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Perspectivas do alinhamento estratégico entre negócios e tecnologia da informa o em pequenas empresas de software do porto digital: um prisma de divergentes facetas
Maria Concei??o Melo Silva,Jairo Simi?o Dornelas
Revista Eletr?nica de Estratégia e Negócios , 2010,
Abstract: Este estudo procurou analisar as perspectivas do alinhamento estratégico entre estratégia de negócios e tecnologia da informa o nas pequenas empresas de software do Porto Digital e justifica-se pela carência de estudos similares, uma vez que, na maior parte dos casos, apenas geram corpo teórico estudos relacionados às práticas de alinhamento estratégico para grandes empresas. De fato, o alinhamento estratégico entre negócio e tecnologia da informa o é um dos temas que mais tem sido discutido na academia, devido ao interesse de aproxima o da área de negócios com a área de tecnologia da informa o (TI), para um maior desempenho das empresas no cenário competitivo, mas recursivamente tem se voltado a corpora es de maior porte. A pesquisa caracterizou-se como exploratória e descritiva e se deu por meio da estratégia de estudo de casos múltiplos, empregando a técnica de análise de conteúdo, além de uma análise interpretativa dos achados, a partir dos níveis e critérios do modelo de maturidade do alinhamento estratégico de Luftman (2000). Os resultados constataram a potencialidade da TI como condutora do alinhamento estratégico, assim como destacaram diferentes facetas do alinhamento estratégico nas empresas estudadas, fato que estimula novas oportunidades de pesquisas.
Identifica o e alinhamento de indicadores estratégicos para qualidade sócio-ambiental – Caso fosfértil  [cached]
William Barbosa Vianna,Edilson Giffhorn,Nubia Alves de Carvalho Ferreira,Edson Pacheco Paladini
Sistemas & Gest?o , 2009,
Abstract: O objetivo do artigo é identificar indicadores da qualidade sócio-ambiental alinhados com estratégias competitivas sustentáveis. é um estudo de caso, de caráter exploratório, que analisa processos implantados: 5S, SGQ, certifica es ISO 9000 e 14000, SIG. Os resultados identificam indicadores que favorecem o alinhamento de produtos e processos a objetivos estratégicos, a serem integrados num plano de gest o.
Confiabilidade da mensura o do alinhamento pélvico no plano transverso durante o teste da ponte com extens o unilateral do joelho Reliability of transverse plane pelvic alignment measurement during the bridge test with unilateral knee extension  [cached]
Juliana A. Andrade,Luisa C. Figueiredo,Thiago R. T. Santos,Ana C. V. Paula
Brazilian Journal of Physical Therapy , 2012, DOI: 10.1590/s1413-35552012000400007
Abstract: CONTEXTUALIZA O: O teste da ponte com extens o unilateral do joelho avalia a estabilidade de tronco e pelve. A avalia o dessa estabilidade pode contribuir para o entendimento da ocorrência de les es musculoesqueléticas. OBJETIVOS: Investigar a confiabilidade intra e interexaminador de uma análise qualitativa e a confiabilidade intrateste de uma análise quantitativa do alinhamento pélvico no plano transverso durante o teste da ponte com extens o unilateral do joelho. MéTODO: Foram avaliados 30 participantes (24,73±4,24 anos). A análise qualitativa foi realizada pelo julgamento do alinhamento pélvico no plano transverso por dois examinadores, e sua confiabilidade determinada pelo Coeficiente Kappa Ponderado (k w). A análise quantitativa foi realizada pela medida do maior angulo de desalinhamento pélvico no plano transverso e a confiabilidade determinada pelo Coeficiente de Correla o Intraclasse (CCI); pela análise da mudan a na média dos dados, utilizando-se o intervalo de confian a de 95% da média da diferen a (95%IC ) e método de Bland-Altman; pelo dimensionamento da variabilidade entre medidas, considerando-se o erro-padr o da medida combinado (EPM) e coeficiente de varia o do erro típico (CV ET). Além disso, verificou-se a mudan a mínima detectável (MMD95). RESULTADOS: A confiabilidade intraexaminador variou de razoável a moderada (k w=0,32-0,58) e a confiabilidade interexaminador foi substancial (k w=0,80). A confiabilidade intrateste foi excelente (CCI=0,82) e apresentou o IC95% de -0,51o a 1,99o, EPM de 2,38o e o CV ET de 28,75%. O MMD95 foi de 6,59o. CONCLUS ES: O índice de confiabilidade interexaminador foi superior ao intraexaminador, a confiabilidade intrateste foi excelente e n o apresentou erro sistemático e aleatório. BACKGROUND: The bridge test with unilateral knee extension evaluates the stability of the trunk and pelvis. The evaluation of this stability can contribute to the understanding of the occurrence of musculoskeletal injuries. OBJECTIVES: To investigate the intra- and inter-rater reliability of a qualitative analysis and intra-test reliability of a quantitative analysis of transverse plane pelvic alignment during the bridge test with unilateral knee extension. METHOD: Thirty participants (24.73±4.24 years old) were tested. The qualitative analysis was conducted by asking two raters to judge the transverse plane pelvic alignment and its reliability was assessed with the weighted kappa coefficient (k w). The quantitative analysis was conducted by measuring the greatest pelvic tilt angle in transverse plane and its reliability was
Práticas de alinhamento estratégico: um estudo exploratório em organiza es industriais e de servi os.
