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VALORACIóN DE RECURSOS MINERALES BAJO LA TEORIA DEL DESARROLLO SOSTENIBLE VALORA O DE RECURSOS MINERAIS SOB A TEORIA DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTáVEL VALUATION OF MINERAL RESOURCES UNDER SUSTAINABLE DEVELOPMENT CONCEPT  [cached]
Carlos Rojas
Revista EIA , 2010,
Abstract: El documento presenta una metodología para la valoración de los recursos minerales bajo la teoría del desarrollo sostenible. La primera parte contiene un análisis del concepto de desarrollo sostenible aplicado a la minería, luego se hace un resumen del proceso de la minería y sus implicaciones al medio ambiente y, finalmente, a partir del análisis de la renta, análisis beneficios-costos (reglas de Hotelling y Hartwick), se describe cómo obtener el valor unitario máximo por unidad de medida que pueda tener un recurso mineral definido. Se utiliza el mecanismo de la internalización de las externalidades y la monetización para conseguir la comunicación entre las ciencias implicadas en un proyecto de minería. Todo este proceso tiene escalas de tiempo y es traído a valor presente neto. La tasa de descuento que se usa para obtener el valor presente neto puede dividirse en diferentes valores para los temas operativos, sociales y ambientales, pero la elección de la tasa tiene que ser definida por aquellos que utilizan la metodología. La aplicación de esta propuesta metodológica es equiparable a la aplicación de una política social y ambiental empresarial, ya que recoge gran parte de los elementos necesarios para que se obtenga la licencia social de operación. O documento apresenta uma metodologia para a valora o dos recursos minerais sob a teoria do desenvolvimento sustentável. A primeira parte contém uma análise do conceito de desenvolvimento sustentável aplicado à minera o, posteriormente se faz um resumo do processo da minera o e suas implica es ao meio ambiente e, finalmente, a partir da análise da renda, análise benefícios-custos (regras de Hotelling e Hartwick), se descreve como obter o valor unitário máximo por unidade de medida que possa ter um recurso mineral definido. Utiliza-se o mecanismo da internalizac o das externalidades e a monetiza o para conseguir a comunica o entre as ciências implicadas em um projeto de minera o. Todo este processo tem escalas de tempo e é trazido a valor presente líquido. A taxa de desconto a usar-se para obter o valor presente líquido pode dividir-se em diferentes valores para os temas operativos, sociais e ambientais, mas a elei o da taxa tem que ser definida por aqueles que utilizam a metodologia. A aplica o desta proposta metodológica é equiparável à aplica o de uma política social e ambiental empresarial, já que recolhe nela grande parte dos elementos necessários para que se obtenha a licen a social de opera o. The document presents a methodology for valuation of mineral resources under the sustainable develo
Estimativa de incerteza na classifica o de recursos minerais por simula o geoestatística  [cached]
Souza Luis Eduardo de,Gambin Fernando,Costa Jo?o Felipe C.L.,Koppe Jair Carlos
Rem: Revista Escola de Minas , 2001,
Abstract: O sucesso de um novo empreendimento de minera o depende muito da recupera o de tonelagens e teores estimados, usando informa es obtidas durante campanhas de explora o mineral. Essas estimativas deveriam ser capazes de alertar para possíveis altos riscos na classifica o de recursos, possivelmente construídas usando intervalos de confian a associados com cada estimativa. As categorias de recursos minerais s o definidas de acordo com o espa amento entre amostras e com o grau de confiabilidade em cada classe de recurso, a ser medida, indicada e inferida. Vários sistemas de classifica o est o disponíveis, mas, para esse estudo, o sistema JORC (Joint Organisation Reserves Committee) foi utilizado. Esse artigo prop e uma metodologia para verificar a incerteza associada com volumes e tonelagens relacionados no inventário de um depósito mineral. Para ilustrar a metodologia, um depósito de carv o no sul do Brasil foi utilizado. Nesse depósito, estavam disponíveis 340 furos de sondagem com dados de espessura e 236 com informa es sobre densidade. Os resultados forneceram ferramentas para medida da incerteza baseadas em um procedimento com embasamento teórico.
