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Características celulares e bioquímicas do líquido peritoneal de eqüinos submetidos à peritonite experimental  [cached]
Faria E.P.,Marques Jr. A.P.,Alves G.E.S.
Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia , 1999,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi estudar características citológicas e bioquímicas do líquido peritoneal de eqüinos utilizando-se 60 animais sem ra a definida, divididos aleatoriamente em dois grupos, tratado e controle, submetidos a um modelo experimental de peritonite, utilizando-se a laparotomia mediana. O grupo-tratado recebeu tratamento transcirúrgico com antibióticos e antinflamatórios. No período pós-operatório ambos os grupos receberam o mesmo tratamento. Foram colhidas amostras de líquido peritoneal 24h antes da cirurgia e, posteriormente, até 120h, sendo realizadas avalia es macroscópicas, citológicas e bioquímicas. As características citológicas e bioquímicas mostraram altera es que refletiram o estado das superfícies mesoteliais, assim como forneceram resposta à terapia aplicada. A terapia induziu uma resposta inflamatória menos intensa, caracterizada por menores concentra es de proteína total e fibrinogênio, bem como atividade fagocítica mais acentuada. Também foram verificadas modifica es quantitativas e qualitativas 12h após a indu o de peritonite. O tempo de observa o das modifica es celulares e bioquímicas deve ser superior a 120h após a indu o de peritonite para se obter informa es completas sobre as características estudadas.
Resistência de ratos à peritonite fecal quando submetidos a esplenectomia e auto-implante do ba o no retroperit nio
Kestering Darlan de Medeiros,d'Acampora Armando José,Farias Débora Cadore,Brum Sandro Polidoro Berni
Acta Cirurgica Brasileira , 2005,
Abstract: OBJETIVO: O estudo foi desenvolvido para avaliar os efeitos do autotransplante esplênico na prote o contra sepse abdominal em ratos Wistar jovens e adultos. MéTODOS: Foram utilizados 54 ratos Wistar jovens e adultos (90 e 180 dias respectivamente) sendo distribuídos em 3 grupos: Grupo Sham, onde os animais eram submetidos a laparotomia com manipula o de al as apenas (n=6 animais jovens adultos), Grupo Esplenectomia, no qual os animais eram submetidos a esplenectomia total (n=10 animais jovens e adultos) e Grupo Auto-implante, onde os animais eram submetidos a esplenectomia total e um ter o do ba o era implantado em uma bolsa no retroperit nio (n=10 animais jovens e adultos). Após três meses os animais eram submetidos a nova laparotomia com ligadura e perfura o do ceco para estimular a sepse abdominal e acompanhados até o momento do óbito para estabelecimento de uma curva de mortalidade. RESULTADOS: Houve recupera o do ba o implantado em todos os animais. N o houve diferen a significativa entre o tempo de óbito entre os grupos. Os animais jovens aparentemente tiveram uma melhor resposta embora n o estatisticamente significativa. CONCLUS O: Este estudo demonstrou que o auto-implante de ba o no retroperit nio n o provê prote o efetiva contra sepse abdominal em compara o aos ratos esplenectomizados.
PERITONITE FECAL EM RATOS: EFICáCIA DA LAVAGEM DA CAVIDADE PERITONEAL COM SOLU O DE CLORETO DE SóDIO A 0,9%  [cached]
Torres Orlando Jorge Martins,Macedo Eliane Lopes,Melo Tereza Cristina Monteiro de,Costa Jeannie Valéria Gon?alves
Acta Cirurgica Brasileira , 1999,
Abstract: O presente estudo tem por objetivo analisar a influência da irriga o da cavidade peritoneal com solu o de cloreto de sódio 0,9 % em ratos com peritonite fecal. Foram utilizados 36 ratos da linhagem Wistar, adultos ,machos ,pesando entre 160 e 210g. Estes animais foram alocados em três grupos iguais e submetidos a peritonite com homogeneizado de fezes humanas. No grupo I , o procedimento foi realizado para verificar a eficácia da peritonite fecal e todos os animais morreram após 24 horas da inje o intraperitoneal. Após 6 horas de evolu o da peritonite, os ratos do grupo II foram submetidos a laparotomia e irriga o cavidade abdominal com solu o de cloreto de sódio a 0,9 %. Neste grupo todos os animais permaneceram vivos após 48 horas da laparotomia. No grupo III, os ratos foram submetidos a laparotomia e limpeza da cavidade peritoneal com gaze estéril. Foi verificado que somente 6 ratos permaneceram vivos após 48 horas da laparotomia. O presente estudo demonstrou que a irriga o da cavidade peritoneal com solu o de cloreto de sódio a 0,9 % foi capaz de reduzir os índices de mortalidade em ratos com peritonite fecal.