Paola Carmen Valenzuela Canépa,Eduardo Henrique Rigoni,?ngela Freitag Brodbeck
Revista de Administra??o Mackenzie , 2008,
Abstract: A preocupa o dos executivos de negócios em identificar e implementar práticas de alinhamento estratégico (AE) e, conseqüentemente, melhorar processos de negócios e de gest o tem sido um assunto prioritário nos últimos anos. Diante disso, organiza es brasileiras desenvolvem práticas de alinhamento, que s o efetivadas de forma parcial ou intuitiva. Além disso, essas práticas podem ocorrer em diferentes intensidades, o que dependerá do setor de atua o. Dessa forma, esta pesquisa buscou identificar e comparar as principais práticas de AE e seu nível de maturidade em organiza es industriais e de servi o, no Rio Grande do Sul. Para isso, foi realizada uma survey, que adotou um instrumento de pesquisa baseado no modelo de maturidade de AE de Luftman (2000) e no modelo operacional de AE de Brodbeck e Hoppen (2003), com executivos de negócios de 52 organiza es do Estado de Rio Grande do Sul. Os resultados mais relevantes demonstraram que n o existem grandes diferen as entre as práticas desenvolvidas pelas organiza es industriais e de servi os. Assim, ambos os tipos de organiza es apresentam um nível de maturidade em que a tecnologia da informa o (TI) é percebida e utilizada como facilitador operacional.
Estratégia, Estrutura e Competências Gerenciais: estudo de uma operadora de plano de saúde, modalidade autogest o
Djair Picchiai
Revista de Ciências da Administra??o : RCA , 2009,
Abstract: Este estudo trata da análise de uma operadora de plano de saúde, modalidade autogest o. Foram analisadas sua estratégia, estrutura organizacional e competências gerenciais, a luz dos conceitos encontrados na literatura. Descrevese a estrutura, as diretrizes de atua o e satisfa o dos clientes através da análise de documentos e entrevistas com seus principais gestores. Verifica-se como s o entendidos e utilizados esses conceitos na rela o da operadora com os prestadores de servi os e beneficiários. A literatura aponta para a coerência, o alinhamento e a consistência entre os conceitos de estratégia, estrutura e competências gerenciais, como forma de aumento de competitividade e desenvolvimento de competências organizacionais. Os indicadores de desempenho e o mapa estratégico aparecem como instrumentos desta avalia o.
Modelo para alinhamento entre a maturidade dos sistemas de medi??o de desempenho e a maturidade da gest?o da cadeia de suprimentos
Frederico, Guilherme Francisco;Martins, Roberto Antonio;
Gest?o & Produ??o , 2012, DOI: 10.1590/S0104-530X2012000400014
Abstract: supply chains have become increasingly important for companies to survive in today's competitive market. theories and methods that contribute to the improvement of their management are important elements of research and development in the field of industrial engineering. considering performance measurement systems as one of these elements, this paper aims to propose a model for alignment between performance measurement systems and its maturity to the maturity levels of supply chain management due to the lack of studies that address the relationship between these two elements. therefore, performance measurement systems and their maturity, as well as maturity models for supply chain management were studied enabling the creation of a theoretical model of relationship between these two elements. the multiple case study method was applied to three different units of analysis to verify the suitability of the theoretical model proposed. in most of the cases, as the main results of this study, it was identified the existence of a relationship between the maturity of performance measurement system and the maturity of supply chain management although the dimensions of maturity of these two elements are not always at the same development level. the contribution of this model is to present a new approach to the theory of the performance measurement systems in the supply chain management, as well as to provide practitioners with the correct alignment between the maturity of supply chain management and maturity of performance measurement systems.
ESTRATéGIA DE TERCEIRIZA O DE SISTEMAS DE INFORMA O E DE ALINHAMENTO ESTRATéGICO ENTRE NEGóCIOS E TI
Andréa de Paiva Gon?alves,Edison Fernandes Polo,Hamilton Luiz Correa,Marcos Alberto Castelhano Bruno
Gest?o & Regionalidade , 2010,
Abstract: A estratégia de terceiriza o tem sido praticada pelas empresas como uma op o para obter diferencial competitivo com a aplica o de sistemas de informa o. Assim, o objetivo deste estudo foi verificar arela o entre a estratégia de terceiriza o de sistemas de informa o e o alinhamento entre estratégia de negócios e de tecnologia de informa o (AE1). O método de pesquisa utilizado foi o estudo de caso. A coleta de dados foi realizada por meio de análise documental e entrevistas orientadas pelos modelos de AE e teorias relacionadas à terceiriza o de sistemas de informa o identificados na literatura. Verificouse, pelos resultados obtidos, aderência da organiza o estudada aos modelos e concluiu-se que a mesma apresenta alto nível de AE. Ao final, foram propostas bases para um modelo de AE que contemple a jun o das variáveis identificadas nos modelos estudados, destacando aquelas que possibilitam identificar a rela o entre a terceiriza o de sistemas de informa o e o alinhamento.
