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Preven??o primária de doen?as cardiovasculares na obesidade infantojuvenil: efeito anti-inflamatório do exercício físico
Rossetti, Márcia Braz;Britto, Raquel Rodrigues;Norton, Rocksane de Carvalho;
Revista Brasileira de Medicina do Esporte , 2009, DOI: 10.1590/S1517-86922009000700014
Abstract: nowadays, juvenile obesity and physical inactivity are pandemic conditions which relate to a greater future risk of cardiovascular diseases. from an inflammatory point of view, they have attracted massive scientific attention. the beginning of the events related to atherosclerosis may occur in childhood, generating endothelial and metabolic dysfunction; however, the symptoms usually only appear later on, in adulthood. the fat tissue is recognized as being metabolically active, stimulating the production of inflammatory cytokines, such as the tumoral necrosis factor, interleukines 1, 6 and 10, c-reactive protein, among others. there is plenty of evidence that the serum levels of these citokines are higher in overweight individuals, including children and adolescents. early prevention as young as possible is the best way to avoid future consequences of obesity. in this context, the potential benefits of regular physical exercise have been surprising. researchers have shown evidence of anti-inflammatory responses, including lower levels of interleukine 6, c-reactive protein, leptin, besides higher levels of adiponectins after engagement in regular physical activity. however, we still have few controlled randomized studies addressing the relations between obesity, inflammation and exercise for the pediatric population. there are controversial findings in this field, and many of them come from adult studies. thus, the purpose of the present review is to evaluate the metabolic role of physical exercise in juvenile obesity, aiming at heart protection.
OCORRêNCIA DE DOEN AS CARDIOVASCULARES E PULMONARES EM PACIENTES COM ARTRITE REUMATóIDE  [cached]
Mirizana Alves-de-Almeida,Benedito Viana Rodrigues,Amanda Souza Oliveira,Raquel Almeida Marques
Fisioterapia & Saúde Funcional , 2012,
Abstract: Introdu o: A Artrite Reumatóide é uma doen a inflamatória cr nica e sistêmica e pode apresentar sintomas extra articulares, atingindo outros órg os. Objetivo: Constatar a ocorrência de doen as cardiovasculares e pulmonares e verificar a presen a de fatores de risco em pacientes com artrite reumatóide. Metodologia: Esta é uma pesquisa de campo, documental e transversal, realizada no Hospital Geral César Cals, com 44 portadores de artrite reumatóide. Resultados: Dos 44 pacientes, 40 (91%) eram do sexo feminino e 4 (9%) do masculino, com faixa etária prevalente de 56 a 65 anos. As doen as cardiovasculares ocorreram em 12 pacientes (27,27%), as quais foram: quatro infarto agudo do miocárdio, quatro miocardiopatia hipertrófica, dois varizes, um vasculite e um estenose aórtica. As doen as pulmonares ocorreram em 5 pacientes, n o sendo possível destacar prevalência (asma, tuberculose, alergias respiratórias, bronquite e pneumonia). Ao investigar os fatores de risco para doen as cardiovasculares e pulmonares, constatou-se que a maioria estava relacionada aos hábitos de vida, como: hipertens o arterial 33 (30%), tabagismo 29 (26,36%), sedentarismo 22 (20%), etilismo 17 (15,45%) e diabetes 9 (8,18%). Dos entrevistados, 16 n o praticavam atividade física e 9 praticavam, 15 relataram possuir hábitos alimentares saudáveis e 10 relataram n o possuir. Conclus o: Foi encontrada tanto a ocorrência de doen as cardiovasculares (que foi maior) como a de doen as pulmonares, enfatizando a importancia da detec o e preven o dos fatores de risco e das altera es cardiovasculares e pulmonares em pacientes com artrite reumatóide, para que se promova assim um tratamento mais completo. Palavras-chave: Artrite reumatóide. Doen as cardiovasculares. Pneumopatias.
Doen a de Beh et na infancia  [cached]
Albuquerque Patrícia R. de,Terreri Maria Teresa R.A.,Len Cláudio A.,Hilário Maria Odete E.
