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Hipertens o pulmonar em pacientes com hipertrofia adenoamigdaliana
Sebusiani Bruno Bartolomei,Pignatari Shirley,Armínio Giuseppe,Mekhitarian Neto Levon
Revista Brasileira de Otorrinolaringologia , 2003,
Abstract: Apesar de a hipertrofia adenoamigdaliana ser uma moléstia reconhecida desde os primórdios, foi somente descrita como causadora de hipertens o pulmonar e cor pulmonale em 1965 por Menashe e Farrehi. Ainda s o poucos os casos apresentados na literatura analisando a existência de hipertens o pulmonar em crian as com aumento do tecido adenoamigdaliano. OBJETIVO: Avaliar a prevalência de hipertens o pulmonar em crian as com hipertrofia adenoamigdaliana. FORMA DE ESTUDO: Coorte transversal. MATERIAL E MéTODO: Foram avaliados 14 pacientes, com idade inferior a 15 anos, de ambos os sexos, com indica o formal para adenoamigdalectomia por hipertrofia adenoamigdaliana. Todos os pacientes foram submetidos à avalia o pré-operatória contendo: questionário, avalia o clínica otorrinolaringológica, Rx simples de cavum, vídeo-nasofibroscopia e ecocardiograma. RESULTADOS: Dos 14 pacientes analisados, um (7,14%) apresentou hipertens o pulmonar. CONCLUS O: Com base em nosso estudo, concluímos que a hipertrofia adenoamigdaliana está relacionada com o desenvolvimento de hipertens o pulmonar, sendo o ecocardiograma um exame bastante útil na determina o desta condi o clínica. A remo o cirúrgica do tecido adenoamigdaliano pode reverter o quadro de hipertens o pulmonar decorrente do processo obstrutivo cr nico.
Diagnóstico e tratamento da hipertens?o pulmonar: uma atualiza??o
Hoette, Susana;Jardim, Carlos;Souza, Rogério de;
Jornal Brasileiro de Pneumologia , 2010, DOI: 10.1590/S1806-37132010000600018
Abstract: over the last five years, knowledge in the field of pulmonary hypertension has grown consistently and significantly. on the basis of various clinical studies showing the usefulness of new diagnostic tools, as well as the efficacy of new medications and drug combinations, new diagnostic and treatment algorithms have been developed. likewise, in order to simplify the clinical management of patients, the classification of pulmonary hypertension has been changed in an attempt to group the various forms of pulmonary hypertension in which the diagnostic and therapeutic approaches are similar. the objective of this review was to discuss these modifications, based on the 2005 brazilian guidelines for the management of pulmonary hypertension, emphasizing what has been added to the international guidelines.
A Hipertens o Arterial Pulmonar Nos Pacientes Infectados Pelo HIV
Petrosillo Nicola,Stefania Cicalini
PVRI Review , 2010,
Abstract: Nos últimos anos, tem sido dado maior enfoque ao papel patogênico do HIV e as manifesta es clínicas relacionadas à hipertens o pulmonar associada ao HIV (HP-HIV), que representa atualmente um dos eventos mais graves durante a evolu o da infec o pelo HIV. HP-HIV ocorre em fases precoces e tardias da infec o pelo HIV e n o parece estar relacionada com o grau de deficiência imunológica. Muitos dos sintomas em HP-HIV resultam da disfun o ventricular direita: a primeira manifesta o clínica é a intolerancia esfor o e a dispnéia que pode se apresentar mesmo ao repouso. A ecocardiografia tem provado ser uma ferramenta extremamente útil para o diagnóstico da HP-HIV e o ecodopplercardiograma pode ser utilizado para estimar a press o sistólica da artéria pulmonar e para avaliar os efeitos da terapia. A avalia o das medidas hemodinamicas pelo cateterismo permanece, no entanto, o melhor teste para avaliar a resposta ao tratamento. O cateterismo cardíaco é obrigatório para a caracteriza o da doen a e excluir "shunt" cardíaco como etiologia da HP. Vasodilatadores têm sido amplamente utilizados no tratamento da hipertens o pulmonar, uma vez que a vasoconstri o é uma característica determinante da doen a. Mais recentemente, as terapias altamente eficazes para hipertens o arterial pulmonar, foram disponibilizadas, incluindo os prostanóides, antagonistas dos receptores da endotelina e inibidores da fosfodiesterase 5, permitindo uma melhoria dos sintomas e melhor prognóstico. No entanto, HP-HIV continua a ser uma doen a progressiva onde o tratamento é muitas vezes insatisfatório e n o há cura. Como novos tratamentos anti-retrovirais ser o introduzidos, os clínicos devem esperar encontrar um número crescente de casos de hipertens o pulmonar em pacientes infectados pelo HIV no futuro.
