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Imobiliza o de fraturas femorais em gatos usando pino intramedular conectado ou n o ao fixador esquelético externo  [cached]
Rahal Sheila Canevese,Garib Maria Isabel,Matsubara Fabiana Mitie,Vulcano Luiz Carlos
Ciência Rural , 2004,
Abstract: O trabalho teve por objetivo comparar a consolida o óssea e a fun o do membro, em 18 gatos com fraturas transversas femorais tratadas com pino intramedular e fixador esquelético externo tipo Ia (grupo I, n=9) ou com pino intramedular associado ao fixador externo em uma configura o "tie-in" (grupo II, n=9). Independente da configura o utilizada, após a remo o dos implantes, todos os animais apresentaram fun o normal do membro operado. N o houve diferen a entre os grupos em rela o à densidade mineral óssea do calo externo mensurada pela densitometria óptica por imagens radiográficas. O tempo para consolida o foi significativamente maior para as fraturas tratadas com pino intramedular e fixador tipo Ia. As fraturas que receberam a configura o "tie-in" tiveram menos prolifera o de calo ósseo.
Osteossíntese distal de tíbia por transfixa o tíbio-tarsal em pequenos animais  [cached]
Teixeira Marcelo Weinstein,Schossler Jo?o Eduardo,Alievi Marcelo Meller
Acta Cirurgica Brasileira , 1999,
Abstract: Neste experimento foram utilizados 15 animais, 11 caninos e 4 felinos, portadores de fratura distal de tíbia, tratados pela imobiliza o tíbio-tarsal com um fixador externo. O aparelho na maioria dos casos apresentou uma configura o consistindo de dois pinos na por o proximal da tíbia, um ou dois no calcaneo e um ou dois pinos nos metatarsianos, todos conectados externamente por uma barra de acrílico autopolimerizante. O aparelho foi removido em média aos 45 dias de pós-operatório, quando foi observado radiograficamente o desaparecimento da linha de fratura óssea. Quatorze animais (93,3%) tiveram recupera o funcional total do membro operado, com perfeita deambula o, uma semana após a remo o do fixador. Diante dos resultados obtidos, pode-se afirmar que a técnica é eficaz na corre o de fraturas distais de tíbia, inclusive as expostas.
Imobiliza??o de fraturas femorais em gatos usando pino intramedular conectado ou n?o ao fixador esquelético externo
Rahal, Sheila Canevese;Garib, Maria Isabel;Matsubara, Fabiana Mitie;Vulcano, Luiz Carlos;Louzada, Mario Jefferson Quirino;
Ciência Rural , 2004, DOI: 10.1590/S0103-84782004000600027
Abstract: the aim of this study was to compare bone healing and limb function in 18 cats with transverse femoral fractures treated with either intramedullary pin and a type ia external skeletal fixator (group 1, n=9) or a tie-in configuration (group 1, n=9). all animals showed normal function of the operated limb after implant removal, independently of the configuration used. the optic bone densitometry in radiographic images showed no difference in bone mineral density of the external bone callus between the groups. fractures treated with intramedullary pin and type ia external fixator had significantly more time to fracture healing, and fractures treated with the tie-in configuration had less proliferation of bone callus.
