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CURRíCULOS EM PROCESSOS NA FORMA O PROFISSIONAL DE NíVEL MéDIO? ENTRE REDES, COTIDIANOS, SUJEITOS
Danielle Piontkovsky
Revista Espa?o do Currículo , 2012,
Abstract: O texto apresenta uma investiga o realizada no curso de doutorado emeduca o junto às redes coletivas de saberesfazeres tecidas e compartilhadas pelos sujeitos praticantes nos cotidianos de uma escola pública. Busca traduzir tens es e aproxima es vividas, trazendo como foco os deslocamentos, as rela es, os contextos de vida, bem como aspossíveis dualidades ou perspectivas de integra o criadas entre a forma o básica de nível médio e o ensino profissionalizante. Problematiza os modos e processos pelos quais os currículos s o constituídos, considerando o que é praticado pelos sujeitos ordinários e a potência dos processos de cria o de conhecimentos realizados por esses praticantes, assumindo como perspectiva epistemológica as redes de conhecimento. Os caminhos teórico‐ metodológicos apresentam‐se ligados às práticas de pesquisa com os cotidianos e utilizateoriza es articuladas aos pressupostos de CERTEAU (1994), BHABHA (1998), ALVES (2002), FERRA O (2001, 2005) e FOUCAULT (2005). Aposta na relevancia do estudo como pista para a cria o de outros/novos movimentos nos currículos, assumindo as diferen as entre os sujeitos,os processos criados nas/pelas atividades escolares e a messignifica o dos conhecimentos que ocorrem na forma o profissional de nível médio.
Raz o, regula o e ritmos nas intera es discursivas  [cached]
Jairo Ferreira
Ciberlegenda , 2001,
Abstract: A compreens o dos processos cognitivos em intera es discursivas nos marcos do estruturalismo genético de Jean Piaget permite uma síntese entre a compreens o dos processos lógicos e operatórios sugeridos pelo racionalismo, das regula es sociais através da negocia o e contratos entre os interlocutores conforme a análise do discurso (Charaudeau) e dos ritmos (inclusive os rituais) observados pela antropologia. O artigo discute esta perspectiva genética e depois, por inferência, sugere liga es teóricas e de método para análise sócio-cognitiva do discurso.
CURRíCULOS, COTIDIANOS E CULTURAS EM NARRATIVAS E IMAGENS  [PDF]
Carlos Eduardo Ferra?o
Revista Espa?o do Currículo , 2012,
Abstract: Apresenta resultados de pesquisa cujos intercessores teórico‐metodológicos se situam na busca por conex es e afastamentos entre os Estudos Culturais, os Estudos Pós‐Coloniais e as Pesquisas com os Cotidianos Escolares, tendo como objetivo problematizar processos de realiza o curricular em escolas públicas municipais face à ênfase dada pela secretaria de educa o à rela o entre currículo e cultura. Considerando a urgência de se pensar a cultura escolar no mundo contemporaneo, a pesquisa buscou cartografar as redes de conhecimentos, imagens e narrativas que agenciam currículos e que resistem e/ou escapam aos discursos que n o superam as análises que reduzem a complexidade das escolas à metáfora do currículo turístico. Com isso, foram problematizadas algumas marcas das prescri es oficiais em termos da rela o entre currículo e cultura, a saber: a) a valoriza o da proposta de currículo por projetos culturais; b) a ênfase em uma dimens o de cultura local; c) a identifica o de cultura a costumes, datas, personagens, comportamentos e estéticas visuais;d) a valoriza o de um modelo de educa o que toma “a cultura” como redentora das mazelas educacionais; e) a desqualifica o dos sentidos de cultura negociados pelos sujeitos das escolas que diferem dos modelos tidos como politicamente corretos.
Processos cognitivos na leitura de palavras em crian as: rela es com compreens o e tempo de leitura  [cached]
Salles Jerusa Fumagalli de,Parente Maria Alice de Mattos Pimenta
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 2002,
Abstract: A leitura é composta por múltiplos processos interdependentes. Este estudo analisou o uso preferencial de uma das rotas de leitura (Modelo Cognitivo de Dupla-Rota) e as possíveis rela es com compreens o e tempo de leitura em 76 crian as de segunda e terceira séries do Ensino Fundamental de escola particular. Avaliou-se a leitura de palavras isoladas e a compreens o e tempo de leitura textual. Identificou-se quatro grupos segundo as habilidades de leitura de palavras: bons leitores por ambas as rotas; maus leitores por ambas as rotas; leitores preferencialmente lexicais e leitores preferencialmente fonológicos. Os primeiros foram os mais rápidos na leitura textual. Os grupos n o diferiram significativamente em compreens o textual, exceto na 3feminine série. Concluiu-se que ambas as rotas de leitura s o funcionais na amostra, porém a rota fonológica parece estar melhor desenvolvida do que a rota lexical, que está em expans o, sugerindo um processo de desenvolvimento das habilidades de leitura.
