oalib
Search Results: 1 - 10 of 100 matches for " "
All listed articles are free for downloading (OA Articles)
Page 1 /100
Display every page Item
Percep es sobre o gênero em homens acusados de agress o  [PDF]
Winck, Gustavo Espíndola,Strey, Marlene Neves
Psico , 2007,
Abstract: O presente texto pretende apresentar e discutir percep es acerca das rela es e da violência de gênero entre homens acusados de agress o. Para tanto, os dados foram obtidos a partir de entrevistas individuais estruturadas (com quest es abertas), além de anota es em diário de campo relativas à participa o dos mesmos em grupos de reflex o. O delineamento foi qualitativo e, para o levantamento, foi utilizada a Análise de Discurso. Os resultados encontrados direcionam para quest es como a dificuldade do reconhecimento da violência psicológica no ambiente familiar, a manuten o dos estereótipos ideológicos de gênero, a percep o da rede de poio social e a utiliza o da violência psicológica como recurso de coer o e de manuten o das rela es de poder - especialmente na conjugalidade. A importancia do debate social acerca dos papéis de gênero e futuras implica es do estudo também s o discutidas.
Natureza, raz o e sociedade no Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens de Jean-Jacques Rousseau
Raquel Kritsch
Revista Espa?o Acadêmico , 2011,
Abstract: O objetivo deste artigo é introduzir o leitor no pensamento político e social de Jean-Jacques Rousseau, a partir de suas reflex es no Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens. Partindo da crítica às no es de lei e direito naturais correntes à época, Rousseau procura discutir o que teria sido a condi o natural de perfeito equilíbrio dos seres humanos com o meio, antes de forjarem todas aquelas abstra es – que os afastaria definitivamente de sua condi o inocente e pura – necessárias a uma vida em comum baseada na moralidade e em critérios de justi a compartilhados. Para isso, discute os aspectos físicos (ou naturais), metafísicos e morais (ou sociais) do homem selvagem para mostrar que a desigualdade é uma cria o humana ligada ao progresso da perfectibilidade diante do livre arbítrio e, sobretudo, aos desenvolvimentos sociais e morais dos seres humanos na vida em coletividade (a determina o do bom, do justo, do virtuoso nas sociedades ditas civilizadas). Por fim, s o brevemente apontadas as críticas políticas feitas pelo autor às sociedades “civilizadas” – para ele, injustas porque desiguais em seu fundamento – até ent o conhecidas.
The Origem Loop  [PDF]
X. Y. Gao,J. L. Han
Physics , 2012, DOI: 10.1051/0004-6361/201219805
Abstract: The Origem Loop in the Galactic anticentre was discovered in 1970s and suggested to be a large supernova remnant. It was argued later to be a chance superposition of unrelated radio sources. We attempt to understand the properties of the Origem Loop. Available multi-frequency radio data were used for the determination of radio spectra of different parts of the Origem Loop and the polarization properties of the loop. Newly available sensitive observations show that the Origem Loop is a loop of more than 6 deg in diameter. It consists of a large non-thermal arc in the north, which we call the Origem Arc, and several known thermal H II regions in the south. Polarized radio emission associated with the arc was detected at 6 cm, revealing tangential magnetic fields. The arc has a brightness temperature spectral index of \beta = -2.70, indicating its non-thermal nature as a supernova remnant. We estimate the distance to the Origem Arc to be about 1.7 kpc, similar to those of some H II regions in the southern part of the loop. The Origem Loop is a visible loop in the sky, which consists of a supernova remnant arc in the north and H II regions in the south.
Agress o física e classe social  [cached]
Gianini Reinaldo J.,Litvoc Julio,Eluf Neto José
Revista de Saúde Pública , 1999,
Abstract: OBJETIVO: Considerando-se o aumento da violência e a escassez de informa es sobre a rela o classe social e vitimiza o por agress o física, realizou-se estudo com o objetivo de investigar esta associa o. MéTODOS: Foi adotado o estudo de caso-controle. Foram incluídos 191 casos de agress o física e 222 controles selecionados entre os indivíduos com queixas clínico-cirúrgicas n o violentas, pareados por freqüência aos casos segundo sexo e idade, todos recrutados no período de 1/10/93 a 19/1/95, em pronto-socorro de Sorocaba, SP, Brasil. Foi aplicado questionário para obten o de informa es sobre classe social, cor, situa o conjugal, hábito de fumar, ingest o de álcool e uso de drogas ilícitas. RESULTADOS: Ajustando-se os resultados por sexo, idade e os outros fatores estudados encontrou-se um risco de vitimiza o por agress o física significantemente maior para o subproletariado, com "Odds ratio" igual a 3,28 e Intervalo de Confian a de 95% igual a 1,42-7,59. CONCLUS O: Classe social é um fator importante no fen meno da vitimiza o por agress o física, devendo o subproletariado receber aten o especial nas estratégias de interven o para o problema.