Composi o Corporal e Requisitos Líquidos e Dietéticos de Macroelementos Minerais de Bovinos Nelore N o-Castrados
Silva Fabiano Ferreira da,Valadares Filho Sebasti?o de Campos,ítavo Luís Carlos Vinhas,Veloso Cristina Mattos
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract: Foram utilizados 40 novilhos Nelore inteiros, com peso vivo médio inicial de 240 kg, sendo quatro novilhos de referência, quatro alimentados para manten a e o restante distribuído em oito tratamentos, com quatro diferentes níveis de concentrado nas dietas (20, 40, 60 e 80%) e dois níveis de proteína bruta (PB) (15 e 18%). A fase de recria foi avaliada até 360 kg de peso vivo e a fase de engorda, até 450 kg de peso vivo. O volumoso utilizado foi feno de gramímea Cynodon dactylon (L) Pears. cultivar Tifton 85. Após o abate, todas as partes do corpo do animal foram pesadas e amostradas. As amostras foram liofilizadas para determina o de matéria seca, pré-desengorduradas com éter e, posteriormente, moídas e determinados os teores de macroelementos minerais. Os conteúdos de proteína, gordura e energia retidos no corpo foram estimados por meio de equa es de regress o do logaritmo do conteúdo corporal dos macroelementos minerais, em fun o do logaritmo do peso de corpo vazio (PCVZ). Derivando-se as equa es de predi o do conteúdo corporal dos macroelementos minerais, em fun o do logaritmo do PCVZ, foram obtidas as exigências líquidas destes, para ganho de 1 kg de PCVZ, a partir de equa o Y' = b. 10a. Xb-1, sendo a e b a intercepta e o coeficiente de regress o, respectivamente, das equa es de predi o dos conteúdos corporais dos macroelementos minerais. Houve diminui o nas concentra es dos cinco macroelementos estudados no corpo vazio e no ganho de corpo vazio, com a eleva o do peso vivo. As rela es g Ca/100 g de proteína retida e g P/100 g de proteína retida foram iguais a 6,44 e 4,78.
Recupera o da desnutri o em ratos mediante ra es adicionadas ou n o de suplemento alimentar e de vitaminas e minerais durante o período de crescimento  [cached]
Guzmán-Silva Maria Angélica,Wanderley Aline Rabello,Macêdo Viviane Miguel,Boaventura Gilson Teles
Revista de Nutri??o , 2004,
Abstract: OBJETIVOS: O propósito deste estudo foi analisar experimentalmente a eficiência da suplementa o alimentar da dieta do Município de Quissam , RJ, em recuperar a desnutri o durante o período de crescimento. MéTODOS: Foram utilizados 42 Rattus norvegicus, desmamados ao 26o dia e induzidos à desnutri o por 21 dias (ra o hipoprotéica 2%, ad libitum). Os animais foram distribuídos em sete grupos, alimentados com suas respectivas dietas, todas isoprotéicas (10%) e isoenergéticas (350Kcal/100g). Foi registrado o peso dos animais e, após o sacrifício, foram coletados e pesados fígado, rins, ba o e intestino. RESULTADOS: O ganho ponderal médio no 28o dia do controle suplemento alimentar (75,33g) foi significativamente inferior aos demais grupos, e o do controle suplemento alimentar e vitaminas+minerais foi o mais elevado (213,17). Quase todos os grupos diferenciaram-se estatisticamente no peso médio de fígado, rins e ba o; os órg os do controle suplemento alimentar apresentaram o menor peso (respectivamente 3,34g; 0,97g; 0,24g) sendo significativamente inferior aos demais grupos. O controle suplemento alimentar e vitaminas+minerais apresentou o maior peso médio do fígado (13,85g). O Controle vitaminas+minerais apresentou o maior peso médio dos rins (1,88g) e do ba o (0,87g). O número de placas de Peyer/animal variou de nove a treze, sem diferen as entre os grupos; o tamanho das placas de Peyer do controle suplemento alimentar (2,6mm) foi significativamente inferior aos demais grupos. O Quissam suplemento alimentar apresentou as maiores placas de Peyer (4,4mm). O controle suplemento alimentar apresentou sempre valores inferiores para todos os parametros estudados comparativamente, já que n o foram adicionados à sua ra o vitaminas e minerais. CONCLUS O: A dieta de Quissam , RJ experimentalmente alcan a as necessidades mínimas para promover a recupera o da desnutri o, sendo desnecessária a adi o de vitaminas e minerais e/ou suplemento alimentar.
