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Responsabilidade social corporativa: uma discuss o a respeito da epistemologia subjacente aos conceitos utilizados na área Corporate social responsibility: a discussion on the epistemology underlying the concepts used in the area  [cached]
Rebeca de Moraes Ribeiro de Barcellos,Eloise Livramento Dellagnelo
REAd : Revista Eletr?nica de Administra??o , 2013,
Abstract: Considerando a importancia da análise epistemológica na produ o do conhecimento científico em qualquer área em termos gerais e na administra o em termos particulares, o presente artigo se prop e a analisar os fundamentos epistemológicos de um dos temas que vem ganhando relevancia no contexto da produ o acadêmica em administra o: a Responsabilidade Social Corporativa. A partir do estudo desenvolvido por Moretti e Campanário (2009), o qual mapeou as principais referências bibliográficas utilizadas para fundamentar os trabalhos apresentados sobre a temática nos Encontros Nacionais da Anpad, foram selecionadas oito obras referenciadas, as quais estavam relacionadas especificamente aos fundamentos da responsabilidade social e analisaram-se os trechos que tratam dos motivos pelos quais as empresas praticam a es de responsabilidade social. Posteriormente, as obras foram analisadas sob a ótica das principais correntes epistemológicas do séc. XX, consideradas relevantes para a compreens o do fen meno: empirismo, racionalismo, utilitarismo, positivismo, funcionalismo e dialética. As conclus es apontam para o fato de que, além da existência de uma zona de conforto intelectual nos estudos sobre o assunto, já apontadas por Moretti e Campanário (2009), o embasamento das referências utilizadas está centrado na lógica de operar do paradigma dominante nas ciências da administra o, ressaltando o caráter funcionalista e utilitarista das práticas de responsabilidade social por parte das empresas. Curiosamente, os estudos n o puderam ser classificados como empiristas, racionalistas ou positivistas devido à falta de dados concretos que fundamentassem as conclus es dos autores, com exce o da obra de Freeman (1999) a qual apresenta bases empíricas a partir das quais as conclus es s o auferidas. As conclus es chamam a aten o para as dificuldades de desenvolvimento de um campo de pesquisas centrado em poucas obras e com fundamentos epistemológicos restritos e n o explicitados, levantando a necessidade de proposi o de pesquisas que, utilizando-se de diferentes pressupostos epistemológicos, possam descrever o fen meno de forma mais precisa, contribuindo para uma compreens o reflexiva da atua o das organiza es empresariais no campo social. Considering the importance of epistemological analysis in the production of scientific knowledge in any area in general and in administration in particular terms, this article aims to analyze the epistemological foundations of one of the themes that has been gaining importance in the context of academic research in management: Corporate
O resgate da epistemologia Redeeming Epistemology Le rachat de l’épistémologie
Jo?o Arriscado Nunes
Revista Crítica de Ciências Sociais , 2012, DOI: 10.4000/rccs.693
Abstract: Ao longo das três últimas décadas, o projecto da epistemologia passou por um processo de crítica e de transforma o, marcado, sucessivamente, pela transferência da soberania epistémica para o “social”, pela redescoberta da ontologia e pela aten o à normatividade constitutiva e às implica es políticas do conhecimento, chegando mesmo a ser postulado o abandono da epistemologia como projecto filosófico. Em contraponto a esse processo, foi ganhando contornos a proposta de uma outra epistemologia radicada nas experiências do Sul global.Procura-se neste artigo explorar as possibilidades de cria o de um espa o de diálogo entre a crítica (“naturalista”, feminista, pós colonial, epistemográfica, epistópica…) da epistemologia como projecto filosófico e a proposta de uma epistemologia do Sul formulada por Boaventura de Sousa Santos, a partir de uma revisita o do pragmatismo filosófico enquanto forma mais radical de crítica da epistemologia convencional. Over the past three decades, the project of epistemology has undergone a process which has critiqued and transformed it. This process has been stamped successively by the transfer of epistemic sovereignty to the ‘social’, by the re-discovery of ontology and by attention paid to constitutive normativity and the political implications of knowledge. It is even the case that abandoning epistemology as a philosophical project was mooted. In counterpoint to this process, the proposal began to gain contours for another epistemology rooted in the experiences of the global South.This article sets out to explore the possibilities of creating a space for dialogue between the (‘naturalist’, feminist, post-colonial, epistemographic, epistopic, etc.) critique of epistemology as a philosophical project and the proposal for an epistemology of the South formulated by Boaventura de Sousa Santos, taking as a point of departure a revisiting of philosophical pragmatism as the most radical form of critiquing conventional epistemology. Au long des trois dernières décennies, le projet de l’épistémologue a connu un processus de critique et de transformation, marqué successivement par le transfert de la souveraineté épistémique vers le “social”, par la redécouverte de l’ontologie et par l’attention portée à la normativité constitutive et aux implications politiques de la connaissance, de sorte que l’on en est arrivé même à abandonner l’épistémologie comme projet philosophique. En contrepartie de ce processus, la proposition d’une autre épistémologie, celle enracinée dans les expériences du Sud global, a commencé à prendre des contours p
