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AVALIA O ANTROPOMéTRICA DE ADOLESCENTES EM RIBEIR O PRETO (SP)  [cached]
M. S. ZANCUL,A. L. DAL FABBRO
Alimentos e Nutri??o , 2009,
Abstract: Os adolescentes s o considerados um grupo exposto ao risco nutricional, devido aos seus hábitos alimentares inadequados. Estudos apontam que atividades envolvendo alimenta o dentro das escolas s o importantes, pois podem possibilitar aos adolescentes o desenvolvimento de uma rela o mais responsável com a própria saúde. Este trabalho tem como objetivo avaliar o estado nutricional de alunos de 5a à 8a séries nas escolas de ensino fundamental das redes municipal, estadual e particular no município de Ribeir o Preto (SP). Foram tomadas medidas de peso e altura dos estudantes. Para análise dos dados usou-se o programa de software Epi Info 2002. A classifica o do estado nutricional dos estudantes, feita pelos percentis de acordo com o IMC para idade e sexo permitiu verificar que 12,6% dos escolares apresentam sobrepeso e 8,5% apresentam obesidade. Diante do que foi observado no estudo, considera-se que, dentro do contexto de vida dos adolescentes, no qual est o presentes diferentes variáveis como sedentarismo, grande apelo ao consumo, forte influência da família, da mídia, a escola pode exercer um papel fundamental na promo o da educa o nutricional, que deve ser abordada pelas diferentes disciplinas e trabalhada em atividades diversificadas, com objetivo de desenvolver atitudes e hábitos saudáveis.
Indicadores sócio-econ micos, demográficos e estado nutricional de crian as e adolescentes residentes em um assentamento rural do Rio de Janeiro  [cached]
Veiga Gloria Valeria da,Burlandy Luciene
Cadernos de Saúde Pública , 2001,
Abstract: Avaliou-se indicadores sócio-econ micos e perfil nutricional de 201 crian as e adolescentes do assentamento rural de S o José da Boa Morte, Rio de Janeiro. Considerou-se déficit nutricional valores abaixo de -2 escore z da mediana da referência National Center for Health Statistics (NCHS) para os índices peso para idade (P/I) e estatura para idade (E/I) para os menores de 5 anos e peso para estatura (P/E) e E/I entre 5,0 a 9,9 anos. Para os adolescentes utilizou-se os cortes inferiores ao percentil 5 (magreza) e superiores ao percentil 85 (sobrepeso) da distribui o de índice de massa corporal (IMC) da popula o brasileira. Encontrou-se: 53,8% dos domicílios com 4 a 6 moradores, 34,5% com fossa rudimentar, 31,2% sem água canalizada, 11,0% sem banheiro, 58,2% queimavam ou enterravam o lixo e 13,6% das m es eram analfabetas. A faixa de 0 a 4,9 anos n o apresentou nenhum tipo de déficit nutricional e entre 5 a 9,9 anos apenas um apresentou baixo peso e três sobrepeso. Concluiu-se que a baixa prevalência de déficits nutricionais no grupo estudado, apesar da exposi o a fatores de risco, pode relacionar-se com a presen a de fatores de prote o como o acesso a servi os de saúde e que o sobrepeso em adolescentes (13,3%) foi relevante.
Prevalência de sobrepeso e obesidade em crian as e adolescentes das regi es Sudeste e Nordeste  [cached]
Abrantes Marcelo M.,Lamounier Joel A.,Colosimo Enrico A.
Jornal de Pediatria , 2002,
Abstract: Objetivo: estudar a prevalência de sobrepeso e obesidade em crian as e adolescentes da regi o Sudeste e Nordeste. Métodos: dados da pesquisa sobre padr es de vida, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 1997. Estudadas 3.317 crian as e 3.943 adolescentes agrupados em faixas etárias. Sobrepeso (adolescentes) e obesidade (crian as e adolescentes) foram definidos segundo recomenda es da Organiza o Mundial de Saúde. Compara o de prevalências por faixa etária, sexo e regi o geográfica pelo teste z, considerando 0,05 como nível de significancia estatística. Resultados: a prevalência de sobrepeso em adolescentes variou entre 1,7% no Nordeste, e 4,2% no Sudeste. A prevalência de obesidade em adolescentes variou entre 6,6% e 8,4%, e em crian as entre 8,2% e 11,9%, nas regi es Nordeste e Sudeste, respectivamente. Agrupando-se os dados das duas regi es, a prevalência no sexo feminino foi de 10,3% de obesidade entre crian as, 9,3% de obesidade e 3,0% de sobrepeso entre adolescentes. No sexo masculino, a prevalência foi de 9,2%, 7,3% e 2,6%, respectivamente. Conclus es: a prevalência de obesidade é menor no Nordeste, com significancia estatística entre crian as e adolescentes com idade entre 2-17 anos. O mesmo ocorreu com a prevalência de sobrepeso entre os adolescentes. A diferen a de prevalência de obesidade entre lactentes e adolescentes acima de 18 anos n o foi estatisticamente significante. Entre lactentes, a obesidade é mais prevalente no sexo feminino. Nas outras faixas etárias, n o houve diferen a estatisticamente significante entre os sexos. A compara o dos resultados com os de outros estudos é difícil pela diversidade de critérios utilizados na classifica o nutricional.
