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Epidemiologia e impacto social  [cached]
Lima Maurício Silva de
Revista Brasileira de Psiquiatria , 1999,
Abstract: A formula o de políticas em saúde mental depende essencialmente de informa es a respeito da freqüência e distribui o dos transtornos depressivos. Nos últimos 15 anos, pesquisas de base populacional em epidemiologia psiquiátrica têm sido conduzidas, gerando conhecimento detalhado sobre a freqüência, fatores de risco, incapacidade social, e uso de servi os de saúde. Neste artigo, dados sobre a epidemiologia da depress o s o discutidos, a partir de resultados de recentes pesquisas populacionais: o estudo da área de Capta o Epidemiológica do Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos (ECA- NIMH), a Pesquisa Nacional de Co-morbidade (NCS), a pesquisa de Morbidade Psiquiátrica na Gr -Bretanha (OPCS), o Estudo Brasileiro Multicêntrico de Morbidade Psiquiátrica, e outras pesquisas conduzidas no Brasil em aten o primária. As prevalências de depress o maior e de distimia, bem como a de outros transtornos depressivos, s o altas, independente do lugar onde a pesquisa foi conduzida, tipo de instrumento diagnóstico usado, e dos períodos de tempo para os quais a prevalência se aplica. Depress o é mais comum entre mulheres, pessoas divorciadas ou separadas, vivendo sozinhas, com baixo nível de escolaridade e renda, desempregados e morando em zonas urbanas. Pessoas deprimidas s o mais sujeitas a consultarem médicos e a serem hospitalizadas. O custo e a eficácia dos tratamentos para depress o devem ser balanceados com o alto custo individual e social associados à enfermidade.
Promo??o à saúde e empoderamento: uma reflex?o a partir das perspectivas crítico-social pós-estruturalista
Carvalho,Sérgio Resende; Gastaldo,Denise;
Ciência & Saúde Coletiva , 2008, DOI: 10.1590/S1413-81232008000900007
Abstract: in this paper we describe the theoretical framework and the core strategies of health promotion followed by a critical intra- and extra-paradigmatic analysis of the key ideas of this movement. from an intra-paradigmatic perspective we privilege a critical social theory perspective for analyzing one of the key concepts of health promotion - empowerment - exploring its potential to transform community and professional practices in the field of health. next, we reflect about health promotion from an extra-paradigmatic perspective, seeking in the post-structuralist theories new analytical possibilities for understanding the power relations that establish themselves on the basis of practices and policies of health promotion. throughout this article, we articulate the explored theoretical principles to contextual questions and current debates in the field of health in brazil.
Epidemiologia e impacto social
Lima, Maurício Silva de;
Revista Brasileira de Psiquiatria , 1999, DOI: 10.1590/S1516-44461999000500002
Abstract: information on the epidemiology of depressive disorders is essential for providing a framework for the formulation of effective mental health policies. in the last 15 years, some population surveys of psychiatric morbidity in adults have been conducted and, as a result, details on the frequency, risk factor, social disabilities, and service use are now available. epidemiological findings for depressive illness are discussed on the light of results from recent mass surveys namely the epidemiological catchment area study (eca), the national comorbidity survey (ncs), the opcs survey of psychiatric morbidity in great britain, the brazilian multicentric study of psychiatric morbidity, and other surveys on common mental disorders conducted in brazil. prevalence rates for major depression disorder, dysthymia, and other depressive states are high for all estimates, regardless setting, the type of instrument used for generating psychiatric diagnosis, and the time periods by which prevalence is defined. depression is more common among women, divorced or separated people, those living in one-person family units, with lower level of education and income, unemployed and urban dwellers. depressed subjects are more likely to have medical consultations and in-patient episodes. the cost-effectiveness of treatments must be balanced with the high individual and social impact associated to depressive illness.
