oalib
Search Results: 1 - 10 of 100 matches for " "
All listed articles are free for downloading (OA Articles)
Page 1 /100
Display every page Item
Morfologia original e morfologia antropogênica na defini o de unidades espaciais de planejamento urbano: exemplo na metrópole paulista  [cached]
Cleide Rodrigues
Revista do Departamento de Geografia , 2005, DOI: 10.7154/rdg.v0i17.38
Abstract: Esse estudo representa parte do desenvolvimento e aplica o da metodologia para a abordagem do meio físico antrópico proposta por RODRIGUES (1990, 1997, 1999 e 2003). Nessa abordagem, coloca-se, entre outras necessidades, a do reconhecimento de sistemas geomorfológicos em seus diversos estágios de interven o antrópica, tal como os estágios de pré-perturba o, de perturba o ativa e de pós-perturba o. Inclui-se também a perspectiva analítica na qual as interven es humanas para a constru o e manuten o desses ambientes s o avaliadas enquanto a es geomorfológicas, portanto, passíveis de serem estudadas como interven es em formas, materiais e processos. Nessa pesquisa, em particular, demonstra-se como formas originais semelhantes de alguns setores da metrópole paulista podem ser progressivamente derivadas em diversas formas antropogênicas. Parte-se do reconhecimento cartográfico das unidades morfológicas originais para posteriormente considerar a seqüência de interven es antrópicas nas formas e na distribui o de materiais superficiais. Isso foi desenvolvido em testes para dois principais e complementares recortes escalares. Um deles foi realizado para a escala metropolitana, em 1:250000 para um período aproximado de cem anos e, o outro, para a escala de bacias hidrográficas de segunda e terceira ordens, predominantemente nas escalas 1:25000 e 1:10000 e períodos de trinta anos. Procura-se demonstrar como é possível identificar unidades espaciais semelhantes em suas combina es de morfologia original e antropogênica e como os processos atuais s o dependentes do histórico da produ o dessa nova morfologia urbana. Com isso, prop e-se a identifica o dessas unidades para compor diversos instrumentos de planejamento urbano.
água e saúde: (des)integra o entre vigilancias e as li es da práxis Water and health: (dis)integration of surveillance and the lessons of practice  [cached]
Ana Carolina Lanza Queiroz,Laís Santos de Magalh?es Cardoso,Maria Teresa Zanatta Coutinho,Francisco Alves Guimar?es
Physis: Revista de Saúde Coletiva , 2012, DOI: 10.1590/s0103-73312012000200010
Abstract: A integra o entre as a es intra e intersetoriais na área de saúde constitui desafio para gestores municipais, uma vez que prevalece no cotidiano do servi o a prática fragmentada da gera o de dados e da análise dissociada das informa es, resultando em obstáculos para um planejamento integrado. Um possível caminho para essa almejada integra o funcional permeia o estabelecimento de canais de comunica o permanentes, possibilitando a programa o conjunta das interven es envolvendo diferentes departamentos e setores. Uma avalia o do processo de articula o entre as vigilancias epidemiológica e ambiental em saúde relacionada à água para consumo humano (Vigiagua), desenvolvida no município de Contagem-MG, identificou, por meio de análise do conteúdo de entrevistas realizadas com a coordena o da Vigilancia em Saúde Ambiental, os condicionantes que interferem em sua institucionaliza o. A busca por maior domínio e valoriza o do trabalho pelos profissionais do Vigiagua, e a expectativa de agregar diferentes interlocutores e áreas de conhecimento na resolu o de problemas comuns foram identificados como principais motivadores e facilitadores do processo. Em outro polo, foram detectados como pontos de estrangulamento: recursos humanos e financeiros; materiais insuficientes; falta de autonomia técnico-gerencial para o estabelecimento de canais de comunica o coesos; e incipiente prática de planejamento no servi o. Seminários e reuni es caracterizaram-se como espa os de intera o dialógica no servi o e possibilitaram uma aproxima o de gestores do nível central com "executores" das instancias locais. Entretanto, pleiteia-se que o estímulo para essa interlocu o seja contínuo, o que demanda capacita o e desejo de gestores e profissionais para esse exercício. The integration of intra and inter-sectoral actions in health care is a challenge for municipal managers, once fragmented data generation and analysis of dissociated information prevail in the daily practice of the service, resulting in barriers to integrated planning. A possible path to that desired functional integration permeates the establishment of permanent communication channels, enabling the joint programming of interventions involving different departments and sectors. An evaluation of the process of articulation between the epidemiological surveillance and environmental health related to drinking water (Vigiagua), developed in the municipality of Contagem-MG, identified through content analysis of interviews with the coordination of the Environmental Health Surveillance, the factors that interf
PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL DO ESTADO DO CEARá E A IMPLANTA O DA REDE ESTADUAL DE PLANEJAMENTO
Aline Duarte Moraes Castelo,Raimundo Avilton Meneses Júnior,Samuel Leite Castelo
Revista Raz?o Contábil & Finan?as , 2011,
Abstract: Este artigo aborda a trajetória percorrida pelo planejamento na Administra o Pública do Estado do Ceará e os instrumentos utilizados para realizá-lo: legais (Plano Plurianual – PPA -, Lei de Diretrizes Or amentárias – LDO - e Lei Or amentária Anual – LOA) e gerenciais (Monitoramento de A es e Projetos Prioritários – MAPP - e Gest o Pública por Resultados – GPR). Além disso, apresenta-se a redefini o do Sistema Estadual de Planejamento com a institui o da Rede Estadual de Planejamento, cuja principal finalidade é integrar o Planejamento Governamental com o Planejamento Setorial. Para tanto, foi preciso a leitura de diversos autores a respeito do tema, a consulta aos respectivos dispositivos legais e a utiliza o de relatórios de diagnósticos aplicados com diversos envolvidos. Com isso, verifica-se que essas a es têm contribuído para o fortalecimento da integra o dos instrumentos de planejamento e para a melhor sistematiza o desse planejamento.
