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CARDáPIO DOS TEMPOS E ESPA OS DE UM BISTR  [cached]
Letícia Dias Fantinel,Neusa Rolita Cavedon
Revista PRETEXTO , 2011,
Abstract: Este estudo tem por objetivo desvendar aspectos da cultura organizacional de um restaurante, compreendendo sua dimens o simbólica através de representa es de espa o e tempo. Em virtude da complexidade do tema, foram utilizados aportes teóricos da Antropologia e outras Ciências Humanas. O restaurante localiza-se em um shopping center no bairro Praia de Belas, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. O método etnográfico foi utilizado na identifica o das representa es que circulam no espa o. As visitas a campo foram realizadas em um período de três meses. Foram identificadas as representa es de tempo e espa o elaboradas por funcionários, clientes e administradores da organiza o, e desvendadas as homogeneidades e heterogeneidades da cultura organizacional presente na empresa, sob a perspectiva das representa es encontradas. Os resultados evidenciaram as heterogeneidades e homogeneidades presentes no espa o, sendo possível, através de tais dados, relacionar o Bistr ao conceito de n o-lugar. Por fim, colocam-se algumas alternativas para que se pense a gest o do estabelecimento.
Educa o de professores: um olhar sobre os tempos e os espa os nas atividades dos professores = Teacher education: to look through times and spaces in the teacher activities  [PDF]
Engers, Maria Emilia Amaral,Portal, Leda Lisia Franciosi
Educa??o , 2008,
Abstract: O texto discute quest es vinculadas às atividades dos professores frente os compromissos institucionais e posicionamentos profissionais-pessoais do pesquisador-educador. Considera tempos e espa os diferentes, refletindo alguns posicionamentos teóricos psico-socio-culturais que podem determinar uma perspectiva de tomada de decis es, e as influências destas para a educa o de professores.
A cultura da cidade e os seus espa os intermediários: os bares e os restaurantes
Ana Sílvia Rocha Ipiranga
Revista de Administra??o Mackenzie , 2010,
Abstract: A conforma o de uma cidade e a organiza o de seus espa os formam uma base material por meio da qual é possível fazer uma reflex o sobre a gama de sensa es e práticas sociais. A cidade, como espa o de intera o e hibridismo, constrói e reconstrói no tempo identidades, produz e reflete significados, deslocando a aten o para esses processos sociais. Pressup e-se que compreender o espa o urbano por meio da considera o da sua cultura e dos seus espa os intermediários – ruas, bairros e equipamentos como os bares e restaurantes – é uma forma de buscar meios de melhor geri-la. Este estudo tem como objetivo descrever os significados culturais atribuídos aos espa os intermediários, envolvendo a emergência de bares e restaurantes em três bairros contíguos de Fortaleza, discutindo os reflexos em termos de desenvolvimento socioterritorial da cidade. Para tanto, foi utilizado como enfoque metodológico uma pesquisa etnográfica, combinando variadas técnicas de coleta. Na análise das informa es coletadas, utilizou-se a técnica da análise temática que se insere no conjunto das técnicas da análise de conteúdo. Evidenciaram-se tempos simultaneos e espa os diferenciados, nos quais “lugares” e “n o lugares” coexistem significando os “entrelugares” e caracterizando a emergência de espa os intermediários no contexto de uma cidade dividida em duas, rica em simbolismos e intera o, fragmentada e solitária, incapaz de compartilhar os códigos culturais, o que sugere desafios à sua gest o.
O professor, seu saber e sua pesquisa
LüDKE MENGA
Educa??o & Sociedade , 2001,
Abstract: O trabalho se prop e analisar as rela es entre saber docente e pesquisa docente, confrontando dados de uma pesquisa sobre o tema com reflex es oferecidas pela literatura atual disponível. Focaliza especialmente a idéia do professor-pesquisador e o tipo de pesquisa "próprio" do professor, assim como os problemas levantados pela sua compara o com a pesquisa acadêmica em educa o.
CURRíCULO E FORMA O DE PROFESSORES EM EXERCíCIO: REVISITANDO TEMPOS, ESPA OS E SUJEITOS
Carmem de Britto Bahia,Ana Verena Freitas Paim
Revista Espa?o do Currículo , 2010,
Abstract: Este ensaio é fruto de estudos de doutoramento acerca do currículo de forma o de professores em exercício em uma institui o de ensino superior no interior do Estado da Bahia. Por estar em fase inicial da pesquisa o escrito ora apresentado baseia-se em análises teóricas e na experiência docente em Programas de Forma o de Professores em Exercício. Tem como propósito suscitar reflex es sobre os paradigmas que costumam subsidiar epistemológica, política e pedagogicamente a forma o desses professores, a(s) concep o( es) de forma o emergentes e o lugar do sujeito que se forma no ambito desses currículos e práticas de forma o. A busca de tais reflex es é para compreender em que medida a forma o desses professores em exercício é pensada e desenvolvida a partir dos próprios sujeitos e dos seus contextos de atua o. Para tanto, tomo como suporte as produ es no campo do currículo e forma o de professores e da (con)vivência com os próprios professores que se encontram em processo de forma o. Face aos estudos, é possível dizer que n o cabe mais pensar em forma o fora do sujeito que se forma e do contexto escolar em que atuam cotidianamente visto que esses professores s o também construtores de atos de currículo e por isso mesmo, autores dessa forma o.
