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Sazonalidade do mercado de flores e plantas ornamentais no Estado de S?o Paulo: o caso da CEAGESP-SP
Marques, Roberta Wanderley da Costa;Caixeta Filho, José Vicente;
Revista de Economia e Sociologia Rural , 2002, DOI: 10.1590/S0103-20032002000400003
Abstract: this study evaluates the seasonal behavior of floriculture volumes and prices series covering most of the 1990s. the evaluation was accomplished using a periodogram and box and jenkins (1976) methodology. three floral products were chosen for evaluation: rose, chrysanthemum, and violet. data for the 1990?s were collected from ceagesp-sp - companhia de entrepostos e armazém gerais de s?o paulo, a floral products trade center. study results show that traded volumes and prices peaked in particular seasons. information regarding this seasonal period is of extreme importance to the flower and ornamental plant trading systems and allows producers to manage production to increase output at trading peaks.
Plantas ornamentais e seus recursos para abelhas no campus da Universidade Estadual de Campinas, Estado de S o Paulo, Brasil  [cached]
Agostini Kayna,Sazima Marlies
Bragantia , 2003,
Abstract: Este trabalho apresenta um estudo florístico e fenológico das plantas ornamentais arbóreas e arbustivas, visitadas por abelhas no campus da Universidade Estadual de Campinas, S o Paulo. Os registros sobre as plantas foram feitos de maio de 1999 a abril de 2000, obtendo-se 42 espécies de plantas. Cerca de 43% apresentou pico de flora o no período úmido, 33% no período seco e 24% em ambos os períodos, n o havendo sazonalidade marcada. A maioria das espécies, cerca de 72%, apresentou padr o de flora o anual. As famílias mais representativas foram Leguminosae e Bombacaceae com 13 e 5 espécies respectivamente. Dentre as espécies estudadas predominaram flores brancas e o tipo floral aberto. As observa es sobre as abelhas que visitavam as flores foram feitas de maio de 2000 a fevereiro de 2001, tendo sido registradas 17 espécies de abelhas. Essas abelhas podiam realizar visitas legítimas e/ou ilegítimas às flores. Os recursos utilizados pelas abelhas foram, principalmente, pólen e néctar e, na maioria das espécies de plantas, ambas as substancias foram utilizadas. Apis mellifera, Trigona spinipes e Tetragonisca angustula, abelhas consideradas generalistas e Xylocopa frontalis e Bombus morio, consideradas mais especializadas, foram as cinco espécies que visitaram as flores de maior quantidade de espécies de plantas. Essas informa es podem ser úteis para a elabora o de planos de manejo em ambientes urbanos visando à utiliza o de plantas ornamentais adequadas para atender maior diversidade de abelhas.
Métodos de lavra de rochas ornamentais  [cached]
Reis Renato Capucho,Sousa Wilson Trigueiro de
Rem: Revista Escola de Minas , 2003,
Abstract: Nesse trabalho s o apresentados os principais métodos de lavra de rochas ornamentais usados atualmente em muitas pedreiras do Brasil e do exterior. Embora a tecnologia de corte e o beneficiamento sejam aspectos importantes relacionados à produ o de rochas ornamentais, o objetivo desse trabalho é apenas descrever os métodos de lavra mais usados. Na ausência de normas técnicas brasileiras que estabele am uma classifica o apropriada, foi utilizada a classifica o mais usada na literatura e na indústria.
Ocorrência de doen as em plantas ornamentais tropicais no Estado de Pernambuco  [cached]
Lins Severina R. O.,Coelho Rildo S. B.
Fitopatologia Brasileira , 2004,
Abstract: As condi es de cultivo das plantas ornamentais tropicais, relacionadas aos fatores precipita o, umidade, temperatura e densidade de plantio, favorecem a ocorrência de doen as que limitam a produ o e reduzem a qualidade das flores. Destacaram-se as doen as causadas por fungos e nematóides, sendo assinaladas a antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) em Heliconia spp., Etlingera elatior, Tapeinochilos ananassae, causando les es em folhas e inflorescências; manchas foliares (Bipolaris spp., Cercospora sp., Curvularia lunata, Glomerella cingulata, Guignardia sp. e Deigthoniella torulosa) em Heliconia spp., Calathea burle marx e Musa coccinea; podrid o de rizomas e raízes (Rhizoctonia solani e Fusarium oxysporum f. sp. cubense) em E. elatior e Heliconia chartacea cv. Sex Pink. As fitonematoses, causadas por espécies dos gêneros Meloidogyne, Radopholus e Helicotylenchus, constituem um dos principais problemas sanitários em ornamentais tropicais em Pernambuco, ocorrendo comumente em Alpinia purpurata, E. elatior, Zingiber espectabiles, Heliconia spp. e Musa spp. A espécie A. purpurata foi a mais suscetível a M. incognita. Em fun o dos trabalhos de erradica o pelos produtores, a murcha bacteriana (Ralstonia solanacearum ra a 2) foi assinalada com baixa incidência nas áreas de cultivo de flores tropicais.
