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Características Demográficas e Intervalo para Atendimento em Mulheres Vítimas de Violência Sexual
Andrade Rosires Pereira,Guimar?es Ana Cecília Pedriali,Fagotti Filho álvaro,Carvalho Newton S. de
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2001,
Abstract: Objetivos: analisar as características sociodemográficas das mulheres vítimas de violência sexual, avaliar a experiência sexual prévia, pesquisar a utiliza o de métodos anticoncepcionais por ocasi o da violência e observar o período de tempo desde a agress o até o atendimento hospitalar. Métodos: foram analisados os dados de 117 fichas pré-codificadas, de um total de 134 atendimentos. As fichas foram utilizadas no atendimento de mulheres vítimas de violência sexual na Maternidade do Hospital de Clínicas de Curitiba no período de agosto de 1998 até junho de 2000. Resultados: a idade das mulheres variou de 5 a 49 anos, sendo que a metade era de jovens, com até 19 anos. A maioria tinha segundo grau completo ou incompleto, 41 (41,0%) eram estudantes e 82 (82,0%) eram solteiras. Na análise da experiência sexual prévia, constatou-se que cerca de um ter o (32,4%) era virgem. Das mulheres que referiam ter vida sexual prévia, 35 (47,9%) usavam algum método anticoncepcional quando da agress o. Houve varia o de 2 horas a 2 meses em rela o ao tempo decorrido desde a violência sexual até a procura por atendimento. Conclus es: o número de mulheres vítimas de violência sexual evidencia a importancia de um atendimento especializado a estas pacientes. Há também necessidade de este atendimento ser multidisciplinar, já que dentre as vítimas existem grupos que necessitam de aten o diferenciada, como por exemplo as crian as. O intervalo entre a violência sexual e a procura do servi o pode ser considerado como indício de que a popula o deve ter acesso a mais informa es em rela o à preven o de gravidez e doen as sexualmente transmissíveis, inclusive a infec o pelo HIV.
Conquistas e desafios no atendimento das mulheres que sofreram violência sexual
Villela, Wilza V.;Lago, Tania;
Cadernos de Saúde Pública , 2007, DOI: 10.1590/S0102-311X2007000200025
Abstract: this article analyzes treatment for female victims of sexual violence, with a focus on partnerships between government and the organized women's movement. the central references are the specific literature and testimony by key social actors who have participated in this process. the results show that despite the real and symbolic importance of care for rape victims, the government and the women's movement have not succeeded in guaranteeing the expansion of these services or adequately linking the discussion of sexual violence to women's right to abortion under any circumstances. it is thus necessary to step up the measures on this agenda.
Qualidade de vida e depress o em mulheres vítimas de seus parceiros  [cached]
Adeodato Vanessa Gurgel,Carvalho Racquel dos Reis,Siqueira Ver?nica Riquet de,Souza Fábio Gomes de Matos e
Revista de Saúde Pública , 2005,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a qualidade de vida e depress o nas mulheres vítimas da violência doméstica; estabelecer o perfil socioecon mico da mulher agredida pelo parceiro e as particularidades das agress es sofridas. MéTODOS: A amostra constituiu-se de 100 mulheres que sofreram agress o de seus parceiros e que prestaram queixa na Delegacia da Mulher do Ceará. Foram aplicados três questionários: o primeiro visa a obter dados demográficos e sobre a violência sofrida; o segundo (GHQ-28), sobre a qualidade de vida em geral; e o terceiro (Beck), quantifica o grau de depress o. RESULTADOS: O perfil da mulher agredida é: jovem, casada, católica, tem filhos, pouco tempo de estudo e baixa renda familiar. álcool e ciúme foram os fatores mais referidos como desencadeantes das agress es, tendo 84% das mulheres sofrido agress o física. Foi observado que 72% delas apresentaram quadro sugestivo de depress o clínica; 78% tinham sintomas de ansiedade e ins nia; 39% já pensaram em suicídio e 24% passaram a fazer uso de ansiolíticos após o início das agress es. CONCLUS ES: A análise dos dados sugere que a violência doméstica está associada a uma percep o negativa da saúde mental da mulher.
Atendimento pelo SUS na percep o de mulheres com les es de cancer cervicouterino em Goiania-GO  [PDF]
Zair Benedita Pinheiro de Albuquerque,Suelene Brito do Nascimento Tavares,Edna Joana Claudio Manrique,Adenícia Custodio Silva e Souza
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2011,
Abstract: O cancer de colo do útero é prioridade nas políticas de saúde no Brasil. Apesar da existência do fluxo de atendimento estabelecido pelo Sistema único de Saúde (SUS), fragilidades s o observadas na sua operacionaliza o. Objetivou-se analisar a percep o de mulheres com les es de colo do útero acerca do atendimento pelo SUS em Goiania-GO. Estudo descritivo, exploratório de abordagem qualitativa. Os dados foram obtidos por meio de entrevistas, utilizando-se a técnica de incidente crítico e análise de conteúdo. Na percep o das mulheres, o atendimento é permeado por falhas no acolhimento, comunica o, assistência do profissional de saúde, falta de efetividade e pelo desconhecimento do próprio fluxo de atendimento. Evidenciou-se a necessidade de reorienta o do atual modelo assistencial de atendimento, com abordagens conscientizadoras, que permitam aos profissionais e aos gestores desenvolverem habilidades de ouvir, acolher e de se responsabilizar pelo cuidado, a fim de promover a transforma o dessa realidade.
