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Rugosidade e pigmenta o superficial de materiais ionoméricos  [cached]
SAITO Solange Katia,LOVADINO José Roberto,KROLL Lúcio Benedicto
Pesquisa Odontológica Brasileira , 2000,
Abstract: O objetivo deste trabalho, in vitro, foi comparar dois métodos de análise de superfície, a rugosimetria e a espectrofotometria, aplicados a três materiais ionoméricos quando submetidos a diferentes tratamentos superficiais de acabamento e polimento. Para a análise de superfície, 60 corpos-de-prova de cada material (Chelon Fil, Vitremer e Dyract) foram confeccionados e divididos aleatoriamente em 3 grupos experimentais. A superfície dos corpos-de-prova foi avaliada por um rugosímetro, sendo obtida uma média de rugosidade. A análise espectrofotométrica consistiu na quantifica o de corante impregnado na superfície do material de acordo com os grupos experimentais. Os corantes utilizados foram a fucsina básica 0,5% e a eritrosina 0,5%. Os dados foram submetidos à análise de variancia e teste t de Student em nível de 5%. Os resultados mostraram n o haver correla o linear confiável entre os dois métodos utilizados. Verificou-se que as brocas "carbide" produziram a maior rugosidade para o material Chelon Fil, seguido dos tratamentos com discos Sof-Lex e tira matriz. Para o Vitremer, n o houve diferen a entre o acabamento e polimento com discos Sof-Lex e o grupo controle (tira matriz). Os diferentes tratamentos superficiais produziram superfícies semelhantes para o material Dyract. As médias de deposi o superficial de corante para Chelon Fil, Vitremer e Dyract foram: 1,7261, 1,4759, 1,3318, respectivamente, considerando p < 0,05. No entanto, os materiais comportaram-se de forma semelhante quando diferentes sistemas de acabamento e polimento foram utilizados.
Avalia o da rugosidade superficial de três resinas compostas submetidas a diferentes técnicas de polimento
RIBEIRO Benícia Carolina Iaskieviscz,ODA Margareth,MATSON Edmir
Pesquisa Odontológica Brasileira , 2001,
Abstract: Neste estudo, avaliou-se a rugosidade superficial de resinas classificadas como compactáveis e uma híbrida tradicional comparando-se diferentes técnicas de polimento. Confeccionaram-se corpos-de-prova, que foram armazenados em água destilada por 24 horas e posteriormente submetidos a duas técnicas de tratamento superficial, em que foram empregados dois sistemas de discos de acabamento e polimento e pontas siliconizadas. Os resultados revelaram maior rugosidade superficial da resina AlertTM em rela o a Solitaire e Degufill Mineral , n o havendo diferen as estatisticamente significantes entre as últimas citadas. A rugosidade superficial das restaura es cujo polimento foi executado com as pontas Enhance foi maior que o polimento obtido com os sistemas de discos, n o havendo diferen as estatisticamente significante entre esses.
Rugosidade e pigmenta??o superficial de materiais ionoméricos
SAITO, Solange Katia;LOVADINO, José Roberto;KROLL, Lúcio Benedicto;
Pesquisa Odontológica Brasileira , 2000, DOI: 10.1590/S1517-74912000000400008
Abstract: the aim of this study was to compare two methods of surface roughness analysis, perfilometry and spectrophotometry, applied to the surface of ionomeric materials (chelon fil, vitremer and dyract), submitted to different surface finishing treatments. for the perfilometric analysis, sixty specimens of each material were made and randomly separated into three experimental groups. the average surface roughness (ra, mm) was measured on each specimen by a surface perfilometer (mitutoyo surftest 211). the spectrophotometric analysis consisted in quantifying the dye impregnated in the samples. the dyes used were 0.5% fuchsin and 0.5% erythrosin. data were submitted to variance analysis (anova) and t-student test at a 0.05 significance level. there was no linear correlation between average roughness and superficial deposition of dye. perfilometric analysis revealed that 12- and 30-bladed carbide burs caused the roughest surface of chelon fil, followed by sof-lex discs and mylar band. there were no significant differences between the specimens submitted to finishing and polishing with sof-lex discs and the control group (mylar band) for vitremer, nevertheless, the highest ra values were obtained when 12- and 30-bladed burs were used. for dyract, there was no significant difference between the three treatments. the mean values of superficial deposition of dye for chelon fil, vitremer and dyract were: 1.7261, 1.4759, 1.3318, respectively. there were no significant differences between the restorative materials when different finishing and polishing systems were used.
