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A física clássica de cabe?a para baixo: como Einstein descobriu a teoria da relatividade especial
Renn, Jürgen;
Revista Brasileira de Ensino de Física , 2005, DOI: 10.1590/S1806-11172005000100004
Abstract: albert einstein twice changed our concepts of space and time with his theory of relativity in a profound way: first with the special theory of 1905 and later with the general theory of 1915. how was the young albert einstein capable of starting such a revolution?
Imaginário e ensino dentro e fora da sala de aula  [cached]
Beth Brait
Alfa : Revista de Linguística , 2001,
Abstract: Este artigo procura discutir algumas quest es ligadas ao ensino de língua, dentro e fora da sala de aula, tendo como objetivo salientar a concep o de linguagem que, ao multiplicar as formas de acesso ao que num determinado momento se considera a "verdadeira" língua, muitas vezes se distancia das formas vivas insinuadas nos diferentes usos. Levando em conta uma postura que justamente considera a complexidade constitutiva da natureza lingüística, manifestada na rela o que se estabelece entre as dimens es historicamente constituídas - sujeitos, atividades, linguagens -, a temática do imaginário lingüístico serve de motivo para especificar o que se está entendendo aqui por "ensino de língua dentro e fora da sala de aula" num contexto brasileiro contemporaneo.
O modelo da natureza e a natureza do modelo
Godoy, Ana;
S?o Paulo em Perspectiva , 2000, DOI: 10.1590/S0102-88392000000400015
Abstract: este artigo aborda as diferentes articula??es entre os processos que permitem e validam a cria??o de áreas protegidas, segundo um modelo que tem como fundamento a existência de uma única natureza. tal abordagem permite explicitar os percursos inventados pela ecologia na constitui??o de um território científico e os critérios que esta área de conhecimento cria e estabelece no esfor?o de definir a natureza e aquilo que nela deve ser considerado como "destinado a preserva??o".
Da conversa o à gramática: a natureza do aposto
Lygia Corrêa Dias de Moraes
Alfa : Revista de Linguística , 2001,
Abstract: Observando a ocorrência do aposto na língua falada, procura-se aqui definir-lhe a natureza, bem como a fun o que ele tem tanto na estrutura da frase quanto na da conversa o.
Análise exploratória da evidencia o da natureza e extens o dos riscos decorrentes de instrumentos financeiros nas notas explicativas de empresas listadas na BM&FBOVESPA  [cached]
Tarcísio Pedro da Silva,Débora Gomes Machado,Nelson Hein
ConTexto (Porto Alegre) , 2013,
Abstract: O propósito desta pesquisa é analisar o nível de evidencia o da natureza e extens o dos riscos decorrentes dos instrumentos financeiros nas Notas Explicativas (NE) de empresas listadas na BM&FBOVESPA que fazem parte do setor de produ o industrial, com um total de 31 empresas. Em rela o à justificativa pela escolha do tema, destaca-se o valor que a informa o pode custar à empresa e o impacto que esta pode obter de retorno, fatores importantes na decis o da divulga o de forma espontanea. A plataforma teórica utilizada como embasamento deste estudo versa sobre a teoria da evidencia o, com aspectos de interesse para divulga o de informa es ao ambiente externo às organiza es. Complementarmente, foi abordado o entendimento sobre a gest o de risco, que destacou a tipifica o de risco, determinada pelo CPC no. 40/09, relativo à sua evidencia o. A pesquisa classifica-se como descritiva, documental e quantitativa, com a utiliza o da técnica de análise multivariada, denominada de análise de componentes principais (ACP) para análise dos dados. Os resultados apontam que o usuário necessita de informa es que suportem o processo de decis o, latente nas pesquisas da área, fato que contribui para a análise adequada da evolu o das empresas no ambiente. Em rela o ao método utilizado para a análise, ficou destacado que existe uma evidencia o de informa es nos componentes principais, pela existência de alto agrupamento de informa es. A variável de exposi o ao risco, tanto na natureza quanto na extens o, ficou em posi o invertida, o que representa desalinhamento ao apresentado como embasamento, porém com evidencia o de informa o.
