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Biofeedback and the electromyographic activity of pelvic floor muscles in pregnant women Biofeedback na atividade eletromiográfica dos músculos do assoalho pélvico em gestantes  [cached]
Roberta L. A. Batista,Maira M. Franco,Luciane M. V. Naldoni,Geraldo Duarte
Brazilian Journal of Physical Therapy , 2011,
Abstract: BACKGROUND: Maintaining continence is among the functions of the pelvic floor muscles (PFM) and their dysfunction can cause urinary incontinence (UI), which is a common occurrence during pregnancy and the puerperal period. Pelvic floor muscle training (PFMT), therefore, is important during pregnancy, although most women perform the muscle contractions unsatisfactorily. OBJECTIVES: This study is an exploratory analysis of the results of three electromyographic (EMG) activity biofeedback sessions in pregnant women. METHODS: The study sample included 19 nulliparous women with low risk pregnancies. The participants performed three sessions of EMG biofeedback consisting of slow and fast contractions. The average value of the normalized amplitudes of surface electromyography was used to evaluate the results. The linear regression model with mixed effects was used for statistical analysis, with the EMG data normalized by maximum voluntary contraction (MVC). RESULTS: A steady increase in EMG amplitude was observed during each contraction and by the end of the biofeedback sessions, although this difference was only significant when comparing the first tonic contraction of each session (p=0.03). CONCLUSIONS: The results indicate that three sessions of training with biofeedback improved PFM EMG activity during the second trimester in women with low-risk pregnancies. The effectiveness of this protocol should be further investigated in randomized controlled trials. CONTEXTUALIZA O: Dentre as fun es dos músculos do assoalho pélvico (MAPs), pode-se citar a manuten o da continência, sendo que sua disfun o pode causar a incontinência urinária (IU), muito frequente no período gestacional e no puerpério. Diante disso, se faz importante o treinamento dos músculos do assoalho pélvico (TMAP) durante o período gestacional, entretanto grande parte das mulheres realiza a contra o dessa musculatura de maneira insatisfatória. OBJETIVOS: Realizar uma análise exploratória dos resultados de três sess es de biofeedback na atividade eletromiográfica em mulheres gestantes. MéTODOS: Este estudo incluiu 19 gestantes nulíparas com gravidez de baixo risco. Foram realizadas três sess es de biofeedback eletromiográfico compostas por contra es lentas e rápidas, utilizando-se como método de avalia o dos resultados as médias das amplitudes normalizadas da eletromiografia (EMG) de superfície. Para a análise estatística, utilizou-se o modelo de regress o linear com efeitos mistos, sendo que os dados da EMG foram normalizados pela contra o voluntária máxima (CVM). RESULTADOS: Após as sess
Efeitos da cirurgia bariátrica na fun o do assoalho pélvico Effects of bariatric surgery on pelvic floor function
Larissa Araújo de Castro,Wagner Sobottka,Giorgio Baretta,Alexandre Coutinho Teixeira de Freitas
ABCD. Arquivos Brasileiros de Cirurgia Digestiva (S?o Paulo) , 2012,
Abstract: RACIONAL: A incontinência urinária é bem documentada como comorbidade da obesidade. Estudos demonstram resolu o ou atenua o da incontinência após a perda de peso. Porém, os mecanismos pelos quais isso ocorre ainda n o est o claros. OBJETIVO: Avaliar os efeitos da cirurgia bariátrica na fun o do assoalho pélvico em mulheres. MéTODOS: Foram avaliadas 30 mulheres que estavam em lista de espera para realizar a opera o. Foi verificada a prevalência de incontinência urinária no pré e no pós-operatório e seu impacto na qualidade de vida através do King's Health Questionnaire. A qualidade da contra o muscular do assoalho pélvico foi avaliada através da Escala de Oxford Modificada e da perineometria. RESULTADOS: Vinte e quatro mulheres finalizaram o estudo. O índice de massa corporal passou de 46,96±5,77 kg/m2 no pré-operatório para 29,97±3,48 kg/m2 no pós-operatório, e a perda percentual do