ESTUDO DE CASO - PLANEJAMENTO E MéTODOS  [cached]
Alberto Albuquerque Gomes
Nuances : Estudos sobre Educa??o , 2010,
Abstract: ESTUDO DE CASO - PLANEJAMENTO E MéTODOS
Compreens o das bases teóricas do planejamento participativo no currículo integrado de um curso de enfermagem
Laluna Maria Cristina M. Capel,Ferraz Clarice Aparecida
Revista Latino-Americana de Enfermagem , 2003,
Abstract: O presente trabalho trata de estudo exploratório que buscou identificar as bases teóricas que sustentam o planejamento participativo pautado no referencial do Planejamento Estratégico Situacional, utilizadas no currículo integrado da gradua o em enfermagem, para o desenvolvimento do desempenho do planejamento participativo. Os dados foram obtidos por meio da análise documental dos vinte e dois cadernos das Unidades Educacionais que comp em o currículo do Curso de Enfermagem da Faculdade de Medicina de Marília, objetivando reconhecer os recortes de conhecimentos que contribuíram para a forma o dos conceitos de ator social, situa o e produ o social. Na análise dos resultados, foram reconhecidos a insuficiência das bases teóricas, o predomínio de objetivos de domínio cognitivo e a descri o dos desempenhos na forma de objetivos. Contudo, revelou haver tentativas na integra o dos conhecimentos e suas sucessivas aproxima es, no tocante ao planejamento participativo, buscando coerência com os princípios do currículo integrado.
Morfologia de frutos de goiabeira  [cached]
M?ro Fabíola Vitti,Natale William,Dami?o Filho Carlos Ferreira,Prado Renato de Mello
Revista Brasileira de Fruticultura , 2003,
Abstract: A eficiência na absor o de nutrientes pelos frutos pode sofrer interferências em fun o da estrutura morfológica presente. Assim, frente à importancia do conhecimento da morfologia dos frutos para um manejo mais adequado dos pomares em termos de aduba o foliar, ou de tratamentos pós-colheita para ampliar a vida útil dos mesmos, desenvolveu-se o presente estudo, cujo objetivo foi descrever a morfologia do pericarpo dos frutos de goiabeira. Para isto, amostras do pericarpo de goiabas (cv. Paluma) foram observadas ao microscópio ótico e eletr nico de varredura. Algumas das características observadas, como a presen a de cutícula espessa, cêra epicuticular, três camadas subepidérmicas de células compactas e grande quantidade de esclereídeos, bem como a presen a esporádica e dispersa de est matos, podem constituir-se em barreiras para a absor o e movimenta o de nutrientes e substancias aplicadas aos frutos de goiabeira.
Aplica o do modelo de avalia o integrado ao planejamento anual na Faculdade da Serra Gaúcha (FSG): um estudo de caso
Cláudia Medianeira Cruz Rodrigues
Revista Gest?o Universitária na América Latina : Revista GUAL , 2011, DOI: http://dx.doi.org/10.5007/1983-4535.2011v4n2p29
Abstract: Este artigo possui como objetivo verificar a funcionalidade do modelo de avalia o integrado ao planejamento anual proposto por Rodrigues (2003) em uma institui o privada de ensino superior, como forma de observar o desempenho dos elementos que comp em os pilares propostos pelo modelo, ou seja: (i) integra o entre os elementos de avalia o e planejamento; (ii) uso de indicadores orientados ao planejamento; (iii) seqüenciamento das atividades anuais de avalia o e planejamento; (iv) estabelecimento do ciclo integrado de avalia o e planejamento; e (v) integra o dos recursos humanos nos processos de avalia o e planejamento. A coleta de dados envolveu duas etapas: (1) estudo de caso realizado na Faculdade da Serra Gaúcha/ Caxias do Sul-RS, no período 2004-2006; (2) entrevistas semi-estruturadas com a Comiss o Própria de Avalia o, envolvendo representantes docentes, discentes e técnico-administrativos. Os resultados apontam a validade do modelo para este segmento de IES, necessitando de pequenos ajustes em termos operacionais. Verificou-se que o pilar (v)da proposta aplicada foi um dos que mais interferiu na condu o dos processos, ou seja, o pilar relacionado a gest o de pessoas, onde houve dificuldade principalmente na compreens o do que seja de fato uma ‘avalia o institucional’ e na importancia da conscientiza o dos setores em rela o a fornecer informa es no tempo solicitado pela comiss o. Desta forma, outros pilares da proposta ficaram prejudicados exatamente pela falta de cultura da institui o em perceber que o ciclo avalia o-planejamento é algo contínuo, em constante aprimoramento.
