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Um Breve Panorama das Rela es entre Política e Religi o no Contexto do Estado Moderno  [cached]
Marco Aurélio Lagreca Casamasso
Lex Humana , 2010,
Abstract: O artigo objetiva proporcionar, a partir da perspectiva do pensamento político moderno, um breve panorama do modelo de rela o que se estabelece entre a política e a religi o no contexto do Estado Moderno. Destaca-se a hegemonia do poder estatal no ambito da sociedade política e, em particular, sua supremacia em face da religi o e dos atores religiosos. Apresenta-se um relato sucinto da problemática político-religiosa no pensamento de Maquiavel, Hobbes, Spinoza, Locke, Montesquieu e Rousseau.
Resenha de PINHEIRO, Jorge. História e religi o de Israel: origens e crise do pensamento judaico. S o Paulo: Editora Vida, 2007. 175p.  [PDF]
Sérgio Gon?alves de Amorim
Plura : Revista de Estudos de Religi?o , 2010,
Abstract: Resenha de PINHEIRO, Jorge. História e religi o de Israel: origens e crise do pensamento judaico. S o Paulo: Editora Vida, 2007. 175p.
MAGIA NATURAL E MAGIA DEMONíACA: O ENTRECRUZAMENTO DE RELIGI O E MAGIA NO PENSAMENTO RENASCENTISTA  [PDF]
Adriana Vidotte,Francisco de Paula Souza de Mendon?a Júnior
Revista Brasileira de História das Religi?es , 2011,
Abstract: O presente artigo busca fazer uma reflex o sobre as principais personagens e vertentes da magia renascentista, além de tentar compreender de que maneira o complexo mágico hermético-cabalista foi apropriado pelo chamado “mago crist o” como ferramenta para se obter a renovatio espiritual, tendo como exemplos Pico della Mirandola, Johannes Trithemius e Cornelius Agrippa. Ideia importante nesse contexto é a de que o Criador teria deixado sinais ocultos de sua presen a na Natureza, e que uma vez desvendados ofertariam uma comunh o direta entre o homem e Deus. A magia seria a ferramenta perfeita para descobrir essa gramática oculta no Livro da Natureza, de acordo com o magus christianus.
Potência de a o e ordem: o poder e a raz o segundo Nicolau Maquiavel e Thomas Hobbes  [PDF]
Kersting, Wolfgang
Veritas , 2006,
Abstract: O autor apresenta aborda, primeiramente, a rela o entre poder e raz o no pensamento político de Maquiavel. Num segundo momento, apresenta, no pensamento de Hobbes, a trajetória que se estende da raz o impotente do estado de natureza até à raz o poderosa do Estado, dispensador de seguran a. The author analyses in a first moment the relationship between power and reason in the political thought of Machiavelli. In a second moment, he exposes, according to Hobbes’s political philosophy, the path to be gone through from the powerless reason of the state of nature towards the powerful reason of the State, which grants security.
Maquiavel e a República: lei, governo legal e institucionalidade política nos Discursos sobre a primeira década de Tito Lívio
Raquel Kritsch
Revista Espa?o Acadêmico , 2010,
Abstract: O objetivo deste artigo é introduzir o leitor no pensamento político de Nicolau Maquiavel em seu Discursos sobre a primeira década de Tito Lívio, procurando mostrar a riqueza e diversidade do pensador florentino quando se interroga sobre quest es que dizem respeito às leis, à liberdade, às institui es políticas e seu funcionamento numa república, e outros tantos temas raramente associados ao seu nome. O intuito aqui é apresentar algumas das no es centrais do “Maquiavel republicano”, para quem a virtù, na república, é também um atributo do povo (e n o apenas do príncipe, como se lê em seu célebre tratado sobre o principado). Explorar aspectos pouco divulgados e debatidos do pensamento político de Maquiavel — especialmente quando se compara com a profus o de escritos a respeito do célebre “Maquiavel monarquista” — bem como de sua teoria da res publicaserá, portanto, a tarefa a ser levada a cabo neste texto introdutório.
