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Gait characteristics of younger-old and older-old adults walking overground and on a compliant surface Características da marcha de idosas jovens e muito idosas em solo estável e sobre superfície complacente  [cached]
Rita C. S. Bárbara,Sandra M. S. F. Freitas,Leia B. Bagesteiro,M?nica R. Perracini
Brazilian Journal of Physical Therapy , 2012,
Abstract: BACKGROUND: Walking across unstable surfaces disturbs normal stability and efficient strategies must be used to avoid falls. This study identified age-related changes in gait during unstable surface walking. METHOD: Eight healthy younger-old adults (YOG, mean age, 68.6 years) and eight healthy older-old adults (OOG, mean age, 82.1 years) were assessed. Both groups performed the Timed Up and Go Test (TUG) and walked on a rigid and on a compliant surface while kinematic data were obtained. RESULTS: The OOG needed more time to complete the TUG test compared to YOG (F1,14=5.18; p=0.04). The gait speed, stride length and vertical displacement of the foot were similar for both groups, but they were slower (F1,14=5.64; p=0.03) when walking on the compliant surface. The knee and hip range of motion on the sagittal plane (F1,14=191.9; p<0.001 and F1,14=36.4, p<0,001, respectively) increased on the complaint surface but no group effect was found. The displacement of upper trunk on the frontal plane was similar between groups (F1,14=2.43; p=0.14) and conditions (F1,14=1.15; p=0.3). The OOG had greater displacement of the pelvic segment on the frontal plane than the YOG (F1,14=4.9; p=0.04) mainly for the complaint surface. CONCLUSIONS: Older-old individuals have slower TUG test and greater displacement of the pelvic segment on a compliant surface. More challenging tasks and/or environment should be used for gait assessment and intervention of older adults with risk of falls. CONTEXTUALIZA O: Caminhar em superfícies instáveis perturba a estabilidade corporal, e estratégias eficientes devem ser utilizadas para evitar quedas. Objetivo: Identificar altera es da marcha relacionadas ao envelhecimento durante a caminhada em superfície instável. MéTODO: Oito idosos jovens sadios (GIJ, idade média, 68,6 anos) e oito idosos muito idosos sadios (GMI, idade média, 82,1 anos) foram avaliados. Ambos os grupos realizaram o Teste Timed Up and Go (TUG) e andaram sobre uma superfície rígida e uma complacente, enquanto dados cinemáticos foram registrados. RESULTADOS: O GMI levou mais tempo para completar o TUG quando comparado ao GIJ (F1,14=5,18; p=0,04). A velocidade, o comprimento do passo e o deslocamento vertical do pé foram similares entre os grupos, e ambos foram mais lentos (F1,14=5,64; p=0.03) ao andar sobre a superfície complacente. A amplitude de movimento do joelho e do quadril no plano sagital (F1,14=191,9; p<0,001 e F1,14=36,4, p<0,001, respectivamente) aumentaram na superfície complacente, mas nenhuma diferen a entre os grupos foi encontrada. O deslocamento do tronco
Análise laboratorial de marcha na mielomeningocele de nível lombar baixo e instabilidade unilateral do quadril  [cached]
Gabrieli Ana Paula T.,Vankoski Steve,Dias Luciano S.,Milani Carlo
Acta Ortopédica Brasileira , 2004,
Abstract: Este estudo examina a influência da instabilidade unilateral do quadril sobre a marcha de pacientes portadores de mielomeningocele, nível lombar baixo e instabilidade unilateral do quadril. Foram estudados através da análise laboratorial de marcha, 20 pacientes deambuladores comunitários utilizando goteiras e muletas, com luxa o ou subluxa o unilateral do quadril. , Os pacientes foram sub divididos em dois grupos. Grupo 1 (10 pacientes) , que n o apresentavam contraturas do quadril (flex o e/ou adu o) ou as apresentavam de forma simétrica entre os lados; e Grupo 2 (10 pacientes), que apresentavam contraturas assimétricas de quadril A cinemática do quadril e da pelve foi analisada no sentido de se avaliar a simetria entre o lado envolvido e o oposto. Sete pacientes do Grupo 1 e 2 do Grupo 2 apresentaram marcha simétrica. Marcha assimétrica foi encontrada em 3 pacientes do Grupo 1 e 7 pacientes do Grupo 2. A assimetria na marcha relacionou-se principalmente com a presen a de contraturas de quadril unilaterais ou bilaterais mas assimétricas. Demonstrou-se que a assimetria da marcha n o pode ser atribuída somente à instabilidade do quadril, mas parece estar mais relacionada com presen a de contraturas unilaterais ou assimétricas e cujo tratamento deveria ser o objetivo em detrimento de redu es cirúrgicas do quadril.
