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Avalia o da qualidade de amostras comerciais de doce de leite pastoso - composi o química  [cached]
DEMIATE Ivo Mottin,KONKEL Francisco Eneias,PEDROSO Ricardo Alexandre
Ciência e Tecnologia de Alimentos , 2001,
Abstract: O doce de leite é um alimento regional, produzido principalmente na Argentina e no Brasil, apresentando alguns problemas com rela o a qualidade. O presente trabalho teve por objetivo avaliar a composi o química de amostras comerciais de doce de leite pastoso (n = 42), para verificar se poderia estar havendo alguma fraude. Além dos componentes lácteos (lactose, proteína, lipídios e cinzas), determinou-se também o conteúdo de amido das amostras. O teor de amido foi determinado enzimaticamente e os resultados revelaram elevados teores desse polissacarídeo. Em 15 amostras foram encontrados teores superiores a 3,0% de amido, com valor máximo de 7,8%. Umidades acima da permitida pela legisla o [2] foram detectadas em dez amostras, com valor máximo de 37,2%. A análise estatística dos resultados da composi o química das amostras revelou correla o positiva entre os teores de componentes do leite (lactose, proteína, lipídios e cinzas), que se correlacionaram negativamente com os conteúdos de amido revelando que, em alguns casos, o amido é adicionado para reduzir os custos de produ o o que se constitui em uma fraude. A análise de componentes principais evidenciou a diferencia o das amostras de acordo com os conteúdos de amido e componentes do leite e também pelos teores de sacarose.
Avalia o do tamanho, da morfologia e da composi o química de inclus es n o metálicas em a o baixo carbono desoxidado ao alumínio  [cached]
Pires José Carlos dos Santos,Fernandes Neto Marcolino,Garcia Amauri
Rem: Revista Escola de Minas , 2002,
Abstract: A presen a de inclus es n o metálicas endógenas e exógenas prejudica a lingotabilidade e as propriedades mecanicas dos a os. A busca contínua pelo controle da quantidade, do tamanho, da morfologia e da composi o química de inclus es n o metálicas tem sido tema de estudos nas últimas décadas, em especial durante o processo de refino secundário dos a os. Através do controle, principalmente, do tamanho e da composi o química das inclus es, é possível obter um produto final de boa qualidade. A identifica o da natureza e o controle da forma o de inclus es s o de suma importancia para a obten o de a os limpos. Este trabalho tem como objetivo fazer uma investiga o de inclus es n o metálicas em a o de baixo teor de carbono(SAE 1015), desoxidado ao alumínio, através de um método de dissolu o parcial e total da matriz metálica e posterior análise ao Microscópio Eletr nico de Varredura (MEV), acoplado a um sistema de análise por energia dispersiva (EDS), permitindo uma visualiza o do tamanho, da forma e da composi o química das inclus es com maior precis o, sem interferência da matriz ferrítica.
Análise da expans o por umidade e absor o de água de pisos ceramicos comerciais em rela o à composi o química e à quantidade estimada de fase vítrea  [cached]
Menezes R. R.,Segad?es A. M.,Ferreira H. S.,Ferreira H. C.
Ceramica , 2003,
Abstract: Expans o por umidade (EPU) é o aumento das dimens es do corpo ceramico devido à adsor o de água, podendo ter grande influência na vida útil dos materiais ceramicos. Este trabalho tem por objetivo relacionar a EPU e a absor o de água de pisos ceramicos comerciais, com a sua composi o química e a quantidade estimada de fase vítrea, calculada utilizando-se o diagrama de equilíbrio de fases do sistema SiO2.Al2O3.K2 O e a regra da alavanca. Foram estudadas amostras de vinte e três tipos de pisos ceramicos comerciais. Foi realizada a análise química das amostras (via úmida) e determinada a sua EPU e absor o de água (ensaios realizados de acordo com a norma Brasileira NBR 13818). Foi também determinada a área superficial específica de algumas amostras por adsor o de nitrogênio (BET). Os resultados obtidos mostram genericamente uma proporcionalidade inversa entre a EPU e a absor o de água, para a maioria das amostras, e a análise utilizando o diagrama de fases sugere uma rela o decrescente entre a absor o de água e a quantidade estimada de fase vítrea, e uma rela o crescente entre a EPU e a quantidade estimada de fase vítrea.
Nova Metodologia para Identifica o de Componentes em Tintas Comerciais
Dutra Rita C. L.,Takahashi Marta F. K.,Diniz Milton F.
Polímeros , 2002,
Abstract: Uma nova metodologia, incluindo técnicas FTIR, foi desenvolvida e aplicada na separa o e caracteriza o dos principais componentes de tintas alquídicas. Este trabalho demonstra a importancia do acoplamento de métodos na análise destes materiais. O método desenvolvido em nossos laboratórios pode ser aplicado, com algumas adapta es específicas e apropriadas, na caracteriza o de tintas comerciais de composi es similares.