Rugosidade superficial de uma porcelana feldspática odontológica após simula o de ajuste oclusal e polimento  [PDF]
Werneck, Rafael Dario,Neisser, Maximiliano Piero
Revista Odonto Ciência , 2008,
Abstract: Objetivo: O objetivo desse estudo foi avaliar a rugosidade superficial (Ra) de uma porcelana feldspática glazeada e submetida a dois sistemas de acabamento e polimento após simula o de ajuste oclusal. Metodologia: Vinte corpos-de-prova de porcelana feldspática glazeada (IPS Classic Ivoclar) foram confeccionados em forma de disco de acordo com as recomenda es do fabricante e divididos em dois grupos (A e B). A leitura da rugosidade média superficial inicial (Ra 0) foi realizada com um rugosímetro (Surtronic 3+). Os corpos-de-prova foram desgastados com pontas diamantadas (PM82F e 0261PM) e a rugosidade superficial foi novamente aferida (Ra 1). O grupo A foi tratado com pontas de acabamento do sistema Edenta (EXA-Cerapol 352 e 362, Cerapol Super 372) e o grupo B com pontas de acabamento de silicone do sistema Tri Hawk (Universal Fase 1 e Fase 2), sendo realizadas novas leituras de rugosidade (Ra 2). Os dados foram analisados por ANOVA e teste de Tukey, ao nível de significancia de 0,05. Resultados: Os valores médios de Ra e desvio-padr o (em micrometros) foram: Grupo A – Ra 0=0,21±0,07, Ra 1=0,66±0,07, Ra 2=0,23±0,07; e Grupo B – Ra 0=0,20±0,04, Ra 1=0,72±0,06, Ra 2=0,21±0,05. N o houve diferen a estatística entre os tratamentos ou entre estes e a porcelana glazeada. Conclus o: Considerando a metodologia empregada, ambos os procedimentos de acabamento e polimento promoveram uma lisura superficial similar à porcelana glazeada original.
Análise da rugosidade superficial de materiais restauradores estéticos: efeito de agentes clareadores e tempo  [PDF]
Pozzobon, Roselaine Terezinha,Candido, Maria Salete Machado,Rodrigues Júnior, Ant?nio Luiz
Revista Odonto Ciência , 2005,
Abstract: Este estudo in vitro avaliou o efeito de agentes clareadores na rugosidade superficial (Ra) de materiais restauradores estéticos, com o passar do tempo. Foram utilizadas duas resinas compostas, Z100 (M1) e Silux-Plus (M2), um comp mero, Dyract (M3) e um ion mero de vidro modificado por resina, Vitremer (M4), que foram expostos a dois agentes clareadores: Opalescence (C1), peróxido de carbamida 10%, e Hi-Lite (C2), peróxido de hidrogênio 35% e como meio de imers o foi utilizada saliva artificial (Co). Foram confeccionados 120 corpos de prova, sendo a Ra avaliada após 1 hora de confec o; e antes da imers o em saliva artificial (T0), após 1dia (T1), 7 (T2), 15 (T3) e 30 (T4) dias de exposi o aos agentes clareadores. No grupo controle, os corpos-de-prova ficaram somente imersos em saliva artificial. Após análise estatística de variancia ANOVA (a = 5%), teste de Tukey, e método da decomposi o da soma de quadrados, foi possível concluir que: 1 – a Ra dos materiais restauradores estéticos, de forma geral, alterou-se após exposi o aos diferentes agentes clareadores e ao longo do tempo; 2 – em fun o do material restaurador, M2 apresentou a maior média de Ra, seguido em ordem decrescente por M4, M3 e M1; 3 – C1 e C2 exerceram a o sobre a superfície dos materiais restauradores aumentando a Ra para todos os materiais avaliados, principalmente em M2 e M4; 4 – em fun o do fator tempo, observou-se influência estatisticamente significativa sobre a Ra, pois quanto maior o tempo de exposi o ao agente clareador, maiores os valores médios de Ra.
