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Deleuze: por uma ontologia da aula de filosofia repeti o cria diferen a  [cached]
Marcos Ribeiro de Santana
ETD : Educa??o Temática Digital , 2012,
Abstract: O presente ensaio corresponde à tentativa de constitui o de uma ontologia da Aula de Filosofia, a partir da defini o elaborada por Deleuze sobre a filosofia, entendida como “a arte de formar, de inventar, de fabricar conceitos”, dentro da especificidade do tema da diferen a e repeti o. Perspectiva tra ada no ambito do ensino médio quanto ao desenvolvimento de um mesmo plano de aula para várias turmas de uma mesma série. O desafio situa-se no problema da cria o da diferen a, quanto à prática da docência – a aula –, mesmo tendo a repeti o de um plano de aula, para atender à obrigatoriedade de uma proposta curricular. Trata-se de criar um plano cartográfico para Aula de filosofia, mapeando a atividade de pensamento como ato de inven o, de diferen as, de devires e de acontecimentos.
Alteridades y pedagogías: O... Y si el otro no estuviera ahí?
Skliar Carlos
Educa??o & Sociedade , 2002,
Abstract: Este artigo se prop e a discutir a quest o do outro e da(s) pedagogia(s) a partir da política, poética e filosofia da diferen a. Com esse objetivo, discuto as espacialidades do outro -- espacialidade colonial, multicultural e da diferen a -- estabelecendo uma rela o com as imagens produzidas sobre a alteridade: o outro maléfico, a inven o maléfica do outro, o chamado à rela o com o outro, o outro irredutível e o "eu" como refém do outro. Finalmente, estabele o uma rela o dessas imagens com as pedagogias (improváveis) para as diferen as: a pedagogia do outro que deve ser borrado, a pedagogia do outro como hóspede da nossa hospitalidade hostil e a pedagogia do outro que reverbera permanentemente.
Filosofia da diferen a: apontamentos em torno da aprendizagem do pensamento em filosofia  [cached]
Américo Grisotto
ETD : Educa??o Temática Digital , 2012,
Abstract: Aventurar-se no pensamento em filosofia n o depende, a princípio, do uso necessário dos arsenais da raz o. Antes, seria necessário lan ar-se em seus domínios e ficar à espreita dos seus acontecimentos. Somente quando esses ocorrerem teremos como distinguir os que coincidem enormemente com o que já fazemos e pensamos, e os que trazem o novo. Talvez aí, de fato, algum empenho tenha sentido. Assim, ao me deparar com os escritos da filosofia da diferen a, de maneira especial com os de Deleuze, Guattari e Foucault, foi possível deslocar a minha prática docente em filosofia dos moldes da filosofia maior e vislumbrar a filosofia em sua menoridade. Aliás, pelo inusitado dos acontecimentos que atravessam nossas salas de aula, penso que seja possível sugerir aos alunos que inventem suas próprias regras de fazer filosofia, segundo uma nova maneira de confec o, um novo estilo que lhes seja próprio, ou seja, que tomem os autores da história do pensamento como matéria de entretimento, por meio de novas composi es que n o aquelas que os textos filosóficos já oferecem; que selecionem autores que endossam aquilo em que pensam, fazendo uso intensivo deles; que traiam os autores, respeitando-os o máximo, sem reproduzi-los.
Imagens de escolas: espa ostempos de diferen as no cotidiano
Alves Nilda,Oliveira Inês Barbosa de
Educa??o & Sociedade , 2004,
Abstract: Recuperando trajetórias comuns de pesquisa envolvendo o cotidiano escolar e, sobretudo, as práticas e histórias de professoras da rede pública de ensino, desenvolvemos neste texto uma reflex o acerca dos usos que vimos fazendo de imagens nesses trabalhos, considerando-as, como nos ensina Manguel (2001), sempre associadas a narrativas. Neste sentido, apresentamos imagens de escolas rurais e urbanas, interpretando-as como narrativas de situa es ou constituidoras de significados os mais diversos e evidências das muitas diferen as e semelhan as entre umas e outras, procurando evidenciar a riqueza que elas possuem bem como as múltiplas possibilidades que abrem na compreens o das redes de saberes e fazeres que envolvem os espa ostempos cotidianos de ensinaraprender, o que as torna, para nós, material de inestimável valor para as pesquisas no/do cotidiano escolar.
