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Aplica o de auxinas e incis o anelar em pessegueiros cv. sentinela  [cached]
Sartori Ivar Antonio,Guerra Denis Salvati,Marodin Gilmar Arduino Bettio
Ciência Rural , 2003,
Abstract: Com o objetivo de antecipar e/ou aumentar o tamanho dos frutos, do pessegueiro "Sentinela" na regi o da Depress o Central do RS, com intuito de evitar o pico de produ o em um curto período de tempo, foram realizadas aplica es de duas auxinas de síntese 3,5,6 -TPA (ácido 3,5,6- tricloropiridiloxiacético) na formula o ácido livre e 2,4-DP (ácido 2,4-diclorofenoxipropi nico) na formula o éster e o uso da técnica da incis o anelar em ramos. A avalia o foi realizada no ano de 1998, na Esta o Experimental Agron mica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), situada em Eldorado do Sul, RS, à latitude 30degrees39'S e longitude 51degrees06'W. O delineamento experimental foi de blocos casualizados com quatro repeti es e uma planta por parcela. Os tratamentos foram efetuados na fase de lignifica o do endocarpo - estádio II - no dia 17/09/99, em plantas previamente submetidas ao raleio manual de frutos: 1) 3,5,6-TPA 10 mg L-1; 2) 3,5,6-TPA 20 mg L-1; 3) 3,5,6-TPA 30 mg L-1; 4) 3,5,6-TPA 20 mg L-1 + incis o anelar; 5) 2,4-DP 25 mg L-1; 6) 2,4-DP 50 mg L-1; 7) 2,4-DP 75 mg L-1; 8) 2,4-DP 50 mg L-1 + incis o anelar; 9) Incis o anelar e 10) Testemunha. Os tratamentos com auxinas e incis o anelar n o aumentaram o peso total de frutos por planta, nem o peso médio dos frutos, mas os tratamentos com auxinas, especialmente o 3,5,6 TPA 20 mg L-1, com incis o anelar ou n o, anteciparam a matura o em cerca de 15 dias. Os tratamentos n o afetaram a qualidade dos frutos em termos de firmeza de polpa. O teor de sólidos solúveis totais n o foi afetado de forma evidente pela aplica o das duas auxinas e uso da técnica da incis o anelar em ramos.
Aplica o de auxinas e incis o anelar de ramos em pessegueiros cv. Diamante  [cached]
Sartori Ivar Antonio,Marodin Gilmar Arduino Bettio
Revista Brasileira de Fruticultura , 2003,
Abstract: O cultivo de pessegueiros é uma atividade de grande importancia econ mica no Sul do Brasil, onde se destaca o Estado do Rio Grande do Sul como grande produtor brasileiro, sendo que 50% dos pomares se encontram na Metade Sul do Estado. Um dos principais problemas do pessegueiro é o tamanho dos frutos e a produ o em épocas concentradas que dificultam a comercializa o. Com o intuito de aumentar o tamanho e expandir o período de colheita do fruto, estudou-se o efeito de aplica es de auxinas e da execu o da incis o anelar (I.A.) em ramos do pessegueiro 'Diamante'. A avalia o foi realizada no ano agrícola de 1999-2000, na Esta o Experimental Agron mica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), situada em Eldorado do Sul-RS, na latitude 30o39'S, longitude 51o06'W e a altitude de 46 metros. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com quatro repeti es e uma planta por parcela, com os seguintes tratamentos: 1) 10 mg.L-1 3,5,6-TPA álcool amina; 2) 20 mg.L-1 3,5,6-TPA álcool amina; 3) 30 mg.L-1 3,5,6-TPA álcool amina; 4) 20 mg.L-1 3,5,6-TPA álcool amina + (I.A.); 5) 30 mg.L-1 3,5,6-TPA ácido livre; 6) 30 mg.L-1 3,5,6-TPA ácido livre + (I.A.); 7) 25 mg.L-1 2,4-DP éster; 8) 50 mg.L-1 2,4-DP éster; 9) 75 mg.L-1 2,4-DP éster; 10) 50 mg.L-1 2,4-DP éster + (I.A.); 11) Incis o Anelar (I.A.) e 12) Testemunha. Os resultados demonstraram que os tratamentos com auxinas e (I.A.) n o aumentaram o peso total de frutos por planta. Os tratamentos com auxinas, especialmente o 3,5,6-TPA 30 mg.L-1 ácido livre, com (I.A.) ou n o, anteciparam a colheita em cerca de 20 dias. O tratamento com 30 mg.L-1 de 3,5,6-TPA ácido livre, associado à incis o anelar, resultou em incrementos de diametro e comprimento dos frutos em rela o à testemunha, porém n o diferiu estatisticamente dos demais tratamentos. Os tratamentos 3,5,6 TPA 20 mg.L-1 e 2,4 DP (éster) 75 mg.L-1 anteciparam a colheita em 20 dias e n o diferiram estatisticamente do tratamentos 30 mg.L-1 3,5,6 TPA ácido livre. A distribui o dos frutos de primeira categoria foi superior para os tratamentos 30 mg.L-1 3,5,6 TPA ácido livre + (I.A.) e 20 mg.L-1 de 3,5,6-TPA (álcool amina), embora n o diferindo estatisticamente da testemunha.
Aplica??o de auxinas e incis?o anelar em pessegueiros cv. sentinela
Sartori, Ivar Antonio;Guerra, Denis Salvati;Marodin, Gilmar Arduino Bettio;
Ciência Rural , 2003, DOI: 10.1590/S0103-84782003000200011
Abstract: with the objective of advancing crop and increasing the final size of the fruit of cultivating of peach tree sentry in the area of the central depression of rs, applications of two synthesis auxin were accomplished 3,5,6 -tpa (acid 3,5,6 - tricloropiridiloxiacético) and 2,4-dp (acid 2,4-diclorofenoxipropi?nico) and the use of the incision to pant in branches. the evaluation was accomplished among the agricultural years of 1998 and 1999, in the agronomic experimental station of the federal university of rio grande do sul (ufrgs), located in eldorado of the south, rs to the latitude 30°39's and longitude 51°06'w. the experimental design was of blocks randomized with four repetitions and treatments: 1) 3,5,6-tpa 10 mg l-1; 2) 3,5,6-tpa 20 mg l-1; 3) 3,5,6-tpa 30 mg l-1; 4) 3,5,6-tpa 20 mg l-1 + inis?o to pant; 5) 2,4-dp 25 mg l-1; 6) 2,4-dp 50 mg l-1; 7) 2,4-dp 75 mg l-1; 8) 2,4-dp 50 mg l-1 + anelamento; 9) incision to pant and 10) witness. the treatments were made in the phase of lignification of the endocarp - stadium ii - in the days in plants previously submitted to the manual fruit thinning on the 17/09/99. already for the treatments with auxins, especially 3,5,6 tpa 20 mg l-1 with incision to pant or they didn't advance the crop about 15 days. the treatments did not affect the quality of the fruits in terms of pulp firmness. the tenor of total soluble solids (tenor of sugar) in a way not very egg white, not evidencing to your influences in the tenor of sugar of the fruit.