Crescimento e estado nutricional em amostra probabilística de escolares no Município do Rio de Janeiro, 1999  [cached]
Anjos Luiz Antonio dos,Castro Inês Rugani Ribeiro de,Engstrom Elyne Montenegro,Azevedo Ana Maria Ferreira
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Avaliou-se o crescimento e o estado nutricional de uma amostra probabilística de escolares (1.705 meninas e 1.682 meninos) da rede de ensino pública do Município do Rio de Janeiro, em 1999. O estado nutricional dos menores de 10 anos de idade foi avaliado pelos valores z < -2 (desnutri o) para os índices massa corporal para estatura e estatura para idade e z > +2 para o índice massa corporal para estatura (sobrepeso). Para os maiores de 10 anos, usou-se o índice de massa corporal relativamente à distribui o percentilar (P) da popula o americana para o diagnóstico de baixo peso (< P5) e sobrepeso (> P85). Calculou-se, ainda, a prevalência de sobrepeso e obesidade segundo critério da International Obesity Task Force (IOTF). Os resultados indicaram que, as prevalências de desnutri o ficaram abaixo do esperado para a popula o de referência. A prevalência de sobrepeso foi de 18% para as meninas e 14% para os meninos e a de obesidade ficou em torno de 5% para ambos os sexos. Os resultados do presente estudo corroboram os achados de estudos de base populacional representativos da popula o brasileira que indicam pouca desnutri o e prevalências de sobrepeso preocupantes em crian as e adolescentes.
Substitui o de refei es por lanches em adolescentes Sustitución de comidas por meriendas entre adolescentes Replacement of meals with snacks among adolescents  [cached]
Amanda Solimani Teixeira,Sonia Tucunduva Philippi,Greisse Viero da S. Leal,Erica Lie Araki
Revista Paulista de Pediatria , 2012, DOI: 10.1590/s0103-05822012000300005
Abstract: OBJETIVO: Verificar a prevalência da substitui o do almo o e do jantar por lanches em adolescentes e a associa o com estado nutricional e sexo, assim como avaliar os alimentos que substituem as refei es. MéTODOS: Estudo transversal com 106 adolescentes do ensino médio de uma escola técnica localizada no município de S o Paulo, que responderam a um questionário sobre atitudes alimentares a partir do qual foi avaliada a frequência de substitui o do almo o e do jantar por lanche e os alimentos substitutos. Foram aferidos o peso e a altura para o cálculo do índice de massa corpórea por idade, e a classifica o do estado nutricional de acordo com o critério da Organiza o Mundial da Saúde. Foi realizada análise descritiva com nível de significancia de 5%. RESULTADOS: Um ter o dos adolescentes substituiu o almo o e metade deles substituiu o jantar por lanches. Verificou-se que mais meninas costumavam substituir refei es. Observou-se maior prevalência de substitui o do almo o (40%) e do jantar (70%) por lanche entre adolescentes obesos. Sanduíches, salgados, pizzas e hambúrgueres foram os principais substitutos das refei es. CONCLUS ES: Verificou-se prevalência elevada de substitui o de refei es principais, principalmente do jantar, por lanches. Os substitutos do almo o e do jantar apresentavam, em sua maioria, alta densidade energética e baixo valor nutritivo. OBJETIVOS: Verificar la prevalencia de la sustitución del almuerzo y de la cena por meriendas entre adolescentes y la asociación con estado nutricional y sexo y evaluar los alimentos que sustituyen las comidas. MéTODOS: Estudio transversal, con 106 adolescentes de la secundaria de una escuela técnica, ubicada en el municipio de S o Paulo, que contestaron a un cuestionario sobre actitudes alimentarias, a partir del que se evaluó la frecuencia de sustitución del almuerzo y de la cena por meriendas y los alimentos sustituidos. Fueron verificados el peso y la altura para el cálculo del índice de masa corporal por edad y clasificación del estado nutricional conforme al criterio de la Organización Mundial de la Salud. Se realizó análisis descriptivo, con nivel de significancia de 5%. RESULTADOS: Un tercio de los adolescentes sustituyó el almuerzo y mitad de ellos la cena por meriendas. Se verificó que más muchachas solían sustituir comidas. Se observó mayor prevalencia de sustitución del almuerzo (40%) y de la cena (70%) por meriendas entre los adolescentes obesos. Sándwiches, pasteles salados, pizzas y hamburguesas fueron los principales sustitutos de las comidas. CONCLUSIONES: Se verificó la prevale
Compara o do desempenho de pré-escolares, mediante teste de desenvolvimento de Denver, antes e após interven o nutricional
Fisberg M.,Pedrom?nico M.R.,Braga J.A.P.,Ferreira A.M.A.