excesso de peso média foi de 70,77±13,26%. A prevalência de incontinência urinária passou de 70,8% no pré-operatório para 20,8% no pós-operatório. Após um ano da cirurgia bariátrica, houve redu o do impacto da incontinência urinária na qualidade de vida em sete dos nove domínios avaliados no questionário. A mediana da Escala de Oxford Modificada aumentou de três no pré-operatório para quatro no pós-operatório. A perineometria apresentou aumento significativo na média das três contra es solicitadas, passou de 21,32±12,80 sauers para 28,83±16,17 sauers na compara o pré e pós-operatória. O pico de contra o também aumentou significativamente no pós-operatório em rela o ao pré-operatório, passou de 25,29±14,49 sauers para 30,92±16,20 sauers. CONCLUS O: A perda massiva de peso através da cirurgia bariátrica repercute positivamente na fun o do assoalho pélvico e na qualidade de vida das mulheres com obesidade mórbida. BACKGROUND: Urinary incontinence is well documented as a comorbidity of obesity. Studies demonstrate improvement of incontinency after weight loss. However, the mechanisms are still not clear. AIM: To analyze the effects of bariatric surgery on pelvic floor function in women. METHODS: Thirty women were invited to participate. They were waiting for bariatric surgery. Evaluations were done on pre-operative period and one year after surgery. It comprehended: body mass index, urinary incontinence prevalence, quality of life through the King's Health Questionnaire, quality of pelvic floor muscular contraction through the Oxford Modified Scale and perineometry. RESULTS: Twenty four women were included in the study. The body mass index reduced from 46.96±5.77 kg/m
Grau de for a muscular do assoalho pélvico em mulheres incontinentes obesas e n o obesas Pelvic floor muscular force degree in obese and nonobese incontinent women
Joseane da Costa Silva,Maísa Camara Prado,Juliana de Faria Fracon e Rom?o,Cláudia Elaine Cestári
Ciência & Saúde , 2011,
Abstract: Objetivo: Avaliar a for a e resistência da musculatura do assoalho pélvico em pacientes obesas e n o obesas e correlacioná-la com os sinais de perda involuntária de urina. Materiais e Métodos: Foram avaliadas 44 mulheres com queixa de incontinência urinária, média de idade de 64,34 (36-78). As pacientes foram distribuídas em dois grupos, Grupo 1 – (Obesas): n=19, composto de pacientes com índice de Massa Corporal (IMC) maior que 30; e Grupo 2 (N o-Obesas): n=25, pacientes com IMC menor que 30 e submetidas à Avalia o Funcional do Assoalho Pélvico (AFA) por meio da palpa o bidigital e do perine metro. Resultados: Foi possível observar, na avalia o da musculatura do assoalho pélvico, diferen as significativas nas pacientes obesas (p=0,0001), constatando-se menor valor de resposta muscular nesse grupo. Correla es negativas entre o IMC x AFA (r=-0,29; p=0,05) e entre o IMC x Diagnóstico (r=-0,10; p=0,51) também foram demonstradas. Conclus o: A AFA apresentou menor valor no grupo de pacientes obesas e a medida que aumenta o IMC, aumenta a frequência miccional noturna. Objective: To evaluate the strength and endurance of pelvic floor muscles in obese and nonobese patients and to correlate it with the signs of urine involuntary loss. Materials and Methods: We have evaluated a total of 44 women complaining of urinary incontinence, mean age of 64.34 (36-78). The patients were divided into two groups, Group 1 - (Obese): n=19, composed of patients with Body Mass Index (BMI) greater than 30; and Group 2 (nonobese): n=25, patients with BMI less than 30 and submitted to the Pelvic Floor Functional Assessment (AFA) through palpation and bidigital perineometer evaluation. Results: It was possible to observe, in the evaluation of pelvic floor muscles, significant differences in obese patients (p=0.0001), confirming a lower level of muscle response in this group. Negative correlations between BMI x AFA (r=-0.29, p=0.05) and between BMI x Diagnostic (r=-0.10, p=0.51) were also demonstrated. Conclusion: The AFA evaluation showed a decreased value in the group of obese patients and as the BMI increases, the nighttime urinary frequency also increases.