Treatment of fractures of the tibial diaphysis using external fixator compared with locked intramedullary nails Tratamento das fraturas diafisárias da tíbia com fixador externo comparado com a haste intramedular bloqueada
Rodrigo Tavares Cardozo,Luís Gustavo Silva,Leandro Augusto Bragante,Murilo Ant?nio Rocha
Revista Brasileira de Ortopedia , 2013,
Abstract: OBJECTIVE: To compare efficiency of external fixator in modular form with unilateral and uniplanar intramedullary locked seeking definitive treatment of fractures of the tibia diaphysis. METHODS: Orthopedic surgical treatments were compared to 50 patients with definite diafisária fracture of the tibia, through the use of the external fixator, modular and intramedullary locked. The fractures were treated at emergency hospital school of Orthopedics and Traumatology service in the period from January 2007 to January 2011, with a variation of 15 to 48 weeks. RESULTS: this study has proven functional results and excellent consolidation when locked intramedullary rods were used and the versatility and speed of application of external fixator reaching the necessary stabilization of bony fragments. Consolidation of fractures was obtained in 95 cases when using the intramedullary locked and 90 cases undergoing external fixation. CONCLUSIONS: the definitive treatment of tibial diaphysis fractures by external fixator modular presented themselves as valid alternative treatment in patients who could not be submitted for early conversion to internal osteosynthesis or when the intramedullary nails are not available to the surgeon. OBJETIVO: Comparar a eficiência de fixador externo modular na forma uniplanar e unilateral com haste intramedular bloqueada (HIB) buscando tratamento definitivo das fraturas diafisárias da tíbia. MéTODOS: Foram comparados os tratamentos cirúrgicos ortopédicos definitivos de 50 pacientes com fratura diafisária da tíbia, por meio do uso do fixador externo modular e da haste intramedular bloqueada. As fraturas foram tratadas no setor de emergência de um hospital-escola pelo servi o de ortopedia e traumatologia de janeiro de 2007 a janeiro de 2011, com varia o de 15 a 48 semanas. RESULTADOS: Este estudo comprovou resultados funcionais e de consolida o excelentes quando usada a haste intramedular bloqueada e a versatilidade e rapidez na aplica o do fixador externo atingindo a estabiliza o necessária dos fragmentos ósseos. Foi obtida a consolida o das fraturas em 95% dos casos quando usamos a haste intramedular bloqueada e 90% dos casos submetidos à fixa o externa. CONCLUS ES: O tratamento definitivo das fraturas diafisárias da tíbia por meio do fixador externo modular apresentou-se como uma op o válida de tratamento em pacientes que n o puderam ser submetidos à convers o precoce para osteossíntese interna ou quando as hastes intramedulares n o est o disponíveis para o cirurgi o.
Emprego de fixador externo circular no tratamento de complica es de fraturas do rádio e ulna em c es de ra as pequenas  [cached]
Rahal Sheila Canevese,Volpi Reinaldo dos Santos,Hette Khadije,Vulcano Luiz Carlos
Ciência Rural , 2005,
Abstract: O objetivo deste estudo foi avaliar o método de Ilizarov no tratamento de complica es de fraturas do rádio e ulna em c es de ra as pequenas. Um fixador de Ilizarov miniatura composto por anéis de alumínio e hastes de a o foi usado em três c es da ra a poodle miniatura (casos 1, 2 e 3) e em um pinscher (caso 4). Os c es 1 e 4 apresentavam consolida o atrasada das por es médio-distal e distal, respectivamente, devido a prévio tratamento com tala externa. Foi aplicada uma montagem constituída por dois anéis proximais e um distal. Ambas as fraturas consolidaram, sendo que a do poodle apresentou leve desvio cranial das extremidades fraturadas. Os outros dois casos (2 e 3) consistiam de fraturas previamente tratadas por procedimento cirúrgico. O caso 2 apresentava rota o lateral do membro torácico e n o-uni o do aspecto distal da diáfise radial com presen a de pino intramedular e dois fios de cerclagem. O pino intramedular e um dos fios de cerclagem foram removidos e realizou-se a derrota o do foco da fratura. O aparelho foi montado como nos casos 1 e 4. A consolida o da fratura foi obtida com moderado desvio caudal do eixo ósseo. No caso 3, havia reabsor o óssea na diáfise do rádio e ulna devido ao emprego inadequado de fixador externo resina-pino. Empregou-se o transporte ósseo com o fixador de Ilizarov para induzir a regenera o óssea. Entretanto, este foi interrompido por falta de resposta. Manteve-se o fixador e o defeito ósseo foi tratado com enxerto esponjoso autólogo e biomateriais. A ulna ocupou parte do defeito segmentar do rádio. Foi possível concluir que o método de Ilizarov pode ser usado no tratamento de consolida o atrasada e n o-uni o, mas o fixador externo circular é de difícil aplica o em c es de ra as pequenas.
