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Estudo de indicadores de prescri o, Intera es medicamentosas e Classifica o de risco ao feto em prescri es de gestantes da cidade de Mirassol – S o Paulo  [cached]
Adriana Ant?nia da Cruz Furini,Aline Mares Gomes,Camila Oliveira Silva,Jane Kely Gon?alves Vieira
Revista de Ciências Farmacêuticas Básica e Aplicada , 2009,
Abstract: O uso racional de medicamentos é indispensável para garantir a qualidade e eficácia de um tratamento medicamentoso. Diante disto, a utiliza o de medicamentos durante a gesta o deve ser analisada e acompanhada minuciosamente para minimizar os riscos e possíveis conseqüências ao feto e à gestante. Foram analisadas 100 receitas medicamentosas para gestantes, internadas no Hospital e Maternidade M e do Divino Amor na Providência de Deus do município de Mirassol, SP, utilizando os indicadores de prescri o propostos pela OMS, análise de intera o medicamentosa por programas informatizados e pela literatura, classifica o dos medicamentos encontrados segundo a classifica o da seguran a do fármaco durante a gravidez prescrita pelo Food and Drug Administration (FDA) a Rela o Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) e a Classifica o Anatomical Therapeutic Chemical (ATC). Na análise dos indicadores de prescri o, nas 100 receitas avaliadas, encontrou-se a média de 2,6 medicamentos por prescri o; 21,5% de medicamentos prescritos pelo nome genérico; 40% delas contendo antibiótico; 59,4% com pelo menos um medicamento injetável e 58 % de medicamentos prescritos, presentes na Lista de Medicamentos Padronizados. Quanto à análise de intera es medicamentosas, observa-se a prescri o do antibiótico cefalexina com o antiinflamatório cetoprofeno. Portanto, considerando-se os resultados obtidos no estudo e na revis o da literatura, sugerese que as prescri es de medicamentos neste hospital para gestantes sejam melhor avaliadas segundo riscobenefício, visando à minimiza o dos efeitos adversos desnecessários, tanto maternos como fetais. Palavras-Chave: Indicadores. Prescri o. Gestantes. Medicamentos.
Prescri es de medicamentos para gestantes: um estudo farmacoepidemiológico  [cached]
Carmo Thais Adriana do,Nitrini Sandra Maria O. O.
Cadernos de Saúde Pública , 2004,
Abstract: A utiliza o de medicamentos por gestantes deve ser considerada um problema de saúde pública, pois existem inúmeras lacunas sobre suas conseqüências ao feto e à gestante. Os estudos farmacoepidemiológicos podem contribuir para minimizar os riscos inerentes à terapia medicamentosa, tra ando um perfil do consumo de medicamentos na gesta o, propiciando uma avalia o do servi o e apontando medidas de interven o. O objetivo deste trabalho foi tra ar um perfil de prescri o de medicamentos em gestantes usuárias do SUS de Piracicaba, S o Paulo, Brasil, utilizando-se os indicadores de prescri o recomendados pela Organiza o Mundial da Saúde e a classifica o de medicamentos segundo risco ao feto do Food and Drug Administration. Encontrou-se que, na consulta de pré-natal, 44,7% das mulheres receberam prescri o medicamentosa, sendo o grupo de medicamento mais prescrito aquele que atua sobre o sistema hematopoiético (34,9%). Do total, 26,0% dos medicamentos foram incluídos na categoria C de risco ao feto; 1,5% na categoria D e 1,5% na categoria E. Estes dados sugerem uma medicaliza o da gesta o e a necessidade de medidas de interven o para uma utiliza o racional dos medicamentos no pré-natal.
Análise dos aspectos legais das prescri es de medicamentos
PATRICIA DE CARVALHO MASTROIANNI
Revista de Ciências Farmacêuticas Básica e Aplicada , 2009,
Abstract: Avaliaram-se as prescri es aviadas nas farmácias e drogarias do Município de Araraquara no mês de maio/2006, segundo o cumprimento dos dispositivos legais para receituários de medicamentos. Analisaramse 1.335 prescri es, das quais 40(3%) n o tinham a assinatura e 212 (15,9%) sem o carimbo do prescritor e 170 (12,7%) n o tinham data. Observaram-se prescri es com rasuras (4,6%) e ou em código (4,4%). Apenas 58,8% das prescri es estavam em letra legível. Havia prescri es sem o nome do paciente (7,2%). Quanto às informa es referentes à utiliza o dos medicamentos nenhuma prescri o continha todas as informa es exigidas: 7,6% n o apresentavam informa es de posologia, 54,3% n o informavam a apresenta o, 33,6% sem descri o da via de administra o e 51,2% n o informavam a dura o do tratamento. Dados demonstram o n o cumprimento dos dispositivos legais e informa es incompletas do modo de uso do medicamento podem levar ao uso irracional e a erros de medica o. Ausência da assinatura e carimbo do prescritor, data de emiss o e nome do paciente podem levar a fraudes e falsifica o de receituários. Portanto os dados corroboram com a necessidade de atualiza o dos profissionais prescritores e dispensadores, bem como atua o orientativa dos respectivos conselhos de classe. Palavras-chave: Legisla o farmacêutica. Medicamentos/prescri o. Vigilancia sanitaria.
