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Morbidade referida e utiliza o de servi os de saúde em localidades urbanas brasileiras: metodologia  [cached]
Cesar Chester L. G.,Figueiredo Gerusa Maria,Westphal Márcia F.,Cardoso Maria Regina A.
Revista de Saúde Pública , 1996,
Abstract: A reformula o do sistema de saúde, que vem ocorrendo em nível nacional e particularmente no Estado de S o Paulo, tem motivado revis es do processo de planejamento, criando novas necessidades na área de informa es. A cria o do Sistema único de Saúde e o processo de municipaliza o retomaram as propostas de integra o das atividades curativas e preventivas, bem como a estrutura o de sistemas de saúde regionalizados e hierarquizados. Nesse contexto, surgem como áreas de conhecimento, de particular interesse, o perfil de morbidade populacional e o padr o de utiliza o de servi os de saúde. As respostas a essas necessidades podem ser dadas por inquéritos domiciliares de saúde. Descreve-se a metodologia utilizada em um inquérito domiciliar realizado em municípios da regi o sudoeste da área Metropolitana de S o Paulo, SP, Brasil, no período de julho de 1989 a junho de 1990. Esse inquérito apresenta algumas características metodológicas específicas, entre elas o processo amostral utilizado, que definiu domínios para a amostra que permitiram análise de grupos pouco representados na popula o, como os menores de um ano de idade e a popula o idosa, bem como o ajuste da amostra a partir dos dados censitários de 1991.
Adolescentes e suas rela es com servi os de saúde: estudo transversal em escolares de Niterói, Rio de Janeiro, Brasil  [cached]
Claro Lenita Barreto Lorena,March Claudia,Mascarenhas Monica Tereza Machado,Castro Isabel Antonia Barros de
Cadernos de Saúde Pública , 2006,
Abstract: Este estudo transversal, realizado nas escolas de um bairro do Município de Niterói, Rio de Janeiro, Brasil, descreve a rela o de adolescentes, entre 12 e 17 anos, com os servi os de saúde, através dos indicadores - morbidade referida, auto-avalia o do estado de saúde, necessidade de saúde sentida, demanda, utiliza o, fidelidade aos servi os de saúde e ades o aos cuidados de saúde - e sua associa o com variáveis sócio-demográficas. O nível sócio-econ mico, representado pelo tipo de escola, mostrou-se associado a todos os indicadores. Os alunos das escolas públicas tinham uma chance maior do que os alunos das escolas privadas de avaliarem seu estado de saúde como regular ou ruim e uma chance menor de expressarem necessidade sentida positivamente, demandarem servi os de saúde, obterem acesso aos servi os procurados e manterem-se fiéis aos servi os utilizados. As meninas apresentaram maior chance de auto-avaliarem seu estado de saúde como ruim ou muito ruim e de demandarem servi os de saúde. A ades o, tanto à realiza o de exames quanto ao tratamento prescrito por médicos, mostrou-se elevada na amostra investigada.
Segmenta o da demanda dos planos e seguros privados de saúde: uma análise das informa es da PNAD/98
Bahia Ligia,Costa Antonio José Leal,Fernandes Cristiano,Luiz Ronir Raggio
Ciência & Saúde Coletiva , 2002,
Abstract: Este artigo apresenta uma investiga o preliminar da presen a da sele o adversa e do risco moral (moral hazard) na demanda ativa por planos de saúde no Brasil, a partir dos dados da PNAD/98. O presente estudo compara indivíduos cujas coberturas decorrem do vínculo de trabalho, com aqueles cujos planos resultam de uma demanda individual às empresas que os comercializam e os que n o têm acesso a esquemas assistenciais alternativos ao SUS. A elabora o de uma tipologia de planos de saúde, combinada com variáveis relacionadas com as condi es de saúde, utiliza o de servi os e gastos com saúde, sugere a existência de falhas de mercado. A percep o de uma condi o de saúde mais desfavorável parece estar associada à busca de cobertura e o tipo de cobertura com o maior uso de servi os de saúde. Quando analisadas através de dois modelos de regress o logística com múltiplos controles, onde a variável de desfecho é indicadora de sele o adversa ou moral hazard, essas diferen as se atenuam, com exce o dos gastos com saúde. Os resultados n o evidenciam uma inquestionável assimetria de informa es, mas sinalizam a necessidade de aprofundar o conhecimento sobre as rela es entre morbidade, utiliza o de servi os de saúde, gastos com saúde e tipo de cobertura.
Desigualdades na utiliza o e no acesso a servi os odontológicos: uma avalia o em nível nacional
Barros Aluísio J. D.,Bertoldi Andréa D.
