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Etiologia e tratamento das doen as periimplantares  [cached]
Rogério de Lima Romeiro,Rosilene Fernandes da Rocha,Antonio Olavo Cardoso Jorge
Odonto , 2010,
Abstract: Introdu o: a periimplantite é uma doen a infecciosa semelhante à periodontite cr nica que afeta os tecidos periimplantares. Objetivo: realizar uma revis o de literatura sobre periimplantite, abordando os tipos, as causas, diagnóstico e tratamento. Conclus o: as doen as periimplantares s o possíveis complica es do tratamento com implantes. Vários protocolos de tratamento já foram sugeridos e estudados por diversos autores, porém, ainda se sabe muito pouco se essas terapias s o capazes de devolver a osseointegra o dos implantes. O tratamento das doen as periimplantares é ainda baseado em considera es empíricas, muitas vezes derivadas da pesquisa periodontal e de dados extrapolados de achados in vitro.
Tratamento farmacológico das psicoses na epilepsia
Guarnieri Ricardo,Hallak Jaime Eduardo Cecílio,Walz Roger,Velasco Tonicarlo Rodrigues
Revista Brasileira de Psiquiatria , 2004,
Abstract: A epilepsia é uma das causas mais comuns de incapacidade funcional. Comorbidades psiquiátricas, como as psicoses, est o freqüentemente associadas à epilepsia. Psicoses na epilepsia (PNE) requerem tratamento farmacológico mais cuidadoso, levando-se em conta a propens o dos antipsicóticos (AP) em provocar crises convulsivas e o risco de intera o farmacocinética com as drogas antiepilépticas (DAE). Após uma breve descri o da classifica o e das principais características clínicas das PNE, foram discutidos alguns aspectos gerais do tratamento farmacológico das PNE e o uso de AP típicos e atípicos, destacando seu potencial para diminuir o limiar epileptogênico (LE), bem como possíveis intera es AP/DAE. Os AP atípicos, à exce o da clozapina, demonstraram exercer menor influência sobre o LE. Quanto às intera es farmacocinéticas, as principais DAE estiveram relacionadas com um aumento importante do metabolismo dos AP. Portanto, apesar do risco para convuls es por AP ser dose-dependente, doses mais elevadas de AP podem ser necessárias no tratamento das PNE.
Tratamento das epilepsias parciais Partial epilepsies treatment  [cached]
Luiz Eduardo Betting,Carlos A. M. Guerreiro
Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology , 2008,
Abstract: As epilepsias parciais constituem a forma mais comum de epilepsia nos indivíduos adultos. As drogas antiepilépticas (DAEs) permanecem como a principal forma de tratamento para os pacientes com epilepsia. Apesar da importancia da medica o um número elevado de pacientes permanece sob um regime terapêutico inapropriado ou até mesmo sem qualquer medica o. Existem várias medica es disponíveis para o tratamento das epilepsias. A escolha de uma medica o específica ou a associa o entre DAEs deve ser particularizada o máximo possível. Neste artigo revisamos alguns aspectos como classifica o, início das crises, idade, sexo, comorbidades, custo e posologia das DAEs e história medicamentosa com a perspectiva de auxiliar nesta individualiza o do tratamento. Algumas características das principais DAEs disponíveis também s o discutidas. Estes aspectos podem auxiliar na cria o de um perfil ajudando assim na escolha do regime terapêutico mais apropriado para cada indivíduo. Aspectos práticos como o manuseio dos efeitos adversos, monoterapia e politerapia também s o abordados. Partial epilepsies are the most common form of epilepsy in adult individuals. Antiepileptic drugs (AEDs) continue as the main form of treatment for patients with epilepsy. Regardless of the importance of the medication a high number of patients are under inappropriate or not receiving AEDs. There are several medications available for the treatment of epilepsy. The choice of a particular medication or association among AEDs may be individualized as much as possible. In this article some aspects such as classification, onset of the seizures, age, sex, associated medical conditions, cost and posology of AEDs and medical drug history are reviewed. Details of the available AEDs are also discussed. These points may help to create a profile helping the decision for the appropriate AED. Some practical issues like adverse reaction management, monotherapy and politherapy are also discussed.
Tratamento endovascular da oclus o das artérias ilíacas  [cached]
Pedron Cleoni,Ristow Arno von,Cury Filho José Mussa,Martin Henrique Sallas
Radiologia Brasileira , 2001,
Abstract: A oclus o das artérias ilíacas é uma patologia freqüente. Várias op es cirúrgicas existem para o seu tratamento, como a ponte aorto-bifemoral, a ponte femoro-femoral cruzada, o implante de endoprótese e outros. A ponte aorto-bifemoral é considerada o tratamento com melhores resultados. O tratamento endovascular da oclus o das artérias apresenta alta taxa de sucesso e baixo índice de complica es. Realizamos este tratamento em 24 pacientes, com idade média de 61 anos, variando de 39 a 82 anos. A indica o foi claudica o intermitente em 19 pacientes e isquemia crítica em cinco. O fator de risco mais freqüente foi tabagismo em 19 pacientes. A taxa de sucesso técnico na ultrapassagem da les o foi de 91,7% e a taxa de patência foi de 71% em um ano. Os bons resultados com o tratamento endovascular nas oclus es das artérias ilíacas, com baixas taxas de morbidade e mortalidade, sugerem a inclus o deste procedimento no arsenal terapêutico.
