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Interven??es terapêuticas em Unidade de Terapia Intensiva: análise segundo o Therapeutic Intervention Scoring System-28 (TISS-28)
Garcia, Paulo Carlos;Gon?alves, Leilane Andrade;Ducci, Adriana Janzantte;Toffoleto, Maria Cecília;Ribeiro, Sandra Cristina;Padilha, Kátia Grillo;
Revista Brasileira de Enfermagem , 2005, DOI: 10.1590/S0034-71672005000200013
Abstract: the present study aimed to identify the therapeutic interventions categories carried out in intensive care units (icu), finding out their prevalence and identifying their components according to tiss-28. the sample was composed of 89 adult patients who were consecutively admitted to the icu of a university hospital in s?o paulo city. basic and supportive activities, ventilatory, cardiovascular and renal were the tiss-28 that prevailed with a frequency of 73.0% and 100%. the frequency of the items considered basic activities were prevalent, that is, higher than 90.0%. the quantitative average of urinary debt was 98.2% concerning renal support. the results may mean quality of assistance provided o the clients, as they contribute to the human resources estimative and materials in the icu as well.
Cuidados paliativos para idosos na unidade de terapia intensiva:realidade factível = Palliative care to elderly in critical care unit: feasible reality  [cached]
Fonseca, Anelise Coelho,Fonseca, Maria de Jesus Mendes da
Scientia Medica , 2010,
Abstract: Objetivos: este artigo discute o papel da Unidade de Terapia Intensiva na perspectiva dos idosos portadores de doen as cr nicas em fase avan ada, considerando que o local pode ser uma das alternativas de aloca o desses enfermos e, nesses casos, os cuidados paliativos representam valiosas ferramentas de trabalho. Fonte de dados: foram revisados artigos dos últimos 10 anos no portal PubMed, utilizando os descritores Unidade de Terapia Intensiva, Cuidados Paliativos, Critical Care Unit e Palliative Care. contexto das mudan as no padr o das doen as e na longevidade dos portadores das doen as cr nicas n o-transmissíveis. Os cuidados paliativos s o interven es clínicas direcionadas aos pacientes portadores de enfermidades cuja progress o provoca sinais e sintomas desconfortantes, inclusive com elementos associados à instabilidade clínica. As práticas da Unidade de Terapia Intensiva têm como premissa o restabelecimento da fisiologia, e para atingir seu objetivo aplicam recursos farmacológicos, próteses e dispositivos artificiais. A necessidade de utilizar as medidas paliativas na Unidade de Terapia Intensiva foi vislumbrada a partir de informa es sobre a elevada prevalência de dor e de outros sintomas de sofrimento e angústia, seja para o paciente, seja para sua família ou para a equipe que o assiste. Conclus es: é preciso refor ar aos profissionais da saúde que os cuidados paliativos n o s o incompatíveis com a Unidade de Terapia Intensiva. Ao contrário, sua relevancia evidencia-se na maneira com que as suas a es auxiliam no direcionamento do conforto.
Mortalidade e o tempo de interna o em uma unidade de terapia intensiva cirúrgica
Abelha Fernando José,Castro Maria Ana,Landeiro Nuno Miguel,Neves Aida Maria
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2006,
Abstract: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Em cuidados intensivos os resultados podem ser relacionados aos índices de mortalidade ou morbidade. Quando avaliada de forma isolada, a mortalidade é uma medida insuficiente do resultado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI); o tempo de interna o pode ser uma medida indireta do resultado relacionado com a morbidade. O objetivo do presente estudo foi avaliar a incidência e os fatores preditivos para mortalidade e tempo de interna o dos pacientes admitidos numa UTI cirúrgica. MéTODO: Participaram deste estudo prospectivo, realizado, entre abril e julho de 2004, todos os 185 pacientes submetidos a procedimentos programados ou de emergência, admitidos numa UTI cirúrgica. Foram registrados os seguintes parametros: idade, sexo, altura e peso, temperatura central estado físico segundo a ASA, tipo de interven o cirúrgica, porte cirúrgico, técnica anestésica, quantidade e qualidade de fluídos administrados durante a anestesia, monitoriza o da temperatura ou de técnica de aquecimento corporal peri-operatório, dura o da anestesia, tempo de permanência na UTI e no hospital e escore SAPS II. RESULTADOS: O tempo médio de interna o na UTI foi de 4,09 ± 10,23 dias. Fatores de risco significativos para permanências mais prolongadas na UTI foram o valor do escore SAPS II, estado físico ASA, quantidade administrada, durante a interven o cirúrgica, de colóides, unidades de plasma fresco e unidades de concentrados de hemáceas. Quatorze pacientes (7,60%) morreram durante a interna o na UTI e 29 (15,70%) morreram durante a interna o hospitalar. Fatores de risco independentes de mortalidade com diferen a estatística significativa foram interven es cirúrgicas de emergência, de grande porte, escores altos SAPS II, permanência prolongada na UTI e no hospital. Fatores protetores com diferen a estatística significativa para risco de morte hospitalar foram baixo peso corporal e baixo índice de massa corporal (IMC). CONCLUS ES: As interna es prolongadas em UTI s o mais freqüentes nos pacientes mais graves à admiss o e est o associadas às maiores mortalidades hospitalares. A mortalidade hospitalar é também mais freqüente em pacientes submetidos a interven es cirúrgicas de emergência ou de grande porte.
