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As empresas de pequeno porte e a contabilidade
Kassai, Silvia;
Caderno de Estudos , 1997, DOI: 10.1590/S1413-92511997000100004
Abstract: o papel desempenhado pelas pequenas empresas na economia tem sido ressaltado em uma época de transi??o, ruptura e crise. apresentada por alguns como uma provável solu??o para o problema de níveis crescentes de desemprego ou como um modelo de flexibilidade em uma economia globalizada a pequena empresa tem aparecido como temática constante de discuss?es e objeto de políticas de incentivo e prote??o. nos meios acadêmicos, o reflexo desse contexto tem-se sentido no aumento no número de trabalhos voltados à análise da problemática das pequenas empresas, antes bastante escassos. o objetivo do presente trabalho é apresentar alguns fatores importantes para o desenvolvimento de um modelo de informa??es contábeis-financeiras para a gest?o das pequenas empresas. para tanto, come?ando pela defini??o do termo "pequena empresa". examina-se, igualmente, os aspectos do perfil do empreendedor e as características da gest?o das pequenas empresas. revendo, ent?o, o relacionamento existente entre a contabilidade e a pequena empresa, prop?e-se às bases para um novo papel a ser desempenhado pela contabilidade. finalmente, apresenta-se, como sugest?o de uma contribui??o inicial da contabilidade para um modelo de informa??es de suporte à gest?o de pequenas empresas. uma proposta de demonstra??o de fluxo de caixa prospectivo.
COMPETITIVIDADE DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS BRASILEIRAS:
Antunes Júnior Antonio Valle Antunes Júnior,Marcelo Klippel
Revista da Micro e Pequena Empresa , 2011,
Abstract: Este artigo descreve uma metodologia de interven o para aumentar o desempenho das Micro e Pequenas Empresas Industriais – MPEI. O desenvolvimento de métodos robustos para a interven o em MPEI representa uma necessidade ainda n o desenvolvida no Brasil. Para a constru o do referencial teórico que suporta a metodologia proposta, o artigo sugere a utiliza o dos princípios, técnicas e método derivados de três disciplinas básicas: Administra o de Empresas, Economia Industrial e Engenharia de Produ o. Desta forma, o objetivo do artigo consiste na proposi o de um Método Global de Interven o, utilizando os mais modernos princípios, métodos e técnicas vinculados às três disciplinas básicas, buscando aumentar a competitividade das Micro e Pequenas Empresas Industriais do País.
Alian as estratégicas como ferramenta para pequenos negócios (ou para micro e pequenas empresas)  [cached]
Maria Cristina Bortoletto Casadei,Osvaldo Elias Farah,Antonio Carlos Giuliani
Revista Organiza??es em Contexto , 2005,
Abstract: A integra o dos mercados é uma realidade cada vez mais evidente. As empresas isoladas enfrentam dificuldades no mercado. As empresas buscam novos caminhos para enfrentar estas situa es e cenários.
Jovens empreendedores e o processo de cria o de empresas.
Candido Borges,Louis Jacques Filion,Germain Simard
Revista de Administra??o Mackenzie , 2008,
Abstract: Grande parte das novas empresas é criada por jovens empreendedores com menosde 35 anos, mas pouco se conhece sobre as especifi cidades desse grupo deempreendedores. Este artigo contribui para a compreens o do processo de cria ode empresas pelos jovens empreendedores ao apresentar e analisar a cria ode 89 empresas fundadas por jovens de 18 a 34 anos e compará-las com as de 99empresas criadas por empreendedores de 35 anos ou acima. Os resultados apontamque: 1. na maior parte dos casos, os jovens criam suas empresas em equipe;2. eles come am com um capital inicial menor que os empreendedores de 35 anosou mais; 3. eles precisam atravessar um processo de cria o que dura, em média,mais de dois anos; 4. eles desempenham fun es em todas as áreas da administra o– fun es para as quais têm pouca ou nenhuma forma o e experiênciaanterior à cria o da empresa.
Periodistas, empresas e instituciones, claves de una relación necesaria
José Alberto Mari?as
Universia Business Review , 2007,
Abstract: "Periodistas, empresas e instituciones, claves de una relación necesaria" es el título del primer estudio estadístico realizado en Espa a que plantea en cifras concretas la percepción de los periodistas sobre sus hábitos de relación con empresas e instituciones. Mediante entrevistas realizadas a una muestra representativa de periodistas de prensa, radio, televisión y medios digitales, el estudio revela numerosos aspectos de tipo cuantitativo y cualitativo que empresas e instituciones deberían mejorar para conseguir una relación eficaz que permita un ajuste entre la oferta y la demanda informativa.
Como aprendem e inovam as pequenas empresas de base tecnológica?  [cached]
Anne-Marie Maculan
Revista Gest?o & Tecnologia , 2004,
Abstract: O objetivo desse trabalho 2 é refletir sobre a capacidade de inova o das Pequenas Empresas de Base Tecnológica (PEBTs). Na última década, assistimos, no Brasil, à emergência dessas empresas criadas nas incubadoras. Elas nascem com freqüência ligadas a um processo de reformula o das rela es entre universidades ou institui es de pesquisa e empresas, e, dessa maneira, est o associadas a um novo padr o de transferência de conhecimentos da academia para a indústria. Finalmente, elas s o experiências importantes para analisar a aquisi o de competências tecnológicas, gerenciais e mercadológicas e a forma o da capacidade de inovar. Mediante estudo dessas experiências poderemos avan ar no= conhecimento das condi es de cria o e permanência dessas empresas no mercado e, de maneira mais ampla, do papel que elas assumem na dinamica industrial tanto em nível local quanto nacional.