Jornal de Pediatria , 2002,
Abstract: Objetivo: conscientizar os pediatras sobre o fato de que, mesmo sendo uma vascullite de ocorrência rara na infancia, a Doen a de Beh et deve ser lembrada no diagnóstico diferencial de estomatites recorrentes. Casuística e método: foram avaliados, retrospectivamente, os prontuários de 7 pacientes atendidos no ambulatório de Reumatologia Pediátrica da UNIFESP-EPM, no período de junho de 1996 a dezembro de 2000. Foram estudados os dados epidemiológicos, clínicos, laboratoriais, de evolu o e de tratamento.Resultados: dos 7 pacientes, 5 eram do sexo feminino (71,4%), 4 da ra a n o caucasóide (57,1%), com idade média de início de doen a de 8 anos e 11 meses (varia o de 6 meses a 13 anos e 8 meses), tempo médio de diagnóstico de 2 anos e 3 meses (varia o de 2 meses a 8 anos) e tempo médio de evolu o de 4 anos e 2 meses (3 pacientes sem seguimento). Os critérios maiores de diagnóstico foram: úlceras orais em 7 pacientes (100%), úlceras genitais em 3 pacientes (42,8%), altera es oftalmológicas em 4 pacientes (57,1%), vasculite cutanea em 1 paciente (14,2%) e teste de patergia positivo em 1 paciente (14,2%). Os critérios menores de diagnóstico foram: artralgia/artrite em 5 pacientes (71,4%), história familiar em 2 pacientes (28,5%) e trombose do seio sagital em 1 paciente (14,2%). Os sintomas iniciais incluíram estomatites recorrentes (mais de 3 episódios de aftas dolorosas no período de 1 ano), úlceras genitais, artralgias, febre e perda de peso. Os achados laboratoriais mostraram discreta anemia em 1/6 pacientes, VHS>25 em 3/6 pacientes, hipergamaglobulina em 2/4 pacientes, presen a do antígeno de histocompatibilidade B5 em apenas 2/7 pacientes. O tratamento constou de corticoesteróides em 5/7 pacientes (4 VO, 1 EV e 1 uso tópico), talidomida em 4/7 pacientes, colchicina em 2/7 pacientes e dapsona em 1/7 pacientes. A resposta foi favorável em 4/6, porém recorrente em 3/6 pacientes.Conclus o: nossos resultados confirmam a importancia de considerar o diagnóstico de doen a de Beh et em regi es com úlceras orais e genitais, especialmente úlceras orais recorrentes.
Doen a cerebrovascular na infancia: I. Manifesta es epilépticas  [cached]
MONTENEGRO M. AUGUSTA,GUERREIRO MARILISA M.,SCOTONI ANNA ELISA,TRESOLDI ANT?NIA TEREZINHA
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 1999,
Abstract: As crises epilépticas podem constituir complica o de doen a cerebrovascular (DCV), e a sua prevalência, apresenta o clínica, fatores de risco e evolu o em crian as tem sido estudadas por poucos autores. Neste estudo, 39 crian as com diagnóstico de DCV foram avaliadas quanto à ocorrência de manifesta es epilépticas. Vinte e quatro (61,5%) apresentaram crises durante algum momento da doen a (22 na fase aguda e 2 na tardia); 13 (54,2%) apresentaram crises generalizadas, 7 (29,2%) parciais, e 4 (16,6%) secundariamente generalizadas. A prevalência de manifesta o epiléptica em lactentes foi significativamente maior (p=0,0362) do que nas outras faixas etárias. A localiza o cortical da DCV mostrou determinar de modo estatisticamente significante (p=0,0101) a ocorrência de crises. N o houve rela o significativa entre o tipo de insulto vascular (isquêmico ou hemorrágico) e a ocorrência de crises. Quatorze pacientes evoluíram sem crise após a fase aguda; os 2 pacientes previamente epilépticos tiveram suas crises controladas com droga anti-epiléptica (DAE); 3 evoluíram com epilepsia (1 controlado com DAE e 2 de difícil controle); 3 continuaram em acompanhamento ambulatorial e n o houve tempo hábil para definir se o quadro evoluirá para epilepsia e em 2 ocorreu óbito na fase aguda.
Opacidades em vidro fosco nas doen as pulmonares difusas: correla o da tomografia computadorizada de alta resolu o com a anatomopatologia  [cached]
Santos Maria Lúcia de Oliveira,Marchiori Edson,Vianna Alberto Domingues,Souza Jr. Arthur Soares
Radiologia Brasileira , 2003,
Abstract: Opacidade em vidro fosco é achado freqüentemente visto na tomografia computadorizada de alta resolu o do tórax e se traduz pelo aumento do coeficiente de atenua o dos pulm es, mas sem apagar as marcas broncovasculares. Por sua inespecificidade, a associa o com outros achados radiológicos, clínicos e anatomopatológicos deve ser considerada para uma interpreta o diagnóstica mais correta. Neste trabalho foram analisados 62 exames tomográficos de pacientes com doen as pulmonares difusas, de 14 etiologias diferentes, em que opacidades em vidro fosco foram o achado único ou predominante, e feita correla o anatomopatológica por meio de biópsias ou necropsias. Na pneumocistose as opacidades em vidro fosco corresponderam, histologicamente, à ocupa o alveolar por material espumoso contendo parasitos; no carcinoma bronquíolo-alveolar, a espessamento dos septos alveolares e ocupa o de sua luz por muco e células tumorais; na paracoccidioidomicose, a espessamento dos septos alveolares, áreas de fibrose e alvéolos contendo exsudato broncopneum nico; na sarcoidose, a fibrose ou a acúmulo de granulomas; na fibrose pulmonar idiopática, a espessamento dos septos alveolares por fibrose; na bronquiolite obliterante com pneumonia em organiza o, a pneumonia intersticial com áreas de organiza o intra-alveolar. A ocupa o alveolar por sangue foi observada nos casos de leptospirose, hemossiderose idiopática, metástases de tumor renal e na aspergilose invasiva; por vacúolos de gordura na pneumonia lipídica; por material protéico e lipoprotéico na silicoproteinose e na proteinose alveolar; e por líquido de edema na insuficiência cardíaca congestiva.