Dissec o da artéria pulmonar e hipertens o pulmonar Pulmonary hypertension and pulmonary artery dissection  [cached]
Ricardo de Amorim Corrêa,Luciana Cristina dos Santos Silva,Cláudia Juliana Rezende,Rodrigo Castro Bernardes
Jornal Brasileiro de Pneumologia , 2013,
Abstract: A dissec o da artéria pulmonar é uma complica o fatal da hipertens o pulmonar de longa dura o que se manifesta como dor torácica aguda e lancinante, dispneia progressiva, choque cardiogênico ou morte súbita. Sua incidência é subestimada, e as op es terapêuticas s o ainda limitadas. O aparecimento de uma dor torácica aguda ou nova, choque cardiogênico ou morte súbita em pacientes portadores de hipertens o pulmonar deve alertar para o diagnóstico de dissec o da artéria pulmonar. Pulmonary artery dissection is a fatal complication of long-standing pulmonary hypertension, manifesting as acute, stabbing chest pain, progressive dyspnea, cardiogenic shock, or sudden death. Its incidence has been underestimated, and therapeutic options are still scarce. In patients with pulmonary hypertension, new chest pain, acute chest pain, or cardiogenic shock should raise the suspicion of pulmonary artery dissection, which can result in sudden death.
Scleroderma and pulmonary hypertension Esclerodermia e hipertens o pulmonar  [cached]
Karen A. Fagan,David H. Collier,David B. Badesch
Revista Brasileira de Reumatologia , 2003, DOI: 10.1590/s0482-50042003000500006
Abstract: Patients with scleroderma are at increased risk for the development of pulmonary hypertension, and the development of unexplained dyspnea or an isolated decrease in diffusing capacity should prompt evaluation. Echocardiography is often helpful in this situation, with further testing being performed as indicated. Because the prognosis of untreated pulmonary hypertension occurring in the setting of scleroderma is generally quite poor, vigilance is required on the part of physicians following this "at risk" group of patients. The past decade has seen important advances in the treatment of pulmonary arterial hypertension, including intravenous epoprostenol, oral bosentan and subcutaneously infused treprostinil. As new therapies are developed for the treatment of pulmonary arterial hypertension, it is essential that patients with scleroderma-related disease are included in clinical trials. Pacientes com esclerodermia têm risco aumentado para desenvolver hipertens o pulmonar. O aparecimento de dispnéia e/ou a diminui o da capacidade de difus o devem levar à suspeita imediata dessa complica o. A ecodopplercardiografia é importante para o diagnóstico e o seguimento desses casos. Os casos n o tratados de hipertens o pulmonar em esclerodermia têm mau prognóstico, daí a necessidade em manter sob vigilancia estes pacientes. Na última década surgiram avan os para o tratamento da hipertens o arterial pulmonar, incluindo os medicamentos epoprostenol EV, bosentan VO e treprostinil SC. à medida que novas terapias v o sendo desenvolvidas, torna-se necessário a realiza o de estudos clínicos de maior validade.
Sildenafil no tratamento da hipertens o pulmonar associada a lúpus eritematoso sistêmico e síndrome antifosfolipídio  [cached]
Souza Eduardo José do Rosário e,Garib Junia Rios,Garib Nasim Michel,Pádua Paulo Madureira de
Jornal de Pneumologia , 2003,
Abstract: Hipertens o pulmonar grave é uma doen a debilitante, com expectativa de vida reduzida, que acomete adultos jovens. Complica es pleuropulmonares no lúpus eritematoso sistêmico ocorrem em 50% a 70% dos pacientes. A hipertens o pulmonar grave no lúpus eritematoso sistêmico é rara e tem prognóstico reservado. Descreve-se, pela primeira vez, um paciente com hipertens o pulmonar grave associada a lúpus eritematoso sistêmico e síndrome antifosfolipídio secundário que apresentou boa resposta ao uso do sildenafil oral, após falha do tratamento convencional com corticosteróides, ciclofosfamida, warfarin e diltiazem.
