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REDE DE PRODUTORES RURAIS E GEST O DOS RECURSOS  [cached]
Guilherme Cunha Malafaia,Roni Blume,Alessandra Costenaro Maciel,Maria Emília Camargo
Revista PRETEXTO , 2010,
Abstract: As mudan as no cenário competitivo mundial tornaram difícil a sobrevivência das organiza es. Embora haja diferentes fatores que influenciam o desempenho das empresas, a compreens o dos recursos considerados como estratégicos é fundamental para a manuten o das vantagens competitivas. Na cadeia da carne, a ausência da coordena o e da coopera o é um problema clássico. Este estudo pretende identificar como um grupo de produtores da carne tem respondido às demandas ambientais na cadeia da carne. Para compreender esta situa o, a teoria de RBV, associada com a de rede, foi utilizada para analisar como foi promovida e organizada uma rede dos interesses que visam a obter uma melhor posi o competitiva. Os fatores principais de sustentabilidade estratégica s o a raridade e a escassez dos recursos. O uso de ambas as teorias fornece a compatibilidade para melhor compreender o relacionamento entre recursos e sua aplica o eficaz.
Relacionamento conjugal e depress o materna  [PDF]
MayorSotto, Iara Maria Backes de,Piccinini, Cesar Augusto
Psico , 2005,
Abstract: O presente artigo aborda alguns aspectos teóricos e estudos empíricos sobre a rela o entre a qualidade do relacionamento conjugal e a depress o materna. S o examinadas as características da depress o materna, sua etiologia multifacetada e possíveis repercuss es para o desenvolvimento infantil. Analisa-se especificamente a importancia do relacionamento conjugal para uma transi o adequada à parentalidade. Os estudos revisados sugerem que há uma combina o de fatores biológicos, obstétricos, sociais e psicológicos envolvidos na depress o materna. Entre esses, um dos fatores de risco freqüentemente mencionados é a qualidade dos relacionamentos interpessoais da nova m e, especialmente o relacionamento com o marido. Mais do que isto, dificuldades conjugais podem ter um papel significativo na transmiss o intergeracional da depress o nestas familias.
(RE)COMPREENDENDO O RELACIONAMENTO MARCA-CONSUMIDOR
Sérgio C. Benício de Mello,Francisco Ricardo Bezerra Fonsêca
Revista de Administra??o FACES Journal , 2007,
Abstract: Na área de marketing sabe-se que a marca pode estabelecer relacionamento com o consumidor. A maioria dos estudos que investigam esse fen meno sugere que essa intera o pode ser compreendida sob a ótica das rela es interpessoais. A personaliza o da marca é a principal condi o para possibilitar que isso ocorra, já que é torná-la um "ser vivo". Entretanto, n o há consenso por parte de todos os acadêmicos acerca desse fato, pois a marca (por ser um objeto inanimado) seria incapaz de interagir com o consumidor como se fosse uma pessoa. Logo, essa rela o deveria ser estudada sob a perspectiva dos relacionamentos entre objeto inanimado e pessoa: rela es parassociais. Para lan ar luz sobre esse impasse, este artigo objetiva (re)compreender o relacionamento marca-consumidor sob a perspectiva de um novo arcabou o conceitual. Para tal, ao longo do estudo s o lan adas 13 (treze) proposi es, as quais sugerem as circunstancias em que essa rela o deva ser concebida. Por fim, com base na teoria em uso no texto é apresentada e discutida uma representa o do significado do relacionamento marca-consumidor
(RE)COMPREENDENDO O RELACIONAMENTO MARCA-CONSUMIDOR
S??rgio C. Ben?-cio de Mello,Francisco Ricardo Bezerra Fons?aca
Revista de Administra??o FACES Journal , 2007,
Abstract: Na rea de marketing sabe-se que a marca pode estabelecer relacionamento com o consumidor. A maioria dos estudos que investigam esse fen ′meno sugere que essa intera § £o pode ser compreendida sob a 3tica das rela § μes interpessoais. A personaliza § £o da marca a principal condi § £o para possibilitar que isso ocorra, j que torn -la um "ser vivo". Entretanto, n £o h consenso por parte de todos os acad amicos acerca desse fato, pois a marca (por ser um objeto inanimado) seria incapaz de interagir com o consumidor como se fosse uma pessoa. Logo, essa rela § £o deveria ser estudada sob a perspectiva dos relacionamentos entre objeto inanimado e pessoa: rela § μes parassociais. Para lan §ar luz sobre esse impasse, este artigo objetiva (re)compreender o relacionamento marca-consumidor sob a perspectiva de um novo arcabou §o conceitual. Para tal, ao longo do estudo s £o lan §adas 13 (treze) proposi § μes, as quais sugerem as circunst ¢ncias em que essa rela § £o deva ser concebida. Por fim, com base na teoria em uso no texto apresentada e discutida uma representa § £o do significado do relacionamento marca-consumidor
Adenomas hipofisários produtores de ACTH: Aspectos neurocirúrgicos
Tella Jr Oswaldo Inácio,Herculano Marco Antonio,Delcello Rosana,Aguiar Paulo Henrique
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 2002,
Abstract: Relatamos nossa experiência com 19 casos de adenomas hipofisários produtores de ACTH que foram tratados cirurgicamente. Os adenomas mono hormonais produtores de ACTH eram microadenomas em 50% dos casos, apresentando-se com o quadro típico da síndrome de Cushing. Os pluri-hormonais manifestaram-se por altera es visuais. O resultado do tratamento cirúrgico, geralmente por via transeptoesfenoidal, foi satisfatório na maioria dos casos. Para os pacientes em que n o conseguimos cura cirúrgica, foi indicada a radioterapia.
