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Repercuss es da variabilidade na saúde do enfermeiro intensivista  [cached]
élissa J?se Erhardt Rollemberg Cruz,Norma Valéria Dantas de Oliveira Souza
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2008,
Abstract: Estudo qualitativo e descritivo, que teve como objeto a influência das situa es de variabilidade na saúde do enfermeiro intensivista. Objetivou-se identificar situa es de variabilidade e discutir as repercuss es da variabilidade na saúde do enfermeiro intensivista. As informa es foram coletadas num centro de terapia intensiva (CTI) de um hospital da rede privada de saúde no Rio de Janeiro. Os sujeitos foram 13 enfermeiros intensivistas em atua o neste CTI há pelo menos um ano. O instrumento de coleta foi entrevista semi-estruturada, realizada entre Setembro/2006 e Outubro/2006. O método de análise caracterizou-se na análise de conteúdo. O tratamento das informa es demonstrou que os enfermeiros conhecem as situa es de variabilidade e que estas alteram o processo saúde-doen a, resultando em irritabilidade, eleva o da press o arterial, cansa o, dores, tens o muscular e estresse. Entretanto, as ocorrências de algumas s o passíveis de serem restringidas. Estratégias de enfrentamento foram apontadas e perpassam desde a sistematiza o da assistência, até melhores salários, condi es de trabalho e o auto-conhecimento. Concluiu-se que os enfermeiros vivenciam em sua rotina laboral muitas situa es de variabilidade, implicando na rápida mobiliza o de suas potencialidades psicofísicas e cognitivas, repercutindo negativamente em sua saúde.
Análise Fatorial de Uma Medida de Estratégias de Enfrentamento  [cached]
Seidl Eliane Maria Fleury,Tróccoli Bartholomeu T.,Zannon Célia Maria Lana da Costa
Psicologia: Teoria e Pesquisa , 2001,
Abstract: O objetivo do estudo foi investigar a estrutura fatorial da Escala Modos de Enfrentamento de Problemas - EMEP, na vers o adaptada para a popula o brasileira por Gimenes e Queiroz (1997), para mensurar estratégias de enfrentamento em rela o a estressores específicos. A amostra foi composta por 409 adultos de ambos os sexos, onde 252 consideraram como estressor um problema atual que estivesse ocasionando estresse, enquanto 157 foram pessoas portadoras de enfermidades cr nicas, que responderam à escala com base no problema de saúde que estavam apresentando. Foram extraídos quatro fatores pelo método dos eixos principais, rota o ortogonal: estratégias de enfrentamento focalizadas no problema, estratégias de enfrentamento focalizadas na emo o, práticas religiosas/pensamento fantasioso e busca de suporte social. A análise dos achados nas duas sub-amostras, diferenciadas quanto aos estressores dominantes, sugere possibilidades positivas de aplica o em contextos de pesquisa e de interven o profissional, em especial a atua o clínica voltada para manejo do estresse junto a diferentes clientelas.
Estresse e estratégias de enfrentamento em uma equipe de enfermagem de Pronto Atendimento  [cached]
Andréa Regina Leonardo Calderero,Adriana Inocenti Miasso,Clarissa Mendon?a Corradi-Webster
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2008,
Abstract: O trabalho é uma das fontes de satisfa o de necessidades humanas, todavia pode, ser fonte de adoecimento quando contém fatores de risco para o estresse e o trabalhador n o disp e de recursos suficientes para se proteger destes riscos. O objetivo deste estudo é verificar, entre a equipe de enfermagem do Pronto Atendimento de um Centro de Saúde Escola, a ocorrência e as fontes de estresse, as estratégias de enfrentamento utilizadas e sugest es de a es para a redu o do estresse. Estudo descritivo, transversal, com abordagem quali-quantitativa. Os dados foram coletados no período de junho e julho de 2005. Constaram da amostra 37 profissionais da equipe de enfermagem que atuam na referida unidade e que consentiram, por escrito, em participar do estudo. Para coleta dos dados utilizou-se entrevista semi-estruturada. Para análise dos dados quantitativos empregou-se a estatística descritiva e para os dados qualitativos, a Análise de Conteúdo de Bardin. 97,4% dos profissionais relataram sentir-se estressados; as sugest es para redu o do estresse relacionaram-se ao funcionamento organizacional, sobrecarga de trabalho e relacionamento com equipe e clientela; foram utilizadas estratégias de evitamento, confronto direito e indireto frente ao estresse. Faz-se necessária ado o, pela referida institui o, de estratégias sadias de redu o de estresse voltadas para estes profissionais.
