oalib
Search Results: 1 - 10 of 100 matches for " "
All listed articles are free for downloading (OA Articles)
Page 1 /100
Display every page Item
Mucosa gástrica ectópica na ampola de Vater: Uma causa de ectasia da via biliar Ectopic gastric mucosa in the ampulla of Vater: A cause of bile duct ectasia  [cached]
Ana Caldeira,Regina Gon?alves,Bruno Pereira,Rui Sousa
Jornal Português de Gastrenterologia , 2010,
Abstract: INTRODU O: A mucosa gástrica ectópica pode encontrar-se em qualquer segmento do tubo digestivo, na vesícula ou vias biliares. CASO CLíNICO: Apresenta-se o caso de uma doente, com episódio de dor no hipoc ndrio direito associado a dilata o da via biliar principal. A ecoendoscopia identificou vegeta o intraluminal justa-papilar podendo condicionar algum grau de obstru o da via biliar. A colangiopancreatografia retrógrada endoscópica confirmou ectasia da via biliar principal e vegeta o imediatamente adjacente à papila. O estudo histológico permitiu diagnóstico de mucosa gástrica ectópica, confirmado com cintigrama. Após esfincterotomia ampla, a doente apresentou remiss o das queixas álgicas e redu o do diametro da via biliar. CONCLUS O: A mucosa gástrica ectópica é, essencialmente, um diagnóstico histológico. Sendo, geralmente, um achado incidental é também uma entidade subdiagnosticada. INTRODUCTION: Ectopic gastric mucosa can be found in any segment of the digestive tract as well as in the gallbladder and bile ducts. CASE REPORT: A patient with episodes of pain in right hypochondrium associated with common bile duct ectasia. Ultrasound endoscopy identified an intraluminal juxta-papillary vegetation which was associated with some degree of obstruction in the bile duct. ERCP confirmed common bile duct ectasia and the vegetation immediately adjacent to the papilla. Histologic examination allowed the diagnosis of ectopic gastric mucosa, confirmed with scintigraphy. A wide sphincterotomy was performed, with remission of pain and reduction of the biliary duct dimension. CONCLUSION: Ectopic gastric mucosa is essentially a histological diagnosis. It is usually an incidental finding and so it represents an underdiagnosed entity.
O uso de corticoesteróides após dilata o esofágica em pacientes portadores de estenose por substancias corrosivas: estudo prospectivo, randomizado e duplo-cego  [cached]
Camargo Marcelo Amade,Lopes Luiz Roberto,Grangeia Tiago de Araújo Guerra,Andreollo Nelson Adami
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 2003,
Abstract: OBJETIVOS: Determinar, através de um estudo randomizado e duplo-cego, o efeito de inje es intralesionais de triancinolona associadas à dilata o esofágica nos casos de estenose corrosiva. MéTODOS: Quatorze pacientes adultos (seis homens e oito mulheres) portadores de graves estenoses corrosivas do es fago foram randomizados em dois grupos: Grupo A: tratados com dilata o esofágica e posterior inje o intralesional de triancinolona 10 mg/ml; Grupo B: tratados com dilata o esofágica e posterior inje o de solu o fisiológica 0,9% (placebo). Aplica es subseqüentes foram feitas baseadas na sintomatologia do paciente. Foram analisados: a freqüência de dilata es, diametros obtidos e disfagia antes e após a pesquisa, durante 12 meses. RESULTADOS: Em nosso estudo, onze pacientes ingeriram soda cáustica, dois ingeriram amoníaco e um tomou ácido muriático. N o houve diferen a estatisticamente significativa (p > 0,05) em rela o à freqüência de dilata es e à disfagia entre os grupos estudados. Entretanto, foi observada melhora no diametro obtido no grupo que recebeu corticoesteróides, em rela o ao grupo controle (p < 0,05). Comparando-se antes e depois do uso de corticoesteróides, o resultado foi muito favorável (p < 0,01) no grupo A. CONCLUS ES: O uso de múltiplas inje es intralesionais de hexacetonido de triancinolona 10 mg/ml associado à dilata es esofágicas é eficaz no aumento do diametro obtido nas sess es subseqüentes.