Avalia o da maturidade fetal em gesta es de alto risco: análise dos resultados de acordo com a idade gestacional
NOMURA R.M.Y.,MIYADAHIRA S.,FRANCISCO R.P.V.,OKATANI D.
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 2001,
Abstract: OBJETIVO: Estudar a avalia o da maturidade fetal em gesta es de alto risco e analisar os resultados neonatais. MéTODOS: Entre julho de 1998 e agosto de 1999 foram realizadas, no Setor de Vitalidade Fetal da Clínica Obstétrica do HC-FMUSP, 180 amniocenteses para avalia o da maturidade fetal, sendo realizados os testes de Clements em três tubos e a contagem de células orangiófilas coradas com Azul de Nilo a 0,1%. Os resultados perinatais foram correlacionados com a maturidade fetal em 75 casos cujo parto ocorreu até sete dias após a pun o. RESULTADOS: Na macroscopia, 91% das amostras apresentavam líquido amniótico claro, 3,3% meconial e 5,6% hemorrágico. A maturidade foi observada em 28% dos exames realizados. Na avalia o dos resultados perinatais, quando a maturidade estava ausente, a necessidade de intuba o do recém-nascido ocorreu em três casos (13%) e nos fetos maduros isto ocorreu em um caso (2,5%) (p<0,05). A necessidade de interna o em UTI neonatal ocorreu em 65% dos recém-nascidos que apresentavam líquido imaturo e em apenas 10% dos maduros (p<0,0001). CONCLUS ES: Os recém-nascidos das gestantes com maturidade fetal presente apresentaram com menor freqüência necessidade de intuba o na sala de parto e de interna o em UTI neonatal, demonstrando menor morbidade perinatal. Entre a 29feminine e a 32feminine semana de gesta o, foram observados cerca de 10% de fetos maduros, demonstrando que, quando necessário, a avalia o da maturidade pode ser realizada neste período da gravidez. N o observamos casos com maturidade fetal abaixo de 29 semanas, limitando a realiza o deste exame neste período.
Maturidade fisiológica e germina o de sementes de macela (Egletes viscosa (L.) Less.) submetidas à secagem  [cached]
Bezerra Antonio Marcos E.,Medeiros Filho Sebasti?o,Freitas Jo?o Batista S.
Horticultura Brasileira , 2003,
Abstract: Determinou-se o ponto de maturidade fisiológica e o efeito da secagem em sementes de macela. Foram realizadas colheitas aos 93; 100; 107; 114; 121; 128 e 135 dias após o transplante (DAT). Após cada colheita, uma amostra foi levada ao secador (40oC/72 h) e a outra foi embalada em saco plástico, em uma camara (20oC) pelo mesmo período. Utilizou-se delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial 2x7, correspondendo aos dois níveis de secagem (sem e com) e sete épocas de colheita, com quatro repeti es. As sementes atingiram a maturidade fisiológica de 121-128 dias após o transplante; e a secagem n o influenciou a qualidade fisiológica das sementes de macela.
ALINHAMENTO ENTRE AS PRáTICAS DE LIDERAN A DO MESTRE DE PRODU O NA INDúSTRIA AUTOMOBILISTICA E O MODELO DE KOUZES E POSNER
Heitor Luiz Murat de Meirelles Quintella,Leandro Gil S. Souza,Eduardo Ghedim Coelho
Relatórios de Pesquisa em Engenharia de Produ??o , 2011,
Abstract: Este artigo tem o objetivo de identificar se existe alinhamento entre o modelo dasCinco Práticas de Lideran a Exemplar de Kouzes e Posner e o modelo de Práticas deLideran a do Mestre de Produ o da Mercedes-Benz instalada em Juiz de Fora-MG, atravésde um levantamento de campo, com a aplica o de dois modelos de testes. O primeiro teste éo PLI (Leadership Práticas Inventory), desenvolvido por Kouzes e Posne, e o segundo é oFeedback dos Colaboradores à Chefia, integrante do Sistema de Produ o da Mercedes-Benzde Juiz de Fora. Na análise e interpreta o dos dados será utilizado o Modelo da LógicaParaconsistente. Concluindo, s o apresentadas as principais percep es dos entrevistados,relacionando aspectos entre os métodos aplicados.Verificou-se que existe alinhamento entre os modelos, revelando-se no Mestre de Produ oda Mercedes-Benz de Juiz de Fora um estilo de lideran a focado em atingir metas.
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