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Tratamento anti-hipertensivo. Prescri o e custo de medicamentos. Pesquisa em hospital terciário
Akashi Daniela,Issa Flávia K.,Pereira Alexandre C.,Tannuri Anna C.
Arquivos Brasileiros de Cardiologia , 1998,
Abstract: OBJETIVO: Verificar os medicamentos anti-hipertensivos mais utilizados por pacientes que procuram atendimento em hospital público terciário, avaliando o impacto das diretrizes de atendimento (consensos) e custo de aquisi o. MéTODOS: Foram selecionados 141 pacientes (101 do sexo feminino) de 40 a 72 (média 53,3) anos, que procuraram de forma espontanea, atendimento em hospital terciário, com diagnóstico prévio de hipertens o arterial feito por médico e ausência de queixas relacionadas ao aparelho cardiovascular. RESULTADOS: Verificou-se que 75,9% (n=107) estavam em uso diário de anti-hipertensivos, sendo 60,7% (n=86) em monoterapia e os demais em terapia mista. Os medicamentos mais empregados em monoterapia eram: tiazídicos, metildopa, inibidores da ECA, bloqueadores de canal de cálcio e betabloqueadores. A combina o com tiazídicos (26,3% do total) seguiu a mesma preferência. O segundo medicamento mais prescrito, metildopa, era o de maior custo. Metade dos pacientes adquiriu os medicamentos por compra direta. CONCLUS O: Observou-se maior utiliza o de anti-hipertensivos de alto custo, conduta discordante das principais diretrizes das sociedades médicas, sobretudo do V-JNC, que preconizou tiazídicos e betabloqueadores, como anti-hipertensivos de primeira escolha em hipertensos sem complica es ou condi es associadas.
Interesse e conhecimento em cirurgia refrativa entre estudantes de medicina
Kara José Flávio Cotait,Passos Lúcia Battistella,Jervásio Ana Carolina,Salom?o Gustavo Henrique
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2002,
Abstract: Objetivo: Realizou-se um estudo em estudantes da Faculdade de Medicina do ABC a fim de analisar e relacionar a freqüência de usuários de corre o óptica, o tipo de vícios de refra o, o número de pessoas submetidas à cirurgia refrativa e o conhecimento e interesse por essa opera o. Métodos: realizou-se um levantamento entre estudantes de medicina da Faculdade de Medicina do ABC, no período de 19 a 21 de junho de 2000. Foi utilizado um questionário auto-aplicável como instrumento de coleta de dados. Resultados: foi relatado que 62,7% dos estudantes usavam corre o óptica, sendo que 53,3% desses apresentavam, como erro de refra o, miopia simples ou associada ao astigmatismo. 92,8% do total dos entrevistados já tinham ouvido falar em cirurgia refrativa, contendo apenas 34,2% conhecedores dessa técnica cirúrgica e 17,6% conhecedores dos riscos e complica es pós-operatórios. Entre os 200 estudantes amétropes, 50,5% gostariam de ser submetidos à opera o, sendo que 69,0% deles esperavam, através da cirurgia, a cura definitiva. Foi coletado, também, que 51,7% dos entrevistados tiveram a última consulta oftalmológica há menos de 1 ano; 32,0% entre 1 e 3 anos e 15,7% há mais de três anos. Apenas 5 estudantes já tinham sido submetidos à cirurgia refrativa. Conclus o: A maioria dos estudantes de Medicina (62,7%) é portador de vício de refra o corrigido, sendo os mais freqüentes a miopia simples e a miopia associada a astigmatismo. Há pouco conhecimento e falsa expectativa em rela o à cirurgia, sendo que apenas 34,2% entrevistados conhecem o procedimento cirúrgico, 17,6% sabem dos riscos e das complica es e 69,0% esperam cura total. Diante das condi es desse estudo, foi constatado que apesar de muitos se interessarem pela cirurgia refrativa, poucos se submeteram a ela, devido, principalmente, em ordem decrescente, a: contra-indica o médica, falta de oportunidade, falta de conhecimento e problemas financeiros. Os consultórios oftalmológicos s o apenas a quarta fonte de informa o, precedido, em ordem decrescente, por familiares, amigos e faculdade, o que é evidenciado pelo fato de 81,5% dos entrevistados gostariam de se informar melhor sobre a cirurgia refrativa. Mesmo tendo 83,7% se consultado nos últimos três anos, informa es e esclarecimento satisfatório n o foram fornecidos.