Profile of women treated in the municipal program of treatment of women who are victims of sexual violence in Londrina-PR and the circumstances of the sexual violence suffered by them: from October 2001 to august 2004 Perfil das mulheres atendidas no Programa Municipal de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Sexual em Londrina-PR e as circunstancias da violência sexual sofrida: período de outubro de 2001 a agosto de 2004  [cached]
Paula Men de Oliveira,Marta Lúcia de Oliveira Carvalho
Semina : Ciências Biológicas e da Saúde , 2006,
Abstract: Sexual violence is one of the most serious ways of violence that affects women. Considered as hideous crimes, rape and violent assault are characterized by a not-allowed sexual contact. The consequences caused by these acts are: early sexual experience, physical traumas, HIV/STDs infections, unwanted pregnancies to psychic sequels that fit into post-traumatic stress disturb. The purpose of this paper is to bring up the profile of the population treated in the Program of Treatment of Women who are Victims of Sexual Violence – “Rosa Viva” – and the available information that could characterize the incidents in Londrina – PR. This was a descriptive study carried out based on data gathered from 106 records used in the treatments in the Municipal Maternity Ward from October 2001 to August 2004. The characterization points out that: 59,9% are in the age group of 10 to 19 years old; 52,8% look for the service on the first 24 hours after the aggression, when it was necessary to administer the emergency contraception in 54,7% of the women. The isolated rape happened in 50,2% of the cases and the absence of traumas predominated in 56,6%. In general, 58,5% of the aggressors were unknown, although in the age group of 10 to 14 years old, the victim would be able to identify the aggressor. Based on the deficiency of data on the analysis of the records, some important items are suggested to be included in the medical records, considering as fundamental an instrument capable of showing in detail the dimension of the violence against women. A violência sexual é uma das formas mais graves da violência que atinge as mulheres. Considerados crimes hediondos, o estupro e o atentado violento ao pudor caracterizam-se por um contato sexual n o consentido. Os agravos ocasionados v o desde experiência sexual precoce, traumas físicos, infec o pelo HIV/DST’s, gesta es indesejadas até a seqüelas psíquicas que se enquadram no distúrbio do estresse pós-traumático. Objetivou-se levantar o perfil da popula o atendida no Programa de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Sexual -Rosa Viva-, e as informa es disponíveis que pudessem caracterizar as ocorrências, no município de Londrina-PR. Este foi um estudo descritivo, efetuado a partir de dados extraídos de 106 prontuários utilizados nos atendimentos, na Maternidade Municipal, no período de outubro de 2001 a agosto de 2004. A caracteriza o aponta: 59,9% na faixa etária de 10 a 19 anos; 52,8% procuraram o servi o nas primeiras 24 horas depois da agress o, e foi necessário administrar contracep o de emergência em 54,7% das mulheres
Impacto de grupos de mulheres em situa o de vulnerabilidade de gênero  [cached]
Meneghel Stela Nazareth,Barbiani Rosangela,Steffen Helenita,Wunder Ana Paula
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Neste trabalho, avaliaram-se oficinas de promo o à saúde e gênero, desenvolvidas em programas de extens o da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) na cidade de S o Leopoldo, Rio Grande do Sul, Brasil. O método baseia-se na pesquisa participante e na pesquisa a o. Foram nucleados grupos de mulheres em dois locais da cidade. O primeiro grupo foi freqüentado por 14 mulheres, com um total de seis encontros. O segundo recebeu 18 mulheres e realizou um total de 11 encontros. Os temas discutidos e vivenciados foram: rela o pais e filhos, estereótipos e papéis de gênero, conjugalidade, limites a comportamentos abusivos, corpo e sexualidade e estratégias de enfrentamento à violência. Treze mulheres que freqüentaram o segundo grupo mudaram padr es de comportamento, buscando emprego, retornando à escola, melhorando a imagem corporal e reavaliando situa es de violência. O grupo de pesquisadores aproximou-se do Fórum de Mulheres de S o Leopoldo, fomentando o fortalecimento da rede de apoio/atendimento, bem como a visibilidade das políticas setoriais e de suas instancias no planejamento e na execu o de políticas públicas para a mulher.