Reconhecer a diferen a: o desafio da etnopsiquiatria  [cached]
Lucienne Martins Borges,Jean-Bernard Pocreau
Psicologia em Revista , 2009,
Abstract: *Artigo publicado em 2006, em francês, na revista Santé Mentale au Quebec, 31 (2), 43-56Reconhecer a diferen a do Outro é o fundamento da etnopsiquiatria, que é necessariamente múltipla e portadora de nuances e de diferen as. é com base na prática clínica no Servi o de Auxílio Psicológico Especializado aos Imigrantes e Refugiados – Sapsir, em Quebec, Canadá, que os autores prop em outro olhar sobre essa disciplina, levando em considera o a dimens o cultural e psíquica da pessoa; apoiam-se também sobre os universos existenciais e humanistas como a necessidade de sentido, de continuidade de si mesmo e de coerência, assim como sobre as diversas dimens es da identidade. O dispositivo clínico proposto, de acordo com os princípios da etnopsiquiatria, articula-se em três eixos: trabalho sobre as rela es, trabalho sobre as diferentes dimens es da identidade, trabalho sobre a coerência e o sentido das situa es vividas. Essa abordagem permite acompanhar e facilitar as elabora es essenciais implicadas no trabalho psíquico dos refugiados e das pessoas que foram expostas a situa es extremas, como a tortura
Favorecer-se outro. Corpo e filosofia em Contato Improvisa o
Cynthia Farina,Roselaine Albernaz
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2009,
Abstract: Este texto ensaia com uma pergunta combustível: como levar para uma escrita científica sobre processos de forma o o pensamento surgido no contato entre corpos em dan a? Dito de outro modo, como produzir um conhecimento rigoroso com os efeitos de sensa es irrompidas entre corpos dan ando Contact Improvisation? Como escrever sobre um processo coletivo de forma o de professores com experiências estéticas e conceituais que investiga suas próprias formas de express o? E de maneira mais ampla, como produzir um conhecimento em educa o que se experimenta corporal e coletivamente? Seguramente, percebe-se o risco e a ousadia da empreitada. Mas parece que é hora de praticar academicamente esta rela o que os campos do saber na atualidade d o por sentada: que corpo e mente, sensível e inteligível, sujeito e objeto, d o-se um pelo outro e ao mesmo tempo. Pretende-se aqui praticar essas rela es nas próprias formas de saber que se configuram neste ensaio. Pretende-se acolher a dimens o filosófica que ativa esta dan a e a dimens o sensorial que vive nas filosofias da diferen a. Palavras-chave: Dan a. Corpo. Contact Improvisation. Forma o. Escrita.
Ontologia do espa o e movimento de renova o crítica da Geografia: o desafio da diferen a ontológica
Luiz Carlos Tosta
Geografares , 2009,
Abstract: O artigo aborda a ontologia do espa- o como tema da teoria da geografia no contexto do movimento de renova o crítica que esta ciência conheceu a partir da década de 1970. Para tanto ele problematiza o significado da determina o social do espa o geográfico enquanto modo dominante da ontologia do espa o na geografia, submetendo a perspectiva em tela à no o de diferen a ontológica, enquanto atributo inerente à peculiaridade do modo de investiga o ontológico.
O apelo da cor: percep es dos consumidores sobre as imagens da diferen a racial na propaganda brasileira  [cached]
Ilana Strozenberg
Comunica??o, Mídia e Consumo , 2005,
Abstract: Anteriormente marcada pelo desempenho de papéis subordinados ou evidentemente secundários, a presen a do negro na propaganda brasileira, hoje, se dá por meio de modelos que ocupam o centro da cena, fazendo da diferen a racial explícita um elemento de sedu o. Este estudo busca entender o modo como os valores éticos, políticos e econ micos dessas mudan as se articulam nas percep es dos principais agentes envolvidos na produ o do discurso da propaganda. Palavras-chave: Publicidade; mercado; diferen a racial. ABSTRACT Racial difference has become an instrument of seduction. Formerly relegated to subordinated or evidently secondary roles, black models can be seen in Brazilian advertising today right in the center of the scene, in characters meant to arouse feelings of desire and identification. This paper discusses the ways in which different professionals involved in the production of advertising messages perceive these changes and how ethical, political and economic values are articulated in their discourse. Keywords: Advertisement; market; racial difference.
Interdiction of images: the construction of the other in Mohammed’s cartoons A interdi o das imagens: a constru o do outro pelas charges de Maomé
Alberto Klein,Maria Luisa Hoffmann
Discursos Fotográficos , 2009,
Abstract: This paper analyses the building of Islam as an inverted image of western culture, as a result of the publication of cartoons representing prophet Mohammed in a Danish newspaper in September of 2005. The association of the prophet to terrorism in images is discussed in light of the contributions of semiotics of culture and authors such as Vilém Flusser and Norval Baitello Jr. Este artigo analisa a constru o do isl como imagem invertida do ocidente através da publica o das Charges de Maomé em um jornal dinamarquês em setembro de 2005. A associa o do profeta islamico com o terrorismo em imagens é discutida à luz de pressupostos teóricos da semiótica da cultura e de autores como Vilém Flusser e Norval Baitello Júnior.
Vitrines da intimidade na internet: imagens para guardar ou para mostrar Showrooms of intimacy in the internet: images to keep or to show?  [cached]
Paula Sibilia,Lígia Diogo
Estudos de Sociologia , 2011,
Abstract: As fotografi as de família plasmadas em papel e guardadas nos álbuns que ainda sobrevivem em muitos lares, por um lado, e as fotografi as íntimas que povoam hoje alguns sites da internet, por outro lado, s o dois modelos de imagens que apresentam muitas semelhan as entre si. Porém, como também s o muito instigantes as diferen as entre ambos os formatos, este artigo pretende ressaltar a riqueza desse contraponto, assinalando certos indícios que apontam para a substitui o do hábito de guardar registros fotográficos pessoais e familiares pela ansia de mostrar – e eventualmente descartar – esse tipo de materiais. Palavras-chave: Fotografi a. Tecnologia. Família. Memória. Subjetividade. There are many similarities between the analog family photographs, which still survive at home in drawers, albums and shelves, and the new digital images, which are increasingly available online. However the disparities among them are also important and provocative. This article aims to highlight the contrasts, indicating some aspects, which suggest the preservation of intimate archives to be substituted by the wish to show – and perhaps then discarding – this kind of images. Keywords: Photography. Technology. Family. Memory. Subjectivity.
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