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Carcass quality of sheep finished in confinement receiving increasing levels of bagana of carnauba Qualidade da carca a de ovinos terminados em confinamento com níveis de bagana de carnaúba na dieta  [cached]
José Almir Ferreira Gomes,Eneas Reis Leite,Ana Clara Rodrigues Cavalcante,Marco Aurélio Delmondes Bomfim
Revista Brasileira de Saúde e Produ??o Animal , 2010,
Abstract: It were evaluated the effects of bagana of carnauba (Copernicia prunifera (Mill.) H.E. Moore) (BC), as roughage source, on carcass characteristics of lambs finished in confinement. Thirty crossbred weaned lambs with 16.9 + 1.56 kg initial average weight and 80-day of age were used. Five diets with increasing levels of substitution of tifton 85 grass (Cynodon spp.) hay (FT) by BC were set: 0%BC and 100%FT; 25%BC and 75%FT; 50%BC and 50%FT; 75%BC and 25%FT; 100%BC and 0%FT. The levels of moisture, protein and ash of meat were not affected by diets. The highest slaughter weight, hot carcass weight, cold carcass weight and the yields of both hot carcass and cold carcass decreased as FT was replaced by BC. The chilling loss and fasting loss items were not affected by diets. The greatest values for lengths of carcass and ham, weight of ham, weight of shoulder and weight of loin were observed in control treatment, while the lower values were found in the treatment where the animals received only BC. It was observed effect of diets on percentages of bone tissues of ham and shoulder, and on percentages of bone, fat and connective tissue of the loin. It was concluded that the inclusion of bagana of carnauba in diet negatively interferes on intake and carcass quality of lambs in feedlot. Objetivou-se avaliar os efeitos da utiliza o da bagana de carnaúba (Copernicia prunifera (Mill.) H.E. Moore) (BC), como fonte de volumoso, sobre as características da carca a de cordeiros terminados em confinamento. Foram utilizados 30 cordeiros mesti os Santa Inês x SRD desmamados, com peso corporal médio de 16,9 + 1,56 kg e idade média de 80 dias. Foram formuladas dietas com cinco níveis de substitui o do feno de capim-tyfton 85 (Cynodon spp.) (FT) pela BC: 0%BC e 100%FT (testemunha); 25%BC e 75%FT; 50%BC e 50%FT; 75%BC e 25%FT; 100%BC e 0%FT. Os teores de umidade, proteína e cinzas da carne n o foram influenciados pelas dietas. O peso ao abate, peso de carca a quente, peso de carca a fria e os rendimentos de carca a quente e de carca a fria diminuíram à medida que o FT era substituído pela BC. Os itens quebra ao resfriamento e perda ao jejum n o foram influenciados pelas dietas. Os valores mais elevados para comprimentos de carca a e de pernil, peso de pernil, peso de paleta e pesos de pernil, de paleta e de lombo foram observados no tratamento testemunha, enquanto os valores mais baixos foram observados no tratamento que recebeu apenas BC. Verificou-se o efeito das dietas sobre as porcentagens de tecido ósseo no pernil e na paleta e sobre as porcentagens de tecido ósseo, con
Desempenho de cordeiros Corriedale, puros e mesti os, terminados em pastagem e em confinamento  [cached]
Macedo F.A.F.,Siqueira E.R.,Martins E.N.
Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia , 1999,
Abstract: O experimento teve por objetivo avaliar o desempenho de cordeiros, do nascimento ao abate com 30-32kg de peso vivo na origem, usando-se 23 cordeiros Corriedale (C), 25 Bergamácia × Corriedale (BC) e 17 Hampshire Down × Corriedale (HC), terminados em pastagem de coast cross (Cynodon dactylon) ou em confinamento. O peso ao nascimento e o ganho de peso médio diário do nascimento ao desmame n o foram influenciados pelo grupo genético (P>0,05). O ganho de peso médio diário do desmame ao abate (GPDA) de 0,144kg dos cordeiros confinados foi superior aos 0,106kg dos cordeiros em pastagem (P<0,05). O GPDA dos cordeiros BC (0,136kg) e HC (0,130kg) foram maiores (P<0,05) que o dos C (0,106kg) O sistema de termina o e de cruzamento (P<0,05) influiu no ganho de peso do nascimento ao abate (GPNA), com maiores ganhos observados para cordeiros confinados (0,137kg) e cruzados (0,132kg). Os cordeiros confinados atingiram o peso de abate (219 dias) mais cedo (P<0,05) que os da pastagem (258 dias). Os cordeiros terminados em confinamento, no dia do abate, apresentaram menor perda de peso da origem ao abate (3,16%), comparados aos da pastagem (5,17%) (P<0,05). Os resultados indicam que pode-se recomendar o cruzamento de ovelhas Corriedale com carneiros das ra as citadas, bem como a termina o dos cordeiros em confinamento, desde que se tenha preocupa o de avaliar os custos de produ o deste sistema.
Qualidade de carca as de cordeiros Corriedale, Bergamácia x Corriedale e Hampshire Down x Corriedale, terminados em pastagem e confinamento  [cached]
Macedo Francisco de Assis Fonseca de,Siqueira Edson Ramos de,Martins Elias Nunes,Macedo Rosa Maria Gomes de
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: O objetivo deste experimento foi comparar as características qualitativas de carca as de 36 cordeiros terminados em pastagem de coastcross, sendo 13 Corriedale, 14 Bergamácia x Corriedale e 9 Hampshire Down x Corriedale, e 29 cordeiros terminados em confinamento, sendo 10 Corriedale, 11 Bergamácia x Corriedale e 8 Hampshire Down x Corriedale. As médias das variáveis (escala de 1 a 5) condi o corporal: 2,70 e 3,13; conforma o: 2,65 e 3,35; e cobertura de gordura: 2,43 e 2,95; foram superiores para os cordeiros do confinamento que para cordeiros em pastagem. Na escala de 1 a 3, foram avaliadas a cor da gordura: 1,66 e 1,94; cor da carne: 1,66 e 1,72; e consistência de gordura: 1,62 e 1,83, respectivamente, para os cordeiros em pastagem e em confinamento. A área de olho de lombo foi significativamente (10,21 vs. 9,03 cm2), bem como a espessura de gordura de cobertura: 1,10 vs. 1,70 mm, foi superior para os cordeiros confinados. As médias das porcentagens de músculo no lombo foram de 54,92 e 57,94%; para gordura, 9,29 e 12,95%; e osso, 35,78 e 29,10%, respectivamente, para cordeiros em pastagem e confinamento. Entre os sistemas de termina o, n o houve diferen as para porcentagem de proteína (19,71 e 19,10%, respectivamente), mas houve diferen a para teor de lipídios, com 5,43% para cordeiros em pastejo e 11,54% para cordeiros confinados. Para as variáveis analisadas n o houve diferen as significativas entre os cruzamentos.
Características bioquímicas da carne de bubalinos Mediterraneo terminados em confinamento e abatidos em diferentes pesos  [cached]
Jorge André Mendes,Andrighetto Cristiana,Millen Danilo Domingues,Calixto Michel Golfetto
Ciência Rural , 2006,
Abstract: Este trabalho teve como objetivo avaliar as características bioquímicas da carne de bubalinos Mediterraneo terminados em confinamento e abatidos em diferentes pesos. Foram utilizados 28 bubalinos Mediterraneo jovens, com idade de 9 meses, e peso vivo médio inicial de 240kg. Os animais foram alimentados com ra o total à vontade em regime de confinamento até atingirem pesos de abate de 450, 480, 510 e 540kg de peso vivo (tratamentos). Os valores de pH e temperatura dos músculos Longissimus dorsi e Bíceps femoris foram coletados a intervalos de duas horas durante 24 horas após o abate. Determinou-se a cor da carne pelos métodos subjetivo e objetivo. N o houve efeito de intera o entre tratamento e tempo de coleta. N o houve diferen a significativa entre os tratamentos em rela o ao pH e à temperatura nos dois músculos estudados (Longissimus dorsi e Bíceps femoris) durante o processo de resfriamento das carca as. Os valores médios de pH inicial e pH final dos músculos Longissimus dorsi e Bíceps femoris foram de 6,6 e 5,4; e de 6,3 e 5,5, respectivamente. Os valores médios de temperatura inicial e final dos músculos Longissimus dorsi e Bíceps femoris foram 39,7degreesC e 4,1degreesC; 40,4degreesC e 7,0degreesC, respectivamente. Quanto à cor da carne, pelo método subjetivo, n o houve diferen a significativa entre os tratamentos estudados, obtendo-se a média geral de 3,41 pontos. Em rela o à cor da carne pelo método objetivo, n o houve diferen a significativa entre os tratamentos estudados. Os valores médios encontrados foram : L*= 35,16; a*=12,43 e b*=5,29. A carne bubalina, apesar de se apresentar mais escura que a carne bovina, n o traz prejuízos quanto ao aspecto visual para o consumidor.