Fixador esquelético pino-resina acrílica e enxerto ósseo esponjoso no tratamento de complica es secundárias à imobiliza o inadequada de fratura do rádio e ulna em c es  [cached]
Rahal Sheila Canevese,Hette Khadije,Estanislau Caroline de Abreu,Vulcano Luiz Carlos
Ciência Rural , 2005,
Abstract: O objetivo do estudo foi avaliar a eficácia do fixador esquelético pino-resina, configura o tipo II, coadjuvado pelo enxerto ósseo esponjoso autólogo, no tratamento das complica es secundárias à imobiliza o inadequada de fraturas do rádio e ulna em 10 c es, com peso entre 1,8 e 33,6 kg. Detectou-se n o-uni o (n=4), osteomielite (n=1), má-uni o (n=1), falência ou quebra de implante (n=4), sendo 60% das les es referente ao uso prévio de pino intramedular no rádio. A montagem do fixador foi realizada com transfixa o de pinos lisos em sua maioria angulados, cujas extremidades excedentes foram dobradas e estabilizadas com resina acrílica. Em todos os casos, utilizou-se enxerto esponjoso autólogo fresco, após debridamento do foco de fratura. O tempo de permanência do aparelho variou entre 45 dias e 5 meses e a maior complica o foi o afrouxamento dos pinos transfixantes. A consolida o das fraturas ocorreu por forma o de calo periosteal de mínimo a moderado, indicando boa rigidez da montagem.
Rela o entre rigidez de fixador externo e quantidade de pinos: análise computacional por elementos finitos Relationship between rigidity of external fixator and number of pins: computer analysis using finite elements  [cached]
Marcelo Back Sternick,Darlan Dallacosta,Daniela águida Bento,Marcelo Lemos do Reis
Revista Brasileira de Ortopedia , 2012, DOI: 10.1590/s0102-36162012000500017
Abstract: OBJETIVO: Analisar a rigidez da montagem de um fixador externo tipo plataforma, segundo diferentes números de pinos em cada clamp. MéTODOS: Realizou-se simula o computacional do fixador externo dinamico modelo Cromus tamanho grande (Baumer S.A.) por elementos finitos, conforme a norma ASTM F1541. Os modelos foram gerados com, aproximadamente, 450.000 elementos tetraédricos quadráticos. Compararam-se as montagens com dois, três e quatro pinos tipo Schanz com 5,5mm de diametro em cada clamp. Cada modelo foi submetido à for a máxima de 200N, dividida em 10 sub-steps. Para os componentes foi assumido comportamento do material linear, elástico, isotrópico e homogêneo. Para cada modelo, avaliou-se a rigidez da montagem e a distribui o de tens o de Von Mises. RESULTADOS: A rigidez do sistema foi de 307,6N/mm para dois pinos, 369,0N/mm para três e437,9 N/mm para quatro. CONCLUS O: Os resultados demonstram que quatro pinos tipo Schanz por clamp promovem aumento de rigidez de 19% em rela o à configura o com três e 42% em rela o à configura o com dois. Maiores tens es ocorrem para configura es com menor quantidade de pinos. Nos modelos analisados, a tens o máxima ocorre na superfície do pino, próxima à área de fixa o. OBJECTIVE: To analyze the rigidity of a platform-type external fixator assembly, according to different numbers of pins on each clamp. METHODS: Computer simulation on a large-sized Cromus dynamic external fixator (Baumer SA) was performed using a finite element method, in accordance with the standard ASTM F1541. The models were generated with approximately 450,000 quadratic tetrahedral elements. Assemblies with two, three and four Schanz pins of 5.5 mm in diameter in each clamp were compared. Every model was subjected to a maximum force of 200 N, divided into 10 sub-steps. For the components, the behavior of the material was assumed to be linear, elastic, isotropic and homogeneous. For each model, the rigidity of the assembly and the Von Mises stress distribution were evaluated. RESULTS: The rigidity of the system was 307.6 N/mm for two pins, 369.0 N/mm for three and 437.9 N/mm for four. CONCLUSION: The results showed that four Schanz pins in each clamp promoted rigidity that was 19% greater than in the configuration with three pins and 42% greater than with two pins. Higher tension occurred in configurations with fewer pins. In the models analyzed, the maximum tension occurred on the surface of the pin, close to the fixation area.
