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Tratamento farmacológico do transtorno de ansiedade generalizada: perspectivas futuras
Andreatini Roberto,Boerngen-Lacerda Roseli,Zorzetto Filho Dirceu
Revista Brasileira de Psiquiatria , 2001,
Abstract: O presente artigo apresenta uma vis o atualizada e ampla do tratamento farmacológico do transtorno de ansiedade generalizada (TAG). S o revistos os medicamentos com eficácia comprovada em estudos controlados e atualmente disponíveis na clínica (benzodiazepínicos, buspirona, antidepressivos, betabloqueadores, antipsicóticos e extrato de kava-kava). A seguir, baseados nesses dados, prop e-se um algoritmo de tratamento do TAG. S o apresentadas as principais linhas de pesquisa de novos fármacos ansiolíticos, descrevendo os principais achados clínicos e pré-clínicos.
Características psicométricas da vers o em português do Brasil do Inventário de Ansiedade Social para Crian as (SPAI-C)  [PDF]
Gauer, Gabriel José Chittó et al.
Psico , 2009,
Abstract: O transtorno de ansiedade social (fobia social) em crian as pode resultar em prejuízo imediato e a longo prazo, inclusive em aspectos do funcionamento diário e realiza o do desenvolvimento social/profissional destes pacientes. O uso do Inventário de Ansiedade e Fobia Social para Crian as (SPAI-C) vem sendo usado para a avalia o do transtorno de ansiedade social em crian as, principalmente em popula es norte-americanas. O estudo atual revisa os resultados dos estudos de validade prévios para a vers o em Português do Brasil do SPAI-C e dois aspectos mais atuais: sensibilidade a mudan a devido ao tratamento e validade discriminante. Os resultados indicam que a vers o brasileira da SPAI-C é uma medida segura e válida de ansiedade social para uso no Brasil.
O efeito do yoga na redu o da sintomatologia de pacientes com transtorno de panico
Camila Ferreira-Vorkapic
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade , 2012, DOI: 10.5712/rbmfc7(1)608
Abstract: Introdu o: Devido aos seus conhecidos efeitos no corpo e mente, o yoga tem sido alvo de investiga es cientificas há décadas. A maioria dos estudos relacionados evidencia a efetividade destas técnicas no tratamento de transtornos mentais como ansiedade, panico e depress o. O yoga tem sido considerado um método preventivo e seguro, capaz de representar grande economia para a saúde pública do país. Objetivos: o objetivo primário deste estudo foi observar a eficácia de técnicas de yoga no tratamento dos sintomas relacionados ao transtorno de panico. Método: foram selecionados 17 sujeitos diagnosticados previamente com transtorno de panico. Os sujeitos foram divididos em dois grupos experimentais: o grupo 1 participou de sess es de terapia cognitivo-comportamental (TCC) e o grupo 2 participou de práticas de yoga. Os sujeitos foram avaliados duas vezes durante a pesquisa, no início e no final do tratamento, que durou dois meses. Os participantes foram avaliados através das seguintes escalas: Beck de Depress o e Beck de Ansiedade, Escala para Panico e Agorafobia, Questionário de Cren as de Panico, Escala de Sensa es Corporais, Escala de Cogni es Agorafóbicas, Inventário de Mobilidade, SWB-PANAS, SF-36 – Questionário de Qualidade de Vida e Escala Brasileira de Assertividade. Resultados: após análise estatística, os resultados mostraram significativa redu o nos níveis de ansiedade, sensa es corporais associadas ao panico, número e intensidade dos ataques de panico e melhora na qualidade de vida apenas dos sujeitos que freqüentaram as sess es de yoga terapia (grupo 2). Conclus o: Em acordo com os estudos atuais da literatura, a presente investiga o observou melhora significativa dos sintomas relacionados ao panico em pacientes que praticaram yoga. Conclui-se que esta prática milenar pode representar uma eficaz metodologia de tratamento dos transtornos de ansiedade, podendo ser utilizada sozinha ou incorporada à psicoterapia tradicional, trazendo benefícios emocionais, psicológicos e comportamentais para os pacientes.