Epistemologia pragmatyczna Michaela Williamsa (PRAGMATIST EPISTEMOLOGY BY MICHAEL WILLIAMS)
Renata Ziemińska
Analiza i Egzystencja , 2007,
Abstract: The article presents three main elements of Williams' epistemology: the concept of knowledge, the problem of skepticism and the concept of truth. Williams takes knowledge not as pure descriptive but partly normative concept (to know is to be engaged and entitled). He rejects the demonstrative conception of knowledge (knowledge is infallible) and prefers the fallibilist conception of knowledge (knowledge is uncertain and fallible). Williams is good at bringing skeptical presuppositions to light: the demonstrative conception of knowledge and the conception of justification with Prior Grounding Requirement, epistemological realism and priority for internal knowledge. He rightly observes that when we change that presuppositions (skeptic's context), knowledge does exist. However, Williams-fallibilist is close to a skeptic: they both agree that our beliefs are uncertain. The difference is only whether some of our beliefs deserve to be called knowledge. The most important worries concern Williams' concept of truth (deflationary pragmatism). According to Williams truth has no nature and it is not a goal of inquiry. However, if truth is not a goal, we can hardly understand the previous discussion with skepticism and the defense of rationality.
Educación Física y transformación social: implicaciones desde una epistemología posmoderna Educa o Física e transforma o social: implica es a partir de uma epistemologia pós-moderna Physical Education and social transformation: implications from a postmodern epistemology  [cached]
álvaro Sicilia Camacho
Estudios Pedagógicos (Valdivia) , 2012,
Abstract: Este artículo parte de la premisa de que conocimiento y realidad son conceptos clave en la transformación social, dado que, dependiendo de cómo entendamos la realidad y la forma de acercarnos a ella, justificaremos ciertas prácticas frente a otras. Asumiendo esta premisa, el artículo presenta dos concepciones epistemológicas que han guiado la tradición occidental y que siguen vigentes a la hora de informar nuestras prácticas educativas. No obstante, estos sistemas de creencias se presentan problemáticos tanto en sus aspectos epistemológicos como ideológicos, por lo que el artículo delinea también una concepción posmoderna del conocimiento que pueda competir con las visiones tradicionales. Finalmente, cinco implicaciones pedagógicas derivadas de la visión posmoderna son presentadas con el objeto de permitir nuevas vías para la transformación de la educación, la educación física y la sociedad. Parte-se da premissa de que conhecimento e realidade s o conceitos-chave na transforma o social, já que a forma de compreender a realidade e a forma de situar-se nela justificar o certas práticas no lugar de outras. Assume-se esta premissa, apresentam-se duas concep es epistemológicas que têm guiado a tradi o ocidental e que ainda est o em vigor quando informam-se sobre práticas educativas. No entanto, estes sistemas de cren as se apresentam problemáticos tanto em seus aspectos epistemológicos como ideológicos, de modo que descreve-se uma concep o pós-moderna de conhecimento que pode competir com as vers es tradicionais. Finalmente, apresentam-se cinco implica es pedagógicas decorrentes da vis o pós-moderna, a fim de permitir novas formas de transforma o da educa o, Educa o Física e sociedade. In this paper it is assumed the premise that knowledge and reality are both key concepts for social transformation due to the fact that any educational practice will be defended depending on how we understand and how we access to reality. From this premise, this paper shows two epistemological conceptions guiding the occidental tradition and informing our educational practices. Nevertheless, those belief systems are both epistemologically and ideologically problematic, so this paper also outlines a postmodern conception of knowledge which can compete with traditional views. Finally, five pedagogical implications from the postmodern view are showed in order to allow new ways of transformation for education, physical education and society.
A Critical Analysis of the Educational Impact of Analytic Social Epistemology  [cached]
Koichiro Misawa
Journal of Studies in Education , 2012, DOI: 10.5296/jse.v2i3.1729
Abstract: Social epistemology is now a thriving field of intellectual inquiry. In this paper, I examine the scope and limits of the kind of social epistemology that accrues from the (post-)analytic context in Anglophone philosophy. A remarkable feature of this sub-discipline relates to education in respect of its subject matter. Ironically, however, this paper reveals that analytic social epistemology has not yet made a salient contribution to advancing discourses relating to education. For there is something unsatisfactory about the three ideas that constitute analytic social epistemology as a sophisticated philosophy of testimony: normative naturalism, externalism in epistemic justification, and reliabilism. This paper therefore points to a basic flaw in each of these three notions and ends with the tentative suggestion that a “sociological” social epistemology may prove a corrective to analytic social epistemology—in such a way as to have a more direct bearing on discourses on social practices like education.