Qualidade de vida em doen as pulmonares cr nicas: aspectos conceituais e metodológicos  [cached]
RAMOS-CERQUEIRA ANA TERESA DE ABREU,CREPALDI ANDRé LUIZ
Jornal de Pneumologia , 2000,
Abstract: O presente artigo teve por objetivo rever aspectos relativos ao conceito de qualidade de vida, tendo em vista a relevancia de estabelecer parametros que permitam avaliar esse aspecto, especialmente em pacientes com doen as cr nicas. Essa análise considerou a qualidade de vida como um dos componentes essenciais do cuidado médico e indicou as precau es a serem tomadas na escolha de instrumentos de avalia o, que devem ser sensíveis e fidedignos às dimens es que se pretende avaliar
Implica es da doen a organica cr nica na infancia para as rela es familiares: algumas quest es teóricas  [cached]
Castro Elisa Kern de,Piccinini César Augusto
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 2002,
Abstract: O presente artigo examina algumas quest es teóricas e achados de estudos recentes acerca das implica es da doen a organica cr nica na infancia. Analisam-se, em particular, as conseqüências emocionais da enfermidade precoce tanto para a crian a como para sua família, especialmente no que se refere à rela o m e-crian a. Além disso, discute-se as dificuldades enfrentadas pela família ao lidar com uma crian a doente e os possíveis riscos de ajustamento aos quais ela pode estar exposta. Apesar dos avan os no tratamento de doen as cr nicas organicas infantis e a melhora nas taxas de sobrevivência dessas crian as, poucas investiga es s o encontradas na literatura em rela o às implica es emocionais e familiares da doen a organica cr nica na infancia. Os estudos revisados sugerem que mudan as importantes nos relacionamentos familiares podem ocorrer quando há uma crian a com doen a cr nica organica na família, em particular no que se refere ao estresse parental, isolamento social, comportamentos de superprote o com a crian a e riscos aumentados para desajustes psicológicos tanto para a crian a quanto para seus genitores e irm os.
Tendência secular da doen a respiratória na infancia na cidade de S o Paulo (1984-1996)  [cached]
Benicio Maria Helena D'Aquino,Cardoso Maria Regina Alves,Gouveia Nelson da Cruz,Monteiro Carlos Augusto
Revista de Saúde Pública , 2000,
Abstract: OBJETIVO: Estimar a prevalência e a distribui o social da doen a respiratória na infancia, estabelecer a tendência secular dessa enfermidade e analisar sua determina o, com base nos dados coletados por dois inquéritos domiciliares realizados na cidade de S o Paulo, SP, em 1984/85 e em 1995/96. MéTODOS: Os inquéritos estudaram amostras probabilísticas da popula o residente na cidade com idades entre zero e 59 meses (1.016 em 1984/85 e 1.280 em 1995/96). Nos dois inquéritos estimou-se a prevalência instantanea da doen a respiratória alta (acima da epiglote) e da doen a respiratória baixa com e sem chiado à ausculta pulmonar. A ocorrência da doen a respiratória foi aferida por exames clínicos realizados em dias aleatórios, nos próprios domicílios das crian as, por médicos pediatras devidamente treinados e padronizados quanto ao diagnóstico da doen a. Os exames clínicos incluíam a anamnese do dia, antecedentes de doen a respiratória e o exame físico completo da crian a, incluindo inspe o da orofaringe, otoscopia e ausculta pulmonar. Nos dois inquéritos, os exames foram distribuídos ao longo de um período de cerca de 12 meses, de modo a garantir uma varredura uniforme das várias áreas da cidade ao longo das quatro esta es. O estudo da distribui o social da doen a respiratória levou em conta tercis da renda familiar per capita em cada um dos inquéritos. A estratégia analítica para estudar os determinantes da evolu o da prevalência da doen a na popula o empregou modelos hierárquicos de causalidade, análises multivariadas de regress o e procedimentos análogos aos utilizados para calcular riscos atribuíveis populacionais. RESULTADOS/CONCLUS ES: Houve entre os inquéritos aumentos expressivos na prevalência instantanea da doen a respiratória alta (de 22,2% para 38,8%) e da doen a respiratória baixa sem e com chiado (de 6,0% para 10,0% e de 0,8% para 