Prescri o de medicamentos para crian as hospitalizadas: como avaliar a qualidade?  [cached]
MEINERS M.M.M.A.,BERGSTEN-MENDES G.
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 2001,
Abstract: Pacientes pediátricos, chamados "órf os terapêuticos", s o geralmente excluídos de ensaios clínicos para desenvolvimento de novos medicamentos, os quais s o usados em crian as de modo empírico e muitas vezes questionável. Este estudo descreve o padr o de prescri o de medicamentos para crian as hospitalizadas e prop e critérios para avaliar a qualidade da prescri o. MéTODOS: O farmacêutico hospitalar determinou a prevalência de prescri o de medicamentos em cinco enfermarias pediátricas, a partir da análise conjunta de dados reunidos em quatro coletas de um dia, nos meses de mar o, abril, maio e junho de 1999, quando foram registrados todos os medicamentos prescritos nas enfermarias em estudo. Foram propostos seis critérios para avaliar a qualidade das prescri es. Os medicamentos foram classificados pela ATC, classifica o recomendada pela OMS. RESULTADOS: Foi analisada a prescri o de 332 pacientes. Os diagnósticos mais freqüentes foram pneumonia (40,4%), meningite e meningococcemia 6%, diarréia e desidrata o 6%. As três classes terapêuticas mais prescritas foram: sistema nervoso (N) 109%, antiinfecciosos de uso sistêmico (J) 81,9% e sistema respiratório ( R ) 69%. Os três medicamentos mais prescritos foram dipirona 88,3%, fenoterol 30,7% e penicilina G 25,0%. A avalia o da qualidade, frente aos critérios propostos, mostrou: 1. excessivo uso da via endovenosa, 2. adequada dose dos medicamentos de baixo índice terapêutico, 3. nenhuma duplica o terapêutica, 4. presen a de prescri o de medicamentos n o aprovados para uso em pediatria ou para indica es n o aprovadas, 5. freqüentes intera es medicamentosas potenciais, e 6. prescri o de medicamentos n o padronizados pela institui o. CONCLUS O: Medidas simples, como o uso mais criterioso da via intravenosa e padroniza o adequada às necessidades dos pacientes pediátricos, podem acrescentar qualidade ao atendimento de crian as hospitalizadas e diminuir o seu desconforto. O trabalho mostra o resultado da integra o do farmacêutico hospitalar na equipe multiprofissional de saúde.
Boa viagem !  [cached]
Jean Marie Théodat
EchoGéo , 2010,
Abstract: Un temps maussade règne sur l’Europe du Nord tandis que le Sud frise la canicule. En ce mois de juillet, certains prendront leurs quartiers d’été au Portugal, sur les bords du Tage, ou de l’Atlantique. Boa viagem ! Vivement Lisbonne, le Chiado, Evora, etc. Il ne s’agit pas de refaire la publicité d’une destination archi connue, ni de vous allécher les papilles à l’évocation du Porto…, mais de rappeler la solennité de la tache qui incombe, une fois de plus, à la patrie de Magellan, de Cabral e...