ESTUDO IN VITRO DA RUGOSIDADE SUPERFICIAL E DO PERFIL PROXIMAL DE AMáLGAMAS CONDENSADOS CONTRA MATRIZES DE A O INOXIDáVEL REUTILIZADAS  [cached]
ANAUATE NETTO Camillo,FICHMAN Dan Mihail,YOUSSEF Michel Nicolau
Revista de Odontologia da Universidade de S?o Paulo , 1997,
Abstract: O objetivo deste trabalho in vitro foi avaliar a rugosidade e o perfil de restaura es de amálgama obtidas com a reutiliza o de uma mesma matriz de a o inoxidável. A rugosidade superficial e o perfil proximal de amálgamas, obtidos com três tipos de limalhas com varia o da press o de condensa o, foram avaliados e submetidos à análise estatística. é importante notar que uma mesma matriz foi reutilizada 15 vezes para cada grupo testado. O aumento constante da rugosidade da primeira até a última utiliza o, assim como a altera o do perfil evidenciam a deforma o progressiva da matriz, alterando significantemente a lisura e o perfil desejados na face proximal. Os resultados obtidos mostram, portanto, que as matrizes de a o devem ser consideradas materiais descartáveis.
Resposta espectral de solos em raz o do angulo de visada, da umidade e da rugosidade superficial
ACCIOLY LUCIANO JOSé DE OLIVEIRA,HUETE ALFREDO RAMON
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2000,
Abstract: Este trabalho teve por objetivo avaliar as varia es do fator de refletancia bidirecional (FRB) de três séries de solo (McAllister, Stronghold e Epitaph) da microbacia experimental de Walnut Gulch (Arizona, EUA) em raz o do angulo de visada, da rugosidade superficial e do teor de umidade. Foram consideradas as faixas espectrais do visível e do infravermelho próximo e médio presentes no sensor TM, e os resultados foram expressos em termos de FRB em rela o à resposta no Nadir (FRB relativo). O anisotropismo variou de solo para solo e foi maior nas menores faixas espectrais, nos angulos de visada maiores localizados na dire o do retroespalhamento, nos angulos solar-zenitais maiores, e na condi o de solo seco. No solo Epitaph (único solo submetido ao estudo de rugosidade) o anisotropismo foi também maior na superfície mais rugosa. Entretanto, uma melhor diferencia o entre as superfícies lisa e rugosa do solo Epitaph foi obtida na dire o do espalhamento da energia refletida. Diferen as na escala e nos métodos de obten o dos dados s o apontadas como causas do realce do comportamento anisotrópico dos dados obtidos em condi es de laboratório, em compara o com os dados de campo.
Rugosidade superficial do solo sob diferentes doses de resíduo de milho submetido à chuva simulada
Bertol, Ildegardis;Paz González, Antonio;Vidal Vázquez, Eva;
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2007, DOI: 10.1590/S0100-204X2007000100014
Abstract: the objective of this work was to determine the surface roughness and the tortuosity of the soil tilled with different doses of corn residues, and to relate them to simulated rainfall volume. in an inceptisol, in la coru?a, spain, in august of 2005, the surface roughness and tortuosity were evaluated in the minimum soil tillage system under simulated rain, with the doses 0, 2, 4, 6, and 8 t ha-1 of corn residues semi-incorporated to the soil for manual tillage. eight tests of simulated rain were applied, with 65 mm h-1 and 60 min each one. the surface roughness and tortuosity were determined before the application of the residue, immediately after the soil tillage and immediately after the 1st, 2nd, 4th, 6th and 8th tests of the rain. the reduction of the roughness and of the tortuosity, due to rain, decreased with the increase of corn residues doses. the superficial roughness was more strongly influenced, when the effect of land steepness was eliminated, than when were eliminated, simultaneously, the effects of steepness and of tillage marks for this calculate.