Dilata o endoscópica de anastomose gastrojejunal após bypass gástrico Endoscopic dilation of gastrojejunal anastomosis after gastric bypass
Josemberg Marins Campos,Fernando Salvo Torres de Mello,álvaro Antonio Bandeira Ferraz,Júlia Nóbrega de Brito
ABCD. Arquivos Brasileiros de Cirurgia Digestiva (S?o Paulo) , 2012,
Abstract: INTRODU O: Bypass gástrico em Y-de-Roux pode resultar em estenose de anastomose gastrojejunal. N o há protocolo de tratamento bem definido para essa complica o. OBJETIVO: Analisar os resultados da dilata o endoscópica em pacientes com estenose, através de revis o sistemática, incluindo complica es e taxa de sucesso. MéTODOS: Foi realizada busca dos estudos relevantes publicados de 1988 a 2010 na base de dados do PubMed, sendo identificados 23 estudos para análise. Apenas os que descreviam o tratamento de estenose de anastomose após bypass gástrico em Y-de-Roux foram incluídos e relatos de caso que apresentavam menos de três pacientes foram excluídos. RESULTADOS: A idade média da popula o foi de 42,3 anos e o índice de massa corpórea pré-operatório médio foi de 48,8 kg/m2. No total, 760 pacientes (81% feminino) foram submetidos a 1298 procedimentos, sendo realizadas 1,7 dilata es por paciente. Bal es Through-the-scope foram utilizados em 16 estudos (69,5%) e dilatador de Savary-Gilliard em quatro. Apenas 2% dos pacientes necessitaram revis o cirúrgica após a dilata o; a taxa de complica es reportada foi de 2,5% (n=19). A taxa de sucesso anual foi maior que 98% nos anos 1992 a 2010, exceto por uma de 73% em 2004. Sete estudos relataram complica es, sendo perfura o a mais comum, relatada em 14 pacientes (1,82%), necessitando opera o imediata em dois pacientes. Outras complica es foram também relatadas: um hematoma esofágico, uma les o de Mallory-Weiss, um caso grave de náusea e v mito, e dois casos de dor abdominal importante. CONCLUS O: Tratamento endoscópico de estenose é seguro e eficaz; entretanto, mais estudos controlados randomizados devem ser realizados a fim de confirmar esses achados. INTRODUCTION: Roux-en-Y gastric bypass may result in stenosis of the gastrojejunal anastomosis. There is currently no well-defined management protocol for this complication. AIM: Through systematic review, to analyze the results of endoscopic dilation in patients with stenosis, including complication and success rates. METHODS: The PubMed database was searched for relevant studies published each year from 1988 to 2010, and 23 studies were identified for analysis. Only papers describing the treatment of anastomotic stricture after Roux-en-Y gastric bypass were included, and case reports featuring less than three patients were excluded. RESULTS: The mean age of the trial populations was 42.3 years and mean preoperative body mass index was 48.8 kg/m2. A total of 1,298 procedures were undertaken in 760 patients (81% female), performing 1.7 dilations per patie
Dilata o dos espa os de Virchow-Robin em pacientes com migranea
Machado Júnior Marcos Alberto da Costa,Matos Adriana Silva,Goyanna Fabíola,Barbosa Ver?nica Aline Oliveira
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 2001,
Abstract: Os espa os de Virchow-Robin (EVR) s o invagina es do espa o subpial, formando uma bainha de revestimento tubular contendo um vaso, que separa o espa o subaracnóide do subpial. A ressonancia magnética (RM) é o único método de imagem capaz de avaliar este detalhe anat mico. Nós estudamos a possível associa o entre EVR dilatados e migranea. Avaliamos 70 pacientes com idade compreendida entre 13 e 54 anos (média 36,5 anos), com diagnóstico clínico de migranea e comparamos com grupo controle com igual número de pacientes com idade compreendida entre 14 e 64 anos (média de 42 anos), sem antecedentes de cefaléia. Observamos aumento dos EVR em 28 casos (40%) dos pacientes com migranea. No grupo controle tal achado foi encontrado em apenas 5 casos (7,1%). Alertamos, ainda, sobre a importancia na detec o e reconhecimento dos EVR, bem como o seu diagnóstico diferencial com infartos lacunares e cistos da fissura coroidea.