I Recomenda o brasileira de fisioterapia respiratória em unidade de terapia intensiva pediátrica e neonatal I Brazilian guidelines for respiratory physiotherapy in pediatric and neonatal intensive care units  [cached]
Cíntia Johnston,Nathalia Mendon?a Zanetti,Talitha Comaru,Simone Nascimento dos Santos Ribeiro
Revista Brasileira de Terapia Intensiva , 2012, DOI: 10.1590/s0103-507x2012000200005
Abstract: Recomenda es para a atua o do fisioterapeuta em unidade de terapia intensiva pediátrica e neonatal s o fundamentais, pois esses profissionais s o responsáveis pela reabilita o de pacientes graves. A reabilita o inclui desde a avalia o e preven o de altera es cinético funcionais às interven es de tratamento (fisioterapia respiratória e/ou motora), controle e aplica o de gases medicinais, cuidados da ventila o pulmonar mecanica invasiva e n o invasiva, protocolos de desmame e extuba o, insufla o traqueal de gás, protocolo de insufla o/desinsufla o do balonete intratraqueal, aplica o de surfactante, entre outros. Com o objetivo de propiciar a recupera o do doente e seu retorno às atividades funcionais. Nesse contexto, essas recomenda es têm o objetivo de orientar os fisioterapeutas sobre algumas interven es de preven o/tratamento de fisioterapia respiratória (desobstru o das vias aéreas; reexpans o pulmonar; posicionamento no leito; aspira o das vias aéreas; inaloterapia; tosse assistida), que auxiliam no processo de reabilita o de pacientes pediátricos e neonatais em unidade de terapia intensiva em ventila o pulmonar mecanica e até 12 horas após a extuba o. Developing guidelines for the role of the physiotherapist in neonatal and pediatric intensive care units is essential because these professionals are responsible for the rehabilitation of critically ill patients. Rehabilitation includes the evaluation and prevention of functional kinetic alterations, application of treatment interventions (respiratory and/or motor physiotherapy), control and application of medical gases, care of mechanical ventilation, weaning and extubation, tracheal gas insufflation, inflation/deflation of the endotracheal cuff protocol, and surfactant application, aiming to allow patients to have a full recovery and return to their functional activities. In this article, we present guidelines that are intended to guide the physiotherapist in some of the prevention/treatment interventions in respiratory therapy (airway clearance, lung expansion, position in bed, airway suction, drug inhalation, and cough assist), which help in the rehabilitation process of newborns and children in intensive care units during mechanical ventilation and up to 12 hours following extubation.
AS CORES DO AMBIENTE DA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA  [PDF]
Nélio Barbosa Boccanera,Sulvia Fernandes Borges Boccanera,Maria Alves Barbosa,Virginia Visconde Brasil
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2004,
Abstract: Os objetivos deste trabalho foram descrever as cores mais freqüentemente utilizadas nas paredes, tetos, mobiliários e roupas das Unidades de Terapia Intensiva e verificar com os funcionários e pacientes desta unidade as cores que gostariam que existissem dentro deste ambiente e a associa o que eles estabelecem com as cores. Foi realizada pesquisa descritiva exploratória, com enfoque quanti-qualitativo. A amostra foi constituída de pacientes e profissionais da UTI de três hospitais públicos de Goiania em 2002. Observou-se a existência de cores monótonas e neutras nestes ambientes, em tons que v o do branco ao preto, enquanto outras nuan as de cores aparecem num percentual menor. Constatou-se uma preferência pelas cores azul-claro, branco, verde-claro e amarelo entre os dois seguimentos pesquisados. Concluiu-se que as pessoas estabelecem associa es com as cores; que a cor pode auxiliar no estabelecimento do equilíbrio e contribuir para harmonia do corpo, da mente e das emo es.