Composi o corporal e exigências líquidas e dietéticas de macroelementos minerais de bovinos F1 Limousin x Nelore n o-castrados  [cached]
Veloso Cristina Mattos,Valadares Filho Sebasti?o de Campos,Gesuladi Júnior Antonio,Silva Fabiano Ferreira da
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract: Foram utilizados 50 novilhos F1 Limousin x Nelore inteiros, alocados em dez tratamentos, com cinco níveis de concentrado (25; 37,5; 50; 62,5; e 75%) e duas formas de balanceamento protéico da dieta (uma isoprotéica com 12% de proteína bruta [PB] e outra variando proteína com energia). O volumoso utilizado foi feno de capim-Coastcross (Cynodon dactylon). Após o abate, todas as partes do corpo do animal foram pesadas e amostradas. As amostras foram secas, pré-desengorduradas com éter, moídas e foram determinados os teores de macroelementos minerais. O conteúdo corporal de Ca, P, Na, K e Mg foi determinado em fun o das concentra es destes nas várias partes do corpo. O conteúdo de macroelementos minerais retidos no corpo foi estimado por meio de equa es de regress o do logaritmo do conteúdo corporal dos macroelementos minerais em fun o do logaritmo do peso de corpo vazio (PCVZ). As exigências líquidas dos macroelementos minerais, para ganho de 1 kg de PCVZ, foram obtidas utilizando a equa o Y' = b. 10a. Xb-1, sendo a e b o intercepto e o coeficiente de regress o, respectivamente, das equa es de predi o dos conteúdos corporais dos macroelementos minerais. Houve diminui o nas concentra es dos cinco macroelementos estudados no corpo vazio e no ganho de corpo vazio, com a eleva o do peso vivo. As rela es g Ca/100 g de proteína retida e g P/100 g de proteína retida foram iguais a 8,70 e 3,46, respectivamente.
Composi o corporal e requisitos líquidos e dietéticos de macroelementos minerais de bovinos Nelore n o-castrados  [cached]
Véras Antonia Sherlanea Chaves,Valadares Filho Sebasti?o de Campos,Coelho da Silva José Fernando,Paulino Mário Fonseca
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: Utilizaram-se 30 animais Nelore, n o-castrados, com idade e peso médios de 20 meses e 330 kg, para avaliar os efeitos da inclus o de concentrado sobre os requisitos líquidos e dietéticos de cálcio (Ca), fósforo (P), magnésio (Mg) e potássio (K). Após um período de adapta o (40 dias), cinco animais foram abatidos para servir como referência e os 25 restantes, distribuídos em cinco tratamentos (25,0; 37,5; 50,0; 62,5; e 75,0% de concentrado, na MS), em delineamento inteiramente casualizado, com cinco repeti es. O peso de abate foi estabelecido como 450 kg. Ajustaram-se equa es de regress o do logaritmo do conteúdo corporal de Ca, P, Mg ou K, em fun o do logaritmo do peso do corpo vazio (PCVZ), para cada nível de concentrado nas dietas. Derivando-se as referidas equa es, obtiveram-se os requisitos líquidos para ganho de 1 kg de PCVZ (GPCVZ). Para estimativa dos requisitos dietéticos dos elementos inorganicos avaliados, utilizaram-se os coeficientes médios de absor o estimados previamente, de 53,13; 37,33; 39,62; e 65,54%, para Ca, P, Mg e K, respectivamente. Os requerimentos líquidos dos elementos minerais diminuíram com o aumento do PCVZ dos animais. Para um animal de 400 kg de PV, as exigências líquidas foram de 8,18; 7,53; 0,21; e 2,77 g/kgGPCVZ, respectivamente, para Ca, P, Mg e K. Já os requisitos dietéticos para um bovino com este mesmo peso foram de 15,40; 20,17; 0,53; e 4,23 g/kg GPCVZ, respectivamente, para a mesma seqüência de minerais. Os requisitos de Ca, P, Mg e K diferiram dos preconizados pelos sistemas britanico e americano de exigências nutricionais.