Epistemology, Didactics of Mathematics, and Teaching Practices Epistemologia, Didática da Matemática e Práticas de Ensino  [cached]
Bruno D'Amore
Bolema: Boletim de Educa??o Matemática , 2008,
Abstract: With this article, we intend to contribute to a unitary vision of various terms and concepts spread throughout the international mathematics education community, giving them unity and seeking the historical roots of their introduction in that community. Despite the different meanings attributed to them today, many of these terms were introduced from their origins, mainly by Guy Brousseau, striving for synthesis and ad hoc redefinition. They evolved over time, and some of these evolutions relate to the most classical topics. Here we focus on the example of the didactic contract. Keywords: Epistemology of Didactics. Teaching Practice. Didactic Contract. Brousseau’s Works. Didactic Triangle and Polygons. Con este artículo se quiere contribuir a dar una visión unitaria de varios términos y conceptos difusos en la comunidad internacional de quien se ocupa de didáctica de la matemática, restituyéndoles unitariedad y buscando las raíces históricas de su ingreso en dicha comunidad. Aún en sus diversas acepciones en las cuales hoy se usan, muchos de estos términos fueron introducidos desde sus orígenes gracias a la obra de Guy Brousseau, con un esfuerzo de síntesis y de redefinición ad hoc. Estos han evolucionado en el tiempo y algunas de dichas evoluciones ata en los temas clásicos; aquí nos limitamos al ejemplo relativo al contrato didáctico. Com este artigo pretendemos fornecer uma contribui o para uma vis o unitária de vários termos e conceitos já t o difundidos na comunidade internacional daqueles que trabalham com didática da matemática, restituindo-lhes unidade e procurando as raízes históricas de sua inser o nessa comunidade. Apesar das diferentes acep es com que aparecem hoje em dia, muitos desses termos foram introduzidos, desde sua origem, principalmente por Guy Brousseau, gra as a um esfor o de síntese e de redefini o ad hoc. Tais termos evoluíram no tempo e algumas dessas evolu es s o relativas aos temas mais clássicos; aqui limitamo-nos ao exemplo relativo ao contrato didático. Palavras-chave: Epistemologia da Didática. Práticas de Ensino. Contrato Didático. Obra de Brousseau. Triangulo e Polígonos da Didática.
Some epistemology s elements of Social Science by Karl Popper Alguns elementos da Epistemolgia da Ciências Sociais de Karl Popper  [cached]
Julio Cesar Rodrigues Pereira
Semina : Ciências Sociais e Humanas , 2010,
Abstract: This article discusses the main elements of the epistemology of human sciences of Karl Popper. It was organized as follows. First, we positioned ourselves in the Popper-Adorno controversy. Then weestablished the parameters of discussion, particularly in regards to the idea of “scientific explanation”. Some elements of Popper’s Theory of Knowledge are then analyzed. The final part discusses thescientific parameters of Social Sciences. Este artigo discute os principais elementos da epistemologia das ciências humanas de Karl Popper. Foi organizado como segue. Em primeiro lugar, nos posionamos sobre a polêmica Popper-Adorno. Ent o, nós estabelecemos os parametros de discuss o, nomeadamente no que respeita a idéia de "explica o científica". A seguir s o analisados alguns elementos da Teoria do Conhecimento de Popper. A parte final discute os parametros científicos de Ciências Sociais
A (re)volta do mito e do imaginário no esquematismo transcendente da epistemologia vintecentista e seu alcance social  [cached]
Arilson Silva de Oliveira
Horizonte : Revista de Estudos de Teologia e Ciências da Religi?o , 2009, DOI: 10.5752/516
Abstract: A substancia deste artigo consiste na leitura de alguns autores que tratam do mito e do imaginário sem acatar as propostas que se fundamentam no racionalismo cartesiano e no influente positivismo do século XIX. Tais autores, como Eliade e Durand, desenvolveram no século XX um estudo do mito e da imagem com a perspectiva de uma orienta o epistemológica que surgira na inten o de se constituir como uma nova abordagem científica, levando o elemento imaginativo e mítico ao encontro da realidade imediata. O argumento principal dessa nova abordagem, que aqui tentamos minimamente apresentar, em torno do mito e da imagem, op e-se ao dualismo filosófico que coloca em extremos o materialismo e o subjetivismo; dessa forma, tais autores chegaram a uma conclus o que ratifica a retórica da imagem simbólica e reafirma a for a diretiva dos mitos, deixando o ditame imaginário de ser uma simples abstra o ou engano, uma vez que segue regras mais profundas e é significativamente responsável pela dinamica social ou pelas produ es individuais representativas da cultura, no tempo e no espa o. Palavras-chave: Mito; Imaginário; Nova epistemologia; Século XX. ABSTRACT This article resentats some authors who treat myth and the imaginary without taking into consideration the proposals based on Cartesian rationalism and on 19th-century influent positivism. Those authors, such as Eliade and Durand, developed a study of myth and image in the perspective of an epistemological orientation aimed at elaborating a new scientific approach, promoting the encounter between imaginative and mythical elements and immediate reality. The main point in this approach in terms of myth and image, which we attempt to briefly present here, is opposed to the philosophical dualism that sets materialism and subjectivism distantly apart. Thus, those authors eventually reached a conclusion that ratifies the rhetoric of symbolic image and reaffirms the guiding strength of myths, releasing the imaginary from the restriction of being just an abstraction or a mistake, once it follows much deeper rules and is significantly responsible for social dynamics or for the individual’s culturally representative prductions in time and space. Key words: Myth; The imaginary; New epistemology; 20th century.