Eletroestimula o transvaginal do assoalho pélvico no tratamento da incontinência urinária de esfor o: avalia es clínica e ultra-sonográfica
Herrmann Viviane,Potrick Benhur Ant?nio,Palma Paulo César Rodrigues,Zanettini Cassio Luis
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 2003,
Abstract: OBJETIVO: Verificar o efeito da eletroestimula o transvaginal no tratamento de mulheres com incontinência urinária de esfor o (IUE) adequadamente selecionadas. MéTODOS: Vinte e duas mulheres com IUE, diagnosticadas através de estudo urodinamico, foram submetidas à eletroestimula o transvaginal do assoalho pélvico. A média das idades foi de 49 anos (22 a 74 anos). Foram realizadas duas sess es semanais, com dura o de 20 minutos cada, durante oito semanas. Todas as mulheres foram avaliadas por anamnese, exames clínico e uroginecológico, registro semanal dos episódios de perda urinária, teste de esfor o e ultra-sonografia transperineal antes e após o tratamento. Os parametros elétricos utilizados foram: pulso de 700 microssegundos, freqüência de 50 Hertz e intensidade com varia o entre 12 e 53 miliamperes, de acordo com a sensibilidade da mulher. RESULTADOS: Consideraram-se satisfeitas com a eletroestimula o 18 mulheres (81,7%), havendo redu o significativa do número de perdas urinárias (p<0,01). O teste de esfor o foi negativo em 77,2% das mulheres após o tratamento. A press o de perda sob esfor o aumentou em 14 mulheres (64%), n o alcan ando, entretanto, valor com significancia estatística (p = 0,37). A avalia o ultra-sonográfica n o demonstrou diferen a significativa na mobilidade do colo vesical antes e após as sess es de eletroestimula o (p = 0,30). CONCLUS O: A eletroestimula o transvaginal do assoalho pélvico representou uma alternativa terapêutica efetiva e segura às mulheres com IUE sem defeito esfincteriano, com diminui o significativa dos episódios de perda urinária.
Muscle strength of the pelvic floor among young and climateric continent women For a muscular do assoalho pélvico entre mulheres continentes jovens e climatéricas  [cached]
Eliane Cristina Hilberath Moreira,Paula Bueno de Arruda
Semina : Ciências Biológicas e da Saúde , 2010,
Abstract: The menopause represents a stage in life when modifications in the urogynecological tract occur as a decrease in the muscle strength of the pelvic floor and urethral turgidity. It is suggested that healthy muscles are thick and this enables them to support the vagina walls as well as provide a sphincteral action, favoring the closing and urethral continence. It is possible that the blood supply associated to strong muscles will promote the health of the epithelium in the area, stimulating the adequate vaginal lubrication and the delay of atrophic changes due to the age. The purpose of this study was to verify the muscle strength of the pelvic floor among healthy young and climateric women, in order to identify the existing alterations in this musculature. The study consisted of 49 women divided in two groups: Group 1 consisting of women (N=24) with an average age of 29.33 years old and Group 2, consisting of women (N=25) with an average age of 51.8 years old, submitted to the evaluation of the muscle strength of the pelvic floor by means of bidigital palpation and perineometry. Significant differences were not identified concerning the pelvic floor muscle strength by means of the perineometry in the studied groups. As for the bidigital palpation evaluation, a larger capacity of voluntary contraction and sustained maintenance of this contraction in 25 to 35-years old women was observed. O climatério representa a fase em que ocorrem modifica es no trato uroginecológico, como a diminui o da for a muscular do assoalho pélvico e turgidez uretral. é sugerido que músculos sadios s o volumosos e isso os capacita a suportar as paredes da vagina t o bem como prover uma a o esfincteriana, favorecendo