Anterior Tarsal Tunnel Syndrome  [cached]
Muslum GUNES,Murat GUNAL,Omur GUNALDI,Bekir TUGCU
Journal of Neurological Sciences , 2006,
Abstract: The anterior tarsal tunnel syndrome is an entrapment neuropathy which is formed by the sticking of the deep peroneal nerve in the anterior tarsal tunnel with its roof formed by inferior extansor retinakulum and its baseformed by the fascia of naviculer and talus bones. The anterior tarsal tunnel syndrome is an uncommon entrapment neuropathy. This might be due to an unrecognizing of this syndrome rather than rarity. We reported a case of anterior tarsal tunnel syndrome who is operated and followed in our clinic.
Neurovascular branching in the tarsal tunnel  [PDF]
Bilge O,Ozer MA,Govsa F
Neuroanatomy , 2003,
Abstract: The diagnosis and therapy of the tarsal tunnel syndrome, various surgical procedures at tarsal region and especially tibial nerve blocks requires a well understanded relationship and anatomy of the tibial nerve. For this purpose medial tarsal regions of 50 feet of embalmed human cadavers were investigated. The bifurcation level of the tibial nerve, the distance of the medial and lateral plantar nerves to the tip of the medial malleolus and the medial tubercle of calcaneus and the diameters of the nerves at the branching point were measured. The bifurcation point of the posterior tibial artery was also noted. We classified the bifurcations of the tibial nerve and posterior tibial artery as type I, II and III respect to the reference line between medial malleolus and calcaneus. While type I was the common type for tibial nerve (n=42, 84%), type III was common for posterior tibial artery (n=23, 46%). Knowledge of the variations in locations of bifurcation level of the tibial nerve and the posterior tibial artery may prevent to damage any neurovascular structure during some procedures like pin insertion and nerve blocks.
Desinserción tarsal lateral bilateral idiopática Idiopathic loss of lateral tarsal suspension
J. Troyano,E. Martín,I. Genol-Saavedra,J. García-Sánchez
Archivos de la Sociedad Espa?ola de Oftalmología , 2007,
Abstract: Caso clínico: Varón de 53 a os, que presentaba ausencia de tarso en tercio externo del párpado inferior de ambos ojos. Se realizó cantoplastia lateral, con buen resultado postoperatorio. Discusión: La dehiscencia de la unión del tarso inferior con el canto lateral sin causa conocida es un hallazgo muy infrecuente y que apenas tiene reflejo en la literatura. Están descritos dos casos de elastólisis de los párpados que asociaban ausencia de la suspensión tarsal lateral, pero ambos presentaban atrofia de la piel palpebral con alteración del componente elástico de la piel, confirmada histológicamente, mientras que en este caso la piel era normal. Case: A 53-year-old man who showed a loss of tarsal suspension in the lateral third of both lower eyelids underwent lateral canthoplasty with a good post-operative result. Discussion: Disinsertion of the union of the inferior tarsus with the lateral canthus, of unknown cause, is a very uncommon finding that has almost never been reported in the world literature. There are two cases described of eyelid elastolysis with loss of lateral tarsal suspension, as in our case, but both showed eyelid skin atrophy and had histopathologic confirmation. Our case did not have skin atrophy.
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