Validade e confiabilidade intra e interexaminadores da Escala Observacional de Marcha para crian as com paralisia cerebral espástica Validity and intra- and inter-rater reliability of the Observational Gait Scale for children with spastic cerebral palsy  [cached]
PA Araújo,RN Kirkwood,EM Figueiredo
Brazilian Journal of Physical Therapy , 2009,
Abstract: CONTEXTUALIZA O: A avalia o observacional da marcha é uma abordagem clínica importante para a avalia o das desordens da marcha. Sistemas de análise quantitativa da marcha oferecem informa es acuradas, entretanto o alto custo desses instrumentos tornam a análise observacional mais acessível para a prática clínica. OBJETIVOS: Desenvolver uma escala observacional de marcha (EOM) para caracterizar a marcha de crian as com paralisia cerebral espástica (PCE) e testar sua confiabilidade e validade de critério, comparando-a com o sistema computadorizado de análise de movimento, padr o ouro para avalia o cinemática da marcha. MéTODOS: Vinte e três vídeos de crian as com PCE (9,54±2,22 anos) foram avaliados por meio da EOM por quatro fisioterapeutas em duas sess es. Dados cinemáticos do complexo tornozelo/pé, joelho, quadril e pelve foram obtidos usando o sistema de análise de movimento Qualisys Pro-reflex. Para estabelecer a validade de critério e a confiabilidade intra e interexaminadores, os resultados obtidos da EOM foram comparados com os dados do sistema de análise de movimento, entre as duas sess es e entre examinadores. Teste Kappa ponderado foi aplicado para analisar a concordancia entre as avalia es. RESULTADOS: A EOM apresentou validade muito boa para joelho (r=0,64, p<0,05) e boa para o complexo tornozelo/pé (r=0,59, p<0,05). A confiabilidade intraexaminadores foi muito boa para o complexo tornozelo/pé (r=0,79, p<0,05), joelho (r=0,77, p<0,05) e quadril (r=0,73, p<0,05) e boa para a pelve (r=0,59, p<0,05). A confiabilidade interexaminadores foi muito boa para o complexo tornozelo/pé (r=0,68, p<0,05) e joelho (r=0,65, p<0,05) e boa para o quadril (r=0,48, p<0,05). CONCLUS ES: A EOM demonstrou bons índices de confiabilidade e validade para a observa o do tornozelo/pé e joelho. Novas estratégias de observa o devem ser criadas para melhorar as propriedades psicométricas dos itens relativos ao quadril e pelve. BACKGROUND: Observational gait assessment is an important clinical approach to the evaluation of gait disorders. Quantitative gait analysis systems provide accurate information, but the high cost of these instruments makes observational analysis more affordable to clinical practice. OBJECTIVES: To develop an observational gait scale (OGS) for characterizing the gait of children with spastic cerebral palsy (SCP) and to evaluate its validity and reliability criteria in comparison with a computerized motion analysis system representing the gold standard for kinematic gait assessment. METHODS: Twenty-three videos of children with SCP (9.54 ± 2.22
Análise biomecanica do joelho íntegro e com ruptura do ligamento cruzado cranial quanto ao grau de deslocamento cranial e rigidez articular em c es
Romano Leandro,Pereira Cezar Augusto Martins,Schmaedecke Alexandre,Saut Jo?o Paulo Elsen
Acta Cirurgica Brasileira , 2006,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a fun o biomecanica da articula o do joelho de c es, comparando a medida de deslocamento cranial e a rigidez articular da tíbia em rela o ao fêmur em articula es íntegras e com ruptura de ligamento cruzado cranial. MéTODOS: Para realiza o do experimento foram utilizados 10 animas da espécie canina, com peso acima de 20 quilos. Avaliou-se biomecanicamente o grau de deslocamento da articula o do joelho com o ligamento cruzado cranial íntegro e seccionado cirurgicamente. Utilizou-se a máquina Kratos 5002, que permite gravar em tempo real