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Alegoria californiana Californian allegory  [cached]
Julio Ramos
Alea : Estudos Neolatinos , 2012,
Abstract: O ensaio parte dos murais de Diego Rivera realizados nos anos 1930 nos Estados Unidos para desentranhar neles uma alegoria das rela es Norte e Sul, América do Norte e América Latina. A viagem do muralista mexicano aos Estados Unidos alegoriza essa rela o em que se formulam estratégias de combina o entre técnica e natureza, máquina e corpo, nestes murais que representam a linha de produ o fordista e a racionaliza o do tempo do trabalho físico. A viagem de Rivera alegoriza ainda a constitui o do "latino-americanismo", como campo universitário em que se inserem as representa es culturalizadas da América Latina nos Estados Unidos. A partir dessa matriz o ensaio se detém sobre as políticas da língua hispanica que se inscreve como língua diaspórica nos Estados Unidos, segundo o paradigma da tradu o, e encarnando-se em maneiras possíveis de convoca o do corpo como corpo da língua nos poemas de Rosário Castellanos e no clássico de Pablo Neruda, "Alturas de Macchu Picchu". El ensayo parte de los murales de Diego Rivera realizados durante los a os 30 en Estados Unidos para desentra ar en ellos una alegoría de las relaciones Norte y Sur, América del Norte y América Latina. El viaje del muralista mexicano a Estados Unidos alegoriza esa relación en que se formulan estrategias de combinación entre técnica y naturaleza, máquina y cuerpo, en estos murales que representan la línea de producción fordista y la racionalización del tiempo del trabajo físico. El viaje de Rivera alegoriza también la constitución del "latinoamericanismo", como campo universitario en que se insertan las representaciones culturalizadas de América Latina en Estados Unidos. Partiendo de esa matriz, el ensayo se detiene sobre las políticas de la lengua hispánica que se inscribe como lengua diaspórica en Estados Unidos, según el paradigma de la traducción, y encarnándose en maneras posibles de convocación del cuerpo como cuerpo de la lengua en los poemas de Rosario Castellanos y en el clásico de Pablo Neruda, "Alturas de Macchu Picchu". The essay takes its cue from Diego Rivera's murals accomplished in the thirties in the United States in order to localize in them an allegory of North-South relations, North America and Latin America. The Mexican muralist's trip to the United States allegorizes this relationship in which are formulated strategies for combining technology and nature, the machine and the body, in these murals which represent the Fordist production line and the racionalization of time in physical labor. Rivera's trip also allegorizes the constitution of "Latin Americanism", as
ZERO: UMA ALEGORIA DO BRASIL  [cached]
Marcos Hidemi Lima
Signótica , 2012, DOI: 10.5216/sig.v24i1.15013
Abstract: Este artigo analisa o romance Zero (1975), de Ignácio de Loyola Brand o, cujo texto ainda instigante e provocador apresenta uma alegoria intencionalmente maldisfar ada do Brasil das décadas de 1960 e 1970, quando o país vivia uma situa o de instabilidade social e política, promovida pelo governo militar (1964-1985).
ESTORVO: UMA ALEGORIA SOBRE O HOMEM MODERNO  [cached]
Gil Carlos Pereira
Vértices , 2010,
Abstract: Este artigo apresenta uma abordagem semiótica do romance de Chico Buarque, trabalhando com semioses que nos remete ao mundo moderno, como uma alegoria de sua vis o desestruturada e desestruturadora do homem.
ANJOS E DEM NIOS EM GIL VICENTE E JOS DE ANCHIETA: ALEGORIA E ACULTURA O ANGELS AND DEMONS by Gil Vicente and Jos de Anchieta: ALEGORIA and acculturation  [cached]
Dulce M. Viana Mindlin
Signótica , 1994, DOI: 10.5216/sig.v6i1.7369
Abstract: Estudo do Auto da alma, de Gil Vicente, e do auto Na aldeia de Guarapari, de Jos de Anchieta, focalizando a alegoriza § £o como recurso perfeito de um teatro voltado para o refor §o do status quo europeu, e portanto de sua hegemonia pol -tica e religiosa. A explora § £o do manique -smo. As conseq ancias da acultura § £o como desenraizamento e perda da mem 3ria cultural. A study of Auto da alma, by Gil Vicente, and of the "auto" Na aldeia de Guarapari, by Jos de Anchieta. The use of allegory, a device ideally suited to a theater seeking to bolster the European status quo and thus the continent's position of political and religious hegemony. Taking advantage of Manicheism. The consequences of acculturation: rootlessness and loss of cultural memory.
História como alegoria
Burke, Peter;
Estudos Avan?ados , 1995, DOI: 10.1590/S0103-40141995000300016
Abstract: this article is concerned with the different circunstances in wich comments are made as one event (usually in the past) when the commentators are really preoccupied with another (usually in the present). it distinguishes pragmatic allegory, to be found whenever there are restrictions on freedom of political speed, from mystical allegory, which assumes some kind of occult connection between the two events. this second kind of allegory has been in decline since the end of the seventeenth century, but it may remain more influential on us all than we think.