Estudo retrospectivo da associa o entre transtorno de panico em adultos e transtorno de ansiedade na infancia  [cached]
Manfro Gisele Gus,Isolan Luciano,Blaya Carolina,Santos Lissandra
Revista Brasileira de Psiquiatria , 2002,
Abstract: OBJETIVO: A etiologia do transtorno do panico (TP) é provavelmente multifatorial, incluindo fatores genéticos, biológicos, cognitivo-comportamentais e psicossociais que contribuem para o aparecimento de sintomas de ansiedade, muitas vezes durante a infancia. O objetivo deste estudo foi avaliar a rela o entre história de transtornos de ansiedade na infancia e transtorno do panico na vida adulta. MéTODOS: Foram avaliados retrospectivamente 84 pacientes adultos com transtorno do panico quanto à presen a de história de transtornos de ansiedade na infancia, por meio de uma entrevista estruturada (K-SADS-E e DICA-P). A presen a de comorbidades com outros transtornos de ansiedade e de humor foi avaliada por uma revis o de registros médicos. RESULTADOS: Observou-se que 59,5% dos pacientes adultos com TP apresentavam história de ansiedade na infancia. Encontrou-se uma associa o significativa entre a presen a de história de transtorno de ansiedade generalizada na infancia e a presen a de comorbidades com o TP na vida adulta, como agorafobia (p=0,05) e depress o (p=0,03). CONCLUS ES: Este estudo sugere que a história de transtorno de ansiedade na infancia pode ser considerada um preditor de maior gravidade para o transtorno do panico na vida adulta.
Florais de bach como terapia complementar no tratamento dos sintomas de DDAH
Hellen Karla Oliveira Marques
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade , 2012, DOI: 10.5712/rbmfc7(1)590
Abstract: Introdu o: O artigo aborda os Florais de Bach como Terapia complementar no tratamento dos sintomas do distúrbio de déficit de aten o e hiperatividade (DDAH) ou transtorno de déficit de aten o e hiperatividade (TDAH), um problema de saúde mental comum em crian as, caracterizado por distra o, inquieta o, impulsividade e transtornos de aprendizagem. Se o quadro persiste até a fase adulta, o portador tem sua vida profissional e pessoal afetada. A realidade do transtorno em crian as no Estado de S o Paulo é preocupante, a secretaria Municipal da saúde (SMS) do estado comprou nos primeiros meses de 2011 uma quantidade igual a quase o total adquirido no em 2010 de comprimidos de Ritalina (Cloridrato de Metilfenidato), estimulante do sistema nervoso central usado no tratamento do transtorno. Reportagens relatam que DDAH está entre as doen as que mais renderá lucros para a indústria farmacêutica em 2012. Método: O trabalho realizado por pesquisas em internet e buscadores como LILAC′S, Scielo, Medline, e Pubmed sobre estudos quantitativos da eficácia da Terapia Floral no tratamento dos sintomas das crian as portadoras de DDAH. Incentivar a produ o científicacom aplica o de Terapia Floral no tratamento das crian as em escolas e Unidades básicas de saúde. Resultados: Verificou?se que a maioria das abordagens s o descritas em sites de Terapeutas Holísticose psicopedagogia e s o enumerados os tipos de florais com suas fun es no equilíbrio emocional. A terapia floral configura entre outras terapias tais como massagem, yoga, medita o e tai?chi?chuan. Foram encontrados raríssimos artigos e antigos do ano de 2007 a 2009 sobre padr o de cuidado nas escolas. Conclus es: Os estudos quantitativos sobre o temas o escassos principalmente no Brasil, porém deram um passo importantecom resultados significativos no comportamento de emo es das crian as. A combina o de tratamentos pedagógicos e terapia floral demonstraram eficácia. Pesquisas científicas quantitativas s o necessárias para divulga o de resultados e aplica o da Terapia n o com o intuito de substituir outros tratamentos, mas complementá?los contribuindo para a saúde mental dos pacientes.
