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PROGRAMA DE EXPANS O DA EDUCA O PROFISSIONAL - PROEP: UMA POLíTICA DE INSER O? Um estudo da reforma da Educa o Profissional no Estado de S o Paulo  [cached]
Patrícia Guid?o
Nuances : Estudos sobre Educa??o , 2011,
Abstract: PROGRAMA DE EXPANS O DA EDUCA O PROFISSIONAL - PROEP: UMA POLíTICA DE INSER O? Um estudo da reforma da Educa o Profissional no Estado de S o Paulo
CONTRIBUI ES DA FORMA O CONTíNUA EM SERVI O NA CONSTRU O DA IDENTIDADE DO PROFISSIONAL DE EDUCA O INFANTIL1  [cached]
Marisa Oliveira Vicente dos Santos
Nuances : Estudos sobre Educa??o , 2010,
Abstract: CONTRIBUI ES DA FORMA O CONTíNUA EM SERVI O NA CONSTRU O DA IDENTIDADE DO PROFISSIONAL DE EDUCA O INFANTIL1
As diferentes práticas bibliotecárias brasileiras e sua rela o com o futuro da educa o profissional
Francisco das Chagas de Souza
Revista ACB , 1996,
Abstract: [Portuguese] A partir da análise de uma recomenda o final apresentada no 2. CLABD e 17. CBBD, que prop e o estudo da mudan a do nome da profiss o e dos profissionais da área de Biblioteconomia, faz-se uma aprecia o das práticas bibliotecárias desenvolvidas na sociedade brasileira e de seus reflexos sobre o processo de educa o profissional da área.
As diferentes práticas bibliotecárias brasileiras e sua rela o com o futuro da educa o profissional p.7-17
Francisco das Chagas de Souza
Revista ACB , 2005,
Abstract: A partir da análise de uma recomenda o final apresentada no 2. CLABD e 17. CBBD, que prop e o estudo da mudan a do nome da profiss o e dos profissionais da área de Biblioteconomia, faz-se uma aprecia o das práticas bibliotecárias desenvolvidas na sociedade brasileira e de seus reflexos sobre o processo de educa o profissional da área.
A educa o profissional pela Pedagogia das Competências: : para além da superfície dos documentos oficiais
Ramos Marise Nogueira
Educa??o & Sociedade , 2002,
Abstract: O texto analisa a reforma da educa o profissional em curso no Brasil desde 1997, a partir do Decreto no 2.208 e das Diretrizes e Referenciais Curriculares Nacionais da Educa o Profissional de Nível Técnico, sob duas perspectivas. A primeira apreende o tensionamento do conceito de qualifica o pela no o de competência, demonstrando o enfraquecimento de sua dimens o social e a despolitiza o de seu conteúdo. A segunda discute os limites epistemológicos, pedagógicos e metodológicos das orienta es curriculares para a educa o profissional baseada em competências. Demonstra as incoerências internas ao discurso oficial e se contrap e aos seus princípios pela perspectiva materialista-dialética.
Implementa o da Iniciativa Unidade Básica Amiga da Amamenta o: educa o continuada e prática profissional  [PDF]
Rosa Maria Castilho Martins,Aida Victoria Garcia Montrone
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2009,
Abstract: As Unidades de Aten o Básica a Saúde tem um papel fundamental nas a es de aleitamento materno. O objetivo desteestudo foi avaliar as contribui es do curso de educa o continuada proposto pela Iniciativa Unidade Básica Amiga daAmamenta o (IUBAAM) para a prática da equipe materno-infantil. Pesquisa qualitativa descritiva realizada em UnidadeBásica de Saúde, na cidade de S o Carlos-SP, no período de mar o a agosto de 2006, envolvendo quatro profissionais. Para acoleta de dados foi utilizada a entrevista individual e a observa o. A análise dos dados teve como base a análise deconteúdo. A forma o dos profissionais em aleitamento materno pareceu ser insuficiente para a atua o deles nestatemática. O curso foi avaliado como um momento importante de aprendizagem e de compartilhar conhecimentos. Verificouseque há uma tentativa de mudar a prática individual, já a implementa o dos grupos de apoio a m es e gestantes foi aatividade mais difícil de ser viabilizada. Apesar de trazer contribui es importantes para a prática profissional, o curso decapacita o n o consegue provocar grandes mudan as nas atitudes dos profissionais e nas rotinas da unidade. O estudoaponta a necessidade de acompanhamento do processo de implementa o dos passos propostos pela IUBAAM e suaavalia o.
Educa o profissional rural: forma o técnica  [cached]
Silvana Maria Gritti
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2008, DOI: 10.5902/1984644423
Abstract: O presente artigo tem o objetivo de realizar uma reflex o acerca da forma o do técnico em agropecuária a partir da Reforma da Educa o Profissional desencadeada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educa o Nacional n. 9394 de 1996 e do Decreto n. 2.208 de 1997. Portanto, apresenta uma retrospectiva histórica do processo de constitui o da educa o profissional rural e da emergência do técnico agrícola. Discute a educa o profissional para os trabalhadores do campo vinculada aos interesses e necessidades hegem nicas do desenvolvimento econ mico do capitalismo para a agricultura. Palavras-chave: Reforma da Educa o Profissional. Técnico em Agropecuária. Ensino Agrícola.
