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O Projeto Fly Girls e a inova o na participa o na Competi o SAE AeroDesign  [cached]
Luiz Eduardo Miranda José Rodrigues
Exacta , 2006,
Abstract: Neste trabalho, é relatada a experiência adquirida com a orienta o e o desenvolvimento do projeto da aeronave da equipe Fly Girls, que participou da 8a edi o da Competi o SAE AeroDesign, realizada na cidade de S o José dos Campos (SP), entre os dias 20 e 24 de setembro de 2006. A equipe Fly Girls é formada por alunas do curso de Engenharia de Produ o Mecanica e se destacou durante o evento como a primeira equipe totalmente feminina a participar da competi o.
Educa o Especial: a Constitui o Federal de 1988 e a Constitui o Mineira de 1989  [cached]
Warlley Ferreira Sahb
Revista Educa??o Especial , 2011, DOI: 10.5902/1984686x4280
Abstract: O presente trabalho tem a finalidade de apresentar, numa abordagem comparativa sem valor depreciativo, uma análise acerca da Educa o Especial, tomando-se como referência os textos da Constitui o Federal de 1988 e da Constitui o do Estado de Minas Gerais de 1989. Para tanto, realizou-se um levantamento da legisla o nacional, n o só nos textos constitucionais, como também em legisla es correlatas e complementares, tais como a LDB (Lei de Diretrizes e Bases) de 1996, o Estatuto da Crian a e do Adolescente, o Plano Nacional de Educa o, entre outros documentos normativos de amplitude nacional. é importante destacar, justamente, a fun o complementar que fica evidente ao se analisar os textos legais brasileiros, sobretudo, quando se estende essa análise ao nível dos Estados. O que se observa é que a Constitui o do Estado de Minas Gerais avan a em alguns pontos, exatamente por gozar de autonomia administrativa para tal, respeitados os preceitos constitucionais. Também há que se fazer ressalvas com rela o às atuais instala es e condi es físicas das escolas e dos demais espa os educativos especiais - muitas vezes sem rampas de acesso para cadeirantes e sem banheiros adaptados - que, por lei, se obrigam a receber os portadores de necessidades. Procura-se exemplificar essa situa o com um caso de atua o do Ministério Público do Estado de Minas Gerais. Palavras-chave: Educa o Especial. Inclus o Escolar. Legisla o Educacional.
Competi o por recursos do solo entre ervas daninhas e culturas  [cached]
Rizzardi Mauro Ant?nio,Fleck Nilson Gilberto,Vidal Ribas Ant?nio,Merotto Jr. Aldo
Ciência Rural , 2001,
Abstract: A competi o entre plantas é um processo importante tanto em comunidades naturais quanto em ambientes agrícolas. O impacto vegetativo das ervas daninhas em agroecossistemas é considerado competi o se houver redu o no montante de recursos disponíveis para a cultura e, neste contexto, o desenvolvimento das raízes influencia na competitividade e na sobrevivência das plantas. Uma planta que apresenta sistema radical bem desenvolvido em extens o e em comprimento tem sido associada com aumento na habilidade competitiva devido ao maior potencial de absor o de água e nutrientes. A competi o entre os sistemas radicais das ervas daninhas e das culturas interfere tanto na disponibilidade de água e nutrientes quanto nas intera es por luz, na parte aérea. Entretanto, somente ocorrerá competi o quando a zona de deple o das raízes da cultura e das ervas daninhas se sobreporem. A intensidade de competi o entre raízes das ervas e da cultura pelos recursos abaixo da superfície do solo dependerá do tipo e da disponibilidade dos recursos e da espécie vegetal e de sua capacidade em desenvolver sistema radical extenso, com diametro reduzido e com ampla área superficial.
Projeto e desenvolvimento de uma aeronave n o tripulada para participa o na Competi o SAE AeroDesign  [cached]
Luiz Eduardo Miranda José Rodrigues
Exacta , 2006,
Abstract: Neste trabalho, apresenta-se a metodologia empregada no projeto e no desenvolvimento da aeronave ícaro, que participou da edi o 2006 da Competi o SAE AeroDesign, realizada na cidade de S o José dos Campos (SP).
O controle do poder e a ideia de constitui o  [cached]
Pedro Oliveira Coutinho
Lex Humana , 2009,
Abstract: Os revolucionários franceses fizeram constar de sua Declara o Universal dos Direitos do Homem e do Cidad o que uma sociedade onde n o haja a separa o de poderes e n o se estabele am garantias dos direitos n o tem Constitui o. Essa vis o histórica, que veio a ensejar o dogma da separa o dos poderes, representava uma tomada de posi o firme contra o absolutismo, por meio de uma atitude “iluminista anti-historicista” que procurava romper com a tradi o. Foi preciso ter sob a ótica uma determinada concep o de constitui o, que se pode dizer substancial. A idéia que se defende nesse texto tem uma origem diversa dessa heran a voluntarista, aproximando-se das idéias inerentes à tradi o do constitucionalismo inglês e norte-americano. Sem pretender estabelecer um novo dogma, nos inspiramos nessa máxima revolucionária para estabelecer que no constitucionalismo contemporaneo a idéia de uma Constitui o só tem sentido quando ela estabelece um sistema de controle do poder.