Tratamento da bulimia nervosa: síntese das evidências  [cached]
Bacaltchuk Josué,Hay Phillipa
Revista Brasileira de Psiquiatria , 1999,
Abstract: As duas abordagens terapêuticas mais estudadas para o tratamento da bulimia nervosa (BN) s o os tratamentos psicológicos, principalmente a terapia cognitivo-comportamental (TCC) e o uso de antidepressivos. Os resultados de duas revis es sistemáticas da literatura mostram que a TCC é melhor que fila de espera e que os antidepressivos s o superiores ao placebo na remiss o a curto prazo dos sintomas bulímicos. A compara o direta das duas abordagens mostra que, quando usados como abordagens exclusivas, a TCC é clinicamente mais eficaz e mais aceita do que os antidepressivos. A associa o dos dois tipos de tratamento é clinicamente mais eficaz que cada um isoladamente, mas a aceita o das abordagens psicológicas exclusivas é maior. Como a BN é um transtorno grave e com baixa taxa de remiss o espontanea, o tratamento associado, com abordagem multidimensional e multidisciplinar, pode ser indicado.
Utiliza o de álcool absoluto no tratamento das malforma es venosas  [cached]
Louren?o Marco Antonio,Gomes Claudia Stein,Beffa Cristina Veronese,Picheth Fernando Silveira
Radiologia Brasileira , 2001,
Abstract: O tratamento das malforma es venosas pode ser realizado por ressec o cirúrgica ou esclerose farmacológica. Este estudo mostra os resultados de 12 pacientes com angiodisplasia submetidos a múltiplas aplica es diretas de etanol na les o, após exame clínico e angiografia venosa percutanea. Dez pacientes referiram melhora dos sintomas e diminui o do tamanho da les o. Todos os pacientes queixaram-se de ardência durante a aplica o, que cessou no máximo em 24 horas. As complica es encontradas foram três casos de úlceras pequenas na pele e um caso de hiperemia no membro tratado, associada a linfonodomegalia dolorosa. Concluiu-se que o tratamento escleroterapêutico das malforma es venosas com infus o de pequenos volumes de etanol apresenta as vantagens de ser um tratamento seguro, eficaz, simples, fácil e rápido, de baixo custo, bem tolerado e com poucas complica es.
Tratamento dos Leiomiomas por Emboliza o das Artérias Uterinas
Messina Marcos de Lorenzo,Martins Valéria Márcia,Fratezi Ayrton Cássio,Halbe Hans Wolfgang
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2001,
Abstract: Objetivos: avaliar os resultados da emboliza o das artérias uterinas (EAU) como tratamento do leiomioma uterino. Métodos: foram estudadas 18 mulheres com diagnóstico ultra-sonográfico de leiomioma uterino submetidas à EAU com partículas de álcool polivinílico (PVA). O acesso arterial foi realizado por pun o da artéria femoral e a progress o do cateter foi monitorada até atingir seletivamente as artérias uterinas. A avalia o dos resultados foi realizada pelo estudo ultra-sonográfico antes e três meses após o procedimento. Foi realizado controle clínico evolutivo para avalia o das características menstruais e do volume uterino. Resultados: houve insucesso técnico em três casos por dificuldade de cateteriza o das artérias uterinas. O sangramento e a dismenorréia foram controlados no intervalo de três meses em 86 e 60% das pacientes, respectivamente. A média dos volumes uterinos iniciais foi de 381 cm3 e após 3 meses foi de 263 cm3. Houve redu o média de 27,4% no volume uterino três meses após o tratamento. Três pacientes tiveram insuficiência ovariana clínica e laboratorial (20% dos casos). Conclus es: a EAU representa alternativa terapêutica para o tratamento dos leiomiomas uterinos. Em virtude do risco de insuficiência ovariana esse procedimento é reservado para pacientes com mais de 45 anos de idade ou com prole completa.