Avalia o da Composi o de Cortes Comerciais, Componentes Corporais e órg os Internos de Cordeiros Confinados e Alimentados com Dejetos de Suínos  [cached]
Oliveira Marcus Vinícius Morais de,Pérez Juan Ramón Olalquiaga,Alves Eduardo Luis,Martins Alessandra Rodrigues Vieira
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract: Foram utilizados 21 cordeiros, nove da ra a Bergamácia e 12 Santa Inês, os quais permaneceram confinados individualmente por 75 dias, sendo alimentados com dietas contendo 24% de dejetos de suínos, na forma de biju (dejeto obtido pela raspagem e varredura do piso das baias de crescimento e termina o) ou DPS - dejeto peneirado seco (constituído pela parte sólida do material contido na lamina d'água e da água de lavagem das baias, obtida através de peneiras de malha fina). Os dejetos de suínos n o influenciaram a porcentagem de músculo, gordura e osso dos cortes analisados. Os cordeiros da ra a Santa Inês apresentaram maior quantidade de músculo no pernil e maior área olho de lombo que os Bergamácia. Estes, no entanto, apresentaram maior propor o de gordura na paleta quando os cortes foram expressos em % do peso de cada corte. A dieta controle também propiciou maior área olho de lombo que a dieta com biju. Uma maior propor o de intestino delgado, expresso em % do peso aparelho digestivo, foi verificada nos animais que receberam a dieta controle em rela o aos que receberam DPS. Os cordeiros Santa Inês apresentaram maior peso da traquéia, quando esta variável foi expressa em kg do órg o e em % do peso vazio; já os Bergamácia apresentaram maior quantidade de pele, quando esta foi expressa como % do peso vazio. Conclui-se que a utiliza o de dejetos de suínos n o afeta a composi o dos cortes comerciais, os pesos dos componentes corporais e os órg os internos.
AVALIA O DA QUALIDADE E COMPOSI O DE TEMPEROS ALHO E SAL INDUSTRIALIZADOS, COMERCIALIZADOS NA CIDADE DE JUIZ DE FORA  [cached]
WALTER DE CARVALHO,CLEUBER ANTONIO DE S?? SILVA,M?-RIAM APARECIDA PINTO VILELA,VANEIDA MARIA MEURER
Alimentos e Nutri??o , 2009,
Abstract: Este trabalho teve como objetivo estabelecer um perfil de composi § £o f -sicoqu -mica, microsc 3pica e sensorial de temperos do tipo alho e sal industrializados. Foram analisadas trinta amostras, coletadas ao acaso no varejo do munic -pio de Juiz de Fora - MG. Os resultados demonstraram aus ancia de padroniza § £o quanto qualidade microbiol 3gica, aspectos sensoriais e rotulagem Observou-se excessiva concentra § £o de cloreto de s 3dio nas amostras, com valores percentuais variando entre 69 e 93,22 e m dia aritm tica de 83,74. O teor de umidade variou de 5,76 a 25,54, com m dia aritm tica de 12,08 (valores percentuais) Com rela § £o s amostras, 4,17% delas encontraram-se em desacordo com a legisla § £o vigente no que diz respeito contagem de bolores e leveduras. A microscopia n £o se mostrou eficiente para verificar a composi § £o deste produto, impossibilitando a detec § £o de poss -veis adultera § μes com cebola. Preparou-se um tempero-padr £o com base nos valores m dios de composi § £o, o qual foi submetido s mesmas an lises, apresentando composi § £o de 83,78% de cloreto de s 3dio e 10,63% de umidade. Constatou -se a necessidade de fixa § £o de especifica § μes para teores m ximos de cloreto de s 3dio e umidade, padroniza § £o da rotulagem e ado § £o de boas pr ticas de fabrica § £o como forma de garantir um produto de melhor qualidade ao consumidor.
INDUSTRIAL YIELD AND CHEMICAL COMPOSITION OF HIGH QUALITY PROTEIN MAIZE AS COMPARED TO COMMERCIAL HYBRIDS RENDIMENTO INDUSTRIAL E COMPOSI O QUíMICA DE MILHO DE ALTA QUALIDADE PROTéICA EM RELA O A HíBRIDOS COMERCIAIS  [cached]
Maiza Vieira Le?o de Castro,Maria Margareth Veloso Naves,Jaison Pereira de Oliveira,Luciana de Oliveira Froes
Pesquisa Agropecuária Tropical , 2009, DOI: 10.5216/pat.v39i3.4159
Abstract: The hardness of corn endosperm is an essential attribute for farmers and industries that use this cereal as a raw material. However, Quality Protein Maize (QPM) presents alterations in the grain texture, which hinder its commercial use. This study evaluated the industrial yield in the kernel degerming and endosperm fractionation, and chemical composition of a QPM variety, regarding commercial common corn hybrids. QPM and common corn genotypes were processed using the dry degerming method, and the resulting yield was expressed as the ratio of the weight of fractions obtained to the initial weight of the whole corn. Compared to commercial corn hybrids, QPM presented lower endosperm yield, higher germ and fine fraction (< 0.425 mm) yield and the same hominy yield in endosperm fractionation. QPM showed similar protein, lipid, and ash levels and higher levels of dietary fiber and iron in the germ, when compared to common corn hybrids. QPM and its fractions have potential as a nutritious raw material for use by the food industry. KEY-WORDS: QPM corn; corn germ; degermed corn yield; corn chemical composition; corn nutrients. A dureza do endosperma do milho é atributo essencial para produtores e indústrias que utilizam este cereal como matéria-prima. Porém, os milhos de alta qualidade protéica (Quality Protein Maize – QPM) apresentam altera es na textura do gr o, dificultando seu uso comercial. Este trabalho avaliou o rendimento industrial na degermina o do gr o e fracionamento do endosperma, e a composi o química de uma variedade de milho QPM, em rela o a híbridos comerciais de milho comum. O milho QPM e os híbridos de milho comum foram processados, utilizando-se método de degermina o a seco, e o rendimento resultante foi dado pela rela o entre o peso das fra es obtidas e o peso inicial do milho inteiro. O milho QPM apresentou, em compara o aos milhos híbridos comerciais, menor rendimento de endosperma, maior rendimento de gérmen e de fra es finas (< 0,425 mm) e mesmo rendimento de canjica, no fracionamento do endosperma. Foram constatados teores similares de proteínas, lipídios e cinzas e maiores teores de fibra alimentar e de ferro no gérmen do milho QPM, em rela o aos híbridos de milho comum. O milho QPM e suas fra es apresentam potencial de uso na indústria de alimentos, como matéria-prima que agrega valor nutricional aos produtos gerados.