A Natureza da temporalidade na experiência civilizatória missioneira
Luiz Henrique Torres
S?culum : Revista de História , 1998,
Abstract: O artigo se constitui em reflex o a propósito da natureza da temporalidade na experiência civilizatória missioneira considerando que, apesar do isolamento de contato direto com o universo ibérico, as miss es tinham seu cotidiano associado à dimens o de uso “perfeito do tempo”, ligado à matriz religiosa ibérica
A NATUREZA LINGüíSTICA DA ALFABETIZA O: ASPECTOS PROSóDICOS  [cached]
Regina Celeste Rocha de Barros
Signótica , 1994, DOI: 10.5216/sig.v6i1.7375
Abstract: Neste trabalho, examinarei os dados produzidos por alunos da rede pública na fase inicial de alfabetiza o. Minha inten o é discutir a possível influência de aspectos prosódicos, na segmenta o da linguagem escrita. Através dessa discuss o, pretendo evidenciar a necessidade de se considerar a natureza lingüística da alfabetiza o, e de uma integra o entre a Lingüística e as áreas ligadas à Educa o Básica no Brasil.
A NATUREZA DA CAPACIDADE CONTRIBUTIVA – THE NATURE OF THE ABILITY TO CONTRIBUTE
Alessandro Antonio Passari
Revista da SJRJ , 2010,
Abstract: Este trabalho tem como objetivo oferecer uma nova proposta quanto à natureza da capacidade contributiva. A capacidade contributiva é frequentemente qualificada como um subprincípio do princípio da igualdade ou como um princípio aut nomo. O que iremos propor é que a capacidade contributiva n o é nem uma coisa nem outra, mas sim o valor justi a pensado na área fiscal, ou seja, capacidade contributiva é apenas um conceito auxiliar que facilita a exposi o do direito. Assim, os direitos e deveres que geralmente a doutrina atribui como decorrentes do princípio da capacidade contributiva, em verdade, já existem, sendo prescindível a men o a este princípio. Este novo enfoque sobre a natureza da capacidade contributiva permite evitar confus es conceituais recorrentes na doutrina, como o exemplo das taxas do qual trataremos neste trabalho. PALAVRAS-CHAVE: Capacidade Contributiva. Natureza. Princípio. Valor. ABSTRACT: This paper has the goal of offering a new proposal about the nature of the ability to contribute. The ability to contribute is frequently qualified as a subprinciple of the equality principle or as an autonomous principle. What we will propose is that the ability to contribute is not one nor the other, but is the justice value thought for the tax area, that is, the ability to contribute is just an auxiliar concept which facilitates the exposure of Law. Therefore the rights and obligations that usually the doctrine atributes as resulting from the principle of ability to contribute, already exist, in fact, being dispensable mentioning to this principle. This new approach about the nature of the ability to contribute avoids conceptual confusions recurent in the doctrine, as the example of the taxes which we will talk about in this paper. KEYWORDS: Ability to contribute. Nature. Principle. Value.
A natureza da Filosofia e o seu ensino  [cached]
Desidério Murcho
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2002,
Abstract: O ensino da Filosofia é muitas vezes de má qualidade, devido a uma incompreens o da natureza da própria Filosofia — e do conhecimento em geral. Neste artigo, procuro mostrar que a Filosofia difere apenas em grau, e n o em espécie, de outros tipos de conhecimento, e retiro daí conseqüências para o seu ensino. Ensinar Filosofia é ensinar a pensar criticamente sobre os problemas, as teorias e os argumentos da filosofia. Para isso, o estudante tem de ter instrumentos críticos e informa o adequada. Só assim poderá participar de igual para igual no debate de idéias filosóficas. Apesar de essas idéias serem praticamente senso comum nas melhores universidades onde se ensina Filosofia, elas constituem algo que ainda está longe de ser uma realidade no ensino português da Filosofia. Palavras-chave: filosofar, discuss o, aprendizagem.
Deleuze: por uma ontologia da aula de filosofia repeti o cria diferen a  [cached]
Marcos Ribeiro de Santana
ETD : Educa??o Temática Digital , 2012,
Abstract: O presente ensaio corresponde à tentativa de constitui o de uma ontologia da Aula de Filosofia, a partir da defini o elaborada por Deleuze sobre a filosofia, entendida como “a arte de formar, de inventar, de fabricar conceitos”, dentro da especificidade do tema da diferen a e repeti o. Perspectiva tra ada no ambito do ensino médio quanto ao desenvolvimento de um mesmo plano de aula para várias turmas de uma mesma série. O desafio situa-se no problema da cria o da diferen a, quanto à prática da docência – a aula –, mesmo tendo a repeti o de um plano de aula, para atender à obrigatoriedade de uma proposta curricular. Trata-se de criar um plano cartográfico para Aula de filosofia, mapeando a atividade de pensamento como ato de inven o, de diferen as, de devires e de acontecimentos.
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