O professor ...: de quem estamos falando mesmo  [PDF]
Santos, Fabiane Konowaluk,Gomes, Kelinês Cabral,Mendes, Jussara Maria Rosa
Textos & Contextos (Porto Alegre) , 2004,
Abstract: O presente texto procura abordar a temática relacionada à auto-imagem do professor, constatada através de uma enquete e da constru o de um website que subsidiou o tensionamento com o real. Segundo Arroyo (2000, p. 124), “carregamos a fun o que exercemos, que somos e a imagem de professor(a) que internalizamos”. Dessa forma, o tema em estudo segue, ainda hoje, sendo altamente significativo, pois n o podemos esquecer os momentos históricos, políticos e sociais vivenciados pelos professores, buscando justamente explica es sobre como as quest es de auto-imagem, o fazer e suas competências, suas possibilidades e limites e outros tantos fatores que est o a alterar seu comportamento. Arroyo (2000, p. 124) assinala que a auto-imagem docente é apreendida em múltiplos espa os e tempos, em múltiplas vivências, como resultado das condi es psicológicas e sociais que afetam sua docência.
Um olhar sobre os ajustamentos primários e secundários num contexto de educa o infantil A look at the primary and secondary adjustments in the context of early childhood education  [cached]
Márcia Buss-Sim?o
Educa??o em Revista , 2013,
Abstract: As reflex es tecidas nesse texto s o um recorte de uma pesquisa de doutorado já concluída em que a pesquisa de campo foi conduzida em uma institui o pública de educa o infantil da rede municipal de Florianópolis. Para trazer uma descri o a partir da perspectiva das crian as foram utilizados procedimentos metodológicos provenientes da etnografia como registros escritos, fotográficos e fílmicos. Nos limites desse artigo ser o desenvolvidas reflex es e análises que se referem a um recorte - momento do sono - dentro da rotina cotidiana vivida pelas crian as nessa institui o de educa o infantil. Com as reflex es e análises se objetiva dar visibilidade tanto aos ajustamentos primários como aos ajustamentos secundários, no confronto dos espa os-tempos dos adultos e dos espa os-tempos das crian as. A inten o é analisar até que ponto as crian as se conformam e de que modo subvertem aquela organiza o dos espa os e tempos institucionais. The reflections presented in this paper were excerpted from a doctoral research carried out in a public Early Childhood Education school in the municipality of Florianópolis state of Santa Catarina Methodological procedures from the ethnography, such as written records, photographs and film were used to make a description from the perspective of the children. In this paper, we develop ideas and analyses that refer to a clipping - the sleep time -in the daily life experienced by children in this institution of education. The reflections and analyses aim to give visibility to primary adjustments and secondary adjustments in the confrontation of the space-time of adults and children. The intention is to analyze, to what extent, children conform and how they subvert to the organization of institutional space and time.
A cultura organizacional do restaurante chalé da pra a XV em Porto Alegre: espa os e tempos sendo revelados
Letícia Dias Fantinel,Neusa Rolita Cavedon
Revista de Administra??o Mackenzie , 2010,
Abstract: Este estudo busca desvendar aspectos da cultura organizacional de um restaurante, ponto turístico da cidade de Porto Alegre, compreendendo sua dimens o simbólica por meio das representa es sociais que circulam em seu ambiente, notadamente no que tange às categorias espa o e tempo. Em virtude da complexidade do tema, foram utilizados conceitos e quadros de referência teóricos da antropologia e de outras ciências humanas. O Chalé da Pra a XV é um patrim nio que se localiza no centro histórico da cidade, espa o antigo, valorizado no passado pela popula o e hoje considerado uma vítima da degrada o urbana. O método etnográfico foi utilizado na identifica o das representa es que circulam nesse espa o. O trabalho de campo etnográfico foi conduzido no restaurante entre fevereiro e maio de 2008. Identificaram-se as representa es de tempo e espa o elaboradas por clientes e funcionários do restaurante, e desvendaram-se as homogeneidades e as heterogeneidades de sua cultura organizacional. As categorias de análise estabelecidas evidenciam as heterogeneidades presentes em seu espa o como lugar antropológico. Por fim, apresentam-se algumas alternativas para que se pense a gest o do estabelecimento, considerando, entre outros aspectos, seu potencial turístico insuficientemente explorado.