Tratamento Clínico e Seguimento das Hiperplasias de Endométrio  [cached]
Pontes Anaglória,Traiman Paulo,Franco Marcello,Nahás Eliana Aguiar Petri
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2000,
Abstract: Objetivos: avaliar a eficácia do acetato de medroxiprogesterona e do acetato de megestrol nas hiperplasias de endométrio. Métodos: foram incluídas, retrospectivamente 47 pacientes com sangramento uterino anormal, submetidas a curetagem uterina diagnóstica e/ou biópsia de endométrio, cujo achado histopatológico foi de hiperplasia de endométrio. Nas pacientes com hiperplasia sem atipia foi iniciado a terapêutica com acetato de medroxiprogesterona por via oral, na dose de 10 mg/dia durante 10-12 dias por mês. Nas com atipia, era utilizado o acetato de megestrol por via oral, dose de 160 mg/dia, uso contínuo. O período de tratamento variou de 3 a 18 meses. Biópsia de endométrio e/ou curetagem uterina de controle foram realizadas entre três e seis meses do início do tratamento e periodicamente para avaliar a resposta terapêutica. Resultados: foram analisadas 42 pacientes com hiperplasia endometrial sem atipia e cinco com atipia. A média de idade das pacientes foi de 49,5 ± 10,6 anos, sendo 70,2% com idade superior a 45 anos. O acetato de medroxiprogesterona foi eficaz em fazer regredir as hiperplasias sem atipias em 83,2% (35/42) e o acetato de megestrol em 80% (4/5) das hiperplasias com atipia. Em 16,8% (7 casos) das hiperplasias sem atipia e em 20% (1 caso) das com atipia, ocorreu persistência das les es, apesar do tratamento. Em nenhum caso ocorreu progress o para cancer de endométrio, durante o período de seguimento que foi de 3 meses a 9 anos. No acompanhamento dessas pacientes, verificamos que 18 (38,3%) apresentaram amenorréia, em 12 (25,5%) ocorreu regulariza o do ciclo menstrual e 17 (36,2%) permaneceram com sangramento uterino anormal, sendo submetidas a histerectomia total abdominal. O exame anatomopatológico mostrou a persistência da les o hiperplásica em oito casos, leiomioma em quatro, adenomiose em três, mio-hipertrofia uterina difusa em um caso e útero normal em outro, tendo havido regress o das les es hiperplásicas nesses últimos nove casos. Conclus es: o tratamento das hiperplasias de endométrio com acetato de medroxiprogesterona e/ou acetato de megestrol, representa uma alternativa satisfatória para mulheres que desejam preservar o útero ou que tenham risco cirúrgico elevado. Entretanto, é necessário monitoriza o cuidadosa do endométrio, o que deve ser realizado pela avalia o dos sintomas, ultra-sonografia transvaginal e biópsia periódica.
Atualiza o no tratamento profilático das enxaquecas  [cached]
KRYMCHANTOWSKI ABOUCH VALENTY,MOREIRA FILHO PEDRO FERREIRA
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 1999,
Abstract: Dentre as cefaléias primárias, pacientes com migranea ou enxaqueca s o os que mais procuram assistência médica. A sua prevalência é estimada em 12% da popula o sendo mais comum em mulheres com média de 18 a 20%, de 6% nos homens e de 4 a 8% nas crian as. O impacto econ mico na produtividade e lazer é significativo, e as crises incapacitam o paciente para as atividades habituais. Com fisiopatologia complexa e ainda insuficientemente conhecida, a migranea pode cursar com ataques de cefaléia intermitente, intensa e com características peculiares. A abordagem mais eficiente para o tratamento inclui o afastamento dos fatores deflagradores, tratamento medicamentoso preventivo, uso de medicamentos de resgate para os momentos de dor, e as terapias acessórias ou n o medicamentosas. Para o tratamento profilático, objeto desta avalia o, utilizam-se várias classes de medicamentos que incluem os beta bloqueadores, antidepressivos tricíclicos (e mais recentemente inibidores seletivos da recapta o da serotonina), antagonistas dos canais de cálcio, antagonistas da serotonina, anticonvulsivantes e outros. Embora os seus mecanismos de a o nas migraneas ainda sejam desconhecidos, parece que todos atuam nas fun es serotoninérgica, noradrenérgica e gabaérgica centrais. Novas propostas de mecanismos de a o para algumas destas drogas incluem a inibi o da forma o do óxido nítrico e a a o específica de modula o em canais cati nicos neuronais. Quando individualizados e usados corretamente, estes medicamentos preventivos têm sido responsáveis por redu es importantes na frequência e intensidade dos episódios de migranea, diminuindo assim o sofrimento e condutas duvidosas às quais os pacientes s o usualmente submetidos.
Tratamento farmacológico das angiectasias gastrintestinais  [cached]
T. Bana e Costa,M. Bispo,P. Barreiro,G. Couto
Jornal Português de Gastrenterologia , 2009,
Abstract: As angiectasias s o a principal causa de hemorragia digestiva média nos doentes idosos e a sua abordagem, se bem que facilitada pelo recurso à enteroscopia por cápsula e com mono/duplo bal o, continua difícil quando a endoscopia, a cirurgia e/ou a angiografia s o ineficazes ou impossíveis e/ou perante a presen a de les es múltiplas. O tratamento farmacológico é uma op o válida nestas situa es. Neste artigo revê-se o papel dos fármacos mais estudados e porventura mais promissores no momento, nesta indica o: a terapêutica hormonal, o octreótido e a talidomida. Angiodysplasias are the leading cause of small bowel bleeding in the elderly. Capsule endoscopy and single/double balloon enteroscopy made the diagnosis and treatment of bleeding angiodysplasias easier. Nevertheless, endoscopic treatment, surgery and angiography are impossible or unsuccessful in many instances, particularly when there are multiple intestinal angiodysplasia. In such cases, medical therapy is the only solution. The authors review the scientific evidence supporting the use of hormonal therapy, octreotide and thalidomide, the most studied and promising drugs until now in this setting.
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