Capital social e a agenda de pesquisa em epidemiologia  [cached]
Pattussi Marcos Pascoal,Moysés Samuel Jorge,Junges José Roque,Sheiham Aubrey
Cadernos de Saúde Pública , 2006,
Abstract: Capital social é definido como as características da organiza o social, tais como confian a interpessoal, normas de reciprocidade e redes solidárias, que capacitam os participantes a agir coletivamente e mais eficientemente, na busca de objetivos e metas comuns. Um número crescente de pesquisas, em sua maioria produzidas em países industrializados, sugere que sociedades com altos níveis de capital social possuem taxas mais baixas de mortalidade, maior expectativa de vida, s o menos violentas e avaliam melhor a sua saúde. O principal objetivo deste artigo é revisar a rela o entre capital social e saúde. Primeiramente, capital social é conceituado e as críticas que têm sido feitas quanto ao seu uso s o discutidas. Em seguida, s o apresentados os principais instrumentos de aferi o adotados. Logo após é descrito o relacionamento entre capital social e saúde e, por último, considera es s o feitas quanto ao seu uso na realidade brasileira. Capital social, se utilizado com maior rigor e aten o às dificuldades teórico-metodológicas que apresenta, pode ampliar a agenda de pesquisa em epidemiologia, contribuindo para um melhor entendimento de como enfrentar efetivamente as desigualdades em saúde.
Antinomias e "suturas" epistemológicas entre biológico-social e individual-coletivo no ambito da epidemiologia social  [cached]
Melo-Filho Djalma A. de
Revista de Saúde Pública , 1996,
Abstract: A complexidade do objeto epidemiológico tem suscitado, ao longo do tempo, discuss o sobre alguns elementos que o comp em, assumindo, muitas vezes, a forma de antinomias. Utilizando-se como substrato textos fundamentais, analisaram-se, no ambito da epidemiologia social, a formula o e a proposta de solu o para as antinomias biológico-social e individual-coletivo. Criticou-se a validade teórica das saídas apontadas pelo discurso epidemiológico-social para resolver o "conflito de leis" que permeia o referido objeto. Destacou-se o conceito marxista-helleriano de indivíduo para contribuir com a "sutura" dos três planos da realidade: o universal, o particular e o singular.
Epidemiologia e políticas públicas Epidemiology and public policies
Rita Barradas Barata
Revista Brasileira de Epidemiologia , 2013,
Abstract: Este ensaio trata das rela es entre a epidemiologia e as políticas públicas, destacando inicialmente a posi o da disciplina no campo da saúde coletiva, analisando os impactos de políticas públicas sobre o perfil epidemiológico e as contribui es da epidemiologia para a formula o, implementa o e avalia o de políticas públicas de saúde. No primeiro tópico s o discutidos os vínculos da disciplina com o campo da saúde coletiva, o modelo de determinantes sociais e de a o política formulados pela Comiss o de Determinantes Sociais em Saúde da OMS, e diferentes enfoques de políticas de saúde. O segundo tópico analisa a redu o da desnutri o infantil no Brasil como um exemplo de políticas públicas com impacto no perfil epidemiológico. No terceiro tópico s o apresentados três temas estratégicos para a a o das políticas públicas em saúde: redu o das desigualdades sociais em saúde, promo o da saúde e regula o sobre bens e servi os com impacto na saúde. O quarto tópico discute as possibilidades e dificuldades de incorpora o dos conhecimentos epidemiológicos na formula o, implementa o e avalia o de políticas públicas e, finalmente, s o apresentados exemplos concretos dessa rela o entre epidemiologia e políticas públicas. The present essay deals with the relation between epidemiology and public policies, highlighting the epidemiology position in the public health field, analyzing the impact of public policies over epidemiological profile and contributions from epidemiology to the lay down, implementation and evaluation of public health policies. In the first title, the essay debates the links between the epidemiology and public health field, the social determinants and political action framework proposed by the WHO's Commission on Social Determinants of Health, and different approaches of health policies. In the second title the essay analyses the reduction of child stunting in Brazil as an example of public policies that impact epidemiological profile. The third title presents three strategic topics for the application of public health policies: reduction of social inequalities in health, health promotion and regulation of products and services that have impact over health. The fourth title discusses the possibilities and difficulties to combine the epidemiological knowledge in the lay down, implementation and evaluation of public policies and, finally, material examples of such relation between epidemiology and public policies are presented.