Contributions of Socially Distributed Cognition to Social Epistemology: The Case of Testimony*
Estany,Anna; Casacuberta,David;
Eidos , 2012,
Abstract: the goal of this paper is to review and analyze norms philosophically associated with the process of testimony and to investigate to what extent they are consistent with empirical knowledge supplied by cognitive science. traditionally, the problem of testimony used to arise when it was supposed, from the viewpoint of an individualistic epistemology, that followed the dictum stated by rationalists and empiricists in modernity, that knowledge had to be tested personally. however, recent disciplines and approaches, like socially distributed cognition and social epistemology, provide alternative ways of thinking. this is the case when we consider the group as the truly significant cognitive unit and from such perspective we try to solve the problem of testimony. therefore, our aim is to examine the reasons why sdc offers a good model for explaining some of the paradoxes and epistemological problems that arise when we consider the issue of testimony in the development of science.
Opera es sociais da mente =Social operations of mind  [PDF]
Leclerc, André
Veritas , 2010,
Abstract: Thomas Reid introduziu a no o de opera o social da mente na teoria da mente e da linguagem. Seu amigo James Gregory desenvolveu essa no o no contexto da Gramática Universal clássica, particularmente na teoria geral dos modos verbais. A gramática filosófica clássica, antes de Reid e Gregory, pressup e inter alia que a mente é “autocontida” (self-contained); em outras palavras, que os conteúdos e as opera es mentais independem do ambiente natural e social. Algumas dessas opera es têm uma estrutura em modus/ dictum que corresponde, grosso modo, à distin o atual entre modo psicológico e conteúdo mental conceitual, análoga à distin o entre for a ilocucionária e conteúdo proposicional e que se reflete parcialmente no sistema de modos verbais nas línguas naturais. A famosa Gramática de Port-Royal já indicava uma limita o importante desse modelo de mente autocontida: “On ne se commande pas proprement à soimême”, escrevem Arnauld & Lancelot (“N o se ordena propriamente a si mesmo”). Defenderei que Reid percebeu que o individualismo n o permite capturar os aspectos sociais da linguagem e, por isso, viu a necessidade de apresentar uma concep o de mente diferente, antiindividualista. A no o de opera o social da mente é a pe a fundamental da reforma empreendida por Reid em filosofia da mente. Ademais, ele e Gregory defenderam que as linguagens se formaram particularmente para expressar esses aspectos sociais da linguagem e da mente. Thomas Reid introduced the notion of social operation of mind in the theory of mind and language. His friend James Gregory developed this notion and gave it a meaningful role in classical Universal Grammar, especially in the General Theory of the Moods of Verbs. Before Reid and Gregory, the classical Philosophical Grammar presupposes, inter alia, that the mind is self-contained; in other words, that mental contents and operations are all independent from the natural and social environment. Some of these operations have a modus/dictum structure corresponding, grosso modo, to the actual distinction between psychological mode and conceptual mental content, also analogous to the distinction between illocutionary force and propositional content, which is partially reflected in the system of verbal moods of natural languages. The famous Grammaire de Port-Royal already pointed to a serious limitation of this model. Arnauld & Lancelot wrote: “On ne se commande pas proprement à soi-même” (“One does not command properly to oneself”). I will try to show that Reid realized clearly that what we call today “individualism” does not allow us
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