Os processos grupais e a gest o de equipes no trabalho contemporaneo: compreens es a partir do pensamento complexo.
Magda Capell?o Kaspary,Nedio Antonio Seminotti
Revista de Administra??o Mackenzie , 2012,
Abstract: Neste artigo, propomos algumas reflex es sobre possíveis aproxima es e distanciamentos entre os saberes sobre os processos grupais e gest o de equipes. Ainda que os conhecimentos sobre processos grupais e gest o de equipes estejam muito distanciados e perten am a áreas do conhecimento diferentes, a saber, a psicologia e a administra o, entendemos que pontes podem ser estabelecidas entre ambos, uma vez que, sejam grupos ou equipes, estamos falando de pessoas em rela o de vida e de trabalho. No ambiente empresarial, a preocupa o com resultados reifica uma ideologia sobre equipes verdadeiras, das quais se esperam eficiência e eficácia, porém parece haver pouco espa o para incluir, concomitantemente, a reflex o sobre a rela o de vida no trabalho, trazendo com isso um prejuízo à subjetividade. A contemporaneidade imerge a gest o de equipes num jogo de for as entre o individual e o coletivo, entre a carreira e o si (autorreflex o), entre a vida e o trabalho. Aqui, embasados no pensamento sistêmico, discutimos como os conceitos e as propriedades dos sistemas vivos (a saber: a intera o, a interdependência, a autonomia-dependência, a organiza o e a produ o de si) podem nos ajudar em compreens es sobre o trabalho contemporaneo, tendo como media o o pensamento complexo de Edgar Morin. Defendemos a possibilidade da dialógica entre os conceitos de gest o de equipes, processos grupais e seus contextos por meio dos modos de conhecimento por compreens o e explica o. Assim, objetividade e subjetividade, explícito e implícito podem se complementar, dando espa o para a subjetividade na dimens o profissional, ainda que a busca de resultados objetivos seja imperativa no trabalho pós-moderno.
INFLUêNCIA DE ESTIMATIVAS DE PRODU O DE MADEIRA EM PROCESSOS DE REGULA O FLORESTAL UTILIZANDO PROGRAMA O LINEAR
Gilson Fernandes da Silva,Helio Garcia Leite,Carlos Pedro Boechat Soares,Márcio Lopes da Silva
Ciência Florestal , 2002,
Abstract: Este trabalho teve como principal objetivo avaliar as conseqüências do uso de estimativas de produ o oriundas de diferentes modelos de crescimento e produ o em um modelo de Programa o Linear aplicado à regula o florestal. Assim, utilizando dados de um inventário florestal contínuo, obtiveram-se diferentes estimativas da produ o futura em volume, pelo ajuste de um modelo de produ o em fun o da idade, outro em fun o da idade e do índice de local e por um terceiro modelo que incluiu, além da idade e do índice de local, a densidade, representada pela área basal por hectare. Testou-se também um modelo baseado nos dados de inventário florestal contínuo que utiliza os dados de volume de um período para fazer proje es lineares da produ o para o período seguinte. Em seguida, um problema de regula o florestal simplificado foi idealizado e resolvido pelo modelo I por meio de Programa o Linear, utilizando dados oriundos dos quatro modelos de predi o do volume. Ao final, concluiu-se: a) que modelos de regula o florestal, alimentados por estimativas provenientes de diferentes modelos de produ o, quando resolvidos por Programa o Linear, resultam em diferentes maneiras de se conduzir a floresta; b) que a matriz de coeficientes tecnológicos, alimentada por diferentes dados de produ o e para uma mesma fun o objetivo, afeta, de maneira significativa, o processo de tomada de decis o.