Peritonite em c es  [cached]
Zimmermann Marina,Raiser Alceu Gaspar,Mazzanti Alexandre,Lopes Sonia Terezinha dos Anjos
Ciência Rural , 2006,
Abstract: A peritonite em c es ainda é caracterizada como uma severa complica o de afec es na cavidade abdominal. Define-se a enfermidade como uma inflama o do perit nio, na maioria das vezes com prognóstico reservado, e que pode ser fatal. Ela se apresenta de diferentes formas, sendo a séptica a mais comum, em que microorganismos patogênicos proliferam rapidamente, e determinam processo infeccioso grave. Devido à importancia da peritonite em c es, s o abordados a etiopatogenia, os métodos diagnósticos e a conduta terapêutica mais apropriada. Para um prognóstico favorável, o diagnóstico precoce e o tratamento eficaz s o fundamentais.
Peritonite bacteriana espontanea
Strauss Edna,Caly Wanda Regina
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 2003,
Abstract: A peritonite bacteriana espontanea ocorre em 30% dos cirróticos com ascite e, neste grupo, apresenta altas taxas de morbidade e mortalidade. Os fatores predisponentes incluem a diminui o da defesa imunológica encontrada no homem nas fases avan adas da cirrose, o supercrescimento da flora intestinal e a transloca o bacteriana da luz dos intestinos aos linfonodos mesentéricos. As manifesta es clínicas variam de graves a leves ou ausentes, sendo sempre necessária a análise do líquido ascítico. O diagnóstico de peritonite bacteriana espontanea se faz pela contagem de neutrófilos > 250/mm3 no líquido ascítico associado ou n o ao crescimento de bactéria na cultura. As enterobactérias predominam como causa da infec o, sendo a Echerichia coli a bactéria mais freqüentemente isolada. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado provocaram a queda das taxas de mortalidade nas duas últimas décadas. O uso endovenoso de cefalosporinas de terceira gera o mostra-se eficaz em 70% a 95% dos casos. A recorrência de peritonite bacteriana espontanea é comum e pode ser prevenida com norfloxacina oral, de uso contínuo. O surgimento de resistência bacteriana tem estimulado a procura de novas op es para a profilaxia da peritonite bacteriana espontanea; os probióticos constituem nova abordagem promissora, mas que necessita melhor avalia o. Recomenda-se a profilaxia primária de curta dura o aos cirróticos com ascite que apresentem episódio de hemorragia digestiva alta.
Influência da peritonite sobre a síntese de colágeno em anastomoses do cólon distal: estudo experimental em ratos
Biondo-Sim?es Maria de Lourdes Pessole,Greca Fernando Hintz,Bryk Junior Agostinho,Komatsu Maria Cláudia Gomes
Acta Cirurgica Brasileira , 2000,
Abstract: Com o objetivo de verificar a rela o entre a concentra o de colágeno e a capacidade de suportar press o em anastomoses de cólon quando existe peritonite, utilizaram-se 40 ratos machos, Wistar-TECPAR, com idade média de 120 dias e peso médio de 302 g, os quais foram divididos em 2 lotes de 20 animais que compuseram os grupos controle e peritonite. Sob anestesia inalatória e submetidos à laparotomia os ratos do grupo peritonite tiveram infec o induzida pelo método de Wichterman e col. e os do grupo controle laparotomia com manipula o dos segmentos intestinais envolvidos no experimento. Após 24 horas eram relaparotomizados, sofriam colotomia transversa total esquerda à 2,0 cm da reflex o peritoneal e anastomose em plano único, extra-mucoso. As aferi es foram realizadas nop tereciro e sétimo dias de pós-operatório. Ressecava-se 4,0 cm do cólon esquerdo contendo a anastomose e media-se a press o de ruptura. Realizou-se estudo histopatológico, empregando-se a colora o do Sirius-red e análise da concentra o de colágeno através de método computadorizado. Verificou-se que a capacidade de suportar press o aumentou com o tempo de evolu o de forma semelhante nos dois grupos. A concentra o de colágeno foi menor no grupo com peritonite no terceiro dia (p = 0,000168) e no sétimo dia (p = 0,0020). Os percentuais de colágeno I e III foram semelhantes no terceiro dia. Já no sétimo dia, no grupo peritonite predominou o colágeno tipo III ( p = 0,000079). Os resultados analisados demonstram que existe diminui o da concentra o e da matura o do colágeno nas anastomoses colo-cólicas realizadas quando existe peritonite porém esta altera o n o interfere na capacidade da anastomose suportar press o.
