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Semeadura direta de forrageiras de esta o fria em campo natural com aplica o de herbicidas: I. Produ o de forragem e contribui o relativa das espécies  [cached]
Pérez Gomar Enrique,Reichert José Miguel,Reinert Dalvan José,García Prechac Fernando
Ciência Rural , 2004,
Abstract: Os campos naturais apresentam estacionalidade na sua produ o forrageira, a qual pode ser atenuada com a introdu o de espécies de esta o fria através de semeadura direta, aumentando a produ o forrageira no inverno. Durante quatro anos, conduziu-se um experimento de semeadura direta de forragem de inverno, sobre campo nativo, em um Argissolo Vermelho-Amarelo, de textura superficial arenosa do norte do Uruguai. Em delineamento de blocos ao acaso com parcelas sub-subdivididas, foram testadas doses de herbicidas (glifosate 1L ha-1, glifosate 4L ha-1, paraquat 3L ha-1 e testemunha), como tratamento principal, aplicadas no ano 1994. A repeti o ou n o das mesmas doses no ano 1995 constituiu-se na subparcela, e a aplica o ou n o das mesmas doses no ano 1996 constituiu-se na sub-subparcela. Os resultados mostraram que o maior distúrbio sobre a produ o de forrageiras e contribui o das espécies do campo nativo foi provocado com a aplica o continuada de herbicidas sistêmicos na maior dose. Quando n o foi aplicado herbicida (testemunha) havia onze espécies e com aplica o de glifosate 4L ha-1 havia seis espécies, bem como ocorreu uma substitui o de espécies perenes por anuais. O herbicida paraquat e a dose baixa de glifosate mostraram efeitos intermediários entre o observado no campo nativo semeado com triticale e azevém sem tratar com herbicida e os provocados com glifosate na dose alta. Por outro lado, os rendimentos de matéria seca das espécies forrageiras invernais semeadas foram 63% maiores na dose mais alta de glifosate do que na testemunha, devido a um maior controle da competi o que exercia o campo nativo.
Composi o florística de pastagem natural afetada por fontes de fósforo, calagem e introdu o de espécies forrageiras de esta o fria  [cached]
Bandinelli Duilio Guerra,Gatiboni Luciano Colpo,Trindade José Pedro Pereira,Quadros Fernando Luiz Ferreira de
Ciência Rural , 2005,
Abstract: Uma das características das pastagens naturais do Rio Grande do Sul é a baixa produtividade de forragem no período do outono-inverno. Uma das alternativas para melhorar os sistemas de produ o baseados nessas pastagens é a introdu o de espécies forrageiras de crescimento inverno-primaveril e a fertiliza o e corre o da acidez do solo. O presente trabalho teve por objetivo avaliar o efeito de fontes de fósforo, calcário e introdu o de espécies forrageiras de inverno na dinamica das espécies de uma pastagem natural. Os tratamentos testados foram: T1 - superfosfato simples + calcário + introdu o de espécies; T2 - superfosfato triplo + calcário + introdu o de espécies; T3 - superfosfato triplo + introdu o de espécies; T4 - hiperfosfato de Gafsa + introdu o de espécies; T5 - introdu o de espécies sem fósforo ou calagem; T6 - testemunha com pastagem natural. Para a avalia o da composi o florística da pastagem foram realizados levantamentos botanicos periódicos, durante vinte e dois meses, utilizando-se o método BOTANAL. Os resultados mostraram que os tratamentos testados n o provocaram mudan as na composi o botanica das espécies nativas no período de tempo avaliado.
PRODU O ANIMAL EM VáRZEA SISTEMATIZADA CULTIVADA COM FORRAGEIRAS DE ESTA O FRIA SUBMETIDAS A DIFERENTES NíVEIS DE ADUBA O  [cached]
Marchezan Enio,Vizzotto Vandro Rogério,Rocha Marta Gomes da,Moojen Eduardo Londero
Ciência Rural , 2002,
Abstract: A utiliza o das áreas de várzea na Depress o Central do Rio Grande do Sul limita-se basicamente ao cultivo do arroz irrigado, permanecendo em pousio durante o inverno devido à deficiência de drenagem natural. A melhoria do sistema de drenagem pode ser obtida através do nivelamento da área, da corre o do microrelevo, associado ao estabelecimento de drenos superficiais. Assim, foi desenvolvido um trabalho com o objetivo de avaliar a produ o animal em área de terras baixas sistematizada, cultivada com espécies forrageiras de inverno, as quais foram submetidas a diferentes níveis de aduba o. O experimento foi conduzido na área experimental do Departamento de Fitotecnia da UFSM, em solo classificado como PLANOSSOLO HIDROMóRFICO Eutrófico arênico, unidade de mapeamento Vacacaí. A área foi sistematizada em desnível de aproximadamente 0,06%, e as espécies forrageiras foram: azevém (Lolium multiflorum), trevo branco (Trifolium repens) e cornich o (Lotus corniculatus), cultivadas em consorcia o. Adotaram-se como tratamentos três níveis de aduba o: 50%, 100% e 150% da recomenda o oficial, sendo utilizada calagem para corrigir o pH para 5,5. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso com duas repeti es, totalizando seis parcelas de 0,5ha cada uma. Utilizaram-se terneiros de 8 a 10 meses de idade, em pastejo contínuo, com carga inicial média de 480kg ha-1 de peso vivo. As variáveis avaliadas foram: ganho médio diário de peso por animal, carga animal, ganho de peso vivo ha-1, digestibilidade in vitro, proteína bruta, composi o botanica e taxa média de acúmulo de matéria seca das forrageiras. O resíduo de matéria seca (MS) ha-1 da pastagem manteve-se ao redor de 1000kg, e a taxa média de acúmulo de MS ha-1dia-1 das forrageiras foi de 19,9kg. O ganho médio diário foi de 1016g animal-1 dia-1, com carga média de 738,6kg ha-1 peso vivo e ganho de peso de 469,7 kg ha-1. O número de dias de pastejo foi de 98, 121 e 128 para os tratamentos 50, 100 e 150% da recomenda o oficial, respectivamente. Os níveis de aduba o NPK, mantendo constante a aduba o nitrogenada, n o afetaram o ganho médio dos animais, a carga animal e o ganho de peso vivo por hectare.