Servi o Social na educa o: possibilidades e limites da interven o profissional junto à família (Social Service in education: possibilities and limits of the professional intervention along with the family)  [cached]
Ana Cristina Moreira
Revista Emancipa??o , 2009,
Abstract: Resumo: Este artigo apresenta o resultado de pesquisa desenvolvida como conclus o do Curso de Especializa o em Práticas Interdisciplinares Junto à Família, no ano de 2007, visando à sistematiza o da prática profissional do Assistente Social na Secretaria Municipal de Educa o de Telêmaco Borba – PR, no período de junho de 2005 a maio de 2007, junto às famílias das Escolas Municipais e dos Centros Municipais de Educa o Infantil – CMEIs, bem como as possibilidades e limites desta prática profissional. Abstract: This paper presents the outcome of the research carried out as final paper for the Specialization Course in Interdisciplinary Practices along with the Family in the year 2007, aiming at the systematization of the professional practice of the social assistant in Telêmaco Borba’s Department of Education, from June 2005 to May 2007, along with the families of the Municipal schools and the Municipal Child Education Centers – CMEIs, as well as the possibilities and the limits of these professional practices.
Atribui es do profissional da Educa o Física no campo da Saúde
Julio Mizuno,Henrique Luiz Monteiro
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade , 2012, DOI: 10.5712/rbmfc7(1)565
Abstract: Introdu o: O processo de institucionaliza o das Racionalidades Médicas (RM) e das Práticas Integrativas e Complementares (PIC) em Saúde depende da participa o conjunta de diversos profissionais, entre eles, o Educador Físico (EF), que pode atuar com práticas corporais e atividade física (PCAF), além da acupuntura. Objetivo: Descrever as atribui es e responsabilidades do EF no campo e área da saúde. Metodologia: Leitura e análise dos documentos: Estatuto do Conselho Federal de Educa o Física (CONFEF,1998); Política Nacional de Promo o da Saúde (PNPS, 2006); Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC, 2006) e Diretrizes do Núcleo de apoio a Saúde da Família (DNASF, 2009). Resultados: Após a leitura dos documentos supracitados, apresentamos trechos e sínteses relacionados ao EF. Dentre as atribui es do Estatuto do CONFEF, observamos, “... relaxamento corporal, ioga,... e outras práticas corporais... que favore am o desenvolvimento da educa o e da saúde, ..., visando à consecu o do bem estar e da qualidade de vida, da consciência, da express o, ..., da autonomia, da auto-estima, da coopera o, da integra o, das rela es sociais,...”. Em posterior resolu o ficou reconhecida “... a possibilidade de utiliza o da Técnica de Acupuntura”. A PNPS prop e como a es na rede básica de saúde, “ofertar práticas corporais / atividade física”. A Medicina Tradicional Chinesa é indicada na PNPIC, que também sugere a acupuntura, liang gong, chi gong e tai-chi-chuan para preven o de agravos e doen as, promo o e recupera o da saúde. A DNASF sugere que o EF seja responsável pelas práticas de ling gong, tai-chi-chuan e automassagem ou do-in, orientado na constru o e fortalecimento da autonomia dos cidad os, na busca da qualidade de vida. Conclus o: O EF é um dos protagonistas na institucionaliza o de RM e PIC no campo e área da saúde, destacando-se o potencial das PCAF no processo de preven o de agravos, manuten o e restaura o da saúde. Recomenda-se, entretanto, evitar os conteúdos técnico-pedagógicos e a ênfase na prática de exercícios físicos atrelados à performance humana e à avalia o antropométrica, valorizando a cultura corporal de movimento e o desenvolvimento integral do ser humano.
Educa o profissional técnica e suas interfaces com a educa o propedêutica de nível médio  [cached]
Samara Cristina Silva Pereira,Guiomar de Oliveira Passos
ETD : Educa??o Temática Digital , 2012,
Abstract: O trabalho versa sobre a conforma o da educa o profissional técnica no Brasil e sua interface com a educa o propedêutica de nível médio, preparatória para o ensino superior (secundário/segundo grau/ensino médio). Examina seu espa o no quadro da educa o brasileira, tra ando em linhas gerais sua rela o com a educa o propedêutica, da década de 1930, quando da institui o do sistema educacional, aos dias atuais. Para tanto, procedeu-se a levantamento da legisla o educacional, em geral, e relativa à educa o profissional, bem como às análises dos estudiosos sobre elas. O exame evidencia que a educa o profissional técnica assume diferentes formas e fun es no quadro da educa o nacional, nos diferentes períodos políticos, configurando-se ora como independente e distinta da educa o propedêutica de nível médio, ora partilhando a fun o de prepara o para continuidade dos estudos, ora assumindo uma e outra possibilidade. No contexto atual, a educa o profissional técnica possui oferta diversificada, podendo assumir a forma integrada com a educa o propedêutica de nível médio, contemplando fun es de habilita o profissional e prepara o para continuidade dos estudos, ou realizar-se em curso distinto, concomitante ou sequencialmente, com foco sobre a forma o profissional técnica. Verifica-se a ausência de consenso acerca do delineamento da educa o profissional técnica na legisla o educacional brasileira, até dentro de um mesmo governo, havendo formatos que se repetem numa e noutra forma de gest o, o que dificulta a delimita o do espa o da educa o profissional média no sistema educacional brasileiro.
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