Ansiedade, sexo, nível sócio-econ mico e ordem de nascimento  [cached]
La Rosa Jorge
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 1998,
Abstract: O objetivo do estudo foi verificar o efeito do sexo, nível sócio-econ mico (NSE) e ordem de nascimento em ansiedade tra o-estado. Participaram 437 estudantes do 1° e 2° graus, de ambos os sexos, de níveis sócio-econ micos médio-alto e baixo, primogênitos e n o-primogênitos. No que se refere à ansiedade estado (AE), observaram-se efeitos principais de sexo e NSE. As mulheres apresentaram escores mais altos que os homens, e também os sujeitos de NSE baixo com rela o aos de NSE médio-alto. Houve intera o entre NSE e ordem de nascimento. Os estudantes primogênitos de NSE médio-alto evidenciaram menor AE que os primogênitos e n o-primogênitos de NSE baixo. Em outra intera o, as mulheres primogênitas de NSE baixo apresentaram maior AE que os homens de NSE médio-alto, primogênitos e n o-primogênitos, e, também, que as mulheres primogênitas de NSE médio-alto. Nos resultados de ansiedade-tra o, as mulheres obtiveram pontua o mais alta que os homens, e também os sujeitos de NSE baixo com rela o aos de NSE médio-alto. N o houve intera es. Discutem-se os resultados enfatizando-se a importancia do sexo, nível sócio-econ mico e ordem de nascimento nos níveis de ansiedade tra o-estado.
Origem Migrante  [cached]
Virgínia Ferreira da Silva
Avá : Revista de Antropología , 2007,
Abstract: A partir de experiência de pesquisa com migra es internas no Brasil contemporaneo, o presente artigo faz questionamentos sobre a origem e pertencimento de migrantes, articulando à discuss o pressupostos teóricos e suas implica es. No caso de pessoas que já nasceram imersas num processo migratório intenso, a origem ganha novo sentido, e o lugar que ela ocupa, na análise, deve ser repensado. Through the experience in research with internal migrations in the contemporary Brazil, this article raises questions about migrant's origin and belonging, articulating to theorical assumptions and their implications. For people who were born in an intense migratory process, the origin acquires a new sense and its place could be reconsidered.
Ansiedade ao tratamento odontológico em atendimento de urgência
Kanegane Kazue,Penha Sibele Sarti,Borsatti Maria Aparecida,Rocha Rodney Garcia
Revista de Saúde Pública , 2003,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a freqüência de pacientes com ansiedade ou medo do tratamento odontológico em um setor de urgência. MéTODOS: Participaram do estudo 252 pacientes, com 18 anos ou mais, que compareceram ao setor de urgência de uma faculdade de odontologia, de S o Paulo, SP, entre agosto e novembro de 2001. Para avaliar a ansiedade, foram utilizadas a Modified Dental Anxiety Scale (MDAS), e a Escala de Medo de Gatchel. O grupo estudado respondeu a quest es sobre: tempo decorrido desde a última visita ao dentista e desde o início dos sintomas, escolaridade, renda familiar e história prévia de trauma. Os resultados foram analisados pelos testes estatísticos (chi2 e Teste Exato de Fisher). RESULTADOS: Foram identificados 28,2% de indivíduos com algum grau de ansiedade, segundo a MDAS, na qual as mulheres foram consideradas mais ansiosas que os homens (chi2=0,01); e 14,3% de pacientes com alto grau de medo segundo a Escala de Medo de Gatchel. Em 44,4% da amostra a demora para procura de alívio dos sintomas foi > sete dias. Mulheres ansiosas procuraram atendimento mais rapidamente e em maior número. Experiência traumática anterior ocorreu em 46,5% dos pacientes ansiosos. N o foi possível relacionar escolaridade e renda familiar com ansiedade e/ou medo. CONCLUS ES: Pacientes ansiosos, com destaque para as mulheres, s o freqüentes no atendimento odontológico de urgência. Experiência prévia traumática mostrou-se importante para o desenvolvimento da ansiedade em rela o ao atendimento odontológico.