Boa Leitura!  [cached]
Paula Sibilia e Maurício Bragan?a Sibilia e Bragan?a
Ciberlegenda , 2010,
Abstract: Editorial Ciberlegenda N° 22 - 2010/1 Esta edi o da Ciberlegenda marca uma nova etapa da revista, com uma programa o visual mais dinamica e a apresenta o de uma se o inédita, além de um novo endere o na internet (http://www.proppi.uff.br/ciberlegenda/) A parte principal da publica o continua hospedando os textos submetidos pelos pesquisadores da área e selecionados pelo nosso corpo de pareceristas. Neste caso, trata-se de onze artigos e uma resenha. A esse eixo, que constitui o cerne desta publica o acadêmica, foi acrescentado um setor especial denominado Esta o Transmidia. Esta nova se o se prop e tanto a problematizar como a ilustrar certos aspectos específicos do tema principal que percorre cada edi o da revista, por meio de valiosas contribui es elaboradas por autores convidados. Esses aportes têm a liberdade de experimentar novas formas textuais, atravessadas tanto pela palavra escrita como por sons e imagens fixas ou em movimento, em diálogo fluido com o acervo disponível na internet. Todos os materiais que comp em este número da Ciberlegenda discutem as rela es entre realidade e fic o nas manifesta es midiáticas, com enfoque especial na produ o contemporanea. Cinema, televis o, jornais, revistas, fotografia, videogames, publi
Boa leitura!  [cached]
Ana Lúcia Enne
Ciberlegenda , 2010,
Abstract: Prezado leitor, Apresentamos, nesta edi o, treze artigos produzidos por docentes e discentes de diversas pós-gradua es relacionadas às áreas de mídia e comunica o. Acreditamos que a diversidade temática e a qualidade dos trabalhos atestam um amadurecimento cada vez mais acentuado dessas áreas no quadro das produ es acadêmicas brasileiras. A rela o entre mídia e política é a base dos artigos de Adriano Cruz e Ariane Holzbach. Sílvia de Paiva apresenta uma reflex o sobre a imagem a partir também de uma ênfase política. Identidade e cultura s o os eixos que atravessam os trabahos de Gláucia Mendes, Rosana Soares e Marildo Nercolini. Jorge Ijuim e Taís Tellaroni assinam artigo sobre comunica o e globaliza o. Com ênfase predominantemente teórica, o artigo de Maria José Baldessar alinhava e compara McLuhan e McBride. Já Cláudio Rabelo prop e-se a pensar a rela o entre educa o e linguagem digital. Fechando esta edi o, Raquel Longhi aproxima as temáticas do corpo e das novas tecnologias, enquanto Rosa Pignatari focaliza a rela o entre religi o e comunica o. Maria Ogécia Drigo e Matheus Ramos apresentam uma discuss o sobre a fotografia e sua utiliza o na pesquisa. E, para encerrar, Nadezhda Batista elege discursos publicitários sobre beleza para pensar a rela o entre publicidade e sociedade contemporanea. Boa leitura! Ana Lucia Enne - editora
Caracteriza o das prescri es medicamentosas em unidade de terapia intensiva adulto Characterization of drug prescriptions in an adult intensive care unit
Leandro dos Santos Maciel Cardinal,Vanessa Terezinha Gubert de Matos,Glenda Mara Sousa Resende,M?nica Cristina Toffoli-Kadri
Revista Brasileira de Terapia Intensiva , 2012, DOI: 10.1590/s0103-507x2012000200009
Abstract: OBJETIVO: Caracterizar as prescri es medicamentosas em unidade de terapia intensiva adulto em hospital universitário. MéTODOS: Estudo unicêntrico, observacional, descritivo, transversal realizado em unidade de terapia intensiva adulto geral. A popula o foi constituída por todos os pacientes internados na unidade no período de janeiro a mar o de 2011. Foi verificada a presen a dos seguintes itens na prescri o: nome do medicamento (genérico, comercial ou abreviatura), concentra o, forma farmacêutica, posologia, via de administra o, nome e registro do paciente na institui o, clínica e leito de interna o, nome, número do conselho e assinatura do prescritor e data. Quantificou-se a porcentagem de medicamentos prescritos pertencentes à Rela o Nacional de Medicamentos Essenciais, Lista de Medicamentos Essenciais da Organiza o Mundial da Saúde e Guia Farmacoterapêutico do Núcleo Hospital Universitário. Os medicamentos foram classificados com base no sistema Anatomical Therapeutic Chemical níveis 1 e 2. RESULTADOS: Foram analisadas 844 prescri es de 72 pacientes com média de idade de 59,04 ± 21,80, sendo 54,92% do gênero feminino. O número médio de prescri es por paciente foi 11,72 ± 11,68. O total de medicamentos prescritos foi de 12.052. Destes, 9.571(79,41%) foram prescritos pela denomina o genérica. A forma farmacêutica foi a informa o mais ausente na descri o dos medicamentos (8.829/73,26%). A concentra o dos medicamentos foi descrita para 7.231 (60%) dos medicamentos. As informa es sobre o prescritor e paciente estiveram presentes em mais de 96% das prescri es. Os medicamentos prescritos foram classificados em 13 grupos terapêuticos e 55 subgrupos. Entre os subgrupos mais prescritos, destacaram-se os antibacterianos de uso sistêmico. CONCLUS O: A maioria das informa es analisadas esteve presente nas prescri es. Porém, dados sobre concentra o e forma farmacêutica dos fármacos faltaram em grande parte das prescri es. A caracteriza o das mesmas nas diferentes unidades hospitalares é imprescindível para a elabora o de estratégias que visem minimizar os problemas relacionados ao uso de medicamentos. OBJECTIVE:To characterize drug prescriptions in a university hospital adult intensive care unit. METHODS: Single-center, observational, descriptive, cross-sectional study conducted at an adult general intensive care unit. The study population included all of the unit's inpatients from January to March 2011. The following characteristics for all prescriptions recorded during this period were examined: drug name (generic, brand name or abbreviati