Alegoria do duelo e os conflitos escolares
Meksenas, Paulo;
Educa??o & Sociedade , 2009, DOI: 10.1590/S0101-73302009000100006
Abstract: analyzing the short story duel, by jo?o guimar?es rosa, and finding elements that characterize a standard of brazilian sociability are the main objectives of this paper. by means of critical analogies, which include treating a literary text as an allegory, we can show how certain school conflicts emerge: they are caused by social interactions in which egos develop by searching the physical or symbolic "annihilation" of the other, always defined as an enemy to be overcome. a sociability understood through the allegory of duel indicates the risk of destruction of the social tissue that we have been witnessing in brazil.
Tragédia: uma alegoria da aliena??o
Bolognesi, Mário Fernando;
Trans/Form/A??o , 1989, DOI: 10.1590/S0101-31731989000100002
Abstract: vladimir maiakóvski's first theater play, called vladimir maiakóvsky: a tragedy, written in 1913, was elaborated by using an abstract symbolism. the metaphor of the characters, the metonymy in the poetry and the displacement of the main focus of the play from the subject's action towards the object contributed to the production of scenic images of alienation. the main procedure used by the author is allegory.
Uma alegoria nacional Respiración artificial: vinte anos depois
Grandis, Rita de;
Alea : Estudos Neolatinos , 2003, DOI: 10.1590/S1517-106X2003000200003
Abstract: in the 1980's and 1990's, in argentina and outside it, artificial respiration was analyzed in relation to the horrors of the terrorist state's "panopticom" (1976-1983). to revisit artificial respiration at the beginning of the 21st century implies to situate our reading no longer as a coded reply to the proceso, but rather as a particular aesthetic response of national literature to a new historical context, characterized by the continuation, consolidation and crisis of the democratic process, under the hegemony of neoliberalism. this new situation affects the development of local democracies and their literatures in very specific ways. within this timeframe the presence of the 19th century in artificial respiration inscribes and connects the present of its context of enunciation - end of the 1970's - with the origins of the modern state as a critique of modern peripheral rationality.
Memória cultural em Un episodio en la vida del pintor viajero de César Aira  [cached]
Günther Augustin
Caligrama : Revista de Estudos Romanicos , 2011,
Abstract: Resumo: Analisamos a novela Un episodio en la vida del pintor viajero, de César Aira, sob o ponto de vista da representa o da memória cultural latino-americana. Argumentamos que a viagem narrada no texto é uma alegoria da busca de um procedimento artístico que seria melhor do que o discurso teórico-científico, na verdade. Mostramos como o texto sugere que cada discurso se enquadra numa ordem e o procedimento artístico se enquadra na ordem da representa o. Essa ordem foi determinada pela vis o europeia na qual se destacaram dois ícones da memória latino-americana, Alexander von Humboldt e Johann Moritz Rugendas, o protagonista da novela. Sob o ponto de vista da nossa análise, e também do nosso argumento, focalizamos aspectos que a crítica e os comentaristas têm ignorados: o de que a quest o da representa o da memória histórica estaria relacionada ao encontro violento do homem branco com o índio em um combate de civiliza es. Aplicamos neste artigo, nosso modelo de análise da interdiscursividade de textos culturais. Palavras-chave: Memória cultural; discurso; representa o; Alexander von Humboldt; Johann Moritz Rugendas. Resumen: Analizamos la novela Un episodio en la vida del pintor viajero, de César Aira, desde el punto de vista de la representación de la memoria cultural latinoamericana. Argumentamos que el viaje narrado en el texto es una alegoría de la búsqueda de un procedimiento artístico que sería mejor que el discurso teórico-científico, en la realidad. Mostramos como el texto sugiere que cada discurso se encuadra en un orden y el procedimiento artístico se encuadra en el orden de la representación. Ese orden fue determinado por la visión europea en la cual se destacaron dos íconos de la memoria latinoamericana, Alexander von Humboldt y Johann Moritz Rugendas, el protagonista de la novela. Desde el punto de vista del nuestro análisis, y también del nuestro argumento, focalizamos aspectos que la crítica y los comentaristas han ignorado, como el de que la cuestión de la representación de la memoria histórica estaría relacionada al encuentro violento del hombre blanco con el indio en un combate de civilizaciones. Aplicamos en este artículo, nuestro modelo de análisis de la interdiscursividad de textos culturales. Palabras-clave: Memoria cultural; discurso; representación; Alexander von Humboldt; Johann Moritz Rugendas. Keywords: Cultural memory; discourse; representation; Alexander von Humboldt; Johann Moritz Rugendas.
On Semi π-Regular Local Ring
Zubayda M. Ibraheem, Raghad A. Mustafa, Maha F. Khalf
Open Access Library Journal (OALib Journal) , 2018, DOI: 10.4236/oalib.1104788
Abstract:
A ring R is said to be a right (left) semi π-regular local ring if and only if for all a in R, either a or (1-a) is a right (left) semi π-regular element. The purpose of this paper is to give some characterization and properties of semi π-regular local rings, and to study the relation between semi π-regular local rings and local rings. From the main results of this work: 1) Let R be a semi π-regular reduced ring. Then the idempotent associated element is unique. 2) Let R be a ring. Then R is a right semi π-regular local ring if and only if either r(an) or r((1-a)n) is direct summand for all aR and nZ . If R is a local ring with r(anr(a) for all aR and nZ , then R is a right semi π-regular local ring.
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