Efeito do genótipo sobre as medidas objetivas e subjetivas da carca a de cordeiros terminados em confinamento  [cached]
Siqueira Edson Ramos de,Fernandes Simone
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: RESUMO - Este experimento foi realizado para comparar as medidas objetivas e subjetivas da carca a de 36 cordeiros, 18 da ra a Corriedale e 18 mesti os (F1) Ile de France x Corriedale, abatidos com 30 a 32 kg PV. Os cordeiros foram desmamados aos 60 dias de idade, com 10 a 12 kg PV, e terminados em regime de confinamento total, no qual dispunham, à vontade, de uma ra o com 15,0% PB e 70,0% NDT. Terminada a manipula o pós-abate e o resfriamento por 24 horas a 4°C, avalia es objetivas e subjetivas nas carca as foram realizadas. Houve diferen as entre os grupos genéticos estudados somente quanto ao comprimento externo e interno da carca a, tendo os cordeiros puros apresentado maiores valores para essas medidas. Entretanto, por meio da média geral constatada para a área do longissimus dorsi, foi observado que os dois grupos genéticos apresentaram a mesma quantidade de músculo na carca a. As carca as dos cordeiros mesti os (IF x C) foram consideradas de melhor conforma o e apresentaram a mesma quantidade de gordura de cobertura que as de inferior conforma o. Os genótipos estudados, de maneira geral, foram capazes de atender dois importantes requisitos: a exigência do mercado consumidor por carca as que n o apresentem excesso de tecido adiposo e a necessidade de pequena cobertura de gordura, para que a qualidade da carne n o seja prejudicada.
Voluntary intake by sheep fed diets with dried wine grapes byproduct Ingest o voluntária por ovinos submetidos a ra es com co-produto de vitivinícolas desidratado  [cached]
Daniel Ribeiro Menezes,Gherman Garcia Leal de Araújo,Ronaldo Lopes Oliveira,Adriana Regina Bagaldo
Revista Brasileira de Saúde e Produ??o Animal , 2008,
Abstract: The present study aimed to evaluate the voluntary intake of sheep fed diets with forage cactus in natura, dried wine grapes byproduct (DWG) and urea levels in dry matter (DM). Sixteen Santa Inês sheep, not castrated, mean body weight of 37kg, ageing 11 months, were used. Diets were formulated for 60% DWG, 40% forage cactus and urea levels at 0, 1, 2 and 3% in DM. Diets were offered in separated feeders, to evaluate de selective behavior of animals and intake of each feed. A completely randomized design was used with two experimental periods, consisting of fifteen days for adaptation and five days for samples collection. At the end of the second period, there were four treatments and eight replicates for each treatment. DWG byproduct and urea levels and forage cactus in natura, offered in separated feeders, favored the selective behavior and intake of the animals. The inclusion up to 2% of urea in DM of these diets could increase the nutrients intake. O presente trabalho objetivou foi avaliar a ingest o voluntária de ovinos alimentados com dietas contendo palma forrageira "in natura", co-produto de vitivinícolas desidratado (CVD) e níveis crescentes de uréia na MS. Foram utilizados 16 ovinos Santa Inês machos, n o castrados com peso médio de 37 kg e idade média de 11 meses. As dietas foram compostas por 60% de co-produto de vitivinícolas desidratado (CVD) e 40% de palma forrageira e níveis crescentes de uréia na MS (0; 1; 2; 3%) e foram fornecidos em cochos separados, para a avalia o do comportamento seletivo dos animais e ingest o independente de cada alimento. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado e o experimento conteve dois períodos experimentais, com 15 dias de adapta o e cinco dias de coleta cada. Ao final do segundo período somaram-se quatro tratamentos e oito repeti es por cada tratamento. O fornecimento do co-produto de vitivinícolas desidratado adicionado de níveis crescentes de uréia e a palma forrageira in natura em cochos separados favorece o comportamento seletivo e de ingest o dos animais testados. A inclus o de até 2,0 % de uréia na MS nestas dietas possibilita incrementos nos consumos dos nutrientes.