Taxa de suspens o de cirurgia em um hospital universitário e os motivos de absenteísmo do paciente à cirurgia programada  [cached]
Paschoal Maria Lúcia Habib,Gatto Maria Alice Fortes
Revista Latino-Americana de Enfermagem , 2006,
Abstract: Os objetivos do estudo foram identificar a taxa de suspens o de cirurgia e verificar os motivos do absenteísmo do paciente à cirurgia programada. O trabalho foi realizado em um hospital universitário, voltado à assistência secundária, no município de S o Paulo, no período de três meses e realizada entrevista com 60 pacientes que deixaram de comparecer à cirurgia. Os resultados mostraram taxa de suspens o de cirurgia de 19,91% e o absenteísmo de 54,30% das 186 suspens es de cirurgias. Foram encontrados 10 motivos para o absenteísmo do paciente que, agrupados, puderam ser atribuídos à condi o institucional (53,33%), na maioria pela desinforma o sobre a data do agendamento cirúrgico; condi o clínica (28,33%) decorrente de infec es de vias aéreas e outras doen as; condi o social (10%) pela falta de dinheiro e problemas familiares e condi o pessoal (8,33%) em conseqüência da desistência do paciente.
Eletrocirurgia: sistemas mono e bipolar em cirurgia videolaparoscópica  [cached]
Trindade Manoel Roberto Maciel,Grazziotin Rodrigo Ughini,Grazziotin Rossano Ughini
Acta Cirurgica Brasileira , 1998,
Abstract: O conhecimento das leis físicas e dos mecanismos de funcionamento da eletrocirurgia s o de grande importancia para o cirurgi o. Les es por eletrocirurgia em laparoscopia têm sido observadas, e est o associadas ao uso do eletrodo monopolar, com freqüência de 1 a 2 les es a cada 1000 procedimentos.Com rela o ao desenvolvimento de les o, existem vários fatores que influenciam: densidade da corrente; o tipo de onda e de coagula o usadas, com suas respectivas voltagens; as condi es de isolamento dos dispositivos; a ocorrência do fen meno de capacitancia; e os riscos oferecidos pelo uso em pacientes com marcapasso. No sistema bipolar, a densidade de corrente encontrada ao redor de seus eletrodos é bem menor, levando a menos les es e, ainda, elimina vários dos outros mecanismos lesivos, como a placa de retorno e os citados acima. Vários estudos demonstram, em colecistectomias, apendicectomias, polipectomias e outros, que o índice de complica es com o eletrodo bipolar é significativamente menor.
Avalia o de descritores na angiologia e cirurgia vascular em artigos publicados em dois periódicos nacionais  [cached]
Oliveira Eymard Francisco Brito de,Oliveira Heriberto Brito de,Azevedo Jo?o Luiz Moreira Coutinho de,Fagundes Djalma José
Acta Cirurgica Brasileira , 2003,
Abstract: A recupera o de referências na literatura biomédica está normatizada pelos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS), contudo os autores de artigos científicos nem sempre obedecem ao regulamentado, o que causa dificuldade a localiza o da informa o. Os autores avaliaram os Descritores em Ciências da Saúde em artigos de dois periódicos nacionais, na angiologia e cirurgia vascular no período de 1995 a 2000 em rela o a adequada utiliza o dos descritores de acordo com a listagem do DeCS 2001 e do MeSH 1994. Foram estudados os descritores em 186 artigos publicados em 02 periódicos da especialidade. Foi observado que a maioria dos descritores empregados n o est o de acordo com o DeCS 2001 e com o MeSH 1994. Concluiu-se que a indexa o deva ser uma atividade dinamica e que novos termos devem ser acrescentados para acompanhar o desenvolvimento da especialidade.Por outro lado, percebe-se uma desinforma o por parte dos autores, que devem ser estimulados a utilizarem corretamente os descritores e a sugerirem a inclus o dos novos termos, como prevê a sistemática da indexa o.