Crescimento e Produ o de Flores de Girassol Irrigado com água Salobra  [cached]
Kaline Dantas Travassos,Frederico Antonio Loureiro Soares,Hans Raj Gheyi,Nildo da Silva Dias
Revista Brasileira de Agricultura Irrigada , 2011, DOI: 10.7127/rbai.v5n200036
Abstract: Nos últimos anos, devido ao aumento de produ o de espécies ornamentais no Brasil e no mundo, o girassol também ganhou destaque como planta ornamental. Este trabalho teve como objetivo verificar os efeitos da salinidade da água de irriga o no crescimento e na produ o de flores do girassol (Helianthus annuus L., cv. Embrapa 122-V2000) através das variáveis diametro externo do capítulo, início do florescimento, dura o de pós colheita, número de pétalas no capítulo para fins ornamentais. Os tratamentos foram compostos de seis níveis de salinidade da água de irriga o (CEa ) de 0,5; 1,0; 2,0; 3,0; 4,0 e 5,0 dS m-1 à 25 oC, em delineamento inteiramente casualisado com 10 repeti es por tratamentos. O número de pétalas no capítulo diminuiu significativamente com o aumento da salinidade da água de irriga o, sendo as plantas irrigadas com água de baixa (0,5 dS m-1) e alta salinidade (5 dS m-1) apresentando 27,8 e 17,5 pétalas, respectivamente. O diametro externo médio do capítulo para as plantas irrigadas com água de baixa e alta salinidade foram de 17,5 e 14,3 cm, respectivamente. O decréscimo de fitomassa seca da parte aérea das plantas de girassol foi de 12,8% por aumento unitário da salinidade da água, confirmando a tolerancia do girassol à salinidade. é possível produzir flores de girassol com água de salinidade até CEa de 5,0 dS m-1 sem afetar qualidade comercial.
Comercializa??o de flores e plantas ornamentais no segmento varejista no município de Lavras/MG
Ceratti, Marina;Paiva, Patrícia Duarte de Oliveira;Sousa, Magno de;Tavares, Thaísa Silva;
Ciência e Agrotecnologia , 2007, DOI: 10.1590/S1413-70542007000400040
Abstract: ornamentals plants and flowers brazilian market has been presenting increase perspectives and consequent increment for the main segments of productive system: production, distribution and commercialization. this optimist prevision has been attracting new undertakes occasioning an increase of competition and the search necessity for new products and services. to understand the ornamental plants and flower new tendency and to analyze the retail segment structure at lavras county, state of minas gerais, brazil, that was the main purpose of this work, were got information at the flower and ornamental plants establishments at the first semester of 2003. for this porpose, was made an exploratory research with questions about the enterprise operational structure and social questions about the florists, like knowledge level in the area and their concern about to be up to date. in the county there aren't cash and carrier flower's shops, only commercial floriculturist, among them 64% work with landscape design projects, 73% offer gardening works, and 45% have self-production, being characterized generally by protected planting in small areas and only organic and simplified cultivation of garden's seedlings for self-provisions. therefore, at the majority all florists depend on regular plants supply accomplished directly by large wholesaler, store to store. in general, it was observed that the retailers are limited in the price dispute showing their concern with the market competition high levels, and fewer interested in the productions and services diversification. moreover, there are few sellers that offer innovation of products and services with aggregated value, searching for highest margins. this can be the result from the time of the floricultures at the market, once that 64% of the enterprises have more than 6 years, while the others 36% have fewer than 3 years. one of the main problems informed by the local florists is the competition of the door-to-door plant's salesme
Caracteriza??o química e espectroscópica de solos irrigados com efluente de esgoto tratado
Santos, Larissa Macedo dos;Sim?es, Marcelo Luiz;Silva, Wilson Tadeu Lopes da;Milori, Débora Marcondes Bastos Pereira;Montes, Célia Regina;Melfi, Adolpho Jose;Martin-Neto, Ladislau;
Eclética Química , 2009, DOI: 10.1590/S0100-46702009000100006
Abstract: a utiliza??o de efluentes de esgoto tratado na irriga??o, ao invés de realizar a disposi??o deste subproduto nos cursos d'água tem sido uma alternativa antiga, popular e atrativa, com triplo propósito: tratamento complementar do efluente, fonte de água e de nutrientes ao sistema solo-planta. entretanto, no brasil, a reciclagem de águas residuárias, particularmente, do efluente de esgoto tratado, n?o é uma prática comum e, conseqüentemente, trabalhos científicos relacionados a este tema s?o incipientes. com a finalidade de fornecer mais informa??es para subsidiar as pesquisas nesta área, este trabalho visa avaliar, por meio de técnicas química e espectroscópica, o processo de humifica??o na matéria organica dos solos irrigados com efluente de esgoto tratado em experimentos de campo. os cinco tratamentos estudados foram: tsi (controle) - irrigado com água potável e adi??o de nitrogênio via fertilizante mineral, t100, t125, t150 e t200 irrigado com efluente de esgoto tratado e adi??o de nitrogênio via fertilizante mineral. os resultados obtidos mostram varia??es no teor de carbono e no grau de humifica??o, para os solos irrigados com efluente de esgoto tratado, decorrentes do aumento da atividade de decomposi??o da matéria organica, estimulada pelo aumento da quantidade de água no solo.