A DáDIVA DA AGRESS O  [PDF]
MARIA DO SOCORRO LACERDA LIMA
Espa?o Ameríndio , 2009,
Abstract: On the context of Tupinambá war, bodies, trophies, women, children, names, words, identities, aggressions, offenses, and a lot more richness material that from the changing elements moving on permanently among enemy groups. But on the contrary, the potlatch held on the American northwest, where the alliance establishes a mutual relation of favors between not enemy groups. On the context of Tupi war, the changing system is based exactly in a hostilerelation among opposite groups. The aim of the present article is to establish a parallel between anthropophagic complexes of Tupinambá Indians and established potlatch on the American’s northwest societies analyzed by Marcel Mauss.RESUMO: No contexto da guerra tupinambá corpos, troféus, mulheres, crian as, nomes, palavras, identidades, agress es, ofensas e muitas outras riquezas materiais e imateriais se constituem em elementos de troca que circulam perpetuamente entre grupos inimigos. Mas, aocontrário do que ocorre no Potlatch realizado no noroeste americano, em que a alian a estabelece uma rela o mútua de presta es entre grupos n o inimigos, no contexto da guerra Tupi o sistema de trocas baseia-se exatamente na rela o hostil entre grupos contrários. Oobjetivo do presente artigo é tecer um paralelo entre o complexo antropofágico dos índios Tupinambá e o Potlatch estabelecido entre as sociedades do Noroeste Americano analisadas por Marcel Mauss.
Agress o física e classe social  [cached]
Gianini Reinaldo J.,Litvoc Julio,Eluf Neto José
Revista de Saúde Pública , 1999,
Abstract: OBJETIVO: Considerando-se o aumento da violência e a escassez de informa es sobre a rela o classe social e vitimiza o por agress o física, realizou-se estudo com o objetivo de investigar esta associa o. MéTODOS: Foi adotado o estudo de caso-controle. Foram incluídos 191 casos de agress o física e 222 controles selecionados entre os indivíduos com queixas clínico-cirúrgicas n o violentas, pareados por freqüência aos casos segundo sexo e idade, todos recrutados no período de 1/10/93 a 19/1/95, em pronto-socorro de Sorocaba, SP, Brasil. Foi aplicado questionário para obten o de informa es sobre classe social, cor, situa o conjugal, hábito de fumar, ingest o de álcool e uso de drogas ilícitas. RESULTADOS: Ajustando-se os resultados por sexo, idade e os outros fatores estudados encontrou-se um risco de vitimiza o por agress o física significantemente maior para o subproletariado, com "Odds ratio" igual a 3,28 e Intervalo de Confian a de 95% igual a 1,42-7,59. CONCLUS O: Classe social é um fator importante no fen meno da vitimiza o por agress o física, devendo o subproletariado receber aten o especial nas estratégias de interven o para o problema.
Atividade reflexiva com mulheres que sofreram violência doméstica
Ramos, Maria Eduarda;Oltramari, Leandro Castro;
Psicologia: Ciência e Profiss?o , 2010, DOI: 10.1590/S1414-98932010000200015
Abstract: this paper is based on an activity that ocurred in a reflexive group activity with women who suffered domestic violence. this group had as objectives: the promotion of discussions which would favor reflection among these women about new ways of dealing with violent situations or its consequences and the creation of a support network for these women, providing them with an opportunity for social interaction among them, so there might be some learning and changing processes in their social realities. for that, teaching-learning reflections based on paulo freire’s theories were useful, so that everyone involved in the debate group could teach and learn. the group provided these women an opportunity to act and think through interaction among the group members. these changes were noticed by the way they were now able to stand up and fight for their rights of gender equality, and the way they acted, differently from before, no longer submitting themselves to physical or psychological aggression inflicted by their partners and reviewing their own attitudes in their relationships. it was identified through this research that the more social agents stand up to do something about domestic violence, the more reflections about gender equality and papers stablisheds by society, domestic violence and human rights are promoted.
O custo do atendimento emergencial às vítimas de violências em dois hospitais do Rio de Janeiro  [cached]
Deslandes Suely Ferreira,Silva Cosme Marcelo Furtado Passos da,Ugá Maria Alicia Dominguez
Cadernos de Saúde Pública , 1998,
Abstract: O presente trabalho analisa os custos de um mês da assistência de emergência aos diferentes tipos de violências atendidos em dois hospitais municipais do Rio de Janeiro. Este estudo pesquisou: 1) o custo total de cada hospital com o atendimento a cada tipo de violência; 2) o custo médio do atendimento por tipo de violência; 3) o custo dos atendimentos por seus distintos componentes (materiais e medicamentos, cirurgias, procedimentos padronizados, exames, recursos humanos e alimenta o). O estudo se apoiou em levantamento minucioso in loco de todos os servi os e bens utilizados no atendimento aos 1.053 pacientes da amostra selecionada (498 no Hospital Miguel Couto - HMMC, e 555 no Hospital Salgado Filho - HMSF). Os acidentes relacionados ao transito absorveram 74,3% dos custos da amostra analisada no HMMC e 48,4% dos custos relativos à amostra do HMSF. As agress es no HMSF, geraram 49,8% do custo da violência, ao passo que no HMMC o percentual foi de 24,9%. O custo médio do tratamento de vítimas dos atropelamentos oscilou entre R$77,76 (HMSF) e R$237,77 (HMMC); os custos médios do atendimento às vítimas de agress es variaram entre R$107,35 (HMSF) e R$84,19 (HMMC). A conclus o buscou encaminhar algumas sugest es na perspectiva de refor ar a necessidade de uma agenda na área de saúde pública para o enfrentamento e preven o da violência.
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