Influência da aplica o tópica de flúor fosfato acidulado sobre a rugosidade superficial do esmalte humano e de diferentes materiais restauradores =: Influence of topical acidulated phosphate fluoride on surface roughness of human enamel and different restorative materials
Botta, Ana Carolina et al.
Revista Odonto Ciência , 2010,
Abstract: Objetivo: Este estudo avaliou a influência da aplica o tópica de flúor fosfato acidulado sobre a rugosidade do esmalte e de diferentes materiais restauradores. Metodologia: Amostras de cimento de ion mero de vidro modificado por resina (Vitremer - V), resina composta microhíbrida com flúor (Tetric Ceram - T) e resina nanopartículada sem flúor em sua composi o (Z350 - Z) foram confeccionadas. Metade das amostras recebeu aplica o tópica de flúor fosfato acidulado a 1,23% (FFA) (grupos VF, TF, ZF e EF) e a outra metade n o, totalizando 6 grupos experimentais (n=10). Dez terceiros molares humanos hígidos foram utilizados para confec o de amostras de esmalte (E), constituindo os grupos controles (n=10). A rugosidade média superficial (Ra) dos materiais restauradores e do esmalte, com e sem flúor, foi analisada pelo rugosímetro. Os dados foram submetidos à análise de variancia, testes de Tukey, t-Student e de Dunn-Bonferroni a 5% de significancia. Resultados: Os valores médios de rugosidade, em micrometros, foram: Z=0,60; TF=1,00; ZF=1,05; VF=1,18; T=2,10; V=2,70; E=16,99 e EF=21,19. E e EF apresentaram Ra significativamente superior aos grupos experimentais. Conclus o: Concluiu-se que o FFA aumentou a rugosidade do esmalte, diminuiu a do cimento de ion mero de vidro e da resina microhíbrida com flúor e n o alterou a rugosidade da resina nanoparticulada sem flúor.
Disinfection of irreversible hydrocolloid impressions with sodium hypochlorite steam: assessment of surface roughness and dimensions of gypsum models = Desinfec o de moldes de hidrocolóide irreversível com vapor de hipoclorito de sódio: avalia o dimensional e rugosidade superficial dos modelos de gesso
Moura, Carmem Dolores Vilarinho Soares de et al.
Revista Odonto Ciência , 2010,
Abstract: Proposi o: Avaliar o comportamento dimensional e rugosidade superficial de modelos de gesso tipos III e IV, obtidos em moldes de hidrocolóide irreversível (Hydrogum ) desinfetados com vapor de hipoclorito de sódio 5,25%. Metodologia: Os moldes dos dois testes foram designados ao Grupo 1 (desinfec o com vapor de hipoclorito de sódio 5,25% por 10 minutos); Grupo 2 (simula o de desinfec o com vapor de água destilada) e Grupo 3 (sem tratamento). Para medi o das altera es dimensionais, moldou-se modelo mestre de a o inox com quatro pilares e confeccionou-se 36 modelos (18 para cada tipo de gesso) e as distancias foram mensuradas com paquímetro digital. Para leitura da rugosidade, confeccionaram-se 36 modelos a partir de moldes de plataforma de a o inox polida e avaliou-se a superfície dos gessos com rugosímetro. Os dados foram submetidos à análise de variancia e teste de Tukey (α=1%). Resultados: Na medi o das dimens es lineares entre pilares e leitura da rugosidade superficial, n o houve diferen a estatística significativa, quando comparados os tipos de tratamento (Grupos 1, 2 e 3) em nenhum dos tipos de gesso. Conclus o: A desinfec o com vapor de hipoclorito de sódio 5,25% pode ser recomendada para moldes de hidrocolóide irreversível.
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