EFEITO DOS NíVEIS DE CáLCIO DA RA O SUPLEMENTADA COM FITASE SOBRE A ABSOR O DE MINERAIS EM FRANGOS DE CORTE DE 22 A 42 DIAS  [cached]
Neudi Artemio Schoulten,Ant?nio Soares Teixeira,Hunaldo Oliveira Silva,Ademir José Conte
Ciência Animal Brasileira , 2006,
Abstract: Com o objetivo de avaliar os efeitos dos níveis de cálcio na ra o suplementada com fitase para frangos de corte de 22 a 42 dias de idade, sobre a taxa de absor o verdadeira de minerais, foi conduzido um experimento com 600 frangos de 21 dias da linhagem Hubbard-MPK, distribuídos em um delineamento inteiramente casualizado, com arranjo fatorial cinco x dois (níveis de cálcio x sexos), e três repeti es de 20 aves por parcela experimental. A ra o basal foi balanceada para atender às exigências nutricionais das aves conforme o NRC (1994), exceto para o cálcio, cujos níveis foram 0,40%; 0,59%; 0,78%; 0,97% e 1,16% suplementada com fitase. Aos 35 dias de idade, duas aves de cada tratamento foram transferidas para gaiolas de metabolismo para coleta de excretas. A taxa de absor o verdadeira de fósforo e zinco das fêmeas foi 13,1% e 12,8% inferior à dos machos, respectivamente (P<0,05). A absor o de cálcio apresentou um efeito quadrático, conforme o nível de cálcio, elevado (P<0,05). N o houve diferen a (P>0,05) na taxa de absor o verdadeira de fósforo, zinco, manganês e magnésio em fun o dos níveis de cálcio da ra o de 22 a 42 dias de idade. Conclui-se que teores elevados de cálcio da ra o suplementada com fitase reduzem somente a taxa de absor o de Ca, sendo que a taxa de absor o do fósforo, zinco, manganês e magnésio n o é influenciada pelos níveis de cálcio da ra o suplementada com fitase para frangos de corte dos 22 aos 42 dias de idade. PALAVRAS-CHAVE: Fitase, absor o, minerais, frango
A gest o dos recursos naturais nas organiza es certificadas pela norma NBR ISO 14001 Managementof natural resources in organizations certified by NBR ISO 14001 standard
Celso Machado Junior,Leonel Mazzali,Maria Tereza Saraiva de Souza,Cristiane Jaciara Furlaneto
Produ??o , 2013,
Abstract: O estudo destaca um conjunto de variáveis associadas aos processos de controle e às a es para mitigar o consumo dos recursos nas opera es com o objetivo de verificar se as empresas certificadas pela norma NBR ISO 14001 apresentam procedimentos de gest o ambiental significativamente diferentes dos adotados pelas empresas n o certificadas por essa norma. é uma pesquisa descritiva assentada em uma amostra composta por 649 empresas de diferentes ramos de atividade, que disponibilizaram informa es para a publica o na revista Análise Gest o Ambiental (2008). Foram objeto de estudo os seguintes recursos: água, energia elétrica, combustíveis, lenha/carv o e recursos minerais. A utiliza o de tratamento estatístico, consubstanciada na regress o logística e no quiquadrado, permitiu evidenciar que as empresas certificadas pela norma NBR ISO 14001 acentuam um conjunto maior dos fatores ambientais em sua gest o por meio de controles, a es e programas estruturados, demonstrando assim maior preocupa o socioambiental. This study focuses on a set of variables associated with control processes and actions to mitigate the consumption of resources in operations in order to determine whether the companies certified by NBR ISO 14001 standard have environmental management procedures significantly different from those adopted by the companies which are not certified. It is a descriptive research based on a sample of 649 companies of different businesses which provided information for publication in the journal "Análise Gest o Ambiental" (2008). The objects of this study were the following: water, electricity, fuel, wood/coal and mineral resources. Using statistical analysis, embodied in the logistic regression and chi-square test, it was observed that the companies certified by NBR ISO 14001 standard invest in a larger set of environmental factors in their management, through controls, actions, and programs structured to reduce the impact of their operations on the environment.