Identifica o de medicamentos "n o apropriados para crian as" em prescri es de unidade de tratamento intensivo pediátrica  [cached]
Carvalho Paulo R.A.,Carvalho Clarissa G.,Alievi Patrícia T.,Martinbiancho Jaqueline
Jornal de Pediatria , 2003,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a extens o do uso de medicamentos n o apropriados para crian as em prescri es de uma unidade de tratamento intensivo pediátrica (UTIP) terciária, de acordo com os padr es estabelecidos pela FDA. MéTODOS: Estudo transversal, observacional, baseado na avalia o das prescri es de todos os pacientes admitidos na UTIP do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, no período de seis semanas consecutivas. Foram considerados idade, sexo, peso, doen a prévia, motivo de admiss o na UTIP, e PIM (pediatric index of mortality) dos pacientes, e todos os medicamentos prescritos e suas indica es, com as respectivas apresenta es, doses, freqüências e vias de administra o. O critério de adequa o na prescri o dos medicamentos seguiu a classifica o de aprova o da FDA, baseada no catálogo de informa es de medicamentos USP DI 2001, em três faixas etárias pediátricas. RESULTADOS: Os dados foram obtidos nos meses de julho e agosto de 2002, em diferentes dias, de seis semanas consecutivas, baseados nas prescri es de 51 pacientes em 54 admiss es de UTIP. A mediana de idade dos pacientes foi 10,5 meses, sendo 61% do sexo masculino. Dois ter os (65%) dos pacientes apresentavam doen a prévia, e 87% das admiss es ocorreram por motivos clínicos, sendo 57% por causas respiratórias. Foram registrados 747 itens de prescri o, com prevalências de 10,5% para medicamentos n o aprovados e 49,5% para medicamentos n o padronizados. A distribui o das prevalências de prescri o, tanto pela faixa etária quanto pelo nível de gravidade dos pacientes na admiss o (de acordo com as categorias de risco do PIM), nas três classes de medicamentos, n o mostrou diferen a estatística entre os grupos. CONCLUS O: A alta prevalência de prescri es com medicamentos n o apropriados para crian as confirma, também no nosso meio, o uso inadequado e inadvertido de medicamentos n o testados ou de apresenta es n o padronizadas para crian as em UTIP. Isso aponta para a necessidade de estimular a realiza o de estudos sobre qualidade, eficácia e seguran a de medicamentos para uso pediátrico.
Boa leitura!  [cached]
Ana Lúcia Enne
Ciberlegenda , 2011,
Abstract: Em sua nova edi o, a primeira de 2007, a Ciberlegenda traz oito artigos de docentes e discentes de Comunica o e afins. As áreas temáticas contempladas por esses trabalhos acompanham, em alguma medida, as linhas de pesquisa desenvolvidas no PPGCOM/UFF, a saber: comunica o e media o; tecnologias da comunica o e da informa o; análise da imagem e do som. Assim, os dois primeiros artigos, de autoria de Vera Follain de Figueiredo e Dinaldo Almendra, apresentam interessantes discuss es sobre as imbrica es entre os universos da literatura e o do cinema, buscando perceber, a partir dessa intera o, múltiplos processos de deslocamentos e reapropria es. As rela es entre tecnologia e modernidade, em uma diversidade de perspectivas, s o o fio condutor dos artigos de Fernando Krüger e Dulce Cruz, Fabíola Calazans e Maria Clara Aquino. Os dois primeiros descrevem e analisam o game The Sims, relacionando-o com a gera o Y, em uma reflex o sobre juventude contemporanea e consumo de tecnologia. Fabíola Calazans, em seu artigo, debate as experiências tecnológicas perceptivas na cultura moderna, a partir de autores como Raymond Williams e Walter Benjamin. E, por fim, Maria Clara Aquino passeia pelo mundo do hipertexto, focando o caso da Web 2.0 como objeto de sua análise. Encerrando essa edi o, os três últimos trabalhos abordam, a partir de diversos angulos, a quest o da imagem. Ana Elisa Viviani investiga a rela o entre corpo, arte, imagem e modernidade. Jorge Almeida e Santo Scaldaferri analisam campanhas publicitárias, enfocadas a partir do instrumental teórico do marketing político. E Jo o Batista Cardoso, em co-autoria com Roberto dos Santos, prop e uma detalhada metodologia para delimita o do corpus em pesquisas de semiótica. Desejamos a todos uma boa leitura e aproveitamos para lembrar que as chamadas para nossas próximas edi es continuam abertas.
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