DESENVOLVIMENTO DE MODELO DE PERITONITE BACTERIANA PARA AVALIA O DO TRATAMENTO MEDIANTE ACESSO LAPAROT MICO E VIDEO-LAPAROSCóPICO  [cached]
Salgado Jr W.,Cunha FQ,Sankarankuty A.S.,Santos JS
Acta Cirurgica Brasileira , 2001,
Abstract: Introdu o: O emprego do acesso videolaparoscópico no tratamento das afec es digestivas que cursam com peritonite generalizada é motivo de controvérsia. Objetivo: Desenvolver um modelo de peritonite bacteriana para avalia o do tratamento mediante acesso laparot mico e videolaparoscópico. Métodos: Ratos machos Wistar foram submetidos à ligadura de ceco (CLP) sob molde rígido de 3mm de diametro; na seqüência foram feitas 14 pun es no ceco com agulha 15X10. Após 6 horas de indu o da peritonite, os animais foram tratados mediante laparotomia ou videolaparoscopia e avaliados com base nas hemoculturas e na taxa de mortalidade. O tratamento consistiu de tiflectomia seguida ou n o de lavagem da cavidade peritoneal com solu o fisiológica. Resultado: A mortalidade após CLP sem tratamento foi de 90% em uma semana. As hemoculturas positivas para bactérias após 3 horas variaram de 80 a 100% e após 24 horas de 60 a 80%, nos animais tratados com laparotomia sem lavagem do perit neo e com videolaparoscopia seguida ou n o de lavagem peritoneal. Todavia, a mortalidade após laparotomia foi de 20% e após videolaparoscopia foi de 80%. Conclus o: O modelo experimental desenvolvido induz a peritonite grave, e a bacteremia associada ao tratamento videolaparoscópico tem alta letalidade.
Peritonite infecciosa felina: 13 casos  [cached]
Oliveira Fabiano Nunes de,Raffi Margarida Buss,Souza Tatiana Mello de,Barros Claudio Severo Lombardo de
Ciência Rural , 2003,
Abstract: Numa pesquisa realizada em tecidos de 638 gatos necropsiados, foram encontrados 13 casos (2,03%) de peritonite infecciosa felina. Oito desses casos (61,53%) eram da forma efusiva ou úmida, e 5 apresentavam a forma seca ou n o-efusiva da doen a. A idade dos gatos afetados variou de 2 meses a 3 anos. Doze gatos (92,30%) eram de ra as puras, cinco deles (38,47%) eram oriundos de ambientes onde havia mais de um gato e três eram provenientes de um mesmo gatil. A dura o da doen a clínica foi de 7 a 45 dias e os sinais clínicos incluíram emagrecimento, anorexia, diarréia, icterícia, v mito, linfadenopatia e distúrbios neurológicos. Os achados de necropsia na forma úmida incluíam excesso de líquido viscoso (50ml a 1 litro), translúcido ou levemente opaco na cavidade peritoneal e, em um caso, na cavidade torácica. Exsudato fibrinoso cobria as superfícies serosas dos órg os abdominais dando-lhes aspecto granular e brancacento. Na forma seca, havia múltiplos focos granulomatosos sob a superfície serosa e para o interior do parênquima de órg os abdominais; esses achados eram particularmente proeminentes nos rins. Opacidade de córnea foi observada em um gato. Histologicamente, havia graus variáveis de vasculite e perivasculite piogranulomatosa, particularmente em arteríolas. Meningite ou meningoencefalite piogranulomatosa foram observadas em três gatos com a forma seca de peritonite infecciosa felina.