Estado atual e perspectivas da genética e epidemiologia do alcoolismo
Bau Claiton Henrique Dotto
Ciência & Saúde Coletiva , 2002,
Abstract: O alcoolismo é um problema de saúde pública de escala mundial. O abuso e dependência combinados afetam aproximadamente 8% da popula o brasileira, gerando um grande custo social. O reconhecimento da existência de uma herdabilidade significativa contribuiu para o entendimento do problema como uma doen a específica com origem biológica. Os avan os no conhecimento da neurobiologia da dependência permitiram delimitar uma série de genes candidatos para a predisposi o. Atualmente, iniciam-se os estudos sobre o papel de polimorfismos genéticos na resposta ao tratamento. A integra o de abordagens clínicas, epidemiológicas e de genética molecular pode identificar grupos clínicos mais responsivos a abordagens terapêuticas específicas.
Capital social e a agenda de pesquisa em epidemiologia
Pattussi, Marcos Pascoal;Moysés, Samuel Jorge;Junges, José Roque;Sheiham, Aubrey;
Cadernos de Saúde Pública , 2006, DOI: 10.1590/S0102-311X2006000800002
Abstract: social capital refers to those features of social organization that enable participants to act together and more effectively pursue common goals. a growing body of evidence suggests that societies with high levels of social capital have lower morbidity and mortality rates and higher life expectancy and are less violent. the main goal of this article is to review the relationship between social capital and health. first, the main concepts and criticisms of social capital theory are discussed. next, commonly used assessment tools are elucidated. then, the relationship between social capital and health is analyzed. finally, the article comments on the theory's application to brazilian reality. if scientific rigor is applied to social capital research, recognizing theoretical and methodological difficulties, it can expand the research agenda and contribute to a better understanding of how to effectively deal with health inequalities.
Estado atual e perspectivas da genética e epidemiologia do alcoolismo
Bau,Claiton Henrique Dotto;
Ciência & Saúde Coletiva , 2002, DOI: 10.1590/S1413-81232002000100017
Abstract: alcoholism is a world scale health problem. alcohol abuse and dependence combined affect approximately 8% of the brazilian population, generating a huge social cost. the recognition of a significant heritability contributed to the understanding of this condition as a specific disease of biological origin. advances in the knowledge of the neurobiology of dependence made possible to delimit a series of candidate genes to the predisposition. currently, investigations on the role of genetic polymorphisms in the response to treatment start taking place. the integration of clinical, epidemiological and molecular genetic approaches may identify clinical groups more responsive to specific therapeutic approaches.
Vulnerabilidade social e Novos direitos: reflex es e perspectivas  [cached]
Daniel Soczek
Espa?o Jurídico : Journal of Law , 2010,
Abstract: No final do século XX, em virtude das crescentes e contínuas mudan as de ordem política, econ mica e social acentuou-se a consciência do ser humano como um ser em contínua situa o de risco e, portanto, em condi o de vulnerabilidade, que pode ser individual ou social. Entretanto, o que é viver em risco? O que caracteriza a condi o humana como vulnerável? Considerando essas quest es, neste estudo objetiva-se analisar o conceito de vulnerabilidade (à luz do conceito de sociedade de risco) no contexto das reflex es relativas à bioética e ao biodireito, pensando esses conceitos, basicamente, como chaves interpretativas da realidade nacional sem desconsiderar o contexto internacional. Palavras-chave: Risco. Vulnerabilidade. Novos direitos.
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