O Ensino Fundamental de nove anos e os processos de avalia o: estratégias de regula o da popula o infantil  [cached]
Maria Renata Alonso Mota
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2012,
Abstract: Este artigo é parte da Tese de Doutorado que teve como objetivo discutir como o Ensino Fundamental de nove anos está inserido em práticas de governamento da infancia e, ainda, como essas práticas possibilitam outro lugar escolar para as crian as de seis anos. O estudo busca compreender o que pode ser dito e pensado sobre os espa os e lugares que est o sendo destinados às crian as menores de sete anos e como isso vem produzindo o governamento da infancia, a partir da no o de governamentalidade desenvolvida por Michel Foucault. Como material de pesquisa, foram utilizados alguns documentos que tratam da política de Ensino Fundamental de nove anos elaborados pelo Ministério da Educa o e pela Secretaria de Educa o do Estado do Rio Grande do Sul, bem como matérias jornalísticas que foram publicadas sobre o assunto no período mais intenso da implementa o do Ensino Fundamental de nove anos (2005 – 2008). Neste artigo, as análises est o centradas nos processos de avalia o implicados nesta política educacional como uma das estratégias eficazes de regula o da popula o. Os resultados apontam para o fato de que as políticas educacionais contemporaneas, como é o caso do Ensino Fundamental de nove anos, ainda que enfoquem o direito à educa o e a universaliza o da educa o escolar para as crian as de seis anos e que pretendam incidir no sucesso escolar por meio das estratégias que utilizam, prop em novos modelos institucionais, novos modelos de aprendizagem, novos modelos de infancia e crian a.
GLOBALIZA O E POLíTICAS CURRICULARES NO BRASIL de 1985 a 2006: entre os processos de regula o e emancipa o  [cached]
Maria Zuleide da Costa Pereira,Edilene da Silva Santos
Revista Espa?o do Currículo , 2008,
Abstract: O objeto deste texto é analisar as Políticas Educacionais no contexto da globaliza o da economia, no período de 1985 – 2006, no Brasil. As análises iniciais evidenciam as múltiplas interpreta es da globaliza o da economia feitas por Burbules & Torres (2004), Chesnais (1996, 1997 e 1998), António Teodoro (2003) e Santos (1997. 2002a, 2002b, 2004) e as repercuss es e implica es destas interpreta es para o campo educacional brasileiro a partir de 1985. A seguir, intenciona-se detectar quais os impactos da globaliza o para o campo educacional Brasileiro, mais especificamente, o campo das Políticas Curriculares a partir da análise de alguns indicadores avaliativos nacionais, a exemplo: Parametros Curriculares Nacionais, das Diretrizes Curriculares Nacionais, dos Parametros em A o, entre outros. Na parte final, enfatizaremos as tens es que permearam/permeiam as políticas educacionais globais, possibilitando a utiliza o de mecanismos ora para a regula o ora para a emancipa o.
Leitura: aspectos sociais da compreens o  [cached]
Roberto Gomes Camacho
Alfa : Revista de Linguística , 2001,
Abstract: Este trabalho discute o ato de compreens o, relacionando-o a processos sociais e ideológicos como formas de restri o do acesso à leitura.
Teoria e prática nas pesquisas com forma o de professores: uma compreens o aberta à intera o comunicativa Theory and practice of research in teacher education: a view opened to communicative interaction  [cached]
Catia Piccolo Viero Devechi,Gionara Tauchen,Amarildo Luiz Trevisan
Educa??o em Revista , 2012,
Abstract: O presente artigo visa discutir as possibilidades de uma aprendizagem comunicativa no tratamento das quest es problemáticas da área de forma o de professores. Para tanto, mapeamos as abordagens paradigmático-epistemológicas utilizadas para analisar a rela o teoria e prática nas teses de doutorado sobre forma o de professores defendidas nas universidades federais brasileiras no último triênio de avalia o CAPES (2007, 2008, 2009). Buscamos, nas investiga es que tratam sobre o assunto, apontar elementos comuns que possam permitir uma intera o comunicativa no equacionamento dos mesmos problemas. é um esfor o para reconhecer a pluralidade e a objetividade que têm alicer ado as produ es educacionais sobre o assunto, buscando elencar elementos para encontrar horizontes de compreens o que auxiliem a melhor enfrentá-los. The following article aims to discuss the possibilities of communicative learning in relation to questions concerning the area of teacher education. To this end, we mapped the paradigmatic-epistemological approaches used to analyze the theoretical and practical relation in PhD graduate studies on teacher education carried out in Brazilian public universities for the past three years of assessment by CAPES (2007 - 2009). In the investigations addressing this subject, we sought to point out the common elements that enable communicational interaction in the solving of the same problems. It is an effort to recognize the plurality and objectivity that have been basing the educational production on the subject, trying to gather elements that help in the understanding of how to better tackle them.
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