A VIVêNCIA DE PAIS E PROFISSIONAIS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL LA VIVENCIA DE PADRES Y PROFESIONALES EN LA UNIDAD DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL THE EXPERIENCE BY PARENTS AND PROFESSIONALS AT A NEONATAL INTENSIVE THERAPY UNIT  [cached]
Elysangela Dittz Duarte,Roseni Rosangela De Sena,César Coelho Xavier
Ciencia y Enfermería : Revista Iberoamericana de Investigacíon , 2011,
Abstract: Este estudo teve como objetivo apreender a vivência dos pais e profissionais na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Os sujeitos foram doze profissionais e oito pais de recém-nascidos. Para coleta dos dados utilizaram-se a Oficina de trabalho e a Observa o de campo. No tratamento dos dados utilizou-se a Análise de Discurso. Mostrou-se como pais e profissionais vivenciam a interna o e como o cotidiano que compartilham os transformam, permitindo-lhes criar outros sentidos para a vida e para o cuidar. Verifica-se que a presen a dos pais ressignifica o ambiente assistencial e o cuidado e amplia as demandas de cuidado da crian a. Acreditamos na necessidade de interven es na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal a partir do vivenciado por pais e profs-sionais, utilizando-se os diferentes olhares para a produ o de um cuidado integral. Este estudio tuvo por objetivo aprehender la vivencia de los padres y profesionales en la Unidad de Terapia Intensiva Neonatal. Los sujetos fueron doce profesionales y ocho padres de recién nacidos. Para la recogida de datos se utilizó el taller de trabajo y la observación de campo. Para el tratamiento de los datos se utilizó el Análisis de Discurso. Quedó en evidencia cómo los padres y profesionales viven el ingreso y cómo el día a día que comparten los transforma, permitiéndoles crear otros sentidos para la vida y para el cuidar. Se comprobó que la presencia de los padres trae otro significado al ambiente asistencial y al cuidado, y amplía las demandas de cuidado del ni o. Creemos en la necesidad de intervenciones en la Unidad a partir de lo vivenciado por padres y profesionales, utilizando las diferentes miradas para la producción de un cuidado integral. This study aimed to gather knowledge of the experience of parents and professionals in a Neonatal Intensive Care Unit. The subjects were twelve professional and eight parents of newborns. Data collection was analyzed using Discourse Analysis. It was observed how parents and health professionals co-exits in a hospital setting as well as how their day-to-day life activities devoted to sharing allows them to create a sense to life and caring for one another. The presence of parents re-enforces an environment and care setting which increases the demands of child care. We believe in the need for interventions at Neonatal Intensive Care Unit based on the experience observing parents and professionals, using different manners of observation for the creation of an integral care.
O CUIDADO HUMANIZADO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA: UMA REVIS O BIBLIOGRAFICA  [cached]
Silviamar Camponogara,Tanise Martins dos Santos,Margor Agathe Seiffert,Camila Neumaier Alves
Revista de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria , 2011,
Abstract: RESUMO: O estudo objetivou conhecer que publica es têm sido divulgadas, na área da enfermagem, a cerca da humaniza o em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Constitui-se em uma revis o sistemática, cujos dados foram coletados nas bases de dados LILACS e BDENF, com recorte temporal entre 2000 a 2009. Após leitura do material foi realizada categoriza o e discuss o dos dados. Os resultados evidenciam que quatro temas s o destacados com maior relevancia na produ o científica: o ambiente da Unidade de Terapia Intensiva; uso de tecnologias em detrimento do cuidado; o trabalhador como protagonista da humaniza o em UTI; dificuldades vivenciadas pela equipe de enfermagem para implementar a humaniza o na UTI. A humaniza o é apontada como forma de resgatar a dignidade humana, mas somente será realidade se for compreendida sua real importancia e os profissionais se sentirem protagonistas desse processo na UTI.