o fechamento e a continência uretral. é plausível que o suprimento de sangue associado a músculos fortes promoverá a saúde do epitélio na área, estimulando a lubrifica o vaginal adequada e o retardo das mudan as atróficas da idade. O objetivo deste estudo foi verificar a for a muscular do assoalho pélvico entre mulheres saudáveis jovens e climatéricas, buscando identificar as altera es existentes nesta musculatura. O estudo foi composto por 49 mulheres dividas em dois grupos: Grupo 1 composto por mulheres (N=24) com média de idade de 29,33 anos e o grupo 2 composto por mulheres (N=25) com média de idade de 51,8 anos, submetidas a avalia o da for a muscular do assoalho pélvico por meio de palpa o bidigital e perineometria. O presente estudo n o identificou diferen as significativas da for a de press o muscular do assoalho pélvico pela perineometria entre os grup
Avalia o biofotogramétrica da assimetria facial em pacientes com disfun o temporomandibular  [cached]
Marília Cavalheri Gorreri,Mário Antonio Baraúna,Paulinne Junqueira Silva Andresen Strini,Polyanne Junqueira Silva Andresen Strini
Odonto , 2010,
Abstract: Introdu o: os protocolos de avalia o das assimetrias faciais em pacientes com disfun o temporomandibular s o, em grande parte, realizados por meio da avalia o cefalométrica, que possibilita a visualiza o, mensura o e análise apenas do tecido duro. A análise facial pela biofotogrametria computadorizada tem sido utilizada como meio auxiliar diagnóstico, n o expondo o indivíduo a radia o nociva, promovendo avalia o das estruturas craniofaciais, musculares e a disposi o do tecido adiposo. Objetivo: avaliar a assimetria facial em pacientes com disfun o temporoman-dibular por meio da biofotogrametria computadorizada. Material e Métodos: a amostra consistiu de 36 pacientes com disfun o temporo-mandibular (31 mulheres e 05 homens), e 11 indivíduos controles (06 mulheres e 05 homens). Para a sele o e classifica o da amostra foi utilizado o índice Clínico de Fonseca (1994), seguido do exame físico, odontológico e fisioterapêutico. Resultados: foram encontradas diferen as significativas (p=0,041) quando comparados o angulo referente à boca, entre os lados direito e esquerdo, nos pacientes com disfun o temporomandibular. Conclus o: altera es na simetria facial podem estar presentes em pacientes com disfun o temporomandibular, e que a mesma se encontra localizada no ter o inferior da face, principalmente na regi o da maxila, mandíbula e mento.
Mobilidade do Colo Vesical e Avalia o Funcional do Assoalho Pélvico em Mulheres Continentes e com Incontinência Urinária de Esfor o, Consoante o Estado Hormonal
Moreira Sonia Fátima da Silva,Gir?o Manoel Jo?o Batista Castello,Sartori Marair Gracio Ferreira,Baracat Edmund Chada
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002,
Abstract: Objetivo: estudar a mobilidade do colo vesical e a for a da musculatura perineal em mulheres com e sem incontinência urinária de esfor o, no menacme e na pós-menopausa. Métodos: foram avaliadas 61 pacientes, das quais 31 estavam no menacme, sendo 17 com incontinência urinária de esfor o (IUE) e 14 continentes, e 30 estavam na pós-menopausa, das quais 15 com e 15 sem IUE. Todas as incontinentes foram submetidas ao teste da coluna d'água e ao teste de esfor o com bexiga vazia. A mobilidade do colo vesical foi avaliada pelo teste do cotonete e por ultra-sonografia e, para estudo da fun o da musculatura perineal, foram utilizados a palpa o digital e cones vaginais. Resultados: a posi o do colo vesical nas mulheres com incontinência urinária de esfor o (grupos A e C), tanto pela ultra-sonografia quanto pelo teste do cotonete, foi mais baixa, sendo --11,8 cm no grupo A e --12,5 cm no grupo C, do que as mulheres continentes, nas quais o colo encontrava-se, em média, a +4,4 cm no grupo B e +2,3 cm no grupo D. Quanto à mobilidade do colo vesical, avaliada pela