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Hoyos negros
Yessica Mireles Zavala
Acta Universitaria , 2012,
Abstract: Hacyan, Shahen. Los Hoyos negros y la curvatura del espacio-tiempo. México: FCE, 1998. (La Ciencia para Todos; 50).
No somos negros
Patricio Lepe Carrión
Nómadas , 2010,
Abstract: Se intenta mostrar el desplazamiento de las significaciones peyorativas que los discursos dominantes han impuesto en la cultura, con tal de sostener una diferencia racial que justifique la marginación y explotación de las minorías. Para ello, se tomará como figura metafórica y metonímica la antigua expresión castellana 'No Somos Negros'. A partir de ahí, elaboraremos un trabajo de deconstrucción del concepto de 'negrura', para visualizar cómo dicho concepto trae consigo el desplazamiento de una serie de significados discriminatorios. Concluiremos que la negación de nuestra negrura, es la afirmación de la diferencia racial heredada por la colonia hasta nuestros días.
A linguagem da casa entre os negros no Rec ncavo Baiano
Marcelin Louis Herns
Mana , 1999,
Abstract: Para analisar o sistema familiar dos negros do Rec ncavo da Bahia, Nordeste do Brasil, é preciso compreender a constru o cultural da organiza o e das rela es sociais, bem como as representa es que as sustentam. Este artigo come a com uma discuss o das categorias analíticas chave e das metodologias estrutural-funcionalistas, seus fundamentos teóricos e socioculturais e seu lugar nas análises das práticas familiares e de parentesco entre popula es marginalizadas da América Latina, particularmente do Brasil. Em seguida, busca explorar os sentidos implícitos, imersos nos contextos socioétnicos, e que estruturam as linguagens, cren as e experiências familiares entre negros na regi o. O modelo proposto funda-se na associa o entre dois níveis conceituais: o das "casas" e o da "configura o de casas" (conjunto de casas estruturadas por uma ideologia da família e do parentesco) como um sistema de significados.
Los Hoyos Negros La Puerta a un Nuevo Universo?
Luis Gutiérrez García
Acta Universitaria , 2012,
Abstract: Hacyan, Shahen. Los hoyos negros y la curvatura del espacio-tiempo. México: (SEP; FCE; CONA-CYT), 1998. (La Ciencia para todos; 50).
Dois rapazes teimosos: a forma o nas figuras do espírito = Two stubborn boys: education in the figures of the spirit  [PDF]
Trevisan, Amarildo Luiz
Educa??o , 2011,
Abstract: Com a queda dos fundamentos metafísicos da raz o, surge a necessidade de revisar a forma o na alegoria da caverna plat nica. Para isso, buscamos apoio nas categorias hegelianas da fenomenologia do espírito – estoicismo, ceticismo e consciência infeliz –, n o obstante a distancia histórica que separa as duas experiências formativas. Para Hegel, a forma o do espírito n o pode ocorrer igual à metáfora dos rapazes teimosos (ceticismo ou estoicismo), pois isso leva justamente ao desenvolvimento da consciência infeliz. A saída pode estar na articula o desses elementos na ideia do reconhecimento. Porém, levando em conta a situa o em que se encontram os aprisionados no fundo da caverna, cremos que ainda n o existe aí tal espírito da forma o, embora n o se possa dizer o mesmo sobre a presen a da Filosofia. Resta saber se essa oposi o contribui também para desencadear as experiências de fracasso da forma o atualmente e, ainda, de que maneira é possível articular esses dispositivos para que o reconhecimento n o seja negado.
Does the Food Sovereignty Movement Exist in Negros? The BIND and ONOPRA Experiences
Benedicto Q. Sánchez
Kasarinlan : Philippine Journal of Third World Studies , 2011,
Abstract: While food sovereignty as a term is virtually absent in Negros Occidental development literature, the concept is not. The efforts to address hunger, unemployment, and underemployment during annual tiempos muertos also comprise a movement that seeks to resolve sugarcane monocultures in Negrense haciendas. Organic agriculture, on the other hand, was and is the means to diversify the provincial rural economy, restore the degraded environmental resource base, and attain food security among the perennially hungry food producers. The food sovereignty movement as such arose in Negros Occidental in the mid-1980s to address the near-famine proportions spawned by the crisis of the monoculture-based sugar industry. The emphasis on smallholder food producers, the concerted resistance to transnational companies’ promotion of genetic engineering to increase crop productivity, recognition of food security as a human right, the role of the state policy to protect and defend the right to seeds, indigenous knowledge systems, and the promotion of ecologically friendly farm technologies hew to the classical definitions of food sovereignty. The Negrense experience has put organic agriculture in its definition of “sustainable agriculture.” Moreover, the Negros food sovereignty movement sees subsistence agriculture and food security not as the be-all and end-all of organic agriculture but as the foundation to move beyond subsistence toward demand-driven organic crop production, including possible export to the international market.