A es gerenciais e assistenciais do enfermeiro em unidade de terapia intensiva
Lucieli Dias Pedreschi Chaves,Ana Maria Laus,Sílvia Henriques Camelo
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2012,
Abstract: O objetivo deste estudo foi caracterizar as a es do enfermeiro, no ambito da gerência da assistência e da unidade de terapia intensiva, em hospitais de um município do interior paulista. Trata-se de um estudo de caso múltiplo, com abordagem qualitativa. A coleta de dados foi realizada por meio de entrevistas semiestruturadas, com 29 enfermeiros, e dela emergiram duas categorias temáticas: a assistência de enfermagem e a gerência da unidade de terapia intensiva. Quanto à assistência, os enfermeiros relataram aspectos da sistematiza o da assistência de enfermagem e cuidado a pacientes de maior complexidade. Em rela o à gerência da unidade, mencionaram a utiliza o de protocolos, controle de recursos materiais, atividades educativas com a equipe, além da intera o com os setores do hospital. Embora os resultados evidenciem a articula o das a es assistenciais e gerenciais do enfermeiro, n o explicitam a singularidade do seu papel no cuidado com pacientes críticos em unidades de terapia intensiva.
Cren as que permeiam a humaniza o da assistência em unidade de terapia intensiva pediátrica  [cached]
Pauli Maria Cristina,Bousso Regina Szylit
Revista Latino-Americana de Enfermagem , 2003,
Abstract: O presente estudo teve como objetivo conhecer as cren as das enfermeiras, em rela o à assistência humanizada na Unidade de Terapia Intensiva pediátrica (UTIp). A coleta de dados foi realizada com entrevistas abertas com cinco enfermeiras, depois gravadas e transcritas em sua íntegra. O conteúdo foi analisado, tendo, como referencial teórico, o interacionismo simbólico e, como referencial metodológico, a Teoria Fundamentada em Dados. Com este estudo, foi possível entender que a enfermeira, mesmo encontrando dificuldades para prestar uma assistência humanizada, parece estar abandonando a cren a de que UTI é uma unidade tecnicista, passando a buscar estratégias para prestar uma assistência mais humanizada.
Praticando o silêncio: interven o educativa para a redu o do ruído em Unidade de Terapia Intensiva Practicando el silencio: intervención educativa en la reducción del ruido en la Unidad de Cuidados Intensivos Practicing silence: educational intervention for reducing noise in the Intensive Care Unit  [cached]
Silvana Triló Duarte,Maiara Matos,Tatiane Cristina Tozo,Luis Carlos Toso
Revista Brasileira de Enfermagem , 2012, DOI: 10.1590/s0034-71672012000200013
Abstract: O objetivo deste estudo foi avaliar se os níveis de press o sonora dentro da UTI s o diminuídos após interven o educativa com a equipe multiprofissional. Foram mensurados os níveis de ruído no interior da UTI (através de um decibelímetro instalado próximo à cabeceira de um paciente) durante sete dias, sendo repetido o procedimento após uma interven o educativa, a qual consistiu de palestras, cartazes e dramatiza es, entre outros. Houve grande redu o do nível de ruído entre o período pré e pós-interven o, em todos os horários avaliados. As principais fontes de ruídos dentro da UTI foram da própria equipe. Os níveis de ruído encontrados estiveram acima do recomendado. O estudo mostrou que, com uma interven o educacional junto à equipe da UTI e sua conscientiza o sobre os mecanismos e efeitos, é possível haver redu o dos níveis de ruído e consequente eestressee do ambiente. El objetivo de este estudio fue evaluar si los niveles de presión sonora se redujeron en la UCI después de una intervención educativa con el equipo multidisciplinario. Se midieron los niveles de ruido en la UCI (utilizando un decibelímetro instalado cerca de la cabecera de un paciente) durante siete días, y se repite el procedimiento después de una intervención educativa con el equipo, que consistió en conferencias, carteles y dramatizaciones, entre otros. Hubo una gran reducción en el nivel de ruido entre el período pre y post-intervención, en todos los tiempos evaluados. Las principales fuentes de ruido en la UCI fueron del proprio equipo. Los niveles de ruidos encontrados eran más altos que los recomendados. Este estudio mostró que con una intervención educativa y de sensibilización acerca de los mecanismos y los efectos del ruido con el personal de la UCI, es posible lograr la reducción de los niveles de ruido y el estrés ambiental consecuente. The objective of this study was to evaluate whether the sound pressure levels are decreased in the ICU after an educational intervention with the multidisciplinary team. Noise levels were measured inside the ICU (using a decibelimeter installed near the bedside of a patient) for seven days, and repeated the procedure after an educational intervention, which consisted of lectures, posters and dramatizations, among others. There was a large reduction in noise level between the pre and postintervention period, at all times evaluated. The main sources of noise in the ICU were the own team. The noise levels were higher than recommended. The study showed that with an educational intervention with the ICU staff and their awareness of the mec
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