Validade da escala hospitalar de ansiedade e depress o em pacientes com dor cr nica  [cached]
Castro Martha Moreira Cavalcante,Quarantini Lucas,Batista-Neves Susana,Kraychete Durval Campos
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2006,
Abstract: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Diversos estudos sugerem forte associa o entre a ansiedade e a depress o com dor cr nica, o que pode ser evidenciado pela utiliza o de escalas padronizadas para a detec o desses sintomas. O objetivo deste estudo foi estimar a sensibilidade e a especificidade da Escala Hospitalar de Ansiedade e Depress o (HAD), em pacientes portadores de síndromes dolorosas cr nicas acompanhados no Centro de Dor do Hospital Universitário Professor Edgard Santos. MéTODO: Foi realizado um estudo descritivo transversal em pacientes que procuraram o Centro de Dor entre mar o de 2002 e julho de 2003, que constou de entrevistas utilizando a Escala HAD e o M.I.N.I. International Neuropsychiatric Interview Brazilian Version 5.0.0 (M.I.N.I. PLUS). RESULTADOS: Foram avaliados 91 pacientes. A utiliza o da HAD evidenciou que 61 pacientes (67%) apresentaram ansiedade e 42 pacientes (46,2%) apresentaram depress o. Os resultados da HAD mostraram que dos pacientes deprimidos, 38 (90,5%) eram também ansiosos; enquanto dos ansiosos, 38 (62,3%) também estavam deprimidos, sendo esta uma associa o considerada como significativa pela análise estatística (p < 0,001). O M.I.N.I. PLUS revelou 40,7% de transtorno do humor atual e 47,3% de transtorno de ansiedade. Quanto à sensibilidade e a especificidade da HAD foram encontrados os seguintes resultados: sensibilidade 73,3% para depress o e 91,7% para ansiedade. Especificidade 67,2% para depress o e 41,8% para ansiedade. CONCLUS ES: A escala HAD mostrou boa sensibilidade para avaliar sintomas de ansiedade e depress o, porém n o evidenciou boa especificidade para diagnósticos de depress o e ansiedade.
Transtorno de panico e tabagismo  [cached]
Valen?a Alexandre M,Nardi Antonio Egidio,Nascimento Isabella,Mezzasalma Marco A
Revista Brasileira de Psiquiatria , 2001,
Abstract: A rela o entre transtorno de panico e tabagismo é tema de interesse clínico. A associa o entre transtorno de panico e tabagismo foi revisada pelo sistema Medline (1980 a 2001), utilizando as seguintes palavras-chave: "tabagismo", "tabaco", "transtorno de panico", "transtornos de ansiedade". As referências dos artigos encontrados também foram consultadas. Em dois casos clínicos atendidos no Laboratório de Panico e Respira o da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil, foi encontrada uma rela o positiva entre tabagismo e transtorno de panico. Em ambos os casos, houve melhora dos sintomas de ansiedade, ataque de panico e abstinência de nicotina após tratamento farmacológico do transtorno de panico. Estudos podem esclarecer a existência de possíveis mecanismos etiopatogênicos comuns entre tabagismo e transtorno de panico, bem como responder a quest es terapêuticas específicas.