Como aprendem e inovam as pequenas empresas de base tecnológica?
Anne-Marie Maculan
Revista Gest?o & Tecnologia , 2010,
Abstract: O objetivo desse trabalho 2 é refletir sobre a capacidade de inova o das Pequenas Empresas de Base Tecnológica (PEBTs). Na última década, assistimos, no Brasil, à emergência dessas empresas criadas nas incubadoras. Elas nascem com freqüência ligadas a um processo de reformula o das rela es entre universidades ou institui es de pesquisa e empresas, e, dessa maneira, est o associadas a um novo padr o de transferência de conhecimentos da academia para a indústria. Finalmente, elas s o experiências importantes para analisar a aquisi o de competências tecnológicas, gerenciais e mercadológicas e a forma o da capacidade de inovar. Mediante estudo dessas experiências poderemos avan ar no= conhecimento das condi es de cria o e permanência dessas empresas no mercado e, de maneira mais ampla, do papel que elas assumem na dinamica industrial tanto em nível local quanto nacional.
Alinhamento estratégico entre empresas fabricantes de equipamentos e alimentos
Roberto Giro Moori,Alexandre Nabil Ghobril,Reynaldo Cavalheiro Marcondes
Revista de Administra??o Mackenzie , 2009,
Abstract: Este trabalho tem por objetivo verificar o alinhamento das prioridades competitivas entre empresas compradoras e usuárias de máquinas e equipamentos para a fabrica o de produtos alimentícios e seus fornecedores industriais. Está fundamentado em uma pesquisa exploratória descritiva em que se aplicou um questionário estruturado junto a gestores das áreas relacionadas a compras, vendas e produ o das empresas. Foram obtidas 77 respostas de gestores de empresas fabricantes de alimentos e 55 de fabricantes de equipamentos. Os dados, submetidos à estatística descritiva e à correla o bivariada n o paramétrica, revelaram que: a) no ambito do relacionamento entre compradores e vendedores de máquinas e equipamentos, o fator qualidade foi a prioridade competitiva alinhada entre eles; b) no ambito de empresas usuárias de máquinas e equipamentos, houve evidência de trade-off entre as variáveis reduzir estoques e velocidade de entrega rápida. Essas revela es permitiram concluir que: a) a qualidade é um fator de alinhamento externo e interno; b) o trade-off é usado como um instrumento para o alinhamento das prioridades competitivas no ambiente interno das empresas compradoras e usuárias de máquinas e equipamentos.
EMPRESAS DE DISE O E INGENIERíA CUBANAS EN SU TRáNSITO HACIA EMPRESAS DE CLASE MUNDIAL  [cached]
María de Lourdes Artola Pimentel,José Alfonso Macías Mesa
Ingeniería Industrial , 2002,
Abstract: Las empresas de dise o e ingeniería cubanas tienen ante sí el reto de la competitividad, siendo empresas estatales socialistas que aplican el perfeccionamiento empresarial. Deben lograr estar posicionadas adecuadamente y transitar hacia empresas de clase mundial. En este artículo los autores presentan sus consideraciones, de cómo, en el entorno cubano y dadas las experiencias pretéritas de este sector, debe ser el tránsito.
Jogos de empresas como ferramenta de treinamento e desenvolvimento
Antonia Vieira de Souza,Fábio Azevedo Chagas,Carlos Eduardo Silva
Revista Brasileira de Administra??o Científica , 2011, DOI: 10.6008/ess2179-684x.2011.002.0001
Abstract: O artigo apresenta uma vis o da utiliza o dos jogos empresas nos programas de treinamento e desenvolvimento com objetivo de potencializar a constru o de novas habilidades e competências. O treinamento e desenvolvimento exige a obten o de habilidades, regras, condutas e atitudes que visem a melhoria das características dos colaboradores para atender às exigências de suas fun es e aperfei oar as capacidades, desenvolvendo competências e motiva es, tornando possível mudar o comportamento das pessoas para dar ênfase a mudan a de cultura organizacional. Os jogos de empresas proporcionam vivências aos colaboradores que refletem sistemicamente suas decis es diante da realidade da empresa e potencializam a constru o de novos conhecimentos por envolver os participantes na solu o de problema. Este estudo teve como objetivo apresentar os jogos como ferramenta facilitadora do treinamento e desenvolvimento de pessoas nas empresas. Através de pesquisa bibliográfica, apoiando-se em revistas científicas, produ es e livros, verificou-se que os jogos de empresas transcendem ao papel de auxiliar treinamentos e passam a exercer influência no desenvolvimento pessoal e organizacional, quebrando paradigmas, transformando conhecimentos, habilidades e atitudes de toda a for a de trabalho durante suas aplica es. Conclui-se que as demandas existentes nos processos de treinamento e desenvolvimento podem ser atendidas pelas ofertas proporcionadas pela prática dos jogos de empresas quando associadas a outras técnicas, uma vez que pessoas conseguem ter um aprendizado significativo quando relacionam e vivenciam situa es que refletem o ambiente empresarial, apenas o ato de ouvir leva-as ao esquecimento.
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