Ciência & Saúde Coletiva , 2002,
Abstract: Para avaliar a situa o de utiliza o e acesso aos servi os de odontologia no Brasil e estudar diferenciais entre os estratos socioecon micos, utilizaram-se dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (PNAD) de 1998, realizada pelo IBGE. A análise, que levou em conta o desenho amostral, indicou um nível baixo de utiliza o de servi os odontológicos. Setenta e sete por cento das crian as de 0-6 anos e 4% dos adultos de 20-49 anos nunca haviam consultado um dentista. Entre estes adultos, comparando-se os 20% mais pobres com os 20% mais ricos, observou-se que o número de desassistidos era 16 vezes maior entre os primeiros. No grupo de 0-6 anos, as crian as ricas consultaram o dentista cinco vezes mais do que as pobres no ano anterior à entrevista. Cerca de 4% dos que procuraram atendimento odontológico n o o obtiveram, 8% dos quais entre os mais pobres e 1% entre os mais ricos. A maioria (68%) dos atendimentos do grupo mais pobre foi financiada pelo SUS, enquanto 63% deles foram pagos pelos mais ricos. As maiores desigualdades no acesso e na utiliza o de servi os odontológicos foram encontradas, exatamente, nos grupos de menor acesso ou utiliza o. A participa o do SUS nos atendimentos odontológicos é muito mais baixa do que na aten o médica.
Utiliza o de servi os de saúde por menores de cinco anos no extremo Sul do Brasil  [cached]
Cesar Juraci A.,Horta Bernardo L.,Gomes Gildo,Shehadeh Imad
Cadernos de Saúde Pública , 2002,
Abstract: Para avaliar os principais determinantes da utiliza o de servi os de saúde por menores de cinco anos, um estudo de base populacional por amostragem sistemática foi realizado no extremo sul do Brasil. Doze entrevistadores previamente treinados aplicaram questionários padronizados às m es sobre variáveis demográficas, sócio-econ micas e ambientais da família e padr o de morbidade e utiliza o de servi os de saúde entre estas criancas. Dentre os 514 menores de cinco anos estudados, metade foi levado à consulta médica nos últimos três meses e 11,5% foram hospitalizados nos útimos 12 meses. As infec es respiratórias responderam por cerca de dois ter os das consultas médicas e praticamente metade das hospitaliza es. Após ajuste para diversos fatores de confus o, os principais determinantes da utiliza o de servi os de saúde foram: idade da crian a, escolaridade do pai e tipo de moradia. A identifica o desses determinantes e das principais características dos seus usuários podem auxiliar no planejamento de futuras a es em saúde e no alcance daquelas crian as que necessitam de cuidados em saúde, mas que n o fazem uso dele.
Acesso a e utiliza??o de servi?os odontológicos no Estado do Rio de Janeiro, Brasil, em 1998: um estudo exploratório a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios
Manh?es, Antonio Luís Dias;Costa, Antonio José Leal;
Cadernos de Saúde Pública , 2008, DOI: 10.1590/S0102-311X2008000100021
Abstract: this study focused on access to and utilization of dental services in the state of rio de janeiro, brazil, based on data from the 1998 national household sample survey. the study population included 7,756 individuals, stratified by age (15 to 19, 35 to 44, and 65 to 74 years). measurement of access to dental services was based on answers to the question regarding the last visit to a dentist. the answer "never visited a dentist" was interpreted as lack of access and was analyzed according to demographic, socioeconomic, and epidemiological variables. the proportions of individuals who had never visited a dentist were 7.6%, 1.8%, e 2.6%, respectively for young people, young adults, and the elderly. the results suggest that low socioeconomic status was associated with lack of access to dental services, characterized by low schooling (youth and young adults), low per capita income (youth and the elderly), and family wealth as measured by number of home appliances. health insurance coverage was inversely associated with lack of access among youth and young adults.
Utiliza o de servi os de saúde em áreas cobertas pelo programa saúde da família (Qualis) no Município de S o Paulo  [cached]
Goldbaum Moisés,Gianini Reinaldo José,Novaes Hillegonda Maria Dutilh,César Chester Luiz Galv?o
Revista de Saúde Pública , 2005,
Abstract: OBJETIVO: O Programa de Saúde da Família se constitui em estratégia de reorganiza o do sistema de aten o à saúde para o Sistema único de Saúde. O objetivo do estudo foi verificar mudan as no perfil de utiliza o de servi os de saúde após implanta o do Programa, identificando fatores associados às mudan as observadas. MéTODOS: Foram analisados dados de utiliza o de servi os e procura por assistência em duas amostras definidas por conglomerados e representativas da popula o coberta (n=1.865) e n o coberta pelo Programa de Saúde da Família (n=2.036) de dois distritos do Município de S o Paulo. Os dados fazem parte de inquérito populacional realizado em 2001. Foi empregada a análise estatística própria para conglomerados. RESULTADOS: Na utiliza o de servi os, nas áreas cobertas pelo Programa de Saúde da Família, n o foram observadas raz es de prevalência significantemente diferentes segundo escolaridade e renda, e nas áreas n o cobertas as raz es de prevalência foram mais elevadas para maior escolaridade e renda. Na procura por assistência em pessoas com episódios de morbidade, nas áreas cobertas pelo Programa a raz o de prevalência foi maior em pessoas com grau de limita o intenso, e nas áreas n o cobertas a raz o de prevalência foi mais elevada para maior escolaridade e menor para os inativos. CONCLUS ES: Nas áreas estudadas, na popula o coberta pelo Programa de Saúde da Família a renda e escolaridade n o se constituem em fatores que diferenciam de forma significativa o perfil de utiliza o de servi os de saúde e de procura por assistência, indicando que o programa pode estar contribuindo para maior equidade nessas condi es.