Efeito de reguladores de crescimento, aplicados em diferentes épocas, e da incis o anelar dos ramos principais sobre a produ o da laranjeira de umbigo 'Monte Parnaso'  [cached]
Sch?fer Gilmar,Koller Otto Carlos,Sartori Ivar Ant?nio,Casali Michel Elias
Ciência Rural , 2001,
Abstract: Com o propósito de reduzir a queda prematura de frutos e aumentar a produ o de laranjeiras de umbigo 'Monte Parnaso' (Citrus sinensis [L.] Osbeck), no ano agrícola de 1997/98, plantas com seis anos de idade, enxertadas sobre Poncirus trifoliata (L.) Raf., de um pomar comercial, da empresa Panorama Citros, situado no Município de Butiá, Estado do Rio Grande do Sul foram pulverizadas com os seguintes tratamentos: T1) Testemunha; T2) 5ppm de AG3 no final da queda das pétalas, em setembro de 1988; T3) Incis o anelar da casca dos ramos principais 10 dias após a flora o, em setembro de 1988; T4) Idem T2 + T3; T5) 15ppm de 2,4-D em novembro de 1988; T6) Idem T4 + T5; T7) Incis o anelar da casca dos ramos principais em novembro de 1988; T8) Idem 5 + 7; T9) Idem T6 + T7; T10) Idem T6 + 10ppm de AG3 com 15ppm de 2,4-D em maio de 98; T11) Idem T9 + 10ppm de AG3 e 15ppm de 2,4-D em maio de 1988. O delineamento experimental adotado foi em blocos ao acaso, com quatro repeti es usando-se três plantas úteis por parcela. Todos os tratamentos em rela o a testemunha promoveram um aumento na ordem de 45% na produ o de frutas em número e peso. O peso médio, sólidos solúveis totais, acidez total titulável e a percentagem de suco nos frutos n o foram afetados significativamente.
Nutriction and soil management in stone fruit trees in temperate regions Nutri o e manejo do solo em fruteiras de caro o em regi es de clima temperado  [cached]
Adamo Domenico Rombolá,Giovambattista Sorrenti,Gilmar Arduino Bettio Marodin,André Zambam De Pieri
Semina : Ciências Agrárias , 2012,
Abstract: The agronomic techniques adopted for stone fruit trees cultivation should be ecologically and economically sustainable. This implies that production processes, apart from improving fruit yield and quality, mantain or increase the value of natural resources, guaranteeng satisfactory incomes to growers. The paper discusses fertilization and soil management aspects for peach, species largely investigated, and other stone fruit species, with emphasis on the Italian fruit industry. As técnicas adotadas no cultivo das frutas de caro o ou drupáceas devem ser definidas com uma vis o de sustentabilidade ecológica e econ mica. Tal vis o sugere que os aspectos produtivos, voltados ao aumento da qualidade, sejam compatíveis com o ambiente, mantendo e, se possível, aumentando a qualidade dos recursos ambientais e garantindo, ao mesmo tempo, um adequado retorno econ mico aos fruticultores. No presente trabalho s o discutidos aspectos da fertiliza o e manejo do solo das drupáceas, assumindo como modelo o pessegueiro, espécie mais estudada, sendo evidenciados alguns resultados obtidos recentemente em outras espécies do grupo, com ênfase na Itália, mas que podem ser aplicados, na maioria dos casos, em qualquer situa o.