Resiliência e enfrentamento do estresse em adolescentes: efeitos mediadores dos valores culturais  [cached]
Alicia Omar,Sergio Henrique Almeida da Silva Junior,Laura Paris,Marcos Aguiar de Souza
Psicologia em Revista , 2010,
Abstract: Este estudo teve dois objetivos: a) analisar as rela es entre resiliência e estratégias de enfrentamento do estresse e b) explorar o rol dos valores pessoais sobre tais rela es. A investiga o se deu por meio de uma amostra composta por 1 512 estudantes (484 argentinos, 363 brasileiros e 665 mexicanos), que preencheram uma sele o de instrumentos desenvolvidos para explorar resiliência, enfrentamento do estresse e valores pessoais. As análises de correla o mostraram rela es significativas entre resiliência e estratégias positivas de enfrentamento do estresse. As análises de regress o mediada indicaram que tanto o individualismo horizontal como o coletivismo horizontal moderam as rela es entre resiliência e enfretamento positivo. Tais resultados permitem concluir que o sentimento de igualdade (horizontalidade) entre os membros do grupo é o principal mediador entre o adolescente, as demandas do meio ambiente, seus recursos para enfrentá-las e o desenvolvimento da resiliência
A influência da ansiedade nas estratégias de enfrentamento utilizadas no período pré-operatório
Medeiros, Veronica Cecilia Calbo de;Peniche, Aparecida de Cássia Giani;
Revista da Escola de Enfermagem da USP , 2006, DOI: 10.1590/S0080-62342006000100012
Abstract: this study aims at characterizing the population analyzed regarding socio-demographic aspects, identifying the anxiety level of patients undergoing surgery and the most used coping strategies during the pre-operative period, as well as observing the relation between anxiety level and coping strategies over the same period. the population was comprised of 40 patients undergoing surgery. for data collection, two self-applicable instruments were employed: spielberger's anxiety level inventory and lazarus, folkman's coping strategies inventory. data were collected over the pre-operative period. most patients were women averaging 46-years old, with low level of schooling, previous surgery experience set before, and no previous intercurrence. the coping strategies more commonly used were social support and problem resolution. in regards to anxiety and coping strategies there was found a negative correlation between anxiety level, social support and problem resolution.
Estratégias de Enfrentamento do Cotidiano Conjugal  [cached]
Garcia Maria Lúcia Teixeira,Tassara Eda Terezinha de Oliveira
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 2001,
Abstract: Este estudo analisa estratégias de enfrentamento para a manuten o do casamento, utilizadas por mulheres casadas há mais de 15 anos e pertencentes a estratos econ micos médio e alto, para supera o ou minimiza o de conflitos do cotidiano conjugal. Foram entrevistadas 20 mulheres utilizando roteiro de entrevista semi-estruturada. As entrevistas, gravadas e transcritas, foram analisadas utilizando-se a análise do discurso. Neste artigo analisaram-se as estratégias de a o referida pelas entrevistadas. Entre as mulheres prevaleceu o uso de estratégias diretas (oito), indiretas (quatro mulheres) ou o uso combinado de estratégias diretas e indiretas (oito mulheres). Entre seus maridos, as entrevistadas indicaram o uso de estratégias diretas (treze homens) ou uso combinado de estratégias diretas e indiretas (duas). Em cinco casos enfatizou-se o uso de estratégia indireta, principalmente o silêncio ou o adiamento da busca de solu o dos problemas. A estratégia caracterizou-se como uma esperan a projectual dessas mulheres de atingirem a supera o da condi o distópica na dire o utópica. A desistência desse jogo implica a ado o de estratégias que assegurem um padr o de comunica o paradoxal no qual os c njuges ao mesmo tempo que comunicam, evitam comunicar.