Professor pesquisador - educa o científica: o estágio com pesquisa na forma o de professores para os anos iniciais Teacher researchers and science education: research stage in early years' teacher education  [cached]
Caroline Barroncas de Oliveira,Amarildo Menezes Gonzaga
Ciência & Educa??o (Bauru) , 2012, DOI: 10.1590/s1516-73132012000300013
Abstract: Pesquisa desenvolvida durante período de estágio de docência, na disciplina Pesquisa e Prática Pedagógica II, no 9o período do curso de licenciatura em Pedagogia da Escola Normal Superior da Universidade do Estado do Amazonas, centrada no seguinte problema de investiga o: como contribui o para a consolida o da educa o científica, que impactos um plano de a o pode gerar na forma o de professores para os anos iniciais, considerando-se, prioritariamente, as possibilidades de ressignifica o da concep o de professor pesquisador centrada na articula o entre estágio-pesquisa? Os fundamentos do percurso metodológico foram subsidiados pela pesquisa participante, consolidada a partir de um plano de a o, constituído de quatro fases: diagnóstico, elabora o, execu o e avalia o. Constatou-se que a forma o do professor pesquisador, quando ressignificada a partir da concep o do estágio com pesquisa, é uma alternativa inovadora e capaz de contribuir no desenvolvimento da educa o científica, em processos de forma o de professores. This research was performed during the probationary period in teaching while attending the course Research and Pedagogical Practice II. It was part of the 9th semester in the graduation degree of Pedagogy at Escola Normal Superior of the University of Amazonas. It was centered on the following research problem: as a contribution to science education, how could teacher education (of those teaching in the early school years) reframe the concept of teacher researcher centered on the relationship between teacher training and research? The methodological issues were based on participant research which came together with an action plan of four phases: diagnostic, design, implementation and evaluation. It showed how the education the teacher- researcher receives, could take on a new view of research that develops hand in hand with practice, and is an innovative alternative. Besides, it can contribute to the development of scientific education in teacher training processes.
Cartas, Caminha(o), viajantes, mutantes, mares: grafias (in)visíveis (des)marcando espa os (s)em tempos/Letters, Caminha/way, travelers, mutants, seas: (in)visible writings (di)vesting spaces with(out)in times  [cached]
Elenise Cristina Pires de Andrade,,Renato Salgado de Melo Oliveira,Ana Maria Hoepers Preve,,Karen Christine Rechia,Verónica Hollman,Ana Cecília Machado Dias,Carla Cristiane Nunes,Vicente Paulo dos Santos Pinto,Davina Marques,Ivania Marques,Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa
ETD : Educa??o Temática Digital , 2010,
Abstract: Caminha encaminha uma carta ao Rei: “Da marinhagem e das singraduras do caminho, n o darei aqui conta a Vossa Majestade - porque n o saberei fazer e os pilotos devem ter este cuidado - e portanto, Senhor, do que hei de falar come o e digo”. Pretendemos, pelas viagens proporcionadas nesse texto, também falar e dizer de novas terras, outras grafias, diversos tempos. Criaturas vistas nas Terras Novas, apresentadas aos velhos olhares por Afonso d'Escragnolle-Taunay, mutantes dos filmes da Marvel Comics, X-Men. Tantas vidas, tantas novidades que escapam do controle sobre o que se classificar como novo, velho; normal, anormal; liberdade, controle. Que (in)visibilidades pulsariam dessas vidas? Tempos que se multiplicam nas memórias (ou seriam nos esquecimentos?) dos mutantes Wolverine e Magneto que nos acompanham por esses mares, memórias, marca es na pele. No primeiro filme o tempo universal da liberdade, sempre ela: a liberdade em tens es quase insuportáveis. No segundo, o espa o é sinal do passado, permanência de um tempo-memória. E por último o tempo que se arrasta da pris o, tempo que n o pode ser liberado pois precisa ser normalizado. Tempos e lugares que se (?) escrevem (in)visíveis com os mutantes, pelos mares, com os viajantes que, como Caminha, sempre escrevem cartas. “Beijo as m os de Vossa Alteza. Deste porto seguro, da vossa Ilha de Vera Cruz, hoje, sexta-feira, primeiro dia de maio de 1500” que, de onde come o, n o termino. Também sabendo que possa, a quem se endere a tal grafia, d’ela n o ter achamento. “Isto tomávamos nós nesse sentido, por assim o desejarmos”. Caminha forwards a letter to the King: “About sailors and sailing the way I shall not tell Your Majesty – for I will not be able to do so and the crew officers should worry about that – and therefore, My Lord, I shall start by telling you the subject of my writings”. Through the voyages presented in this text, we intend to say and talk about new lands, other writings, diverse times. The creatures seen in the New Lands, presented the old eyes by Afonso d'Escragnolle-Taunay, mutants in the films by Marvel Comics, X-Men. So many lives, so much of the new escapes the control of what can be classified as old, new; normal, abnormal; freedom, control. What (in)visibilities pulse from these lives? Times multiplied in memories (or oblivions) of the mutants Wolverine and Magneto who have accompanied us throughout seas, memories, skin marks. In the first film, the universal time of liberty, as always: freedom in almost unbearable tensions. In the second one, the space is a sign of past, the perman
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