A utiliza o do óxido nítrico inalado em cirurgia cardíaca: atualiza o e análise crítica
éVORA Paulo Roberto B.,VIARO Fernanda,OSHIRO Maurício Shigeo,SOUZA Daniel Gon?alves de
Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular , 2002,
Abstract: OBJETIVO: Apresentar uma revis o e análise crítica sobre a utiliza o do óxido nítrico (NO) pela via inalatória em cirurgia cardíaca. MéTODO: metanálise de artigos publicados e inseridos no banco de dados MEDLINE da National Library of Medicine dos Estados Unidos da América. Foram enfatizados aspectos da biologia do NO, mecanismos de a o seletiva do NO pela via inalatória, aspectos técnicos e éticos, aplica es clínicas em cirurgia cardíaca, além de uma análise crítica procurando demonstrar a atual posi o da utiliza o do NO pela via inalatória. RESULTADO: As principais evidências foram: a) O NO inalado é reconhecido, atualmente, como um valioso recurso farmacológico da medicina intensiva neonatal e pediátrica, e para a cirurgia cardiopulmonar; b) Outras aplica es em adultos, como a doen a pulmonar obstrutiva cr nica e a síndrome da angústia respiratória do adulto, necessitam de cuidadosa observa o; c) A terapêutica com o NO inalado é relativamente barata, mas n o deve ser utilizada em todos os pacientes, com base nos paradigmas de sua eficiência e potencial toxicidade; d) As recentes descobertas de seus efeitos antiinflamatórios e extrapulmonares abrem novos horizontes para futuras aplica es. CONCLUS O: Embora seja evidente a extrema variabilidade da resposta vasodilatadora pulmonar seletiva do NO inalado, servi os que tratam pacientes portadores de distúrbios respiratórios, principalmente associados à hipertens o pulmonar, devem dispor do NO inalado como recurso terapêutico. Na ausência de ensaios envolvendo grande número de pacientes, e, apesar de seu potencial tóxico, o NO inalado deve ser utilizado com extremo rigor técnico, como uma prova terapêutica que pode salvar vidas.
Forma o do cirurgi o em cirurgia laparoscópica do aparelho digestivo. Experiência de 1.818 interven es sem acidentes e sem mortalidade
Pinotti H. W.,Domene C. E.,Volpe P.,Santo M. A.
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 1999,
Abstract: Desde a instala o da cirurgia laparoscópica no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de S o Paulo, a Disciplina de Cirurgia do Aparelho Digestivo passou a estruturar um programa para a forma o do cirurgi o em laparoscopia do aparelho digestivo. OBJETIVO: A estrutura de ensino inclui a informa o no ensino médico regular, extens o na Liga de Cirurgia Laparoscópica, formando o médico a partir de residência, principalmente em seu quarto ano, com estágio na Unidade de Cirurgia Laparoscópica de três meses. MéTODO: Este modelo de forma o e preparo do cirurgi o do aparelho digestivo assim implantado, com rigor, profundidade e seriedade é, certamente, responsável pelos resultados de nível de excelência obtidos. RESULTADOS: Exemplo disso representam as 1818 colecistectomias laparoscópicas realizadas na Unidade de Cirurgia Laparoscópica no período de outubro 1990 a dezembro de 1998, com índice de convers o de 0,9% e sem mortalidade. A ausência de acidentes operatórios e de complica es verificadas na experiência adquirida nas opera es realizadas por nosso grupo cirúrgico, dá consistente suporte à orienta o assumida pela Disciplina. CONCLUS O: Refor am-se os princípios que foram adotados dentro da atividade em hospital universitário, que s o: necessidade de forma o de profissionais dentro de programa bem estruturado, ensejando-lhes preparo educacional humanístico e técnico, em torno de projeto pedagógico longo, mas com grande e sólido embasamento informativo e prático.