Enfrentamento, locus de controle e preconceito: um estudo com pessoas de orienta o sexual homoafetiva  [cached]
André Faro Santos,Sheyla Christine Santos Fernandes
Psicologia em Revista , 2009,
Abstract: Esta pesquisa objetivou identificar os tipos de enfrentamento da discrimina o mais usados por pessoas de orienta o sexual homoafetiva, além de verificar a ades o ao tipo de locus de controle usado para explicar os acontecimentos de suas vidas e analisar as rela es entre modos de enfrentamento e locus de controle. Participaram 31 pessoas de orienta o sexual homoafetiva residentes em Aracaju-SE. Realizou-se a coleta por meio da escala de modos de enfrentamento de problemas (EMEP) e uma escala de locus de controle. As principais estratégias de enfrentamento usadas foram o foco no problema e o suporte social, sendo que o locus de controle interno predominou como explica o da causalidade. O locusinterno apresentou correla o positiva com o foco no problema (p<.01) e o suporte social (p<.05), enquanto que o locus externo correlacionou-se positivamente com o foco na emo o (p<.01) e busca pela religiosidade (p<.05).
O efeito de valores pessoais nas atitudes perante estilos de lideran a.
Ana Márcia de Oliveira Fonseca,Juliana Barreiros Porto,Aline Cavalcanti Barroso
Revista de Administra??o Mackenzie , 2012,
Abstract: Segundo a teoria dos valores humanos, valores s o metas transituacionais norteadoras da vida do indivíduo e se agrupam em dez tipos motivacionais: realiza o, poder, seguran a, conformidade, tradi o, benevolência, universalismo, autodetermina o, estimula o e hedonismo. Trata-se de construtos abstratos que podem influenciar outros mais específicos, como atitudes, entendidas como tendências psicológicas em avaliar uma entidade particular com algum grau de favorabilidade ou desfavorabilidade. O objetivo deste estudo foi mensurar o efeito dos valores nas atitudes dos indivíduos em rela o aos estilos de lideran a transformacional e transacional. O primeiro estilo é caracterizado por inspirar os liderados e levá-los a transcender o próprio interesse pelo bem da organiza o. Já o segundo baseia-se em negociar trocas e punir desempenhos aquém do esperado. Um questionário foi aplicado a 324 profissionais da cidade de Brasília, sendo 88,5% de órg os públicos, 76% homens, com idade média de 33,36 anos (DP = 8,67). Valores pessoais foram mensurados com a vers o reduzida do questionário de perfis de valores pessoais (PQ21), a desejabilidade social com a escala de Marlowe-Crowne e as atitudes com a escala de atitudes perante estilos de lideran a. Análises apontaram que as duas atitudes estavam positivamente relacionadas, embora aquela ante a lideran a transformacional tenha obtido maiores índices de favorabilidade. A atitude perante o estilo transformacional teve correla o positiva com universalismo, benevolência e autodetermina o, e negativa com poder, realiza o e tradi o. Já a atitude ante o estilo transacional relacionou-se positivamente com autodetermina o e negativamente com poder, realiza o e tradi o. Na regress o hierárquica para a lideran a transformacional, após controle de variáveis sociodemográficas e da desejabilidade social, a inclus o dos valores trouxe mudan a no R2 de 0,17, e universalismo, poder, tradi o e hedonismo foram preditores significativos dessa atitude. Já para a lideran a transacional, a mudan a no R2 foi de 0,06, n o havendo contribui o significativa de nenhum valor em específico. No geral, os resultados indicam que a atitude perante a lideran a transformacional é mais influenciada por valores, apontando caminhos para gestores interessados em promover esse estilo de lideran a. Sugere-se a replica o do estudo em outros contextos e com a inclus o da variável comportamento gerencial.