Hypersensitivity vasculitis induced by cefoperazone/sulbactam
Ismail Islek, Sancar Baris, Ali O Katranci, Ender Ariturk, Nuran Gurses
Annals of Clinical Microbiology and Antimicrobials , 2003, DOI: 10.1186/1476-0711-2-1
Abstract: A 13-year-old girl with appendicitis developed hypersensitivity vasculitis on the fifth day of cefoperazone/sulbactam therapy. Hypersensitivity vasculitis resolved gradually after removal of the agent on the seventh day and did not recur. Although hypersensitivity vasculitis has multiple causes, coexistence of hypersensitivity vasculitis and cefoperazone treatment, and the quite resolution of the disease after removal of the drug, strongly favours a causative relationship.To our knowledge, this is the first report of a hypersensitivity vasculitis associated with cefoperazone.Cefoperazone is a common antibiotic drug used mainly to treat serious infections. Reported adverse effects of this drug include urticaria, maculopapular and erythematous skin rash and rarely anaphylaxis and bronchospasm [1,2]. Cefoperazone has not been reported to cause vasculitic complications before. We report a case of hypersensitivity vasculitis associated with cefoperazone/sulbactam.A 13-year-old girl was admitted to Ondokuz May1s University Hospital with a 3-day history of abdominal pain and fever. She had no history of allergic reactions, connective tissue disease, respiratory tract infection and/or use of antibiotics or another drug. Physical examination revealed abdominal tenderness and defense, and positive Rovsing's sign in the right lower quadrant. The white-cell count was 20.700 per cubic milimeter with 78 percent neutrophils, 20 percent lymphocytes and 2 percent monocytes. Hemoglobin was 12.1 g/dl. Erythrocyte sedimentation rate (ESR) was slightly elevated at 46 mm/hour. The patient was referred to the pediatric surgery department and acute perforated appendicitis was considered. Cefoperazone/sulbactam 100 mg/kg/day two in divided doses was initiated on the first day of admission. Abdominal exploration was performed on the second day of admission and a gangrenous appendicitis with adhesions to peripheral tissue and purulent material around the caecum was observed. Biopsy specimen r
Prevalência e prognóstico da peritonite bacteriana espontanea: experiência em pacientes internados em um hospital geral de Porto Alegre, RS, Brasil (1991-2000)  [cached]
Coral Gabriela,Mattos Angelo Alves de,Damo Danielle F.,Viégas Ana C.
Arquivos de Gastroenterologia , 2002,
Abstract: RACIONAL: A peritonite bacteriana espontanea é complica o freqüente nos pacientes com cirrose e ascite, apresentando taxa de recurrência em 1 ano próxima de 70%. OBJETIVOS: Avaliar a prevalência da peritonite bacteriana espontanea em pacientes com ascite por hepatopatia cr nica e o impacto da sua presen a na sobrevida dos mesmos. PACIENTES/MéTODOS: Foram avaliadas 1030 interna es de pacientes com cirrose e ascite, tendo sido documentados 114 episódios de peritonite bacteriana espontanea em 94 pacientes. Em todos foi realizada paracentese com análise do líquido ascítico. O diagnóstico desta complica o foi estabelecido quando o número de polimorfonucleares do líquido de ascite fosse superior a 250 células por mmsuperscript three. RESULTADOS: A prevalência da peritonite bacteriana espontanea foi de 11,1% e sua mortalidade de 21,9%. A infec o foi adquirida na comunidade em 61,4% e no hospital em 37,7%, sendo as taxas de óbito de 18,6% e 27,9%, respectivamente. Houve controle da infec o, documentado pela análise do líquido de ascite coletado por paracentese realizada 48 horas após o início da antibioticoterapia, em 91,1% dos episódios. Nestes casos a mortalidade foi de 16,7%. Nos casos em que a infec o n o foi controlada, o óbito ocorreu em 80,0%. Em 22,3% da amostra foi documentado o uso do antibiótico profilático sem, no entanto, demonstrar haver diferen a significativa quanto à mortalidade, quando comparados aos pacientes que n o realizaram profilaxia. CONCLUS ES: A peritonite bacteriana espontanea é infec o freqüente nos pacientes com ascite por hepatopatia cr nica, com prognóstico reservado, principalmente na ausência de resposta precoce à antibioticoterapia.
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