Cinética de vulcaniza o de composi es de borracha natural com incorpora o de cinza de casca de arroz
Costa Helson M. da,Visconte Leila L. Y.,Nunes Regina C. R.,Furtado Cristina R. G.
Polímeros , 2003,
Abstract: Cinza da casca de arroz foi incorporada em borracha natural (NR) utilizando-se um misturador de cilindros. O sistema de vulcaniza o convencional (CV) foi escolhido e os estudos sobre a cura das composi es foram conduzidos em um Cur metro TI-100. As curvas de torque foram obtidas em 150, 160, 170 e 180 degreesC. A velocidade global e a energia de ativa o aparente para o processo de vulcaniza o foram calculadas para cada composi o, assumindo que a vulcaniza o segue uma cinética de primeira ordem. Para fins de compara o, duas cargas comerciais, sílica precipitada (Zeosil-175) e negro de fumo (N762), foram também usadas. Foi observado que a adi o da cinza da casca de arroz às composi es de NR, em compara o às outras cargas utilizadas, aumentou a velocidade de reticula o e diminuiu a energia de ativa o aparente de modo mais marcante.
Isótopos estáveis e produ o de bebidas: de onde vem o carbono que consumimos?  [cached]
Oliveira Ana Cristina B.,Salimon Cleber I.,Calheiros Débora Fernandes,Fernandes Fernando Antonio
Ciência e Tecnologia de Alimentos , 2002,
Abstract: A composi o isotópica do carbono (delta13C) foi utilizada na determina o da origem botanica (C3 x C4) de amostras de café, vinho, cerveja e vodka, de diferentes marcas e procedências, comercializadas no Brasil. Dentre as marcas de café analisadas, apenas uma apresentou um elevado percentual de plantas C4 em sua composi o, evidenciado pelo valor de delta13C (-16,2‰). Os valores de delta13C das amostras de vinhos brasileiros, variaram entre -25,1 e -17,1‰, indicando a presen a de carbono de origem C4 nas amostras que tiveram os maiores valores de delta13C. Duas marcas de vinhos importados, por sua vez, apresentaram delta13C característico de planta C3 (-27,1 e -26,3‰). Os valores de delta13C das vodkas importadas variaram entre -26,4 e -23,9‰, e as brasileiras entre -12,8 e -11,8‰, excetuando-se uma marca que apresentou valor -23,1‰. As marcas de cervejas importadas, em sua maioria, apresentaram valores mais negativos (-27,3 a -20,7‰) que as nacionais (-25,9 a -18,4‰). Estes resultados evidenciam a eficiência desta metodologia na determina o da origem do C e percentual de mistura destas bebidas.
Producción de vitamina B12 por Methanosarcina sp. utilizando metanol y acetato como fuente de carbono  [cached]
Facundo J. Márquez Rocha
Revista de la Sociedad Química de México , 2000,
Abstract: Se aislaron 2 cepas del género Methanosarcina con la capacidad de utilizar simultáneamente metanol y acetato como fuente de carbono. La velocidad máxima de producción de CH4 fue de 1.43 (cepa C1) y 1.30 mmol h 1 (cepa C2), a una concentración de acetato de 100 y 200 mM, respectivamente. La cepa C2 fue más resistente a concentraciones mayores de acetato (> 150 mM). Los rendimientos de CH4 para las cepas C1 y C2 fueron de 0.45 y 0.46 mmolCH4 mmolMOH 1, respectivamente. Ambas cepas rinden mayor producción de vitamina B12 extracelular a una concentración de acetato de 50- 150 mM, aunque la cantidad en C2 (9 mg L 1h 1 ) es 1.8 veces más que en C1 (5 mg L 1 h 1).
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