La presencia de Negros en la Nordpatagonia. 1779-1837  [PDF]
Dora Noemí Martínez de Gorla
Memoria y Sociedad , 2003,
Abstract: This paper studies the juridical and social effects created by the individual assimilation of the slave and freeperson in the Rio Negro and the massive entrance of blacks during the war with Brazil, a historic moment when differences were established between African blacks and American blacks. This distinction was modified with the decree of September 12, 1827, when such distinctions were abolished.//Este trabajo estudia los efectos jurídicos y sociales creados por la asimilación individual del esclavo y de la persona libre en el Rio Negro y la entrada masiva de africanos durante la guerra con Brasil, momento histórico en el que las diferencias entre africanos negros y americanos negros fueron establecidas. Esta distinción fue modificada con el decreto 12 de 1827, cuando se abolieron tales diferencias.
Organiza o escolar e socializa o profissional de professores iniciantes  [cached]
Freitas Maria Nivalda de Carvalho
Cadernos de Pesquisa , 2002,
Abstract: O objetivo deste artigo é apresentar alguns resultados de pesquisa de mestrado que se referem à influência da organiza o escolar sobre o processo de socializa o profissional do professor iniciante. Realizamos o estudo em cinco escolas: duas da zona urbana e três da zona rural de dois municípios de Minas Gerais. Usamos como recursos metodológicos estudo comparativo de entrevistas n o-diretivas realizadas com professores iniciantes e antigos, entrevistas dirigidas com os demais profissionais das escolas, observa es nas escolas e análise documental. Adotamos, como quadro teórico de referência para nossas análises e interpreta es, o conceito de campo de Bourdieu.
A socializa o e a crian a bilíngue  [cached]
Paula Cristina Bullio
Alfa : Revista de Linguística , 2010,
Abstract: Este artigo tem como objetivo observar e analisar os primeiros dados coletados de uma pesquisa longitudinal com duas crian as bilíngues. Bilinguismo é, para nós, um processo análogo ao de aquisi o da língua materna, em que o indivíduo adquire outra língua ao mesmo tempo, ou seja, uma mesma crian a é exposta a mais de uma língua desde o nascimento. Acreditamos que a crian a constrói a língua e adquire valores sociais, na troca de experiências e, essencialmente, na intera o (OCHS; SCHIEFFELIN, 1999) – ela n o é uma “tabula rasa”, vazia, pronta para receber informa es que depois ser o repetidas. As trocas verbais “defi nem” a forma o das ideologias e a constitui o da subjetividade da crian a, que cresce e se desenvolve biologicamente, psicologicamente e socialmente em um ambiente ideológico (BAKHTIN, 1997). Sendo assim, trataremos estas línguas como língua dominante e língua n o dominante. Interessa-nos aqui, principalmente, considerar a importancia da socializa o no processo de aquisi o da linguagem, isto é, a maneira pela qual o indivíduo torna-se membro de uma sociedade (OCHS; SCHIEFFELIN, 1999), e observar como se dá essa socializa o nas duas línguas.
A socializa o como facilitadora na forma o da identidade profissional do acadêmico de enfermagem em um hospital privado  [cached]
Raquel S. Mendes de Oliveira,Cláudia Maria de Oliveira Pereira
Revista Tecer , 2012,
Abstract: A socializa o profissional é o processo do aprender referente à aquisi o de novas habilidades e identidade profissional. O gerenciamento descuidado em um processo de socializa o inadequado pode gerar graves conseqüências. Este trabalho de revis o bibliográfica tem como objetivo estudar o processo de socializa o, com enfoque nos fatores que contribuem de forma positiva na forma o da identidade profissional do acadêmico de enfermagem e apontar aqueles que interferem desestruturando essa identidade. Dessa forma, a socializa o se faz primordial para garantir a aquisi o de conhecimento e a motiva o capazes de contribuir para constru o de uma identidade profissional verdadeira.
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