Profissionais da Estratégia Saúde da Família diante de demandas médico-sociais: dificuldades e estratégias de enfrentamento Family Health Strategy professionals facing medical social needs: difficulties and coping strategies  [cached]
Natália de Paula Kanno,Patrícia Lacerda Bellodi,Beatriz Helena Tess
Saúde e Sociedade , 2012,
Abstract: Os profissionais da Estratégia Saúde da Família (ESF) atuam em comunidades onde a complexidade de problemáticas médico-sociais pode levá-los a sofrer psicologicamente, com prejuízos ao atendimento aos usuários e à consolida o da ESF como modelo de reorganiza o da aten o básica no Brasil. Esse estudo investigou as dificuldades e as formas de enfrentamento referidas por profissionais de equipes da ESF frente às demandas médico-sociais apresentadas pelos usuários em seu cotidiano de trabalho. Grupos focais e entrevistas semiestruturadas foram realizados com 68 profissionais de três Unidades de Saúde da Família da cidade de S o Paulo. Tráfico e uso de drogas ilícitas, alcoolismo, depress o e violência doméstica s o as demandas mais significativas para o grupo estudado. Frente a elas, os profissionais referem forma o profissional e capacita o técnica insuficientes, sobrecarga e condi es desfavoráveis de trabalho, com sentimentos de impotência e frustra o. No enfrentamento das dificuldades, destacam-se as estratégias coletivas, especialmente as reuni es de equipe e apoio matricial, nas quais há troca de experiências, conhecimentos e apoio compartilhado. Os resultados indicam que as dificuldades referidas podem deixar os profissionais da ESF em situa o de vulnerabilidade, tal como os usuários por eles atendidos. O investimento no desenvolvimento de competências, o fortalecimento de estratégias de enfrentamento coletivas, assim como maior articula o com as redes de servi os e as lideran as locais, mostram-se necessários para que os profissionais de saúde atuem com menor estresse frente às complexas demandas médico-sociais presentes em seu cotidiano de trabalho, e assim contribuam na consolida o da ESF. Professionals of Family Health Strategy (FHS) work in communities where there are complex medical social problems. These contexts may lead them to psychological suffering, jeopardizing their care for the users, and creating yet another obstacle to the consolidation of FHS as the primary health care model in Brazil. The study investigated the difficulties and coping strategies reported by health professionals of the FHS teams when they face medical social needs of the communities where they work. Focus groups and semi-structured interviews were carried out with 68 professionals of three primary care units in the city of S o Paulo (Southeastern Brazil). Drug dealing and abuse, alcoholism, depression and domestic violence are the most relevant problems mentioned by the study group. Professionals reported lack of adequate training, work overload, poor worki
Brincar no hospital: estratégia de enfrentamento da hospitaliza o infantil  [cached]
Motta Alessandra Brunoro,Enumo S?nia Regina Fiorim
Psicologia em Estudo , 2004,
Abstract: Estudos indicam que a hospitaliza o pode afetar o desenvolvimento da crian a, interferindo na qualidade de vida. Para lidar com essa situa o, o brincar tem funcionado como estratégia de enfrentamento. Procurando-se avaliar a importancia dada ao brincar pela crian a e caracterizar atividades lúdicas possíveis no hospital, 28 crian as hospitalizadas com cancer (6-12 anos), em Vitória/ES, foram entrevistadas e responderam a um instrumento especialmente elaborado (AEH - Avalia o das Estratégias de Enfrentamento da Hospitaliza o - Conjunto B: Brincar no hospital), contendo 20 desenhos de brinquedos e brincadeiras, classificados em jogos de Exercícios, Simbólicos, de Acoplagem, de Regras e Atividades Diversas. 78,6% das crian as relataram que gostariam de brincar no hospital, o que é justificado principalmente pela sua fun o lúdica, na companhia de outras crian as internadas. N o houve diferen as significativas nas escolhas entre as categorias de brincadeiras. O instrumento mostrou que o brincar pode ser um recurso adequado para a adapta o da crian a hospitalizada, permitindo personalizar a interven o.
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