Resíduo desidratado de vitivinícolas associado a diferentes fontes energéticas na alimenta??o de ovinos: consumo e digestibilidade aparente
Barroso, Daerson Dantas;Araújo, Gherman Garcia Leal de;Silva, Divan Soares da;Medina, Fernando Thomaz;
Ciência e Agrotecnologia , 2006, DOI: 10.1590/S1413-70542006000400025
Abstract: to evaluate the diet combination of the dried winery residue with different energy sources, intake and apparent digestibility were determined in feedlot sheep. eighteen male sheep with seven months of age, non-defined breed, weighting initially 21 kg, were used, distributed in a randomized blocks design with three treatments and six replication. the diets were composed with 50% of dried grapes residue and 50% of energetic concentrate: corn meal (zea mays l.) (t1), cassava meal (manihot esculenta crantz) enriched with 1,8% of urea (t2) and cactus meal (opuntia ficus-indica l.) enriched with 1,1% of urea (t3). the greatest intake were observed in the combinations of dried winery residue with corn meal and cactus meal and the dry matter intake were, respectively, 84,34 and 107,37 g/pv0,75/day; crude protein intake were 133 and 160 g/day and tdn were 461 and 497 g/day. the dry matter, crude protein and neutral detergent fiber digestibility coefficients were 52.89, 47.12 and 42.37; 54.36, 49.63 and 54.95; 36.96, 34.22 and 32,82%, respectively, for the corn meal diet, cassava meal and cactus meal. the results for the intake and digestibility coefficients revealed that dried winery residue has good potential to be used to feed sheep in combination with different energy sources.
Utiliza o do farelo de castanha de caju na termina o de ovinos em confinamento  [cached]
Rodrigues Marcelo de Magalh?es,Neiva José Neuman Miranda,Vasconcelos Vania Rodrigues de,L?bo Raimundo Nonato Braga
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: O trabalho foi conduzido com o objetivo de avaliar a utiliza o de concentrados contendo farelo de castanha de caju (FCC) na alimenta o de ovinos mantidos em confinamento. Foram testados quatro tipos de concentrados isoprotéicos contendo 0, 12, 24 e 36% de FCC, tendo o concentrado participado com 30% da matéria seca (MS) da dieta total. Foram utilizados 32 ovinos sem ra a definida (SRD), machos e fêmeas, em esquema fatorial 4 x 2 (quatro níveis de inclus o de FCC e dois sexos) e quatro repeti es. Foram avaliados ganho de peso e convers o alimentar, bem como os consumos de matéria seca (CMS), proteína bruta (CPB), extrato etéreo (CEE) e fibra em detergente neutro (CFDN). Estas variáveis foram analisadas conforme o consumo em g/animal/dia, % do peso vivo (PV) e g/UTM (PV0,75), tendo sido feita a análise de variancia com teste de médias e estudo de regress o. Foram observadas diferen as no CMS, CPB e CEE de animais alimentados com dietas com 0 e 36% de FCC, com tendência de diminui o dos consumos de MS, PB e FDN, à medida que se aumentou o FCC na dieta. O consumo de EE elevou-se com a adi o FCC às dietas. O ganho de peso e a convers o alimentar foram semelhantes para as quatro dietas fornecidas. Portanto, o FCC deve ser utilizado com um nível de inclus o de 24% do concentrado, n o ultrapassando 6% de lipídios na dieta total.