A TéCNICA DE ENCADEAMENTO NO ABASTECIMENTO DE COMBUSTíVEL  [cached]
José Roberto Ribas,Andre Luiz de Souza Lima
Revista PRETEXTO , 2009,
Abstract: Esta pesquisa teve por objetivo testar a aplicabilidade da técnica de encadeamento, em uma circunstancia de decis o, pelo consumidor, no abastecimento de combustível automotivo. Os sujeitos participantes da pesquisa: (i) foram solicitados a selecionar os atributos do produto tidos como relevantes; (ii) identificaram as consequências decorrentes da decis o, por meio de entrevistas em profundidade e; (iii) selecionaram os valores, com base em valores prévios obtidos da Lista de Valores (LOV). Como resultado, a técnica tornou possível produzir um mapa hierárquico dos valores pessoais dos entrevistados. A pesquisa conclui que a utiliza o da técnica de encadeamento semi-estruturado reduziu o tempo despendido na condu o da entrevista em profundidade, bem como mitigou a influência do entrevistador. Entretanto, restringiu as possibilidades de resposta, simplificou demasiadamente o processo de entrevista e, por decorrência, reduziu o conteúdo informativo como um todo.
Análise microbiológica de águas minerais e de água potável de abastecimento, Marília, SP  [cached]
Alves Nilton César,Odorizzi Augusto Cesar,Goulart Flávia Cristina
Revista de Saúde Pública , 2002,
Abstract: O objetivo do estudo foi avaliar a qualidade microbiológica da água potável e de diferentes marcas de águas minerais comerciais destinadas ao abastecimento público da cidade e de po os de diversas localidades da cidade de Marília, quanto a presen a de coliformes totais e fecais. Foram analisadas amostras de cada tipo (mineral e de abastecimento), com base na determina o da presen a de coliformes totais e fecais por meio da técnica do Colilert em cartela. Os resultados revelaram que uma amostra de água mineral e uma de abastecimento público apresentaram contamina o com bactéria do grupo coliforme total, 1 bactéria/100 ml de água. Nenhuma das amostras de água apresentou contamina o por coliformes fecais.
Avalia o de um índice dinamico de qualidade de água para abastecimento: um estudo de caso  [cached]
Maria N. Marques,Luiz Fernando Daude,Roseane M. G. L. de Souza,Marycel Elena Barboza Cotrim
Exacta , 2007,
Abstract: O Decreto Federal n° 5440/05 estabelece defini es e procedimentos sobre o controle de qualidade da água de sistemas de abastecimento e institui mecanismos e instrumentos para divulga o de informa o ao consumidor sobre a qualidade da água para consumo humano. A Portaria no 518/04, item VI do art. 9o se o IV, incumbe aos responsáveis pela opera o do sistema de água o fornecimento de informa es sobre a qualidade da água distribuída aos consumidores. O índice de Qualidade de água (IQA) é uma express o numérica usada para avaliar a qualidade de um corpo de água e é facilmente compreendido pela popula o. Assim, neste trabalho, procurase identificar, entre os diversos índices de qualidade de água descritos na literatura, um índice dinamico para abastecimento, que poderá ser utilizado como ferramenta para simplificar o relatório de dados da qualidade de água.
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