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 1997,
Abstract: A análise de performance psicomotora de crian as institucionalizadas é de fundamental importancia no planejamento de atividades educativas. Estudos anteriores têm mostrado prejuízos desta fun o em crian as de creches. OBJETIVO. Comparar o desempenho no teste de triagem de Denver em crian as de 2 a 6 anos de idade, de creches conveniadas com a Prefeitura de S o Paulo, antes e após seis meses de interven o nutricional com suplemento alimentar enriquecido com ferro. MéTODO. Foram analisadas 130 crian as de 2 a 6 anos de idade, em três creches municipais de S o Paulo, aplicando-se o teste de Denver, por psicólogas treinadas, comparando-se os resultados de acordo com o sexo, faixa etária e estado nutricional, antes e após período de suplementa o alimentar. RESULTADOS. A maior parte das crian as teve desempenho normal, tanto na primeira aplica o (70,80%), como na segunda (80,80%), sem modifica o do estado nutricional. Na compara o dos resultados, 76,92% n o modificaram o desempenho e 18,46% melhoraram significativamente. Em rela o ao sexo, n o foram encontradas diferen as significantes, enquanto que, para a faixa etária, houve melhora significante entre as crian as de 4 a 6 anos. CONCLUS ES. Além do aspecto nutricional, fatores como prontid o para aprendizagem, organiza o familiar e orienta o psicopedagógica das creches devem estar favorecendo o desenvolvimento, mesmo considerando-se o baixo nível socioecon mico da popula o estudada.
Avalia o do estado nutricional de crian as e adolescentes com asma  [cached]
Antonio Maria ?ngela Góes Monteiro,Ribeiro José Dirceu,Contrera Toro Adyléia Aparecida,Piedrabuena Aquiles Eugênico
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 2003,
Abstract: OBJETIVO: Analisar o estado nutricional de crian as e adolescentes com asma em rela o à gravidade, idade de início da doen a, renda familiar per capita e escolaridade materna. MéTODOS: Estudo transversal, no qual foram examinados 66 pacientes portadores de asma atópica do Ambulatório de Imunologia Alergia e Pneumologia do Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (HC/Unicamp), com idade entre 4 e 14 anos completos, e, posteriormente, foram comparados com 124 controles. RESULTADOS: No sexo masculino, em rela o à gravidade, idade de início da doen a, renda familiar per capita e escolaridade materna, n o se encontrou diferen a estatisticamente significante na distribui o dos escores z do peso/idade (p=0,24), altura/idade (p=0,61), índice de massa corporal (p=0,21), perímetro braquial (p=0,94) e prega cutanea tricipital (p=0,49) entre casos e controles. Em rela o ao sexo feminino, n o se observou diferen a estatisticamente significante para a distribui o dos escores z do peso/idade (p=0,13), altura/idade (p=0,46), índice de massa corporal (p=0,13), perímetro braquial (p=0,06), somente as medidas da prega cutanea tricipital dos casos (-0,74±0,84) apresentaram valores estatisticamente diferentes (p=0,002) dos controles (0,17±1,21). Nenhuma crian a com asma apresentou obesidade (escore z do índice de massa corporal 3 2). Entre os casos, n o se observou diferen a estatisticamente significante das medidas antropométricas, considerando-se a renda familiar per capita, escolaridade materna, gravidade da doen a e idade de início, exceto para os meninos com asma moderada que apresentaram médias de peso inferior à dos demais (p=0,02). CONCLUS ES: Pode-se inferir que o aporte nutricional destes pacientes seja satisfatório, de tal forma que a composi o corporal n o foi afetada pela doen a, pelo ambiente ou pela intera o entre ambos. Nossos resultados refor am a opini o de que a avalia o antropométrica deve ser realizada periodicamente, pois esta rotina permite avaliar as conseqüências da enfermidade, o impacto das interven es e das medidas terapêuticas empregadas e, conseqüentemente, a saúde geral do indivíduo.