Estudo comparativo da eficácia de colírios antiinflamatórios n o esteróides na manuten o da dilata o pupilar durante a cirurgia de catarata
Tomás Rafael Naves,Moraes Lúcio,Silva Humberto Borges da,Beniz Neto José
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2003,
Abstract: OBJETIVO: Antiinflamatórios n o hormonais, com efeitos antiprostaglandínicos, têm sido usados no pré-operatório de cirurgia de catarata para manuten o da midríase per-operatória. Infelizmente, ainda n o existe um antiprostaglandínico ideal. Este é um estudo de corte transversal, randomizado, grupo-placebo e duplo-mascarado, comparando a eficácia do cetorolac de trometamina, flurbiprofeno sódico, diclofenaco sódico e um placebo, hipromelose, quanto à manuten o peroperatória da midríase. MéTODOS: Cento e dezesseis pacientes, submetidos à extra o extracapsular da catarata com implanta o de lente intra-ocular, foram separados aleatoriamente em quatro grupos, que receberam a mesma rotina de dilata o e de instila o dos antiprostaglandínicos. O grupo I recebeu cetorolac de trometamina; grupo II, flurbiprofeno sódico; grupo III, diclofenaco sódico e grupo IV, hipromelose, o placebo. Os dados referentes à pupila foram obtidos por meio de questionário objetivo proposto aos cirurgi es no início e ao final da cirurgia. RESULTADOS: Os resultados mostraram diferen a significativa entre o grupo I e o placebo quanto à manuten o da dilata o peroperatória. Também foi significativa a diferen a entre o grupo I e os demais grupos em rela o à suficiência da midríase para o início do ato cirúrgico e para a ocorrência de miose intra-operatória. N o se registrou diferen a significante entre o uso de flurbiprofeno e de diclofenaco quando comparados ao placebo para os mesmos parametros (p<0,05). CONCLUS ES: Os resultados mostraram que o cetorolac foi mais eficiente do que os medicamentos utilizados nos demais grupos em rela o aos parametros testados. Embora se registrem diferen as percentuais entre os resultados alcan ados com flurbiprofeno e diclofenaco as diferen as n o s o estatisticamente significativas. Estudos feitos sobre amostra maior e/ou estudos multicêntricos poder o definir com clareza o papel definitivo dos antiinflamatórios n o hormonais na manuten o da midríase peroperatória.
Análise estrutural da laringofaringe e suas implica es na miotomia do cricofaríngeo, na inje o de toxina botulínica e na dilata o por bal o  [cached]
Costa Milton Melciades Barbosa
Arquivos de Gastroenterologia , 2003,
Abstract: RACIONAL: O músculo cricofaríngeo é de tipo estriado esquelético, por conseguinte, incapaz de manter contra o continuada por longos períodos. Apesar disto, tem sido considerado como o responsável pela zona de alta press o registrada manometricamente na transi o faringoesofágica. Em raz o desta cren a, tem sido alvo de terapêuticas cruentas que visam, por ruptura de sua integridade, franquear a comunica o entre a faringe e o es fago. OBJETIVO: Dar as bases anat micas que definam os limites de participa o do músculo cricofaríngeo na fun o da transi o faringoesofágica; considerar alternativa morfofuncional para explicar a zona de alta press o desta transi o e as implica es das miotomias sobre ela, uso de toxina botulínica e das dilata es pneumáticas. MATERIAL E MéTODOS: O total de 24 pe as obtidas de cadáveres de adultos de ambos os sexos fixados em formaldeído a 10%, teve a laringofaringe estudada quanto as suas características morfológicas e rela es. RESULTADOS: O músculo cricofaríngeo apresenta suas inser es antero-laterais nas bordas póstero-laterais da cartilagem cricóide, configurando morfologia em meia calha ou de uma letra C que n o permite, quando de sua contra o, a gera o de press o com predomínio anterior e posterior, como a encontrada na transi o faringoesofágica. Este tipo de distribui o pressórica tem sustenta o na rela o de pin a exercida, por um lado, pela rigidez oferecida pelos corpos vertebrais, por outro, pelo contorno posterior da cartilagem cricóide. CONCLUS ES: A organiza o muscular da laringofaringe permite afian ar que a miotomia alargada da transi o faringoesofágica, aquela que se estende além do fascículo transverso do cricofaríngeo, lesa musculatura ejetora e em área cuja a já maior dimens o luminar dispensaria a sec o parietal. Miotomia que tome somente o fascículo transverso do cricofaríngeo poderá contribuir positivamente para a melhoria do fluxo faringoesofágico por diminui o da resistência local. A eficiência deste procedimento será dependente da existência de alguma for a de eje o e eleva o hiolaríngea. O fascículo transverso do músculo cricofaríngeo é fitado, de pequena espessura, para ser infiltrado por via transcutanea com a toxina botulínica. Talvez por via endoscópica, à semelhan a das miotomias, o indicado seria desnervar somente o fascículo transverso do músculo cricofaríngeo. Neste contexto dose, dilui o e pontos de infiltra o assumem importante papel no uso terapêutico desta neurotoxina em nível do cricofaríngeo. A dilata o por bal o pneumático da transi o faringoesofágica n o parece ser