O significado da cirurgia cardíaca e do toque na perspectiva de pacientes internados em UTI  [cached]
Edna de Souza Batista Brand?o,Maria Regina de Carvalho Melo Bastos,Vanessa da Silva Carvalho Vila
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2005,
Abstract: Este estudo buscou compreender o significado da cirurgia e do toque na perspectiva de 11 pacientes nos pós-operatório, internados na UTI do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás, no período de julho a agosto de 2001. Trata-se de uma pesquisa descritiva, fundamentada nos pressupostos da abordagem qualitativa, realizada por meio de observa es participantes e entrevistas semi-estruturadas. Dos dados, emergiram duas categorias principais que deram sentido aos significados da cirurgia cardíaca e do toque na UTI: “cirurgia cardíaca” e “o toque”. Da análise foi possível observar que toque tem um significado que envolve essencialmente o aspecto afetivo, como a seguran a, a confian a, o conforto, a tranqüilidade, a compreens o, o olhar com interesse, o encorajamento, enfim, uma forma terapêutica que capacita o profissional para cuidar de pacientes e familiares de forma consciente e humana.
Profilaxia da fibrila o atrial no pós-operatório imediato de cirurgia coronária: compara o entre propranolol e sotalol utilizados em baixas doses  [cached]
WANDERLEY Jo?o Fernando,LAMPREA Diana,MORAES Carlos R.,MORAES Fernando
Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular , 2001,
Abstract: OBJETIVO: Comparar a eficácia de dois protocolos terapêuticos usando baixas doses de betabloqueadores para preven o de fibrila o atrial no pós-operatório imediato de cirurgia coronária. MéTODOS: 154 pacientes, submetidos à cirurgia coronária, foram randomizados em dois grupos: no grupo I (n = 72), os doentes receberam Sotalol (80 mg/dia) e, no grupo II, (n = 82) usaram Propranolol (40 mg/dia), ambos iniciados no primeiro dia de pós-operatório. Na unidade de terapia intensiva, o eletrocardiograma foi continuamente observado por monitoriza o à beira do leito. Adicionalmente, eletrocardiograma nas 12 deriva es foi realizado no pré-operatório, nos 1o, 3o e 6o dias de pós-operatório e sempre que os pacientes apresentaram queixas de palpita es ou surgiram sinais de arritmias (pulso irregular ou freqüência cardíaca acima de 100 bpm). RESULTADOS: Fibrila o atrial foi documentada em 3 (4,2%) pacientes do grupo I (Sotalol) e em 8 (9,8%) do grupo II (Propranolol). CONCLUS O: A incidência geral de fibrila o atrial em pacientes que receberam baixas doses de Sotalol e Propranolol após cirurgia coronária foi baixa (7,1%), tendo alcan ado o menor valor (4,2%) no grupo de pacientes que receberam Sotalol, embora n o tenha sido observada uma diferen a estatisticamente significante entre os dois grupos (p= 0,221).
Drenagem profilática de rotina de anastomoses em cirurgia colorretal eletiva: revis o sistemática da literatura e metanálise  [cached]
Jesus Eliane Camargo de,Matos Delcio,Castro Aldemar de Araújo
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 2003,
Abstract: OBJETIVO: Analisar os resultados da compara o entre o uso ou n o de drenagem profilática de rotina de anastomoses em cirurgia colorretal eletiva, testando a seguinte hipótese: o uso de drenagem profilática rotineira de anastomoses em cirurgia colorretal eletiva n o é justificável.
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