oalib
Search Results: 1 - 10 of 100 matches for " "
All listed articles are free for downloading (OA Articles)
Page 1 /100
Display every page Item
Resposta do feijoeiro a doses de fósforo em solo arenoso  [cached]
Silva Enilson de Barros,Resende José Carlos Fialho de,Cintra Welber Braga Rennó
Ciência Rural , 2001,
Abstract: A disponibilidade de fósforo é influenciada por vários atributos do solo que afeta a resposta das culturas à aplica o de P. Foi conduzido um experimento a campo, na Fazenda Experimental de Mocambinho (EPAMIG), na regi o do Projeto Jaíba, Norte de Minas Gerais em Areia Quartzosa (AQ) com os objetivos de avaliar a resposta do feijoeiro à aplica o de doses de P2O5 e estimar os níveis críticos de P no solo e nas folhas. Foram aplicadas quatro doses de P2O5 (0, 35, 70 e 140kg ha-1). Os tratamentos foram dispostos no delineamento de blocos casualizados, com cinco repeti es. Usou-se a cultivar Carioca com uma popula o de 240.000 plantas por ha. Foram avaliadas o rendimento de gr os, o teor de P no solo (Mehlich 1) e o teor foliar no ano 2000. O rendimento de gr os do feij o aumentou com as doses de P2O5, atingindo um rendimento de máxima eficiência econ mica (MEE) de 3.821kg ha-1 com a aplica o da dose de 98kg ha-1 de P2O5. O nível crítico de P no solo, associado à dose de MEE foi 15,7mg dm-3 e para P foliar foi 3,9g kg-1.
Resposta do feijoeiro a doses de fósforo em solo arenoso
Silva, Enilson de Barros;Resende, José Carlos Fialho de;Cintra, Welber Braga Rennó;
Ciência Rural , 2001, DOI: 10.1590/S0103-84782001000600009
Abstract: phosphorus availabity is influenced by several attributes that affect the response of the crops to the p application. the field experiment was conducted, on mocambinho experimental farm (epamig), "projeto jaíba" region, northern minas gerais, brazil, on a quartzipsament with the objetives of evaluating the response of common bean to p2o5 doses and critical levels for p in soil and in leaves. four p2o5 doses were applied (0, 35, 70 and 140kg ha-1). the treatments were an followed by a randomized block design, with five replications. the cultivar "carioca" with 240,000 populations of plants per ha was evaluated. the following observations were grains yield, soil p content (mehlich 1) and leaf content in year 2,000. the grains yield of common bean increased with p2o5 doses, attaining yield to optimum profit yield (opy) of 3,821kg ha-1 with application of 98kg ha-1 of p2o5. phosphorus critical level in soil associated to opy was 15.7mg dm-3 and to phosphorus leaves was 3.9g kg-1.
Resposta de mudas de goiabeira a doses e modos deaplica o de fertilizante fosfatado
Corrêa Márcio Cleber de Medeiros,Prado Renato de Mello,Natale William,Pereira Luciano
Revista Brasileira de Fruticultura , 2003,
Abstract: O presente trabalho objetivou avaliar o desenvolvimento de mudas de goiabeira em resposta a doses e modos de aplica o de fertilizante fosfatado. As mudas de goiabeira foram transplantadas em conjuntos de vasos (sacos plásticos, 18 x 28 cm) geminados, contendo em cada lado 2,8 dm3 do subsolo de um Argissolo (P resina = 1 mg dm-3), de modo que a metade do sistema radicular ficasse em cada vaso. Usou-se um fatorial 2 x 3 x 2 + 1 (testemunha, sem fósforo), em 5 blocos casualizados. As doses de 70; 140 e 280 mg de P dm-3 de solo, na forma de superfosfato triplo, foram aplicadas de dois modos diferentes com rela o ao solo (distribuído em todo o volume do solo ou localizado a 1/3 de profundidade) e dois modos diferentes com rela o às raízes (dividindo-se a dose igualmente entre os dois vasos do conjunto ou aplicando-se a dose total em um único vaso). Cem dias após o transplante, verificou-se maior acúmulo de P e maior produ o de matéria seca nas plantas que receberam aduba o fosfatada. As mudas de goiabeira responderam positivamente à aduba o fosfatada, sendo a dose próxima de 100 mg de P dm-3 de solo suficiente para o bom desenvolvimento das plantas. Doses acima de 200 mg de P dm-3 promoveram redu o do crescimento das mudas de goiabeira. A disponibiliza o de fósforo à metade ou a todo o sistema radicular da goiabeira n o afetou o suprimento desse nutriente às mudas e tampouco o seu desenvolvimento. A aplica o do adubo fosfatado distribuído em todo o volume de solo no vaso proporcionou maior desenvolvimento do sistema radicular e menor desenvolvimento da parte aérea das mudas de goiabeira, comparado à aplica o localizada do adubo a 1/3 de profundidade.
