carências e necessidades. A intera o com a clientela aparece, como exce o, em apenas duas das produ es em análise, e amplia a rela o dos profissionais com os valores e decis es tomadas em contextos sócio-culturais distintos.
A menina dos títulos: repeti o e paralelismo em manuscritos de Isabel  [cached]
Eduardo Calil
Alfa : Revista de Linguística , 2010,
Abstract: Este estudo discute o estatuto da repeti o e o fen meno do paralelismo que apresenta um conjunto de 35 manuscritos dados por uma crian a de 6 anos de idade. Assumo, como base teórica, a língua enquanto possibilidade de estrutura o subjetiva (LEMOS, 2006) que se dá a partir do discurso do outro/Outro. Portanto, a língua funda uma rela o trinária (eu-tu/ele) responsável pelo acesso do sujeito ao registro Simbólico e à “fi gura o” do Outro (DUFOUR, 2000). A alteridade aí estabelecida permite múltiplas e complexas rela es entre o que comp e o processo enunciativo e as associa es efetivadas pelo scriptor, sempre dadas a partir de sua posi o subjetiva. A partir disso, identifi co, no material analisado, de que forma os títulos dados, seus elementos linguísticos e suas referências ao corpo do texto que o acompanha se repetem ao longo desses manuscritos e como se estabelecem “rela es em paralelo” entre eles. Do ponto de vista aqui defendido, essas rela es cumprem uma fun o estruturante nos textos dessa menina. A análise permitiu indicar que a “repeti o” materializada pelas “rela es em paralelo” está relacionada à consolida o do eixo de equivalência sobre o qual se articulam os elementos advindos do outro/Outro constituído pelas práticas discursivas instanciadas através do funcionamento da língua.
As livrarias como espa o de media o de leitura
Aparecida de Almeida Silva
BIBLOS : Revista do Instituto de Ciências Humanas e da Informa??o , 2009,
Abstract: O presente trabalho tem como objetivo conceituar a media o da leitura literária para crian as, exaltando sua importancia na forma o da crian a, preparando-a para contribuir com a transforma o da realidade em que vive, e investigar as livrarias como espa o de media o, demonstrando aos profissionais da área que n o é somente a biblioteca que deve ser usado como espa o para que esta aconte a. Tem como metodologia – identificar as livrarias londrinenses que realizam a media o da leitura literária para crian as, bem como avaliar as atividades desenvolvidas nesse sentido, ou seja, hora do conto, saraus, atividades com sucatas etc., verificando quais as atividades voltadas para despertar nas crian as o desejo de ler. Em seu marco teórico, discute a media o da leitura literária, a rela o entre autor, obra e o leitor infantil. Além disso, defende a necessidade de o bibliotecário expandir sua atua o para além das fronteiras das bibliotecas, bem como efetivar uma das suas fun es primordiais que é a media o da leitura.
Histórias de cavaleiros, manuscritos e tradu es
Dircilene Fernandes Gon?alves
Tradu??o & Comunica??o : Revista Brasileira de Tradutores , 2012,
Abstract: Na Idade Média, a tradu o foi um importante instrumento de transmiss o de conhecimento. Acompanhando esse movimento, na fic o, afirmar que um texto era tradu o de um antigo manuscrito encontrado ao acaso, recebido como heran a, ou mesmo das m os de um misterioso desconhecido era uma prática bastante utilizada como forma de valorizar a obra, pois lhe conferia uma aura de verdade histórica. Muitas vezes, essas tradu es também faziam parte da fic o: eram pseudotradu es, ou seja, textos apresentados como se fossem tradu es, mas que, na verdade, eram obras originais. Algumas obras importantes dentro da tradi o da chamada literatura de cavalaria foram concebidas dessa maneira; entre elas Parzival, de Wolfram Von Eschenbach (alem o, ca. 1210), Tyrant lo Blanc, de Joanot Martorell (catal o, 1490) e Dom Quixote, de Cervantes (espanhol, 1605/1615) s o exemplos desse tipo de prática.
Discrimina o e Anti-Discrimina o na Espanha: O caso das mulheres mu ulmanas  [cached]
Gunther Dietz
Campos - Revista de Antropologia Social , 2005,
Abstract: Nos últimos quinze anos, a Espanha tem experimentado um forte incremento da popula o imigrante, na qual se destaca um importante percentual de mu ulmanos magrebinos. Paralelamente, desde os finais do franquismo, tem-se observado em cidades andaluzas como Granada e Córdoba uma tendência de convers o ao Isl por parte da popula o autóctone. Ambos os fen menos se fazem acompanhar por atitudes anti-mu ulmanas e anti-mouras, que refletem diferentes dimens es de discrimina o disseminadas em amplos setores da opini o pública espanhola e que se articulam sobretudo em estereótipos e atitudes historicamente arraigados esgrimidos frente às mulheres mu ulmanas, tanto imigrantes quanto convertidas. Neste artigo, tomamos o estudo de caso da discrimina o contra as mulheres mu ulmas para, em primeiro lugar, contextualizar o incipiente debate sobre discrimina o e anti-discrimina o dentro de dois marcos conceptuais específicos: o multiculturalismo e as políticas de identidade, de um lado; e as políticas públicas da diferen a, de outro. Em segundo lugar analisamos o caso etnográfico mencionado, para finalmente esbo ar o surgimento das atuais políticas estatais anti-discrimina o na Espanha e em nível europeu.
Estudo de recep o de impressos por trabalhadores da constru o civil: um debate das rela es entre saúde e trabalho  [cached]
Kelly-Santos Adriana,Rozemberg Brani
Cadernos de Saúde Pública , 2006,
Abstract: Trata-se de um estudo de recep o de mensagens por trabalhadores da constru o civil. Utilizamos como media o os materiais educativos (cartazes, folders e cartilhas) produzidos pelo Ministério da Saúde e Ministério do Trabalho e Emprego. Realizamos dois grupos focais, em dois canteiros de obra no Município do Rio de Janeiro, Brasil, para a análise de quatro materiais educativos; utilizamos análise temática. Apresentamos o ponto de vista dos trabalhadores sobre os temas discutidos nos impressos, classificados em dois núcleos de sentidos: saúde e controle social. Discutimos que os trabalhadores apresentam uma vis o ampliada de saúde à medida que inclui os determinantes sociais ao processo saúde-doen a. Identificamos a pouca participa o dos trabalhadores nas a es de fiscaliza o dos processos de trabalho, e o desconhecimento das a es de saúde do trabalhador desenvolvidas pelo Ministério da Saúde. Concluímos que a análise de materiais educativos por seus destinatários, representa um lugar privilegiado de negocia o de sentidos e de apreens o dos modos de viver de grupos específicos. Sugerimos a realiza o de atividades educativas que utilizem os impressos como media o para motivar a problematiza o do processo saúde-doen a.
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