ultra-sonografia e pelo teste do cotonete, n o houve diferen a significativa entre os grupos continentes no menacme (9,1 cm) e na pós-menopausa (9,5 cm). Também n o houve diferen a significativa entre os dois grupos incontinentes entre si (17,1 cm para o grupo A e 16,6 cm para o C). No entanto, a mobilidade foi significativamente maior nos grupos com incontinência urinária de esfor o (A e C) do que nos grupos continentes (B e D) Verificamos que, quanto à avalia o da musculatura do assoalho pélvico, o teste realizado com cones vaginais e a avalia o funcional do assoalho pélvico mostraram índice 4 no grupo B e 3,4 no grupo D, indicando maior for a muscular nas mulheres continentes, quando comparadas às incontinentes (2,9 e 2,3, respectivamente no menacme e na pós-menopausa). Conclus o: a mobilidade do colo vesical, avaliada por meio do teste do cotonete e da ultra-sonografia, é maior nas mulheres incontinentes, independente do estado menopausal. A avalia o do assoalho pélvico pela palpa o digital e pelos cones vaginais mostrou que a fun o muscular é menos eficiente nas mulheres incontinentes.
Estudo comparativo da fun o do assoalho pélvico em mulheres continentes e incontinentes na pós menopausa Comparative study of pelvic floor function in continent and incontinent postmenopausal women  [cached]
Cláudia E. C. Souza,Ricardo M. Lima,Lidia M. A. Bezerra,Rinaldo W. Pereira
Brazilian Journal of Physical Therapy , 2009,
Abstract: CONTEXTUALIZA O: A incontinência urinária (IU) é de causa multifatorial, sendo atribuída, em parte, à fraqueza da musculatura do assoalho pélvico. Apesar de ser subestimada por muitas mulheres, a avalia o funcional do assoalho pélvico (AFA) pode contribuir para um correto diagnóstico e terapêutica adequada. OBJETIVOS: Comparar a fun o muscular do assoalho pélvico em mulheres continentes e incontinentes na pós menopausa como fator diagnóstico no tratamento da IU. MéTODOS: A partir da investiga o dos sintomas urinários, 153 mulheres (idade X=66,7±5,4) foram separadas em dois grupos (G1 incontinentes e G2 assintomáticas). Após análise dos critérios de inclus o, as mulheres foram submetidas à AFA por meio da palpa o bidigital (classifica o de Contreras Ortis, 1994) e à quantifica o da press o de contra o perineal por meio do perine metro (PERINA 996-2 QUARK). RESULTADOS: Observou-se prevalência de IU (54,9%) na amostra estudada, sendo a incontinência urinária de esfor o (IUE) (41,7%) o tipo mais presente. Em rela o aos sintomas urinários, como a frequência miccional diurna (p=0,004) e noturna (p=0,02), o grupo G1 apresentou um valor significativamente mais alto. A AFA mostrou resultados similares durante a palpa o e o perine metro, com diferen as significativas (p<0,001) entre os dois grupos. Utilizou-se estatística descritiva, teste t de Student para amostras independentes, medidas de prevalência e análise de variancia (one-way ANOVA), seguida do post hoc de Bonferroni (p<0,05). O software Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) vers o 10,0 (SPSS, Chicago, IL) foi utilizado para realiza o de todas as análises. CONCLUS ES: A palpa o e o perine metro se mostraram eficientes na avalia o da for a e press o de contra o desse grupo muscular. BACKGROUND: Urinary incontinence (UI) is multifactorial and attributed, in part, to weakness of the pelvic floor muscles. Despite being underestimated by many women, a functional pelvic floor assessment (FPA) may contribute to a correct diagnosis and appropriate treatment. OBJECTIVES: To compare the function of pelvic floor muscles in continent and incontinent postmenopausal women as a diagnostic factor in UI treatment. METHODS: Based on the investigation of urinary symptoms, 153 women (age X=66.7±5.4) were divided into two groups (G1-incontinent and G2-continent). After analysis of the inclusion criteria, the women were submitted to FPA by means of bidigital palpation according to Contreras Ortiz (1994) and quantification of perineal strength with a perineometer (PERINA 996-2 QUARK ). RESULTS: Ther