Aplica??o de auxinas e incis?o anelar de ramos em pessegueiros cv. Diamante
Sartori, Ivar Antonio;Marodin, Gilmar Arduino Bettio;
Revista Brasileira de Fruticultura , 2003, DOI: 10.1590/S0100-29452003000100003
Abstract: the peach industry is of great economic importance in southern brazil. the state of rio grande do sul is the major peach producer in the country. about 50% of the production areas of the state are located in its southern half. the main problem of peach production is the very concentrated harvest season. fruit size is also a problem. therefore the objectives of the present work were to increase fruit size and to spread the harvesting period of peaches cv. diamante by the application of 3,5,6-tricloro-2-piridil-oxiacetic acid (3,5,6-tpa; free acid and amine alcohol) or 2,4-diclorofenoxipropionic acid (2,4-dp; ester) as well as associate these chemicals with and without ringing of branches. the evaluations were performed in the season 1999/2000 on plants at the experimental agricultural station of federal university of rio grande do sul, located in eldorado do sul, latitude 30o39's, longitude of 51o06'w and altitud of 46 meters. the following treatments were applied in a randomized block design with 4 replications and one plant as experimental unit: 1) 10 mg.l-1 of 3,5,6-tpa amine alcohol 2) 20 mg.l-1 of 3,5,6-tpa amine alcohol 3) 30 mg.l-1 of 3,5,6-tpa amine alcohol 4) 20 mg.l-1 of 3,5,6-tpa, amine alcohol plus ringing of branches; 5) 30 mg.l-1 of 3,5,6-tpa free acid; 6) 30 mg.l-1 of 3,5,6-tpa free acid plus ringing of branches; 7) 25 mg.l-1 of 2,4-dp; 8) 50 mg.l-1 of 2,4-dp; 9) 75 mg.l-1 of 2,4-dp; 10) 50 mg.l-1 of 2,4-dp plus ringing of branches; 11) ringing of branches in september and 12) control, with no treatment at all. auxin application does not increase total fruit production of peach trees. however, auxin treatments, specially 3,5,6-tpa free acid, anticipated peach harvest for about 20 days in comparison to control trees. the treatments with 30 mg.l-1 of 3,5,6-tpa free acid result in increments of diameter and length in comparison to, but are not significantly diffent from all other treatments. the treatments 20 mg.l-1 of 3,5,6-tpa amine alcohol and 75 mg.l-
ANELAMENTO E áCIDO GIBERéLICO NA FRUTIFICA O DA UVA 'MARIA' SEM SEMENTES  [cached]
Kalil Geovanita Paulino da Costa,Terra Maurilo Monteiro,Kalil Filho Antonio Nascimento,Macedo Jefferson Luiz Vasconcello de
Scientia Agricola , 1999,
Abstract: Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar a resposta do cultivar Maria (IAC 514-6) ao anelamento e à aplica o de ácido giberélico na concentra o de 200ppm, no início ou após o florescimento, para as características dos cachos, bagos e enga os. O experimento foi realizado em Jundiaí, SP, e o delineamento estatístico foi inteiramente casualizado, com doze tratamentos e cinco repeti es. N o foram detectados efeitos de época de anelamento ou de aplica o de ácido giberélico. Efeitos significativos do anelamento no tronco ou nos ramos e da aplica o do ácido giberélico ou de ambos os tratamentos foram detectados para as características estudadas. Os incrementos verificados para essas características foram semelhantes ao serem aplicados os fatores isoladamente ou em conjunto.
Visitantes florais de plantas invasoras de áreas com fruteiras irrigadas  [cached]
Kiill Lúcia Helena Piedade,Haji Francisca Nemaura Pedrosa,Lima Paulo César Fernandes
Scientia Agricola , 2000,
Abstract: As plantas invasoras afetam a produtividade das fruteiras irrigadas, sendo necessários estudos sobre sua ecologia, principalmente formas de reprodu o e associa o com insetos. O presente trabalho foi desenvolvido em Petrolina-PE, objetivando classificar os visitantes florais de plantas invasoras em polinizadores e pilhadores, de acordo com o comportamento apresentado. As observa es foram feitas de maio a outubro de 1998, em 26 dias n o consecutivos, no intervalo das 7h00 às 16h00. As invasoras foram classificadas em nectaríferas e poliníferas, quando visitadas para retirada exclusiva de néctar ou de pólen; e em mistas, quando visitadas para retirada dos dois recursos. Para a análise de freqüência foi adotado um sistema de notas: a- número de visitas >30, b- entre 10 e 30 e c- <10 visitas. Das 24 invasoras observadas, 14 foram consideradas nectaríferas, seis poliníferas e quatro mistas. Entre os visitantes florais foram registradas abelhas (Xylocopa grisescens, X. frontalis, Centris aff. perforator, Ptilotrix aff. plumata, Diadasina riparia, Apis mellifera, Trigona spinipes, Eulaema nigrita), borboletas (Ascia monuste, Papilio thoas brasiliensis, Agraulis vanillae) e beija-flores (Phaethornis sp., Chlorostilbon aureoventris). As abelhas apresentaram maior número de espécies (61,5%) e de visitas, além de agirem como polinizadores em 83% das invasoras visitadas. As borboletas foram consideradas pilhadores de néctar, participando como polinizadores de Emilia spp. e os beija-flores, considerados polinizadores das invasoras visitadas.