Módulo de resiliência de um solo arenoso e de suas misturas com alcatr o fracionado e cal
Sant'Anna Giovani Levi,Machado Carlos Cardoso,Carvalho Carlos Alexandre Braz de,Lima Dario Cardoso de
Revista árvore , 2003,
Abstract: O conhecimento do módulo de resiliência dos solos de subleito e dos materiais que comp em as camadas de pavimentos rodoviários é obrigatório para uma análise eficiente de seu comportamento estrutural como um todo. Devido à importancia dos materiais granulares como constituintes de camadas de pavimentos rodoviários flexíveis, tem-se evidenciado maior interesse em abordar a sua resposta resiliente e de misturas estabilizadas quimicamente obtidas a partir destes, procurando conhecer o seu comportamento mecanico, sob a a o de cargas repetidas, quando constituintes do pavimento de estradas florestais. Buscou-se, com a realiza o deste trabalho, identificar o módulo de resiliência de um solo arenoso comum na regi o de Vi osa-MG, em seu estado natural e quando estabilizado com cal e alcatr o, e propor correla es empíricas entre este e outros parametros geotécnicos de fácil obten o em laboratório.
Resposta de duas cultivares de arroz a doses de zinco aplicado como oxissulfato  [cached]
Oliveira Simone Cristina de,Costa Mirian Cristina Gomes,Chagas Raquel de Castro Salom?o,Fenilli Tatiele Anete Bergamo
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2003,
Abstract: O objetivo do trabalho foi avaliar o efeito de doses de Zn, aplicado como oxissulfato, nas formas granulada e em pó, em duas cultivares de arroz. O experimento foi realizado em casa de vegeta o em vasos com 3 dm3 de um Latossolo Vermelho distrófico. Todos os vasos receberam calcário, macronutrientes e micronutrientes, com exce o do zinco. Foram aplicadas as doses de 0, 1, 2, 5 e 10 mg de Zn por dm3 de solo. A dose de 4 mg dm-3 de Zn aplicado como sulfato foi usada como padr o de referência. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado com quatro repeti es. O oxissulfato em pó na cultivar IAC 165 e granular na IAC 202 possibilitaram produ es de gr os semelhantes às obtidas com o sulfato de zinco. Houve diferen a nos teores de Zn nas folhas e colmos das duas cultivares associados à maior produ o de gr os. A cultivar IAC 202 foi mais eficiente na utiliza o de Zn no crescimento vegetativo e na produ o de gr os. Os teores de Zn extraídos por Mehlich 1 e DTPA correlacionaram-se significativamente com as doses de Zn aplicadas e com os níveis de Zn no tecido vegetal. Houve correla o significativa entre os dois extratores em rela o às doses de Zn aplicadas no solo.