2,8%, respectivamente). No caso da doen a alta e da doen a baixa sem chiado, o aumento é generalizado nos vários estratos sociais, o que n o altera, no período, a situa o discretamente menos favorável dos estratos de menor renda. No caso da doen a baixa com chiado, o aumento se restringe aos estratos de renda baixa e intermediária, sendo particularmente intenso no estrato de menor renda, o que determina o surgimento de uma forte rela o inversa entre a doen a e a renda familiar. Mudan as positivas em determinantes distais das doen as respiratórias (renda familiar e escolaridade materna) e em variáveis relacionadas à salubridade das moradias justificariam declínio modesto e n o aumento das doen as respiratórias
Tendência secular da doen a diarréica na infancia na cidade de S o Paulo (1984-1996)  [cached]
Benicio Maria Helena D'Aquino,Monteiro Carlos Augusto
Revista de Saúde Pública , 2000,
Abstract: OBJETIVO: Estimar a prevalência e a distribui o social da doen a diarréica na infancia, estabelecer a tendência secular dessa enfermidade e analisar sua determina o, através dos dados coletados por dois inquéritos domiciliares realizados na cidade de S o Paulo, SP, em 1984/85 e 1995/96. MéTODOS: Os inquéritos estudaram amostras probabilísticas da popula o residente na cidade com idades entre zero e 59 meses (1.016 em 1984/85 e 1.280 em 1995/96). Nos dois inquéritos foram estimadas a prevalência instantanea da diarréia (propor o de crian as com três ou mais evacua es líquidas no dia da entrevista domiciliar) e a incidência anual de interna es hospitalares pela doen a. Esses dois indicadores foram calculados a partir de entrevistas domiciliares feitas por médicos pediatras e respondidas pelas m es das crian as. Nos dois inquéritos, as entrevistas foram distribuídas ao longo de um período de cerca de 12 meses, de modo a garantir uma varredura uniforme das várias áreas da cidade ao longo das quatro esta es do ano. O estudo da distribui o social da doen a diarréica levou em conta tercis da renda familiar per capita em cada um dos inquéritos. A estratégia analítica para estudar os determinantes da evolu o da prevalência da doen a na popula o empregou modelos hierárquicos de causalidade, análises multivariadas de regress o e procedimentos análogos aos utilizados para calcular riscos atribuíveis populacionais. RESULTADOS/CONCLUS ES: Houve entre os inquéritos redu es expressivas na prevalência instantanea da diarréia (de 1,70% para 0,90%) e na incidência anual de hospitaliza es pela doen a (de 2,21 para 0,79 interna es por 100 crian as-ano). O declínio desses indicadores foi mais intenso no ter o mais pobre da popula o, o que contribuiu para reduzir a desigualdade social quanto à ocorrência da doen a. Melhorias no poder aquisitivo das famílias e na cobertura da rede pública de abastecimento de água justificariam parte considerável do declínio na prevalência da diarréia, havendo ainda indica o de que, entre crian as menores de dois anos, esse declínio possa ter sido favorecido por um aumento discreto na freqüência da amamenta o.
Doen a cardíaca isquêmica: a preven o inicia durante a infancia  [cached]
Pellanda Lucia Campos,Echenique Laura,Barcellos Laura M.A.,Maccari Ju?ara
Jornal de Pediatria , 2002,
Abstract: Objetivo: revisar os principais fatores de risco para cardiopatia isquêmica e estratégias preventivas durante a infancia. Fontes dos dados: revis o no Medline, no período de 1985 a 2001, e referências-chave dos artigos avaliados.Conclus es: interven es preventivas, que podem iniciar na infancia, s o descritas para fatores de risco, como dislipidemias, obesidade, tabagismo e hipertens o arterial sistêmica. O estímulo à forma o de hábitos saudáveis é a principal forma de atua o do pediatra. S o discutidas as implica es do rastreamento precoce e a avalia o da efetividade das interven es.Estudos atuais comprovam que os estilos de vida potencialmente causadores de aterosclerose iniciam-se durante a infancia. Assim, a interven o precoce sobre esses estilos de vida poderia ter impacto sobre o comportamento adulto, reduzindo a prevalência dessa patologia.
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