Determina o de minerais em café cru  [cached]
Morgano Marcelo Antonio,Pauluci Luís Fernando,Mantovani Dilza Maria Bassi,Mory Emília Emico Miya
Ciência e Tecnologia de Alimentos , 2002,
Abstract: Dois métodos de preparo de amostra foram avaliados: via seca e via úmida, para a determina o e quantifica o dos minerais Al, Ba, Ca, Co, Cu, Fe, K, Mg, Mn, Ni, P e Zn em café cru, empregando-se a técnica de Espectrometria de Emiss o ótica em Plasma Indutivamente Acoplado (ICP-OES). As concentra es dos minerais n o diferiram significativamente ao nível de 5% (Teste F) entre os dois métodos empregados. Para avaliar a exatid o dos métodos testados foi realizada a recupera o dos minerais em uma amostra de café. Os resultados obtidos pelos métodos empregando via seca e via úmida foram, respectivamente: Al = 93% e 104%; Ba = 85% e 54%; Ca = 99% e 108%; Co = 98% e 96%; Cu = 78% e 96%; Fe = 96% e 96%; K = 91% e 82%; Mg = 100% e 95%; Mn = 104% e 101%; Ni = 95% e 107%; P = 101% e 104%; Zn = 89% e 96%. O método por via seca foi empregado para a determina o dos teores de minerais em 45 amostras de café provenientes de diferentes regi es de cultivo dos Estados de S o Paulo, Minas Gerais e Bahia. Os teores de minerais (em mg kg-1) encontrados nas diferentes amostras variaram entre: Al (0,612 a 32,2), Ba (1,11 a 17,6), Ca (925 a 1889), Co (0 a 1,16), Cu (6,21 a 369), Fe (23,3 a 367), K (12252 a 17205), Mg (1526 a 2059), Mn (14,2 a 60,4), Ni (0 a 44,2), P (1172 a 1826) e Zn (3,71 a 57,0). O emprego da técnica instrumental de ICP-OES e digest o da amostra por via seca mostraram-se adequados para a determina o simultanea de elementos minerais em café, uma vez que os níveis de precis o e exatid o obtidos foram satisfatórios.
Efeitos da suplementa o e da fortifica o de alimentos sobre a biodisponibilidade de minerais  [cached]
Lobo Adriana Soares,Tramonte Vera Lúcia Cardoso
Revista de Nutri??o , 2004,
Abstract: Estratégias de preven o e combate a algumas deficiências nutricionais, como a anemia e a osteoporose, incluem a fortifica o de alimentos e o uso de suplementa o com minerais em popula es de risco. Entretanto, intera es com outros minerais podem ocorrer e comprometer o estado de saúde do indivíduo. Este artigo teve por objetivo rever algumas das intera es que podem ocorrer entre minerais quando da suplementa o ou fortifica o de alimentos. A suplementa o de cálcio parece estar relacionada a uma diminui o da absor o do zinco, fósforo e ferro. Por sua vez, o excesso de ferro pode comprometer a absor o e utiliza o do zinco, especialmente quando em formula es antianêmicas. Apesar dos resultados de alguns estudos serem controversos, a suplementa o de minerais ou a fortifica o de alimentos devem ser cuidadosas a fim de n o ocasionar outras deficiências nutricionais.
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