os parametros for a (N) e deslocamento/deforma o em mm. O ensaio consitiu em aplicar uma for a de (N) registrando assim a gaveta cranial. RESULTADOS: Para o joelho íntegro, a média de deslocamento em milímetros encontrada para três repeti es subseqüentes e estatisticamente diferentes entre si foram de 3,39 ; 3,47; 3,53. Para o joelho lesado foram de 12,96; 13,24; 13,34. A análise estatística revelou diferen a significante entre os dados do grupo íntegro e lesado, tanto para deslocamento quanto para rigidez (p<0,05) CONCLUS O: Este estudo permite-nos concluir que a transla o cranial é acrescida em quatro vezes e a rigidez articular é diminuída em uma vez e meia quando comparados.
O uso de sistemas especialistas para apoio à sistematiza o em exames ortopédicos do quadril, joelho e tornozelo
Jefferson Paix?o Cardoso,Claudia Ribeiro Santos Lopes,Rodrigo Santos de Queiroz,Valéria Argolo Rosa
Revista Saúde.Com , 2005,
Abstract: Este trabalho objetiva mostrar que sistemas especialistas podem ser utilizados para apoio à sistematiza o em exames ortopédicos de quadril, joelho e tornozelo. Nessa perspectiva, foi gerado um protótipo de sistema especialista para exames ortopédicos de quadril, joelho e tornozelo a partir do Shell de Inteligência Artificial Expert SINTA, visando avaliar o quanto os sistemas especialistas podem contribuir na prática do profissional bem como do acadêmico em Fisioterapia. Para alcan ar os objetivos tra ados a proposta foi dividida em duas etapas: desenvolvimento do protótipo de sistema especialista; e da avalia o do sistema por profissionais e discentes do Curso de Fisioterapia da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – Campus de Jequié. Nesse trabalho est o descritos os resultados obtidos na primeira etapa referente ao desenvolvimento do protótipo do sistema especialista. Para realiza o do trabalho foi necessário o envolvimento de docentes da área de computa o e saúde e discentes do Curso de Fisioterapia
O efeito do uso de mochila na cinemática da marcha de crian as =The effect of backpack use in children’s gait kinematics  [PDF]
Flores, Felipe
Scientia Medica , 2006,
Abstract: Objetivo: Este estudo teve como objetivo verificar diferen as cinemáticas na marcha de crian as com e sem o uso de mochila. Materiais e métodos: Foi analisada a marcha de 4 crian as, todas com 9 anos de idade, com e sem o uso de mochila, utilizando-se de equipamentos de análise biomecanica. O percentual de carga da mochila utilizada pelos sujeitos do estudo foi controlado e foram analisados os parametros de tempo dos passos, a velocidade da marcha e a varia o angular do joelho. Resultados: Os resultados mostraram n o haver diferen as estatisticamente significativas do uso de mochila nos parametros de marcha avaliados da popula o desse estudo. Conclus o: Pode-se concluir que os resultados do presente estudo sugerem que a recomenda o de que a massa das mochilas n o ultrapasse o valor de 10% da massa corporal para crian as estudantes do ensino fundamental, parece confirmar-se como verdadeiro, pois n o acarretou, de maneira geral, altera es significativas nos padr es cinemáticos testados neste estudo. Objective: This study aimed to evaluate kinematic differences in children’s gait with and without a backpack. Materials and methods: The gait of four 9-year old children was analyzed with and without a backpack by means of biomechanical equipment. Backpack load employed was controlled. Gait evaluation included: steps, gait speed and angular variation of the knee. Results: Results showed that the backpack did not alter children’s gait. Conclusion: This study suggests that the recommended mass of the backpacks that should not exceed 10% of the body mass of the children is correct, since it did not cause any significant change in children’s gait.