Transloca o e compartimentaliza o de Zn em fun o de doses aplicadas em feijoeiro e cafeeiro via radicular  [cached]
Martinez Hermínia Emilia Prieto,Zabini André Vinicius,Franco Ivan Alencar de Lima,Novais Roberto Ferreira de
Ciência Rural , 2005,
Abstract: O objetivo do presente trabalho foi avaliar a mobilidade e a compartimentaliza o de Zn aplicado via radicular em feijoeiro e cafeeiro. Foram instalados dois experimentos em casa de vegeta o, em solu o nutritiva, em sistema de vasos geminados, sendo o sistema radicular igualmente dividido nos dois recipientes. Em um dos recipientes geminados, adicionou-se uma solu o sem Zn e, no outro, foram aplicadas doses crescentes do elemento (0,0; 0,5; 1,0; 2,0; 3,0; 4,0mimol L-1) na forma de ZnSO4, as quais constituíram os tratamentos no delineamento em blocos ao acaso com quatro repeti es. O Zn apresentou mobilidade no floema do feijoeiro, indicando ser retranslocado da parte aérea para o sistema radicular. Já no cafeeiro, o Zn demonstrou praticamente imobilidade no floema. As plantas de feijoeiro apresentaram resposta linear crescente, em fun o das doses de Zn, para o teor Zn nas diferentes partes analisadas. Plantas de cafeeiro apresentaram mínima altera o no peso da matéria seca e teor de Zn na parte aérea. O caule apresentou-se como um local de concentra o de Zn, tanto em cafeeiro como em feijoeiro.
RESPOSTA DO FEIJOEIRO A DOSES DE BORO EM CULTIVO DE INVERNO E DE PRIMAVERA  [cached]
MASCARENHAS HIPóLITO ASSUN??O ANTONIO,TANAKA ROBERTO TETSUO,NOGUEIRA SANDRA DOS SANTOS SEVá,CARMELLO QUIRINO AUGUSTO DE CAMARGO
Bragantia , 1998,
Abstract: Um experimento em vasos foi instalado em casa de vegeta o com o objetivo de estudar a resposta do feijoeiro à aplica o de boro (B) em solo com baixa disponibilidade desse nutriente. Os tratamentos consistiram na aplica o de doses correspondentes a 0, 1, 2, 4, 8 e 16 kg.ha-1 de B, na forma de bórax. Dois ensaios foram desenvolvidos, sendo o primeiro no inverno (junho a julho) e o outro na primavera (setembro a outubro). No ensaio do inverno, foi observada a deficiência de B, apenas na testemunha, fato comprovado pela análise de tecidos. Nos demais tratamentos n o apareceram sintomas de deficiência e os teores do elemento na parte aérea das plantas foram considerados adequados. No ensaio de primavera, n o foi observada deficiência visual de B, mesmo na testemunha. Em ambos os ensaios, aplica es superiores a 2 kg.ha-1 de B proporcionaram teores muito elevados do elemento nas plantas (138 a 710 mg.kg-1). Os dados sugerem que a deficiência é mais relevante no inverno e que o excesso é prejudicial, em qualquer época, ocasionando toxicidade.
Resposta do cafeeiro à aduba o potássica em safras de baixa e alta produ o
Silva Enilson de Barros,Nogueira Francisco Dias,Guimar?es Paulo Tácito Gontijo,Furtini Neto Ant?nio Eduardo
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2001,
Abstract: Foram realizados dois experimentos em lavouras cafeeiras das Fazendas Experimentais da Epamig, em Minas Gerais, com o objetivo de estudar a resposta do cafeeiro à aduba o potássica (fontes e doses) nas safras de baixa e alta produ o em dois Latossolos. Os experimentos foram instalados em lavouras de café da cultivar Catuaí Vermelho, linhagem MG-99, plantadas seis anos antes, no espa amento de 3,5 x 0,7 m. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com quatro repeti es, no esquema de parcelas subdivididas. Nas parcelas, foram aplicadas as fontes de K: cloreto de potássio, sulfato de potássio e nitrato de potássio; e nas subparcelas, as doses de K (0, 100, 200 e 400 kg ha-1). Foram avaliados a produ o de gr os de café beneficiados, os teores de K disponível no solo (Mehlich-1) e nas folhas durante quatro safras (1995 a 1998): duas safras baixas (1995 e 1997), e duas altas (1996 e 1998), em ambos os solos. A resposta do cafeeiro às doses de K é diferenciada entre as safras de baixa e alta produ o. A alternancia de produ o do cafeeiro mostra que, nessa cultura, os níveis críticos de K no solo e nas folhas devem ser obtidos em safras de alta produ o.