Altera es na morfologia de canais fluviais na área urbana de Guarapuava (PR) / Morphological changes of river channels in the urban area of Guarapuava (PR), Brazil  [cached]
éderson Dias de Oliveira,Leandro Redin Vestena
Ambiência , 2012,
Abstract: As pesquisas que envolvem os efeitos urbanos em canais fluviais no Brasil s o ainda incipientes. O aumento expressivo da popula o nas cidades e a expans o da área urbana nessas regi es têm potencializado a altera o na morfologia dos canais fluviais. Nessa temática, a presente pesquisa adotou como objeto de estudo os canais fluviais inseridos no perímetro urbano do município de Guarapuava (PR), localizado na regi o Centro-Sul do estado do Paraná. Os procedimentos metodológicos e operacionais básicos utilizados se basearam em estudos integrados do ambiente fluvial, a fim de identificar e avaliar as modifica es na morfologia dos rios urbanos decorrentes de a es antrópicas. De maneira geral, a pesquisa se desenvolveu mediante estudo empírico com trabalhos de campo, por meio de observa o das altera es na morfologia fluvial e áreas adjacentes. Os canais fluviais de três bacias urbanas (arroios Carro Quebrado, do Engenho e Barro Preto) foram percorridos e mapeados de acordo com o grau de interven o antrópica na morfologia fluvial. Os resultados evidenciaram que a canaliza o está intimamente relacionada com a expans o urbana, sendo que aproximadamente 30% dos trechos fluviais encontram-se canalizados, com altera es morfológicas que refletem na dinamica dos fluxos. Os cursos fluviais na área urbana de Guarapuava apresentam mudan as na sua morfologia, decorrente principalmente da instala o de infraestrutura urbana e da constru o de residências em áreas ribeirinhas e muitas vezes sobre o próprio curso fluvial. As altera es demostram insuficiente planejamento urbano e desconhecimentos da popula o dos riscos ambientais que essas altera es podem ocasionar, como aumento do número de incidência e abrangência das inunda es.
PLANEJAMENTO DE ROTEIROS TURíSTICOS  [cached]
Lindemberg Medeiros de Araujo
Revista Iberoamericana de Turismo , 2013,
Abstract: Obra resenhada: RAMOS, Silvana Pirillo (Org.). Planejamento de roteiros turísticos. 1 ed. Cole o Tempo e Espa o. Porto Alegre: Editora Asterisco, 2012. 211 p. ISBN: 978858049018-3.
Estudo das diferentes lógicas de Planejamento e Controle - uma contribui o ao gerenciamento estratégico de opera es  [cached]
Everaldo Antonio Rutana Pereira,Edson Pinheiro De Lima,Sérgio Eduardo Gouvêa Da Costa
Sistemas & Gest?o , 2009,
Abstract: As organiza es est o, hoje, inclusas em ambientes complexos e variáveis que s o definidos pelo mercado que está cada dia mais competitivo. Para sobreviver a esse desafio, as organiza es precisam planejar com responsabilidade, definindo suas estratégia, mantendo controle adequado delas, visando à conquista dos objetivos tra ados. O processo de planejamento e controle pode ser uma tarefa árdua já que a literatura nos apresenta uma diversidade de abordagens que podem ser implementadas, porém, essas abordagens, se forem bem aplicadas, tornam-se aliados da gest o. Partindo deste fator motivacional, valendo-se da revis o teórico conceitual, este artigo apresenta uma compila o das diferentes abordagens utilizadas para planejamento e controle, apresentando uma proposta de classifica o dessas abordagens em grupos de lógicas semelhantes, que, segundo a análise detalhada do método que cada empresa utiliza para planejamento e controle, levou à classifica o em três classes dominantes aqui chamadas de Integra o, Desdobramento e Qualidade, que interagem, mas cada uma com uma lógica própria. De maneira geral, podese afirmar, de forma sintética, que a Integra o tem como principal objeto a utiliza o de softwares. O Desdobramento apresenta uma divis o de metas a serem atingidas, enquanto a Qualidade utiliza-se de conceitos de gerenciamento da qualidade para o controle. Agora, com seu desenvolvimento completo, apresenta-se o framework, que é uma importante contribui o para a Teoria de Engenharia de Produ o e Gest o de Opera es, pois o mapeamento de grupos lógicos de planejamento e controle proporciona uma coerente aplica o na gest o de manufatura e servi os, pois as organiza es sempre buscam por uma estratégia competitiva, porém, é necessária uma implanta o bem sucedida para obter os resultados esperados.
Page 1 /100
Display every page Item


Home
Copyright © 2008-2017 Open Access Library. All rights reserved.