Semeadura direta de forrageiras de esta??o fria em campo natural com aplica??o de herbicidas: I. Produ??o de forragem e contribui??o relativa das espécies
Pérez Gomar, Enrique;Reichert, José Miguel;Reinert, Dalvan José;García Prechac, Fernando;Berretta, Elbio;Marchesi, Claudia;
Ciência Rural , 2004, DOI: 10.1590/S0103-84782004000300017
Abstract: natural grasslands have great seasonal fluctuation of forage production. the winter forage production may be increased using cool-season forage species established with no-till, reducing seasonal fluctuations. an experiment with winter grasses (black oat and rye grass) no-till sown on native grasses, was conducted during four years on a fine-loamy, mixed, active mollic hapludalf, sandy a horizon, in northern uruguay. the experimental design was split-splitplot on randomized blocks, with types and dosis of herbicides (gliphosate 1l ha-1, gliphosate 4l ha-1, paraquat 3l ha-1, and a check without herbicides) as main treatments, applied in 1994. the application or not of the same treatments in 1995 constituted the splitplots, and their reapplication or not in 1996 constituted the split-splitplots.the results showed that the greatest disturbance on the botanical composition of the native grassland was caused with the application of the higher systemic herbicide dose every year. when herbicides were not applied, there were eleven species present, but with 4l ha-1 of glifosate every year there were only six species, as well as a substitution of perennial species by annual ones. the use of paraquat and the lower gliphosate dose showed intermediate effects between the native grassland without applied herbicides, and the treatment with the higher gliphosate dose. on the other hand, dry matter yield of the introduced winter forage species was 63% greater in the higher gliphosate dose than in the treatment without herbicide application, due to greater control of the competition by the native grasses.
O professor, o aluno e o conteúdo no ensino de botanica  [cached]
Lenir Maristela Silva,Valdo José Cavallet,Yedo Alquini
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2006,
Abstract: Analisar o ensino de Botanica é o objetivo central deste trabalho. O material para o estudo constou dos trabalhos direcionados ao ensino na gradua o, da se o temática “Ensino de Botanica” dos anais dos Congressos Nacionais de Botanica do período de 1995 a 2002 e de planejamentos e programas de disciplinas de Botanica de algumas universidades públicas. As dimens es utilizadas na análise foram: o papel do aluno; o papel do professor; e a considera o do conteúdo. O aperfei oamento do ensino de Botanica, explícito nos documentos analisados é entendido, principalmente no sentido do aprimoramento das metodologias específicas da área ou de recursos didáticos, ou seja, s o relegadas as condi es de ensino que podem oportunizar a apropria o crítica e contextualizada dos conhecimentos, indispensável à forma o emancipatória do aluno. Palavras-chave: Didática. Ensino de Botanica. Professor universitário.
Extra o da lignina e emprego da mesma em curvas de calibra o para a mensura o da lignina em produtos vegetais  [cached]
Fukushima Romualdo Shigueo,Garippo Geraldo,Habitante Ana M?nica Quinta Barbosa,Lacerda Roseli Sengling
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: O objetivo deste experimento foi a extra o da lignina e seu uso nas curvas de calibra o para determinar a concentra o de lignina em produtos vegetais. Dentre os métodos analíticos utilizados para a mensura o da lignina, pode-se mencionar o método "lignina solúvel em brometo de acetila - LSBA", no qual a lignina é solubilizada em uma solu o de brometo de acetila a 25% em ácido acético glacial e, depois, lida no comprimento de onda a 280 nm. Entretanto, todo método espectrofotométrico requer o emprego de um padr o de referência confiável; neste experimento utilizou-se como padr o de referência a lignina da planta forrageira extraída com o emprego do próprio brometo de acetila. Quantificou-se a lignina presente em quatro amostras de forrageiras, em dois estádios de maturidade e, ainda, em duas amostras de madeiras, comparando-se os dados com outros dois métodos de determina o da lignina (lignina em detergente ácido - LDA e lignina permanganato de potássio - LPer). Os três métodos n o foram concordantes entre si, sendo que, para praticamente todas as amostras, o método da LSBA mostrou valores mais elevados que os outros dois métodos. Para cada amostra analisada, foram confeccionados uma curva-padr o e um espectrograma na faixa de comprimento de luz de 240 a 320 nm. A análise dessas curvas e dos espectrogramas indicou diferen as qualitativas entre as amostras, em fun o n o apenas da espécie botanica, mas também do estádio de maturidade da planta.