Estilos de vida en embarazadas adolescentes  [cached]
Ma. Sobeida L. Blázquez-Morales,Irma Aída Torres-Férman,Patricia Pavón-León,Ma. del Carmen Gogeascoechea-Trejo
Salud en Tabasco , 2010,
Abstract: Introducción. Los estilos de vida de cualquier persona constituyen la manera en que ésta se comporta en su cotidianeidad, por lo que de ellos, dependen los riesgos a los que se exponen los individuos y que condicionan las posibilidades de enfermar o morir. Los estilos de vida de las adolescentes embarazadas son producto de los cambios propios de la etapa, de la gestación y del contexto en el cual se encuentran inmersas. Objetivo. Identificar los estilos de vida en un grupo de adolescentes embarazadas. Material y Métodos. Estudio observacional, descriptivo, transversal; muestra no probabilística constituida por 30 adolescentes embarazadas que acudían a consulta externa de control prenatal en un hospital. Se aplicó un instrumento denominado "Cuestionario de Estilo de Vida Promotor de la Salud" para evaluar los estilos de vida. Las variables independientes fueron las características sociodemográficas y la dependiente los estilos de vida. Resultados. El 60% de la muestra manifestó estilos de vida no saludables y el 40% estilos de vida saludables. Conclusion. Poco menos de la mitad de la muestra estudiada no se actualiza en temas de salud, más de la mitad no lleva a cabo acciones de responsabilidad con su salud, no realiza ejercitación física y tampoco tiene una alimentación adecuada. El soporte interpersonal se realiza habitualmente y las actividades para manejar el estrés nunca se llevan a cabo.
ABORDAGEM DO MARKETING DE RELACIONAMENTO NO ENSINO SUPERIOR  [PDF]
Getúlio Tadeu Nunes,Edgar Augusto Lanzer,Fernando Serra,Manuel Portugal Ferreira
Gest?o & Regionalidade , 2008,
Abstract: O artigo apresenta uma análise do atual cenário competitivo do Ensino Superior brasileiro, com o objetivo de demonstrar que a utiliza o de estratégias de marketing é um fator crítico de sucesso para essas organiza es. O trabalho trata da existência de barreiras contra uma abordagem de marketing nas universidades, fruto de um modelo de gest o acadêmica desenvolvido tendo como base um mercado sem competi o, comprovando que há uma resistência contra o uso de estratégias mercadológicas nas institui es de Ensino Superior. Neste trabalho, s o analisadas as estratégias de marketing utilizadas e s o discutidos a sua importancia e os seus resultados sob um enfoque transacional para, imediatamente, ser feito um confronto dessas estratégias com uma abordagem de marketing de relacionamento. éfeita uma revis o teórica sobre o marketing relacional, sempre em paralelo com as teorias do marketing transacional e com imediata contextualiza o para organiza es universitárias.
Relacionamento em bancos comerciais: a adapta o de escalas
Marlusa Gosling
Revista de Administra??o FACES Journal , 2003,
Abstract: Frente à crescente concorrência global, o marketing de relacionamento, baseado na manuten o de clientes lucrativos, tem sido uma alternativa para diversos segmentos. Especificamente, o marketing de relacionamento mostra-se adequado ao setor de servi os, já que há possibilidade maior de intera o direta com os clientes. Por esse motivo e também pela inerente troca de informa es com os clientes, várias institui es bancárias têm usado estratégias de relacionamento. Pretendeu-se, neste artigo, adaptar as escalas propostas por Morgan e Hunt (1994) para o contexto bancário brasileiro. A avalia o da confiabilidade simples e composta mostrou que o instrumento desenvolvido é adequado, podendo ser utilizado em pesquisas futuras.
Relacionamento em bancos comerciais: a adapta § £o de escalas
Marlusa Gosling
Revista de Administra??o FACES Journal , 2003,
Abstract: Frente crescente concorr ancia global, o marketing de relacionamento, baseado na manuten § £o de clientes lucrativos, tem sido uma alternativa para diversos segmentos. Especificamente, o marketing de relacionamento mostra-se adequado ao setor de servi §os, j que h possibilidade maior de intera § £o direta com os clientes. Por esse motivo e tamb m pela inerente troca de informa § μes com os clientes, v rias institui § μes banc rias t am usado estrat gias de relacionamento. Pretendeu-se, neste artigo, adaptar as escalas propostas por Morgan e Hunt (1994) para o contexto banc rio brasileiro. A avalia § £o da confiabilidade simples e composta mostrou que o instrumento desenvolvido adequado, podendo ser utilizado em pesquisas futuras.
Adenomas produtores de GH: Análise de 20 casos
Tella Jr Oswaldo Inácio de,Herculano Marco Antonio,Delcello Rosana,Aguiar Paulo Henrique
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 2002,
Abstract: Os adenomas produtores de GH podem ser mono, bi ou pluri-hormonais. A associa o mais frequente do GH é com a sub unidade alfa ou com a prolactina. Apresentam-se com as altera es clássicas de acromegalia, mas quando produzem mais que um horm nio podem apresentar sintomas visuais. Os mono-hormonais s o geralmente microadenomas e os outros dois grupos tendem a ser macroadenomas. Analisamos nossa experiência com 20 casos deste tipo de adenomas e mostramos o resultado cirúrgico, que foi bastante satisfatório para o grupo mono-hormonal. A radioterapia deve ser considerada quando a ressec o n o foi total.
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