Implante valvular aórtico percutaneo (IVAP): análise de uma série de casos realizados com o dispositivo autoexpansível CoreValveTM sem uso de pré-dilata??o
Bernardi, Guilherme L. M.;Sarmento-Leite, Rogério;Prates, Paulo R. L.;Quadros, Alexandre Schaan de;Giusti, Imarilde;Grando, Tailur;Salgado Filho, Paulo A.;Lessa, Jo?o Regis;Gottschall, Carlos A. M.;
Revista Brasileira de Cardiologia Invasiva , 2011, DOI: 10.1590/S2179-83972011000400006
Abstract: brackground: percutaneous aortic valve implantation (pavi) has been developing rapidly in recent years. the manipulation of the degenerated aortic valve may lead to complications. pavi without balloon pre-dilatation may be an alternative. the objective of this study is to report a series of 8 cases of direct pavi with midterm follow-up, performed at the instituto de cardiologia do rio grande do sul. methods: series of 8 cases with technical description and immediate and mid-term results of corevalvetm device implantation without balloon pre-dilatation. results: a total of 7 male patients and 1 female patient, with mean age of 76 years and logistic euroscore ranging from 6% to 62%, were submitted to the corevalvetm device implantation. there was a significant decrease in the gradient between the left ventricle and the aorta. three cases of implant failure, one death in the immediate post-implant period and one death at 6 months, with no relationship with the procedure, were reported. in the one-year follow-up, there were no new cases of pacemaker implantation and embolic events. conclusions: direct pavi without balloon pre-dilatation proved to be a potentially effective alternative technique. when performed successfully, it improves symptoms, provides a sustainable aortic transvalvular gradient decrease and aortic valve area increase. it is not clear, however, which patients and what anatomical conditions are optimal for this approach. additional studies and longer follow-up are still required to define the exact role and appropriate indications for this change in technique.
Identifica o trans-operatória do óstio do Wirsung após a papilo-esfincterotomia
Silva A.L. da,Vieira M.I.,Souza I.K.F. de,Menezes L.M. de
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 1999,
Abstract: OBJETIVO: Contribuir para o achado do óstio de Wirsung durante a técnica da papilo-esfincteroplastia, prevenindo a pancreatite aguda pós-operatória. CASUíSTICA E MéTODO: Foram estudados 27 pacientes submetidos a papilo-esfincteroplastia por coledocolitíase com ou sem odite. Após a papilo-esfincterotomia (PET) terapêutica, por via duodenal, realizou-se estudo da localiza o do óstio do ducto de Wirsung. A PET transforma a ampola de Vater em um triangulo isósceles, cujas medidas foram obtidas através de compasso. Utilizando-as, o óstio do Wirsung poderá ser facilmente identificado e cateterizado no trans-operatório, antes de se fazer a sutura muco-mucosa da papila seccionada. RESULTADOS: O óstio geralmente é encontrado medialmente na metade esquerda do triangulo e a uma distancia média de 0,19cm a 0,25cm acima da base do triangulo, considerando-se a ausência ou presen a de inflama o, respectivamente. CONCLUS O: A determina o transoperatória das distancias padronizadas neste estudo, permite a detec o e cateteriza o segura do óstio do Wirsung na presen a ou n o de odite.
A aplica o tópica de fluoretos deve ser precedida por profilaxia dos dentes  [cached]
Jorge Faber
Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial , 2005, DOI: 10.1590/s1415-54192005000300002
Abstract:
Insuficiência tricúspide pós trauma associada a agnesia de músculo papilar anterior  [cached]
FONTES Ronaldo Ducceschi,SALERNO Hebert Donizete,LANZIERI Serafin D.,OLIVEIRA Suzana Aparecida
Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular , 2000,
Abstract: Relatamos o caso de paciente do sexo masculino com 36 anos de idade com sinais e sintomas de insuficiência cardíaca direita. A história revelou trauma torácico há aproximadamente cinco anos. Submetido a opera o para tratamento de insuficiência tricúspide, notou-se ausência do músculo papilar anterior da valva tricúspide, fenda na cúspide anterior e dilata o do anel tricuspídeo. Foi realizada sutura da fenda localizada na cúspide anterior e feita sua sustenta o utilizando-se tira de pericárdio bovino fixada na face atrial e base do músculo papilar posterior. A opera o foi completada com anuloplastia de Revuelta. O paciente obteve nítida melhora dos sintomas no pós-operatório imediato, mantendo-se em classe funcional I (NYHA), após 22 meses de evolu o.
Page 1 /100
Display every page Item


Home
Copyright © 2008-2017 Open Access Library. All rights reserved.