Aplica o de herbicidas dessecantes em pastagens nativas construídas por differentes espécies do gênero Paspalum  [cached]
Ferri Miguel Vicente Weiss,Eltz Flávio Luiz Foletto,Lopes Sidinei José
Ciência Rural , 2001,
Abstract: Com objetivo de avaliar o efeito de herbicidas dessecantes sobre pastagens nativas constituídas por diferentes espécies do gênero Paspalum, adequando-as a semeadura direta ou a sobressemeadura de espécies de interesse forrageiro, foram conduzidos três experimentos na regi o fisiográfica da Depress o Central do Rio Grande do Sul. No primeiro experimento, em 1995/96, avaliou-se glyphosate a 360, 720 e 1080g ha-1 de equivalente ácido, aspergido nos volumes de calda de 50 e 200 ha-1 e as espécies de Paspalum identificadas foram P. pumilum e P. notatum var. notatum biótipo "C" e "D". No segundo, em 1996, avaliou-se glyphosate a 720, 1080, 1440 e 1880g ha-1 de equivalente ácido e as espécies de Paspalum identificadas foram P. plicatulum, P. nicorae, P. notatum var. notatum biótipo "A", P. pumilum e P. maculosum. No terceiro, em 1997, avaliou-se glyphosate a 180, 270, 360, 450, 540, 720 e 1080g ha-1 de equivalente ácido e paraquat a 600 e 800g ha-1 de ingrediente ativo, e onde foram identificadas as espécies P. notatum var. saurae, P. notatum var. notatum biótipo "A" e P. pumilum. O herbicida glyphosate a 1080, 1440 e 1880g ha-1 é adequado quando se deseja controlar a pastagem nativa para introdu o de semeadura direta, enquanto que glyphosate a 180, 270, 360 e 450g ha-1 e o paraquat a 600 e 800g ha-1, s o adequados quando se deseja realizar a sobressemeadura de espécies forrageiras. A sele o dos herbicidas e das doses, dependerá da espécie de Paspalum dominante na pastagem nativa.
Mudan as recentes e propostas na nomenclatura botanica: implica es para a botanica sistemática no Brasil  [cached]
NIC LUGHADHA EIMEAR
Brazilian Journal of Botany , 1999,
Abstract: Altera es recentes e propostas para o Código Internacional de Nomenclatura Botanica (CINB) s o delineadas e suas implica es para a botanica sistemática no Brasil s o discutidas. Além de diferir radicalmente do CINB, o BioCódigo inclui medidas que a comunidade botanica já havia recha ado em vota es anteriores. Um novo índice Internacional de Nomes de Plantas, acessível pela Internet, estará disponível em 1999 e tornará ainda menos necessária a introdu o da obrigatoriedade do registro de nomes de plantas.
Composi o Botanica da Dieta de Bovinos em Pastagem Nativa na Sub-Regi o da Nhecolandia, Pantanal  [cached]
Santos Sandra Aparecida,Costa Ciniro,Souza Geraldo da Silva e,Pott Arnildo
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract: O estudo foi conduzido com o objetivo de identificar a composi o botanica da dieta de bovinos criados extensivamente no Pantanal através da técnica microhistológica fecal, numa área característica da sub-regi o da Nhecolandia, Pantanal, no período de outubro/97 a setembro/99, e verificar a varia o existente em fun o do mês, época, ano e estado fisiológico das vacas. Foram confeccionadas 726 laminas, sendo cada lamina uma unidade observacional. Com base na distribui o dos valores máximos de ocorrência da composi o botanica de cada espécie/lamina e nos quantis, as espécies foram classificadas em quatro grupos principais: 1- principal (máx >20%); 2- médio superior (12,3% Keywords microhistologia fecal --- pastagem nativa --- gado de corte
Botanica: uma ciência básica ou aplicada?  [cached]
AZEVEDO JO?O LúCIO
Brazilian Journal of Botany , 1999,
Abstract: Exemplos de intera es entre microrganismos endofíticos e suas plantas hospedeiras s o usados para demonstrar a importancia da Botanica no desenvolvimento da biotecnologia e para a preserva o da biodiversidade. Como conclus o, uma vis o holística da ciência atual torna irrelavante qualquer distin o entre aspectos básicos e aplicados da ciência, principalmente quando se consideram as ciências biológicas, como é o caso da Botanica.
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