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Emancipa o Feminina e Emancipa o Humana
Nildo Silva Viana
Revista Espa?o Acadêmico , 2010,
Abstract: O presente artigo apresenta uma discuss o sobre a rela o entre emancipa o feminina e emancipa o humana. A partir de uma discuss o sobre liberdades parciais e liberdade total, busca mostrar os vínculos da opress o feminina com a opress o masculina e várias outras formas de opress o, colocando a dependência recíproca entre a liberta o da mulher e a liberta o humana.
Os desafios da prática socioeducativa de previs o de liberdade em adolescentes em conflito com a lei: ressocializa o ou exclus o social?  [PDF]
Estevam, Ionara Dantas,Coutinho, Maria da Penha de Lima,Araújo, Ludgleydson Fernandes de
Psico , 2009,
Abstract: A criminalidade e a violência praticada por adolescentes s o atualmente, um problema social, político e institucional afligindo famílias e desafiado a sociedade política a apresentar respostas institucionais efetivas e eficazes. Objetivou identificar as representa es sociais (RS) da prática socioeducativa de priva o de liberdade. Para tanto a amostra foi n o-probabilística e intencional construída de 115 adolescentes (institucionalizados em conflito com a lei e privados de liberdade), que responderam a um Teste de Associa o Livre de Palavras. Os dados coletados foram submetidos à Análise de Fatorial de Correspondência pelo software tri-deux-mots. Os resultados predominam representa es negativas da prática socioeducativa de priva o de liberdade e da institui o ressocializadora, esses adolescentes atribuem significados a si mesmos, constituem suasubjetividade e definem seu papel enquanto sujeitos sociais. Urge uma compreens o da complexidade dos aspectos biopsicossociais da ressocializa o de adolescentes institucionalizados.
Rawls, Hegel e o liberalismo da liberdade
Ramos, Cesar Augusto
Veritas , 2005,
Abstract: Este artigo procura examinar a avalia o de Rawls acerca de alguns aspectos da filosofia política de Hegel. Rawls interpreta Hegel como um liberal de mente moderadamente reformista, e seu liberalismo é um importante exemplar na história do liberalismo da liberdade. Pretendemos, primeiramente, examinar o estatuto do liberalismo de Hegel, particularmente a quest o da liberdade individual. Em segundo lugar, apresentamos alguns aspectos do entendimento de Rawls acerca deste liberalismo. A plausibilidade da filosofia política de Hegel é questionada, quando Rawls analisa a sua possível contribui o à luz do liberalismo político. This article seeks to examine Ralws’s evaluation about some features of Hegel’s political philosophy. Rawls interprets Hegel as a liberal, with a moderately reforming mind, and his liberalism is an important exemplar in the history of liberalism of freedom. We intend, first, to examine Hegel’s liberalism statute, particularly the individual freedom issue. Second, we present some aspects of Rawls’s understanding about this liberalism. Hegel’s political philosophy plausibility is questioned, when Rawls analyses his possible contribution in the light of political liberalism.
Mapas da forma o docente pós-LDB: regula o ou emancipa o  [cached]
Edite Maria Sudbrak
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2004,
Abstract: Mapas da forma o docente pós LDB: regula o social ou emancipa o analisa, com base no projeto socioecon mico em vigor no Brasil, as tendências que s o projetadas nas reformas da forma o de professores. O estudo valeu-se da abordagem cartográfica, analisando os mapas normativos oficiais representados nesta investiga o pela Lei de Diretrizes e Bases da Educa o Nacional de 1996, pelo Plano Nacional de Educa o e pelas Diretrizes Curriculares para Forma o de Professores para a Educa o Básica. A pesquisa deteve-se, igualmente, na análise do mapa de um lugar, em suas inter-rela es com as determina es das políticas macroeducacionais. Estas reflex es foram confrontadas com uma proposta de resistência, nominada também de mapa emancipatório, conforme ensinamento de Santos (1998, 2000). As conclus es provisórias do processo investigativo sinalizam para as marcas reguladoras do processo de forma o traduzidas em: transnacionaliza o das políticas educativas; educa o para o mercado; falsa autonomia; avalia o de desempenho; participa o de baixa intensidade; forma o profissional gerenciada; ênfase no técnico e no administrativo; raz o prática. Propondo mapas emancipatórios defende-se a educa o como direito universal e bem público; o conhecimento emancipatório; uma política global de forma o. A pesquisa refor a a necessidade de construir novos mapas, os quais sejam portadores de novas frentes de diálogo, de utopia e emancipa es. Palavras-chave: Regula o. Emancipa o. Forma o Docente.