O significado de fidelidade e as estratégias para preven o da Aids entre homens casados  [cached]
Silva Cristiane Gon?alves Meireles da
Revista de Saúde Pública , 2002,
Abstract: OBJETIVOS: Descrever as representa es sobre fidelidade e os usos do preservativo por homens casados e sugerir estratégias de redu o de risco e preven o da Aids. MéTODOS: Dez homens casados, moradores de Americanópolis, bairro da periferia do Município de S o Paulo, foram entrevistados, a partir de um roteiro semi-estruturado. Foram contatados por "bola de neve" a partir do informante chave (preferencial) identificado em pesquisa preliminar com mulheres casadas. As entrevistas foram analisadas segundo o enfoque da constru o cultural da masculinidade e das representa es sociais. RESULTADOS: Observou-se que o grupo estudado tinha um entendimento de que a fidelidade tornava natural para o gênero masculino n o ter a esposa como única parceira sexual. Entendiam fidelidade como o respeito à parceira e o conseqüente uso da camisinha nas rela es extraconjugais, que est o associadas ao risco de infec o, e que as rela es sexuais com a esposa n o eram perigosas porque estavam baseadas no amor e no companheirismo. Nelas, o uso do preservativo era bem-vindo apenas quando o objetivo era a contracep o, especialmente quando outro método n o podia ser utilizado. CONCLUS ES: Os homens estudados tiveram uma percep o bastante limitada da sua vulnerabilidade para Aids. Incentivar que aconte am as rela es sexuais extraconjugais com o uso do preservativo permite levar em conta as defini es culturais para masculinidade. Prop e-se uma estratégia mais aceitável de redu o do risco para esse grupo (e suas esposas) a curto prazo, sem deixar de pensar numa mudan a mais estrutural nas rela es de gênero. A camisinha deve ser estimulada também entre homens casados como forma de contracep o, associada à fidelidade e prote o da família.
A DáDIVA DA AGRESS O  [PDF]
MARIA DO SOCORRO LACERDA LIMA
Espa?o Ameríndio , 2009,
Abstract: On the context of Tupinambá war, bodies, trophies, women, children, names, words, identities, aggressions, offenses, and a lot more richness material that from the changing elements moving on permanently among enemy groups. But on the contrary, the potlatch held on the American northwest, where the alliance establishes a mutual relation of favors between not enemy groups. On the context of Tupi war, the changing system is based exactly in a hostilerelation among opposite groups. The aim of the present article is to establish a parallel between anthropophagic complexes of Tupinambá Indians and established potlatch on the American’s northwest societies analyzed by Marcel Mauss.RESUMO: No contexto da guerra tupinambá corpos, troféus, mulheres, crian as, nomes, palavras, identidades, agress es, ofensas e muitas outras riquezas materiais e imateriais se constituem em elementos de troca que circulam perpetuamente entre grupos inimigos. Mas, aocontrário do que ocorre no Potlatch realizado no noroeste americano, em que a alian a estabelece uma rela o mútua de presta es entre grupos n o inimigos, no contexto da guerra Tupi o sistema de trocas baseia-se exatamente na rela o hostil entre grupos contrários. Oobjetivo do presente artigo é tecer um paralelo entre o complexo antropofágico dos índios Tupinambá e o Potlatch estabelecido entre as sociedades do Noroeste Americano analisadas por Marcel Mauss.
Estudo exploratório sobre medo e ansiedade em pacientes submetidos ao cateterismo cardíaco  [PDF]
Padilha, Renata Vellozo,Kristensen, Christian Haag
Psico , 2006,
Abstract: Medo e ansiedade s o emo es freqüêntemente experienciadas em pacientes cardiopatas, em especial naqueles submetidos ao exame de Cateterismo Cardíaco (CAT). Este estudo procurou investigar, de forma exploratória, medo e ansiedade em 94 pacientes submetidos ao CAT através de quest es abertas e fechadas, sobre diferentes etapas deste procedimento. A amostra foi constituída por pacientes atendidos em um hospital especializado em carfiologia, de homens e mulheres (45,7% mulheres), com idades entre 36 e 77 anos (M=57,14; DP= 8,95), procedentes da regi o metropolitana de Porto Alegre (59,6%) e outros municípios do RS. Os resultados revelaram que 63,8% dos pacientes estavam se submetendo ao CAT pela primeira vez, e os principais motivos para sua realiza o est o relacionados á condi o clínica de angina e à finalidade diagnóstica. Um dos resultados obtidos foi a ausência de associa o entre conhecimento prévio e diminui o do medo e da ansiedade. Preocupa es quanto a possíveis intercorrências durante o procedimento e quanto ao diagnóstico e prognóstico foram relatadas. Os resultados sugerem que interven es de preparo psicológico em pacientes submetidos a procedimentos invasivos seriam benéficos na redu o da ansiedade.
Page 1 /100
Display every page Item


Home
Copyright © 2008-2017 Open Access Library. All rights reserved.