Rela o dos sintomas otológicos nas disfun es temporomandibulares  [cached]
Machado, Ilza Maria,Pialarissi, Paulo Roberto,Pialarissi, Paulo Roberto,Rotondi, Juliana
Arquivos Internacionais de Otorrinolaringologia , 2010,
Abstract: Introdu o: As disfun es da articula o temporomandibular (ATM) abrangem uma série de problemas clínicos que envolvem a musculatura mastigatória, a própria articula o e estruturas associadas à regi o da orelha. Objetivo: Analisar a rela o entre disfun o temporomandibular e sintomas otológicos. Método: Fizeram parte do estudo retrospectivo 20 mulheres com média de idade de 22,38 anos. O estudo foi realizado por uma equipe multidisciplinar que envolveu médico otorrinolaringologista, fonoaudiólogas e ortodontista. As participantes foram submetidas ao preenchimento de um questionário que abordou quest es sobre sintomas otológicos e posteriormente foram submetidas a um exame otoscópico e exame clínico da articula o temporomandibular. Resultados: 85% da amostra tiveram disfun o temporomandibular conjuntamente com queixas de sintomas otológicos. Os sintomas otológicos mais autorreferidos foram de plenitude auricular (50%), zumbido (35%) e vertigem (10%). Conclus o: Os resultados mostraram alto percentual entre as DTMs e sintomas otológicos. Outras pesquisas com uma amostra maior s o sugeridas com o intuito de confirmar a correla o entre DTM e Sintomas otológicos.
Treinamento dos músculos do assoalho pélvico nas disfun??es sexuais femininas
Piassarolli, Virginia Pianessole;Hardy, Ellen;Andrade, Nilva Ferreira de;Ferreira, Néville de Oliveira;Osis, Maria José Duarte;
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2010, DOI: 10.1590/S0100-72032010000500006
Abstract: purpose: to evaluate the effect of pelvic floor muscle training (pfmt) on female sexual dysfunctions. methods: twenty-six women with a diagnosis of sexual dysfunction (sexual desire, arousal, orgasmic disorders and/or dyspareunia) were included in a clinical trial with a before/after approach . the assessment was carried out before, during (after five sessions) and at the end of the treatment (after ten sessions) by two-digit palpation (assessment of pelvic floor muscle, pfm, strength), intravaginal electromyography (emg) (capture of pfm contraction amplitudes) and female sexual function index (fsfi, a questionnaire for the evaluation of sexual function). the women underwent pfmt in different positions for ten sessions (once or twice a week). for statistical analysis, absolute and relative frequencies were used for clinical characteristics and pfm strength. the friedman test was used to compare the fsfi domain scores and emg values, the students t-test was used to determine the association between these values and the characteristics of the women, and the wilcoxon test for percent modification of the emg. the mann-whitney test permitted us to compare these values with clinical characteristics. the spearman correlation test was used to correlate the emg values with mean total score. results were considered statistically significant if p<0.05. results: a significant improvement (p<0.0001) of fsfi scores was observed at the end of treatment compared to the values observed before and in the middle of treatment. regarding the emg, the amplitudes of tonic and phasic contractions increased significantly during treatment (p<0.0001). pelvic floor strength increased, which 69% of the women presenting grade 4 or 5 at the end of treatment, with a total improvement of sexual complaints. conclusions: the pfmt improved muscle strength and electromyography contraction amplitudes, with improved sexual function, indicating that this physiotherapy approach may be successfully used for
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