Consumo alimentar de adolescentes com e sem sobrepeso do Município do Rio de Janeiro  [cached]
Andrade Roseli G.,Pereira Rosangela A.,Sichieri Rosely
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Comparam-se, neste estudo, as características do consumo alimentar de uma amostra probabilística de adolescentes com sobrepeso e adolescentes com peso normal, com idades entre 12 e 17,9 anos. Os dados analisados foram obtidos em pesquisa realizada no Município do Rio de Janeiro, em 1995-1996. Estimou-se o consumo alimentar através de um questionário de freqüência do consumo de alimentos semiquantitativo. Avaliou-se o estado nutricional através do índice de massa corporal (IMC = peso/altura2), classificando-se os adolescentes com e sem sobrepeso pelo percentil 90 da distribui o do IMC de crian as brasileiras de 1989. O consumo de indivíduos com e sem sobrepeso foi semelhante, em ambos os grupos observou-se consumo inferior ao mínimo das por es recomendadas dos grupos alimentares e consumo elevado de alimentos de alta densidade energética. Esses hábitos alimentares propiciam o desenvolvimento de excesso de peso e podem ser determinantes de obesidade e doen as cr nicas n o transmissíveis na maturidade.
Diagnóstico do estado nutricional de escolares: compara??o entre critério nacional e internacional
Silva, Henyse G. Valente da;Chiara, Vera Lucia;Barros, Maria Elisa;Rêgo, Ana Lúcia;Ferreira, Adriana;Pitasi, Bruna A.;Mattos, Thaís;
Jornal de Pediatria , 2008, DOI: 10.2223/JPED.1853
Abstract: objective: to compare brazilian and international criteria for assessing the nutritional status of schoolchildren. methods: this was a cross-sectional study that enrolled 160 schoolchildren from a public school in the city of rio de janeiro, 91 boys and 69 girls, aged 7 to 9 full years. body mass index (bmi) for sex and age was used to diagnose underweight, healthy weight and overweight, according to cole et al., conde & monteiro, and the world health organization (who) criteria. student's t test, the chi-square test, the kendall concordance test and the chi-square test for tendencies were used to analyze the data; graphs were plotted demonstrating bmi by age, according to the nutritional diagnosis at each set of criteria. results: mean bmi did not differ by sex (t = 0.2845, p = 0.7789). according to the first two sets of criteria, none of the children were underweight, whereas, according to the who criteria, one of the boys was underweight. the kendall test did not demonstrate any significant difference between the three sets of criteria (coefficient of concordance for boys was w < 0.0004 and for girls it was w < 0.0008, with p = 1.00). there was a greater proportion of assessments that did not agree among the boys, at 15.13%, while for the girls this figure was 13.04%. a significant tendency was observed for the difference between the criteria to increase with age among the boys (chi-square for tendencies = 6.552, p = 0.0105), which was evident on the graph and was independent of nutritional status. conclusions: the criteria used here converged on the same result, without discrepancies between them or advantages for either. nevertheless, among the boys there was a significant tendency for the diagnoses to differentiate and bmi to increase with age, which is a warning to take care when choosing among criteria.
Sensibilidade e especificidade de classifica o de sobrepeso em adolescentes, Rio de Janeiro  [cached]
Chiara Vera,Sichieri Rosely,Martins Patrícia D
Revista de Saúde Pública , 2003,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a prevalência, sensibilidade e especificidade em detectar adolescentes em risco de obesidade, baseada no índice de Massa Corporal (IMC). MéTODOS: Foram avaliados 502 adolescentes de 12 a 18 anos, participantes da pesquisa Nutri o e Saúde do Município do Rio de Janeiro, desenvolvida em 1996. As variáveis do estudo foram: peso, estatura, IMC e dobra subescapular, de acordo com sexo e idade. As classifica es para IMC foram comparadas com a classifica o pela dobra subescapular no percentil 90 (excesso de adiposidade) da popula o de adolescentes americanos. RESULTADOS: A prevalência de excesso de adiposidade foi mais elevada com a dobra subescapular (P<0,0001) comparada com as classifica es do IMC que apresentaram valores aproximados. A especificidade foi superior à sensibilidade com as duas propostas do IMC. O ponto de equilíbrio entre sensibilidade e especificidade foi próximo ao percentil 70 para meninas e meninos menores de 14 anos. Em meninos maiores de 15 anos, o ponto de corte aproximou-se do percentil 50 do IMC. CONCLUS O: Ambas classifica es do IMC foram mais adequadas para identificar adolescentes sem obesidade, n o sendo sensíveis para rastrear excesso de adiposidade.
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