Between Thought, Religion, and Contemporaneity: the hyperboles of being and the equivocal communication of the sacred - DOI: 10.5752/P.2175-5841.2012v10n27p879en Entre o Pensamento, a Religi o e a Contemporaneidade: as hipérboles do ser e a comunica o equívoca do sagrado (Between Thought, Religion and Contemporary: hyperbole of being and miscommunication of the sacred) - DOI: 10.5752/P.2175-5841.2012v10n27p879  [cached]
José Carlos Aguiar de Souza
Horizonte : Revista de Estudos de Teologia e Ciências da Religi?o , 2012, DOI: 10.5752/p.2175-5841.2012v10n27p879
Abstract: Between Thought, Religion, and Contemporaneity: the hyperboles of being and the equivocal communication of the sacred (Entre o Pensamento, a Religi o e a Contemporaneidade: as hipérboles do ser e a comunica o equívoca do sagrado). The contemporary philosophical thought regards itself as postmetaphysical, post-religious, postmodern, and post-philosophical. It advocates for metaphysics without metaphysics, ethics without ethics, and religion without religion. This paper aims at exploring the possibilities of thinking through the place and role of God, religion, and mystique in the philosophical discourse of contemporaneity, having William Desmond’s thought as a reference. According to Desmond’s thought, there’s an intimate, idiotic, porosity in the call to truth. Thought is communication openness for its own originating source. This means that thought is situated at the knowledge threshold, and it may open up to a reverence attitude in the face of the mystery of being. Through metaphysical metaphors, intermediate names going beyond the univocal determination of metaphysical constructs from the past, Desmond aims at thinking through something which is present amidst finitude, indicating a foremost transcendence going beyond our experience: an upper transcendence essentially asymmetrical to our own transcendence. Such metaphors or hyperboles safeguard the enigma involved in the issue of God and the religious being. This enigma or mystery isn’t something negative, but openness for a fuller and overdetermined agapic origin. Keywords: Metaxology. Religion. Postmodern. Agape. Mystique. Resumo O pensamento filosófico contemporaneo se compreende como pós-metafisico, pós-religioso, pós-moderno e pós-filosófico. Ele advoga uma metafisica sem metafisica, uma ética sem ética e uma religi o sem religi o. O objetivo deste artigo é explorar as possibilidades de refletir sobre o lugar e o papel de Deus, da religi o e da mística no discurso filosófico da contemporaneidade, tendo como referência o pensamento de William Desmond. Para o pensamento desmondiano, existe uma porosidade íntima, idiótica, no chamado à verdade. O pensamento é uma abertura comunicativa para a sua própria fonte originadora. Isso significa que o pensamento se encontra no limiar do saber, podendo abrir-se para uma posi o de reverência diante do mistério do ser. Através de metáforas metafisicas, nomes intermediários para além da determina o unívoca das constru es metafisicas do passado, Desmond busca refletir sobre algo presente em meio à finitude, que indica uma transcendência primeira que vai além
Multiculturalismo e Religi es Afrobrasileiras - O Exemplo do Candomblé  [cached]
Sonia Apparecida de Siqueira
REVER : Revista de Estudos da Religi?o , 2009,
Abstract: A sociedade brasileira resulta da mistura e do encontro de diferen as fenotípicas e culturais de seus componentes. Nas diferen as culturais anicham-se as diferen as religiosas. Diferente durante os vários séculos coloniais eram a cultura e a religi o negras aqui chegadas com os escravos. Surgiu o Candomblé, síntese de cren as com raízes na áfrica negra, que se manteve pela oralidade e pela tradi o, a despeito do autoritarismo dos senhores de terras e de homens. Houve o confronto de duas tradi es de pensamento, de duas vis es de mundo, de duas concep es da vida e do homem, apoiadas nas duas epistemologias, a multiculturalista e a monoculturalista. A análise do lugar da religi o afro no sistema social pode ser elucidativa n o só da dinamica vital como do desafio que o multiculturalismo hoje prop e colocando-se acima dos contextos nacionais, abrindo caminho para a mundializa o.
A busca da verdade como critério definidor da rela o entre filosofia e religi o no pensamento de Arthur Schopenhauer / The search for truth as defining criterion of the relation between philosophy and religion in the thought of Arthur Schopenhauer  [PDF]
Lademir Renato Petrich
Plura : Revista de Estudos de Religi?o , 2011,
Abstract: O presente artigo trata da rela o estabelecida por Schopenhauer entre filosofia e religi o tendo por base o critério da busca pela verdade. Schopenhauer compreende que a verdade atemporal e incondicional deve ser a estrela-guia da filosofia e que as religi es s o suas representa es alegóricas e mitológicas. A partir deste critério qualitativo, podese escalonar as religi es na medida em que se aproximam ou se distanciam do seu pessimismo metafísico.AbstractThis article deals with the relation established by Schopenhauer between philosophy and religion, having the search for truth as criterion. Schopenhauer understands timeless and unconditional truth to be the lodestar of philosophy, while religions are its allegorical and mythological representations. On the basis of this qualitative criterion, it is possible to scale religions as they approach or distance themselves from his metaphysical pessimism.
CONFLITO, DEMOCRACIA E O RENASCIMENTO ITALIANO: MARSíLIO E MAQUIAVEL – CONFLICT, DEMOCRACY AND ITALIAN RENAISSANCE: MARSILIUS AND MACHIAVELLI
José Carlos Garcia
Revista da SJRJ , 2013,
Abstract: Busca-se apresentar alguns aspectos da obra de dois grandes autores do Renascimento Italiano, Marsílio de Pádua e Nicolau Maquiavel, como inspiradores para repensarmos o papel do conflito e do dissenso nas democracias contemporaneas. PALAVRAS-CHAVE: Consenso. Dissenso. Democracia. Renascimento Italiano. ABSTRACT: This paper seeks to present some aspects of the works of two of the greatest authors of Italian Renaissance, Marsilius of Padova et Niccolo Machiavelli, as inspiring guides to rethink the role that conflict and dissent play on contemporary democracies. KEYWORDS: Consensus. Dissensus. Democracy. Italian Renaissance.
Política, religi o, revolu o e soberania em Reflex es sobre a revolu o em Fran a do conservador E. Burke
Raquel Kritsch
Revista Espa?o Acadêmico , 2011,
Abstract: O objetivo deste artigo é introduzir ao leitor o pensamento político de Edmund Burke, um dos nomes mais influentes do pensamento político conservador. A partir de uma breve contextualiza o da crítica burkeana ao racionalismo iluminista, o artigo procura mostrar como o autor organiza conceitos centrais de sua teoria política, como poder, legitimidade, conserva o, corre o, preconceito, prescri o, num discurso articulado e coerente, com o objetivo de sustentar que na Inglaterra política e religi o constituem, juntas, n o só a base n o só da prosperidade do povo mas também o fundamento do Estado. Em seguida, aborda-se a crítica de Burke à Revolu o Francesa, à “psicologia dos revolucionários” e, de maneira mais detida, aos direitos do homem, discutindo alguns de seus argumentos contra as abstra es distanciadas das práticas concretas dos coletivos humanos e a transforma o da metafísica moderna num programa político.
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