Qualidade de gr os de café beneficiados em resposta à aduba o potássica  [cached]
Silva Enilson de Barros,Nogueira Francisco Dias,Guimar?es Paulo Tácito Gontijo
Scientia Agricola , 2002,
Abstract: O clima e o solo tem elevada influência na qualidade dos gr os de café (Coffea arabica L.) beneficiado. Foram instalados dois experimentos sobre latossolo (Latossolo Vermelho distroférrico e Latossolo Vermelho-Amarelo distrófico) com o objetivo de verificar a qualidade dos gr os de café beneficiados submetidos à aduba o potássica em duas condi es edafoclimáticas. Em ambos os locais, os experimentos foram delineados em blocos casualizados, em esquema de parcelas subdivididas, utilizando-se três fontes de K: cloreto de potássio (KCl), sulfato de potássio (K2SO4) e nitrato de potássio (KNO3) nas parcelas e quatro doses de K (0, 100, 200 e 400 kg ha-1) aplicadas nas subparcelas com quatro repeti es. Usou-se nos experimentos o cultivar Catuaí Vermelho no espa amento 3,5 x 0,7 m, com uma planta por cova. As avalia es foram: atividade enzimática da polifenoloxidase, índice de colora o e a úcares totais. Os valores das características qualitativas dos gr os mostraram que a fonte KCl teve uma resposta inferior em termos de qualidade dos gr os em rela o às fontes K2SO4 e KNO3. Estas últimas fontes tiveram melhor resposta quando aplicadas nas condi es de S o Sebasti o do Paraíso do que nas de Patrocínio. Em termos de doses aplicadas, os melhores resultados para qualidade dos gr os foram obtidos com as doses de 200 kg de K ha-1 na forma de KCl e K2SO4 e 100 kg de K ha-1 na forma de KNO3.
Respostas de crescimento da pupunheira à aduba o NPK  [cached]
Bovi Marilene Le?o Alves,Godoy Jr. Gentil,Spiering Sandra Heiden
Scientia Agricola , 2002,
Abstract: As palmeiras apresentam grande demanda por nutrientes. Por este motivo, o efeito da aduba o NPK no crescimento de pupunheiras (Bactris gasipaes Kunth) foi estudado durante 30 meses (11/90 a 04/93) em experimento conduzido a campo em solo Aluvial álico (corrigido por meio de calagem) em Ubatuba, SP (clima "Cfa"). Utilizou-se o delineamento de blocos ao acaso, com uma repeti o, em esquema fatorial fracionado ( de 43), com tratamentos dispostos em dois blocos, parcelas úteis de 24 plantas e bordaduras duplas ao redor. Foram testadas quatro doses de nitrogênio (0, 100, 200 e 400 kg ha-1 ano-1 de N), fósforo (0, 50, 100 e 200 kg ha-1 ano-1 de P2O5) e potássio (0, 50, 100 e 200 kg ha-1 ano-1 de K2O), aplicadas em faixa e divididas em cinco aplica es anuais, utilizando como fontes nitrocálcio, superfosfato triplo e cloreto de potássio. As plantas foram cultivadas no espa amento de 2 × 1 m, e avaliadas periodicamente quanto ao diametro da haste principal, número de perfilhos e porcentagem de plantas perfilhadas. Em solo arenoso e de baixa fertilidade, a pupunheira apresenta resposta linear, positiva e significativa de crescimento às aduba es com nitrogênio (N) e potássio (K) e ausência de resposta ao fósforo (P). As primeiras respostas significativas ocorreram três meses depois de iniciadas as aduba es diferenciadas. N o houve intera es significativas entre N, P e K. O crescimento máximo foi obtido com doses anuais de 400 kg de N, 0 kg de P2O5 e 200 kg de K2O por hectare.
Page 1 /100
Display every page Item


Home
Copyright © 2008-2017 Open Access Library. All rights reserved.