Estudo da carca a e da carne de bubalinos Mediterraneo terminados em confinamento com diferentes fontes de volumoso
Vaz Fabiano Nunes,Restle Jo?o,Brondani Ivan Luiz,Pacheco Paulo Santana
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi estudar as características de carca a e da carne de bubalinos Mediterraneo terminados em confinamento por 112 dias e alimentados com dietas isoprotéicas (12% de proteína bruta) contendo, na matéria seca, 33% de concentrado e 67% de cana-de-a úcar ou silagem de milho. Foram utilizados doze novilhos bubalinos, com idade de 20 meses. O peso de fazenda, peso de carca a quente e peso de carca a fria foram similares entre os tratamentos, sendo, respectivamente, 363,7; 181,8; e 179,9 kg, para os animais alimentados com cana-de-a úcar, e 361,3; 186,8; e 184,2 kg, citados na mesma ordem, para os bubalinos alimentados com silagem de milho, sendo que estes apresentaram maior rendimento de carca a fria que os animais alimentados com cana-de-a úcar (51,7 contra 49,9%). N o houve diferen a na porcentagem dos cortes comerciais da carca a, assim como nas medidas de desenvolvimento da carca a entre os animais dos dois tratamentos. O tratamento n o afetou a conforma o de carca a, área de longissimus dorsi, assim como as porcentagens de músculo e osso na carca a, sendo que, na média dos dois tratamentos, essas características apresentaram valores de 9,0 pontos; 52,1 cm2, 62,8 e 16,5%. Na média, os bubalinos apresentaram porcentagem de gordura de 20,8% e 2,96 mm de espessura de gordura subcutanea. N o houve diferen a significativa nas características cor, textura, marmoreio, for a de cizalhamento, maciez e quebra na coc o da carne, mas a quebra ao descongelamento foi maior e a palatabilidade e suculência da carne, superiores nos animais alimentados com cana-de-a úcar.
Características da carca a de tourinhos charolês e mesti os charolês x nelore terminados em confinamento  [cached]
Ferreira Julcemir Jo?o,Brondani Ivan Luiz,Leite Daniel Terra,Restle Jo?o
Ciência Rural , 2006,
Abstract: O objetivo do experimento foi avaliar as carca as de tourinhos Charolês (C) e mesti os C x Nelore (N), terminados em confinamento. Foram utilizados 12 animais dos grupos genéticos C, 11/16CN e 5/8CN, com idade inicial de 12 meses e peso médio de 270kg. Os animais foram abatidos aos 17 meses, n o apresentando diferen a significativa (P>0,05) entre os grupos estudados para peso ao abate, rendimento de carca a fria e espessura de gordura, com médias de 418,76kg; 54,67%; 2,51 mm; respectivamente. O grupo 11/16CN apresentou menor área de olho de lombo em rela o a 100kg de peso vivo (P<0,06) do que animais C e 5/8 CN. Os animais 11/16CN e 5/8CN chegaram ao abate com comprimento de perna similar entre si (P>0,07) e maior (P<0,07) em rela o aos C, com médias de 70,13; 69,75 e 66,38 cm, respectivamente, embora n o havendo diferen a (P>0,05) em comprimento de carca a. Na avalia o das propor es de cortes comerciais da carca a em dianteiro, costilhar e traseiro n o houve efeito de grupo genético (P>0,05). Os grupos genéticos estudados, na condi o de n o castrados e abatidos próximos aos 420kg apresentaram baixa deposi o de gordura de cobertura. N o foram verificadas diferen as significativas nas características de inferência econ mica (cortes comerciais) das carca as dos grupos estudados.
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