Efeito de reguladores de crescimento, aplicados em diferentes épocas, e da incis?o anelar dos ramos principais sobre a produ??o da laranjeira de umbigo 'Monte Parnaso'
Sch?fer, Gilmar;Koller, Otto Carlos;Sartori, Ivar Ant?nio;Casali, Michel Elias;Lima, Jurandir Gon?alves de;
Ciência Rural , 2001, DOI: 10.1590/S0103-84782001000400003
Abstract: the present trial was carried out aiming to increase fruit set of 'monte parnaso' (citrus sinensis [l.] osbeck) navel oranges budded on trifoliate orange (poncirus trifoliata [l.] raf.) rootstocks grown in the state of rio grande do sul, brazil. in 1996, six-year-old navel orange trees were sprayed with growth regulators combined or not with girdling. the following treatments (t) was conducted: t1) control; t2) spraying of five ppm of ga3 at the end of petal fall; t3) girdling 10 days after petal fall; t4) t2 plus t3; t5) spraying of 15ppm 2.4-d; t6) t4 plus t5; t7) girdling in november 15th; t8) t5 plus t7; t9) t6 plus t7; t10) t6 plus spraying of 10ppm of ga3 and 15ppm of 2.4-d in may of 1998; t11) t9 plus spraying of 10ppm of ga3 and 15ppm 2.4-d in may of 1998. the results showed increased the weight (45%) and number of fruits produced. the treatments did not affect the fruits average and total soluble solids, titratable total acidity and percentage of juice contents.
Produ??o da laranjeira-de-umbigo 'Monte Parnaso' com incis?o anelar de ramos e uso de reguladores vegetais
Koller, Otto Carlos;Sch?fer, Gilmar;Sartori, Ivar Antonio;Panzenhagen, Nestor Valtir;Lima, Jurandir Gon?alves de;
Revista Brasileira de Fruticultura , 2006, DOI: 10.1590/S0100-29452006000300019
Abstract: in order to reduce early fruit drop and increment fruit production of 'monte parnaso' oranges (citrus sinensis [l.] osbeck), during the season 2001/2002 orange trees from an 11 years old orchard grafted onto poncirus trifoliata (l.) raf. located in butiá, rio grande do sul, brazil, were submitted to the following treatments: 1) control (no girdling and no growth regulator sprays); 2) girdling of branches after 10 days of petal drop; 3) girdling of branches after june drop; 4) 5 mg.l-1 of ga3 sprayed 10 days after petal drop; 5) 15 mg.l-1 of 2,4-d sprayed at the end of june drop; 6) 50 mg.l-1 of 2,4-d sprayed at the end of june drop; 7) 10 mg.l-1 of ga3 plus 15 mg.l-1 of 2,4-d sprayed on may 14th, 2001 and may 11th, 2002; 8) combination of treatments 2 and 3; 9) combination of treatments 2, 3 and 7. the experiment was conducted in a randomized block design with 5 replicates and 3 trees as experimental units. the results indicate that spraying 5 mg.l-1 of ga3 10 days after petal drop increase fruit weight production but reduce fruit average weight in relation to other treatments that enhances the fruit production; spraying 15 mg.l-1 of 2,4-d in november after june drop reduce fruit juice content; and to have higher fruit production one of the following procedures are recommended: girdling of branches or spraying 5 mg.l-1 of ga3 10 days after petal drop, spraying 15mg.l-1 or 50 mg.l-1 of 2,4-d in november after june drop or spraying orange trees with 10 mg.l-1 of ga3 plus 15 mg.l-1 of 2,4-d in may.
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