Acesso a servi os de saúde: homeopatia e acupuntura na Regi o Metropolitana da Baixada Santista (RMBS) - S o Paulo
áurea Aparecida Eleuterio Pascalicchio,Ana Aparecida Sanches Bersusa,Maria Mercedes Loureiro Escuder,Maria Cecilia Goes Porto Alves
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade , 2012, DOI: 10.5712/rbmfc7(1)559
Abstract: Introdu o: O acesso aos servi os de saúde é entendido como resultante do equilíbrio entre necessidades de saúde e características da popula o, assim como da rela o entre oferta e servi os existentes. O inquérito domiciliar é uma ferramenta clássica para o planejamento de políticas publicas. O estado de S o Paulo tem três regi es metropolitanas. A desfavorável situa o sanitária da Baixada Santista em rela o ao estado e o fato de n o ter sido objeto de inquéritos semelhantes tornaram-se decisivos na escolha da regi o. Objetivo: tra ar a partir da ótica da popula o o acesso e perfil de utiliza o dos servi os de saúde SUS e especificamente da Acupuntura e Homeopatia. Método: Inquérito domiciliar sobre acesso a servi os de saúde nos cinco municípios da Baixada Santista com mais de 100.000 habitantes: Cubat o, Guarujá, Praia Grande, Santos e S o Vicente. Foram visitados 2507 domicílios e realizadas 6815 entrevistas. O questionário composto por 200 quest es tem 16 quest es sobre acesso á Homeopatia e Acupuntura. Resultados: 67,2% da popula o amostrada conhecem a Homeopatia, destas 15,9 % tiveram consulta na especialidade sendo 38,48 % nos últimos dois anos. O atendimento foi SUS em 13,33 % dos casos e consulta particular em 75,85 % dos casos. O medicamento em 96,62 % foi prescrito por medico e pago pelo paciente em 90,45 % dos casos. A Acupuntura para a popula o pesquisada é conhecida para 65,6 % da amostra, mas 91,39% n o utilizam este tratamento. A popula o que busca acupuntura tem sido atendida em servi os particulares em 86,45% dos casos. Conclus o: O SUS tem um programa para Medicina Tradicional que precisa ser ampliado. A pesquisa demonstra uma demanda da popula o a este modelo de aten o que n o esta sendo contemplada na regi o metropolitana da baixada santista em S o Paulo.
Preven o do cancer de colo do útero: um modelo teórico para analisar o acesso e a utiliza o do teste de Papanicolaou  [cached]
Pinho Adriana de Araujo,Fran?a-Junior Ivan
Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil , 2003,
Abstract: Vários estudos têm apontado que a permanência das altas taxas de incidência e mortalidade por cancer cérvico-uterino deve-se à baixa qualidade e cobertura do teste de Papanicolaou, principalmente em países em desenvolvimento. Pretende-se neste artigo analizar alguns pontos relacionados às medidas de preven o e controle do cancer cervical quanto à efetividade do teste de Papanicolaou, a lógica operacional e científica por detrás das políticas públicas de preven o ao cancer cervical e a cobertura do teste em países norte-americanos, europeus e na América Latina. Consideram-se, ainda, os modelos explicativos que est o sendo propostos para avaliar o acesso e a utiliza o deste servi o, a partir da análise dos fatores associados à realiza o do teste de Papanicolaou descritos pela literatura. Prop e-se uma nova abordagem na investiga o destes fatores, buscando a integra o e interlocu o de outros aspectos de cunho social, cultural e organizacional na análise do acesso e da utiliza o deste exame, visando um planejamento mais coerente das a es de preven o e promo o à saúde com as necessidades e direitos das mulheres.
Morbidade referida e utiliza??o de servi?os de saúde em localidades urbanas brasileiras: metodologia
Cesar,Chester L. G.; Figueiredo,Gerusa Maria; Westphal,Márcia F.; Cardoso,Maria Regina A.; Costa,Maria Zilda de A.; Gattás,Vera Lucia;
Revista de Saúde Pública , 1996, DOI: 10.1590/S0034-89101996000200007
Abstract: the reorganization of the brazilian health system in the last few years has been based on the decentralization of the services and the integration of preventive and curative medicine, then creating new needs in term of the health information needed for health planning. the planning and administration of a regionalized and integrated health system calls for information about the population's morbidity profile, and the description of the pattern of the utilization of the health services, which can be obtained by means of household health surveys. the methodology utilized in a household health survey carried out in the metropolitan area of s. paulo, brazil, from july 1989 to june 1990, is described. this survey has some distinct methodological characteristics, such as the sampling process that defined the domains by age and sex, allowing an analysis of populational groups less well represented in the general population, as that of less than one year of age and that of aged people, as well as the use of the results of the lastest brazilian census in 1991 for adjusting the sample.
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