Ansiedade ao tratamento odontológico em atendimento de urgência
Kanegane Kazue,Penha Sibele Sarti,Borsatti Maria Aparecida,Rocha Rodney Garcia
Revista de Saúde Pública , 2003,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a freqüência de pacientes com ansiedade ou medo do tratamento odontológico em um setor de urgência. MéTODOS: Participaram do estudo 252 pacientes, com 18 anos ou mais, que compareceram ao setor de urgência de uma faculdade de odontologia, de S o Paulo, SP, entre agosto e novembro de 2001. Para avaliar a ansiedade, foram utilizadas a Modified Dental Anxiety Scale (MDAS), e a Escala de Medo de Gatchel. O grupo estudado respondeu a quest es sobre: tempo decorrido desde a última visita ao dentista e desde o início dos sintomas, escolaridade, renda familiar e história prévia de trauma. Os resultados foram analisados pelos testes estatísticos (chi2 e Teste Exato de Fisher). RESULTADOS: Foram identificados 28,2% de indivíduos com algum grau de ansiedade, segundo a MDAS, na qual as mulheres foram consideradas mais ansiosas que os homens (chi2=0,01); e 14,3% de pacientes com alto grau de medo segundo a Escala de Medo de Gatchel. Em 44,4% da amostra a demora para procura de alívio dos sintomas foi > sete dias. Mulheres ansiosas procuraram atendimento mais rapidamente e em maior número. Experiência traumática anterior ocorreu em 46,5% dos pacientes ansiosos. N o foi possível relacionar escolaridade e renda familiar com ansiedade e/ou medo. CONCLUS ES: Pacientes ansiosos, com destaque para as mulheres, s o freqüentes no atendimento odontológico de urgência. Experiência prévia traumática mostrou-se importante para o desenvolvimento da ansiedade em rela o ao atendimento odontológico.
Sintomas depressivos e ansiedade em pacientes com cefaléia do tipo tensional cr nica e episódica  [cached]
Matta André Palma da Cunha,Moreira Filho Pedro F.
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 2003,
Abstract: INTRODU O: A cefaléia do tipo tensional (CTT), dor cefálica mais comum, tem mecanismos fisiopatológicos, epidemiologia e apresenta o clínica pouco estudados. Depress o e ansiedade s o comorbidades especialmente enfocadas entre seus portadores. OBJETIVO: Estudar a ocorrência de sintomas depressivos e ansiedade entre portadores de CTT episódica (CTTE) e cr nica (CTTC). METODOLOGIA: Cinqüenta pacientes com CTTE e cinqüenta com CTTC preencheram os inventários de depress o e de ansiedade de Beck. Somente foram considerados aqueles com escores moderado ou grave. RESULTADOS: Entre portadores de CTTE, ansiedade e sintomas depressivos foram encontrados em 60 e 32 % dos pacientes, respectivamente. Em pacientes com CTTC, ansiedade foi detectada em 44 % e sintomas depressivos foram observados em 40 % da amostra. CONCLUS O: ambas as comorbidades s o importantes em pacientes com CTT. Negligenciá-las significa risco de falência no tratamento, contribuindo para queda na qualidade de vida .
Ins nia primária: diagnóstico diferencial e tratamento  [cached]
Monti Jaime M
Revista Brasileira de Psiquiatria , 2000,
Abstract: A ins nia primária é uma dissonia caracterizada pela dificuldade em iniciar e/ou manter o sono e pela sensa o de n o ter um sono reparador durante um período n o inferior a 1 mês. Do ponto de vista polissonográfico, é acompanhada de altera es na indu o, na continuidade e na estrutura do sono. Geralmente aparece no adulto jovem, é mais freqüente na mulher e tem um desenvolvimento cr nico. A ins nia primária é observada de 12,5% a 22,2% dos pacientes portadores de ins nia cr nica, sendo precedida em freqüência somente na ins nia de depress o maior. A ins nia primária cr nica deve se diferenciar da ins nia vinculada a uma higiene inadequada do sono, uma síndrome depressiva ou um transtorno de ansiedade generalizado. O tratamento da ins nia primária inclui: higiene adequada do sono, terapia cognitiva e de conduta e uso de fármacos hipnóticos. Entre esses últimos, se destacam o zolpidem e a zopiclona, que melhoram significativamente o sono sem alterar sua estrutura ou induzir a uma reincidência da ins nia logo após uma interrup o brusca. Além disso, o desenvolvimento de fármaco-dependência e de vício é muito pouco freqüente.
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