ética, direitos fundamentais e obediência à Constitui o  [PDF]
Weber, Thadeu
Veritas , 2006,
Abstract: Um estudo democrático de Direito fundamenta suas bases em princípios de justi a universalizáveis. Aplicados a uma Constitui o, objetivam-se nos direitos e liberdades fundamentais dos cidad os. O dever de obedecer a leis injustas, a desobediência civil e a obje o de consciência pressup em senso de justi a e uma concep o do bem, capacidades morais de uma "pessoa ética". A democratic State of law puts its bases on principles of justice capable of universal validity. Applied to a constitution, such principles are objectivied in the fundamental rights and liberties of the citizens. The duty of obeying unjust laws, civil disobedience and consciousness objection presuppose a sense of justice and a conception of the good, that is, moral capacities of an “ethical person”.
DEVERES FUNDAMENTAIS E A CONSTITUI O BRASILEIRA  [cached]
Julio Pinheiro Faro Homem de Siqueira
Fides : Revista de Filosofia do Direito, do Estado e da Sociedade , 2010,
Abstract: A temática dos deveres fundamentais tem sido objeto de poucos estudos, sendo relegada, quando muito, a um papel de pouca express o no constitucionalismo contemporaneo. O presente ensaio delineia três aspectos fundamentais para uma teoria geral dos deveres fundamentais: sua tipologia (ou classifica o), seu regime jurídico-constitucional e seu conceito.
A Gest o do Conhecimento e a Capacidade de Competi o  [cached]
André Eduardo Miranda dos Santos,Silvio Popadiuk
Contextus , 2010,
Abstract: Com este artigo objetiva-se identificar se os benefícios das práticas de gest o do conhecimento s o associados com capacidade de competi o das empresas, segundo a perspectiva dos gestores. A abordagem teórica desenvolvida para atender a esse objetivo concentra-se nos conceitos derivados do modelo da Resource based View – RBV. Nesse modelo, a Gest o do Conhecimento pode ser caracterizada como uma fonte de vantagem competitiva da firma. Foram pesquisadas oito empresas localizadas na cidade de S o Paulo, de diferentes portes, de origem brasileira ou multinacional, e que afirmaram adotar práticas de gest o do conhecimento. Os dados foram coletados por meio de entrevistas n o-estruturadas. Os resultados mostram evidências de que nas empresas estudadas os gestores reconhecem uma associa o entre as práticas de gest o do conhecimento e a aquisi o de uma vantagem competitiva.
Dinamica da popula o de Cardiospermum halicacabum e competi o com a cultura da soja
Voll Elemar,Brighenti Alexandre Magno,Gazziero Dionísio Luíz Pisa,Adegas Fernando Storniolo
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2004,
Abstract: O bal ozinho (Cardiospermum halicacabum), planta daninha introduzida recentemente no Paraná, tem causado perdas econ micas em lavouras de soja no Sul do Brasil. O objetivo deste trabalho foi determinar época e taxa de emergência, competi o e sobrevivência de bal ozinho na cultura da soja cultivar Embrapa 62, em dois sistemas de manejo. O experimento foi instalado em Londrina, PR, em maio de 1997, e conduzido por três anos consecutivos. Cinco densidades de semeadura de bal ozinho (0, 60, 120, 240 e 480 sementes/m2) foram estabelecidas na cultura da soja sob semeadura convencional e direta. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com parcelas subdivididas e quatro repeti es. A redu o média anual do banco de sementes foi de 61,6% e 56,4%, em rela o às semeaduras convencional e direta, correspondendo às sobrevivências de seis e sete anos, respectivamente. Taxas anuais de emergência, na ausência de reinfesta es, foram maiores em semeadura direta (42,6%, 32,0% e 5,0%) do que na convencional (29,9%, 10,9% e 0,7%), nos três anos. Perdas de produtividade de soja foram estimadas em 8,1% com a presen a de 10 plantas/m2 de bal ozinho, em 3.549 kg/ha de soja. O bal ozinho apresenta significativa capacidade de infesta o e competi o com a soja, tendendo a ser eliminado por condi es ambientais que favore am o ataque de míldio (Peronospora farinosa).
Constitui o epidêmica: velho e novo nas teorias e práticas da epidemiologia  [cached]
Czeresnia Dina
História, Ciências, Saúde-Manguinhos , 2001,
Abstract: O artigo analisa a importancia da idéia de constitui o epidêmica, identificada pela presen a recorrente do pensamento hipocrático na história da epidemiologia. Em termos gerais, constitui o relaciona epidemias a circunstancias geográfico-atmosféricas. O que se destaca é a concep o do fen meno epidêmico como desequilíbrio da harmonia da natureza, como totalidade e ultrapassando a dimens o geográfica. Permanência de um pensamento hipocrático n o significa a existência de uma continuidade. A idéia de constitui o foi marcada por descontinuidades e definida por conceitos distintos no decorrer da história. A for a desse pensamento deve ser compreendida a partir da base filosófica que a origina: a physis. O interesse pelo pensamento pré-socrático ganha significado especial na crise da modernidade, trazendo novos elementos, também, para a interpreta o da idéia de constitui o em epidemiologia.
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