Esclerose sistêmica difusa com hipertens o pulmonar isolada: relato de caso  [cached]
ZANATI SILMéIA GARCIA,OKOSHI KATASHI,MATSUBARA LUIZ SHIGUERO,INOUE ROBERTO MINORU TANI
Jornal de Pneumologia , 2000,
Abstract: A esclerose sistêmica (ES) é uma doen a incomum, caracterizada por altera es vasculares e fibrose em pele e vários órg os. O envolvimento pulmonar é freqüente na ES; entretanto, hipertens o pulmonar (HP) na ausência de fibrose intersticial é raramente observada. Os autores descrevem um caso de ES difusa com HP isolada em paciente do sexo feminino, de 49 anos. O diagnóstico de HP p de ser sugerido pelo exame físico e confirmado por ecodopplercardiograma, que permitiu estimar a press o sistólica em artéria pulmonar em 80mmHg. Tratamento foi iniciado com nifedipina; entretanto, devido a efeitos colaterais da droga, n o foi possível o aumento da dose além de 30mg ao dia; nesta dosagem, a nifedipina n o acarretou redu o da press o arterial pulmonar.
Resolu o do "shunt" direita-esquerda após uso do sildenafil como tratamento de hipertens o pulmonar primária  [cached]
Silva Sérgio Marques da,Valeri Carla Bastos,Bogossian Humberto Bassit,Jardim Carlos
Jornal de Pneumologia , 2003,
Abstract: Hipertens o pulmonar primária é uma doen a rara, progressiva e com alta mortalidade, cujo tratamento baseia-se em medica es de alto custo e pouco disponíveis em nosso meio. O sildenafil é um vasodilatador de fácil administra o por via oral, com indica o primária para disfun o erétil e que recentemente tem sido descrito como op o terapêutica para a hipertens o pulmonar primária. Relata-se o caso de uma paciente de 21 anos com diagnóstico de hipertens o pulmonar primária, que apresentou piora abrupta da satura o de oxigênio, com abertura do forame oval e shunt direita-esquerda, evidenciados ao ecocardiograma. Foi introduzido sildenafil na dose de 225mg/dia com melhora progressiva da oxigena o e revers o do shunt após 40 dias. Os autores acreditam que o sildenafil seja uma op o no tratamento da hipertens o pulmonar primária, embora estudos clínicos que comprovem sua seguran a e eficácia ainda sejam necessários.
Hipertens o Portopulmonar e Gravidez
Godoy Pérsio,Martins Guilherme Milhomem,Lauria Márcio Weissheimer
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002,
Abstract: A gravidade da coexistência de hipertens o pulmonar e gravidez está bem estabelecida. A hipertens o arterial pulmonar constitui condi o com elevado risco de morte materna no final da gravidez e pós-parto. Pacientes portadores de hipertens o portal de várias etiologias podem desenvolver hipertens o arterial pulmonar (hipertens o portopulmonar), sendo a maioria dos casos relatados na cirrose hepática, entretanto uns poucos casos foram descritos na hipertens o portal n o cirrótica. S o apresentados o quadro clínico e anatomopatológico em dois casos de hipertens o portopulmonar e gravidez. Tratava-se de pacientes com 30 e 24 anos de idade, que desenvolveram insuficiência cardíaca direita grave e choque no puerpério imediato, evoluindo rapidamente para o óbito. A necropsia demonstrou em ambos os casos fibrose nos espa os portais, correspondendo ao relatado na hipertens o portal idiopática, além de hipertens o pulmonar classificada como plexogênica.
Ventriculectomia parcial esquerda: ponte para transplante em pacientes com insuficiência cardíaca refratária e hipertens o pulmonar  [cached]
LUCCHESE Fernando A.,FROTA FILHO José Dario,BLACHER Celso,PEREIRA Wagner M.
Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular , 1997,
Abstract: A insuficiência cardíaca congestiva refratária a tratamento clínico tem no transplante cardíaco ortotópico a sua melhor op o cirúrgica. Escassez de doadores, morbidade significativa associada com a terapêutica anti-rejei o, aterosclerose coronária e custos consideráveis associados com o transplante s o fatores responsáveis pela sua limitada aplica o. Para os que se encontram na lista para transplante, o período de espera de 6 meses a 1 ano pode levar à deteriora o hemodinamica e expressivo número de mortes. A sobrevida, na lista de espera, pode ser de 46% em 1 ano (1). Afora isso, um significativo número de pacientes tem contra-indica o para transplante, por apresentar hipertens o e resitência pulmonar elevadas. A ventriculectomia parcial esquerda (VPE) (2, 3), restaurando o raio do ventrículo esquerdo e melhorando, assim, a rela o massa-volume e o desempenho sistólico, pode propiciar diminui o da press o e da resistência arterial pulmonar, em alguns pacientes.
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