Effects of sensor, trials and knee joint variables on electrogoniometric gait recordings Efeitos das variáveis sensor, coleta e articula o do joelho nos registros eletrogoniométricos da marcha  [cached]
L Carnaz,AB Oliveira,TO Sato,G-A Hansson
Brazilian Journal of Physical Therapy , 2008,
Abstract: INTRODUCTION: Different sources of variations, such as electrogoniometer characteristics and procedures, may affect the accuracy and precision of movement measurements during gait. OBJECTIVE: To quantify the variations and compare the effects produced by different sources of variation in electrogoniometric gait recordings: the sensors, procedures (trials) and the knee joint. METHODS: Knee flexion/extension and valgus/varus movements were recorded during gait on the treadmill. The recordings were partitioned into strides and normalized in time using a routine developed in MatLab. Mean curves for the knee during gait were derived from 50 strides, and seven conditions were evaluated: one comparing pairs of sensors; two comparing pairs of different trials (including variations due to sensors); and four comparing the right and left knees (including variations due to sensors and trials). Mean standard deviations of the differences were calculated. To estimate the variations relating to the trial and the knee joint, the compound standard deviations were transformed into variances and split into their components. RESULTS: The variation introduced by pairs of sensors in the same model applied in one trial was smaller than the variation introduced by the same sensor used in two consecutive trials. Furthermore, the variation introduced by the difference between the right and left knees was greater than the variation introduced by the difference between sensors (A and B) and trials (1 and 2). CONCLUSIONS: It is, therefore, preferable to use different sensors in the same data recording (simultaneous) than use the same sensor in two different recordings (consecutive). INTRODU O: Diferentes fontes de varia o, tais como características do eletrogoni metro e procedimentos podem afetar a acurácia e precis o das medidas do movimento durante a marcha. OBJETIVO: Quantificar a varia o e comparar o efeito das diferentes fontes de varia o nos registros eletrogoniométricos da marcha: os sensores, os procedimentos (coletas consecutivas) e a articula o do joelho. MéTODOS: Movimentos de flexo-extens o e valgo-varo do joelho foram registrados durante a caminhada na esteira. Os registros foram divididos em passadas e normalizados no tempo usando uma rotina desenvolvida em MatLab. As curvas médias do joelho durante a marcha foram derivadas de 50 passadas, e sete condi es foram avaliadas: uma para comparar dois sensores; duas para comparar duas diferentes coletas (incluindo a varia o do sensor), e quatro para comparar os joelhos direito e esquerdo (incluindo a varia o dos sens
Diabetic patients with and without peripheral neuropathy reveal different hip and ankle biomechanical strategies during stair descent Pacientes diabéticos com e sem a neuropatia periférica mostram diferentes estratégias biomecanicas de quadril e tornozelo ao descer escada  [cached]
Andreja P. Picon,Cristina D. Sartor,Maria I. Roveri,Anice C. Pássaro
Brazilian Journal of Physical Therapy , 2012,
Abstract: BACKGROUND: The progression of diabetes and the challenge of daily tasks may result in changes in biomechanical strategies. Descending stairs is a common task that patients have to deal with, however it still has not been properly studied in this population. OBJECTIVES: We describe and compare the net joint moments and kinematics of the lower limbs in diabetic individuals with and without peripheral neuropathy and healthy controls during stair descent. METHOD: Forty-two adults were assessed: control group (13), diabetic group (14), and neuropathic diabetic group (15). The flexor and