UMA ANáLISE DA RELA O ENTRE LIBERDADE E PRINCíPIO DA IGUALDADE NO CóDIGO DE éTICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOCIAL (AN ANALYSIS OF THE RELATION BETWEEN LIBERTY AND THE PRINCIPLE OF EQUALITY IN THE SOCIAL WORK ETHICS CODE)  [cached]
Olegna Souza Guedes
Revista Emancipa??o , 2007,
Abstract: Resumo: O presente artigo reflete a rela o entre o princípio da igualdade e a liberdade em dois marcos teóricos: no liberalismo clássico e na perspectiva crítica apontada por K. Marx em “A quest o Judaica”. A partir destes marcos, volta-se à remiss o da liberdade no primeiro princípio do código de ética profissional dos assistentes sociais e, ancorado, sobretudo, na análise de Vazquez em “Reflex es Intempestivas”, mostra importancia da interpreta o do princípio da igualdade atrelar-se a autonomia e emancipa o plena dos indivíduos sociais para dimensionar a es profissionais que n o se limitem a amenizar situa es que apenas perpetuam a desigualdade social. Abstract: The present article reflects the relation between liberty and the principle of equality in two theoretical landmarks: in classic liberalism and in the critical perspective pointed by K. Marx in “The Jewish question”. From these landmarks, it is turned over to the remission of freedom in the first principle of the professional social assistants ethics code and, anchored, above all, on Vazquez analysis in “Intempestive Reflections”, shows the importance of the equality principle interpretation connection with autonomy and emancipation of the fullness of social individuals to dimension professional actions that are not limited to lighten up situations that only perpetuate the social inequality.
Movimento camponês, trabalho e educa o - liberdade, autonomia, emancipa o: princípios/fins da forma o humana
Fabiane Santana Previtali
Trabalho, Educa??o e Saúde , 2013,
Abstract:
A FíSICA DA LIBERDADE: O FATALISMO NO SISTEMA DA NATUREZA DE HOLBACH.
Luiz Carlos Montans Braga
Griot : Revista de Filosofia , 2012,
Abstract: Trata-se de mostrar as teses e argumentos de Holbach sobre a liberdade, a necessidade, bem como sobre seu "sistema do fatalismo". Objetiva-se sustentar a hipótese de que as teses de Holbach sobre a liberdade, a necessidade e o fatalismo n o implicam a aceita o da imutabilidade ou cristaliza o do real.
A relevancia da liberdade de religi o nas rela eses laborais: contributos para a sua compreens o à luz do Direito da Uni o Europeia
Susana Sousa Machado
International Journal on Working Conditions , 2011,
Abstract: O presente estudo reflecte sobre uma temática de enorme actualidade, quer porque se verifica uma crescente influência da legisla o europeia com referência ao fenómeno religioso, quer porque as sociedades actuais est o cada vez mais longe de um modelo de monolitismo religioso, evoluindo para modelos multiétnicos nos quais prolifera a diversidade religiosa. Esta problemática coloca-nos desafios delicados quanto à tutela da liberdade de religi o no seio das rela es laborais. As sociedades actuais s o cada vez mais heterogéneas, mais diversificadas e a mobilidade humana n o pára de crescer. Tudo isto tem repercuss es no mundo do trabalho já que as empresas podem ser um verdadeiro palco de interculturalidade e, por isso, merece ser estudado o protagonismo das cren as religiosas do trabalhador assalariado. Para o efeito, o problema aqui colocado é estudado na perspectiva da influência do Direito da Uni o Europeia na regulamenta o das condi es de trabalho dos trabalhadores que pretendem afirmar as suas convic es religiosas no domínio da rela o de trabalho assalariado.
Educa o, emancipa o e os desafios da pesquisa / Education, emancipation and challenges of research  [cached]
Ari Paulo Jantsch
Reflex?o & A??o , 2008,
Abstract: O presente trabalho busca, para além das implica es do Processo de Bolonha em curso no espa o-tempo universitário mundial e considerando os conceitos de Educa o, Emancipa o e Pesquisa, contribuir apontando alguns pressupostos que, tomados em seu conjunto, direcionam, a nosso ver, a práxis da pesquisa para possíveis desdobramentos emancipatórios das mulheres, dos homens e das institui es que fazem história acadêmica, bem como definem os fundamentos epistemológico-políticos para uma produ o de conhecimento crítico e comprometido com a supera o da barbárie intelectual e do propalado “fim da teoria”. Abstract Well beyond the implicatures of the Process of Bologna, going on in the academic space and time all over the world, and considering the concepts of Education, Emancipation and Research, this article seeks to point out some presuppositions that, in their whole, according to our opinion, are directed to the research praxis, aiming the emancipative development of women, men and institutions doing academic history, as well as defining the epistemological and political foundations for the production of critical and committed knowledge, in order to overcome intellectual barbarism and the disseminated “end of theory”.
O homem e a liberdade em Plotino
Ullmann, Reinholdo Aloysio
Teocomunica??o , 2008,
Abstract: Este artigo versa sobre o problema do homem e da liberdade em Plotino, baseado nas Enéadas. O filósofo licopolitano defende, como Plat o, a preexistência da alma e, ao mesmo tempo, a liberdade de escolha entre o bem e o mal. O grau máximo de liberdade está na hênosis, isto é, na uni o mística, pelo êxtase, com o Uno. O autor também mostra que Plotino é panenteísta. Deus é chamado de "causa sui", o que significa que o Uno é o que quer ser e n o pode ser diferente. Nas considera es finais, destaca-se Plotino como homem que serve de exemplo em busca da transcendência, em nosso mundo antimetafísico. This paper deals with the problem of the human being and the freedom in Plotinus’ Enneads. Like Plato, he defends the preexistence of the soul and, at the same time, the capacity for choosing between evil and good actions. The highest stage of freedom is the mystical union with God. He is panentheist. But a false idea of his cosmovision is the so-called apocatastasis. God for Plotinus is causa sui; it means that the One is what He wishes to be and cannot be different. In Plotinus we see a man as a symbol looking for transcendence in our antimetaphysical world.
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