extensor net moment peaks and joint angles of the hip, knee, and ankle were described and compared in terms of effect size and ANOVAs (p<0.05). RESULTS: Both diabetic groups presented greater dorsiflexion [large effect size] and a smaller hip extensor moment [large effect size] in the weight acceptance phase. In the propulsion phase, diabetics with and without neuropathy showed a greater hip flexor moment [large effect size] and smaller ankle extension [large effect size]. CONCLUSION: Diabetic patients, even without neuropathy, revealed poor eccentric control in the weight acceptance phase, and in the propulsion phase, they showed a different hip strategy, where they chose to take the leg off the ground using more flexion torque at the hip instead of using a proper ankle extension function. CONTEXTUALIZA O: A progress o do Diabetes Mellito e as atividades desafiadoras do dia a dia podem resultar em mudan as da estratégia biomecanica adotada. Descer escadas é uma tarefa comum do dia a dia, vivenciada pelos pacientes, mas ainda n o foi satisfatoriamente estudada nessa popula o. OBJECTIVOS: Descrever e comparar os momentos articulares e a cinemática de membros inferiores em indivíduos diabéticos com e sem a neuropatia periférica e controles saudáveis durante o descer escadas. MéTODO: Quarenta e dois adultos foram avaliados: grupo controle (13), grupo diabético (15) e grupo de diabéticos neuropatas (14). Os picos flexores e extensores dos momentos articulares e os angulos articulares de quadril, joelho e tornozelo foram comparados e descritos por análise do tamanho do efeito e ANOVAs (p<0,05). RESULTADOS: Na fase de aceita o do peso, ambos os grupos diabéticos apresentaram maior angulo de dorsiflex o de tornozelo [tamanho de efeito grande] e menor momento extensor de quadril [tamanho de efeito grande]. Na fase de propuls o, diabéticos com e sem a neuropatia apresentaram maior momento flexor de quadril [tamanho de efeito grande] e menor angulo de extens o de tornozelo [tamanho
Diabetic patients with and without peripheral neuropathy reveal different hip and ankle biomechanical strategies during stair descent Pacientes diabéticos com e sem a neuropatia periférica mostram diferentes estratégias biomecanicas de quadril e tornozelo ao descer escada  [cached]
Andreja P. Picon,Cristina D. Sartor,Maria I. Roveri,Anice C. Pássaro
Brazilian Journal of Physical Therapy , 2012, DOI: 10.1590/s1413-35552012005000048
Abstract: BACKGROUND: The progression of diabetes and the challenge of daily tasks may result in changes in biomechanical strategies. Descending stairs is a common task that patients have to deal with, however it still has not been properly studied in this population. OBJECTIVES: We describe and compare the net joint moments and kinematics of the lower limbs in diabetic individuals with and without peripheral neuropathy and healthy controls during stair descent. METHOD: Forty-two adults were assessed: control group (13), diabetic group (14), and neuropathic diabetic group (15). The flexor and extensor net moment peaks and joint angles of the hip, knee, and ankle were described and compared in terms of effect size and ANOVAs (p<0.05). RESULTS: Both diabetic groups presented greater dorsiflexion [large effect size] and a smaller hip extensor moment [large effect size] in the weight acceptance phase. In the propulsion phase, diabetics with and without neuropathy showed a greater hip flexor moment [large effect size] and smaller ankle extension [large effect size]. CONCLUSION: Diabetic patients, even without neuropathy, revealed poor eccentric control in the weight acceptance phase, and in the propulsion phase, they showed a different hip strategy, where they chose to take the leg off the ground using more flexion torque at the hip instead of using a proper ankle extension function. CONTEXTUALIZA O: A progress o do Diabetes Mellito e as atividades desafiadoras do dia a dia podem resultar em mudan as da estratégia biomecanica adotada. Descer escadas é uma tarefa comum do dia a dia, vivenciada pelos pacientes, mas ainda n o foi satisfatoriamente estudada nessa popula o. OBJECTIVOS: Descrever e comparar os momentos articulares e a cinemática de membros inferiores em indivíduos diabéticos com e sem a neuropatia periférica e controles saudáveis durante o descer escadas. MéTODO: Quarenta e dois adultos foram avaliados: grupo controle (13), grupo diabético (15) e grupo de diabéticos neuropatas (14). Os picos flexores e extensores dos momentos articulares e os angulos articulares de quadril, joelho e tornozelo foram comparados e descritos por análise do tamanho do efeito e ANOVAs (p<0,05). RESULTADOS: Na fase de aceita o do peso, ambos os grupos diabéticos apresentaram maior angulo de dorsiflex o de tornozelo [tamanho de efeito grande] e menor momento extensor de quadril [tamanho de efeito grande]. Na fase de propuls o, diabéticos com e sem a neuropatia apresentaram maior momento flexor de quadril [tamanho de efeito grande] e menor angulo de extens o de tornozelo [tamanho
Avalia o da for a muscular de flexores e extensores de joelho em indivíduos idosos socialmente ativos  [cached]
Lia Mara Wibelinger,Rodolfo Herberto Schneider,Aline M Tonial,Giseli M Oliveira
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2006,
Abstract: O envelhecimento traz consigo várias manifesta esfisiológicas, dentre as quais a perdade for a muscular, assim como da habilidadedo músculo para exercer for a rapidamente.A partir dos sessenta anos de idade estaperda se torna mais severa e é responsávelpor limita es na funcionalidade, déficits deequilíbrio e risco de quedas. Esta pesquisateve como objetivo avaliar a for a muscular(torque muscular) de flexores e extensores dejoelho em indivíduos idosos socialmente ativos.Participaram da pesquisa cem indivíduosidosos socialmente ativos nas faixas etáriasentre 60 e 87 anos de idade, de ambosos sexos, que frequentavam o Centro Regionalde Estudos Aplicados à Terceira Idade daUniversidade de Passo Fundo, no municípiode Passo Fundo - RS, no período de mar o ajunho de 2007. Foram excluídos do estudoos indivíduos que apresentavam déficit cognitivoe que n o conseguiam rea lizar flex ode joelho. Para a realiza o desta pesquisafoi utilizado o dinam metro isocinético BiodexMulti Joint 3, nas velocidades de 120o,180o e 240o; nos movimentos de flex o eextens o. Inicialmente, os participantes realizaramum aquecimento de 5min em bicicletaergométrica e após foram submetidosa uma série de três repeti es dos movimentos,sendo considerada a média das trêsrepeti es. As avalia es aconteceram noLaboratório de Biomecanica da Faculdadede Educa o Física e Fisioterapia da Universidadede Passo Fundo. Neste estudo foipossível observar que na compara o entreos membros inferiores direito e esquerdo osdesequilíbrios musculares somente ultrapassaram10% na amostra com mais de oitentaanos, no sexo masculino, o que n o se podeconsiderar por esta amostra ser composta somentepor dois indivíduos em cada gênero.Na média do pico de torque dos indivíduosdo sexo masculino foi possível verificara significancia do movimento de flex o a240o com p < 0,03, quando analisada todaa amostra, e nos indivíduos de 60-69 anos,no movimento de extens o a 120o comp < 0,04. Ao comparar os diferentes gêneros,verifica-se que nos indivíduos do sexomasculino est o os picos de torque mais elevados.A for a muscular (torque muscular) émaior nos indivíduos do sexo masculino; osmúsculos extensores do joelho (quadríceps)s o os mais fortes. Os músculos flexores n oapresentam rela o entre velocidade e picode torque. A presen a de doen a osteoarticular,principalmente nas mulheres, pode terinfluenciado no menor pico de torque destesindivíduos.
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