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ENSINO E PRáTICA DE FILOSOFIA NA UNIVERSIDADE, SEGUNDO ERNST TUNGENDHAT
Ernst Tungendhat,José Crisóstomo de Souza
Philósophos : Revista de Filosofia , 2007, DOI: 10.5216/phi.v9i2.3380
Abstract: O texto comp e-se de duas partes: 1) uma introdu o sobre Ernst Tugendhat, seu percurso e seu trabalho, bem como seu envolvimento com o ensino da filosofia entre nós; e 2) um depoimento do filósofo alem o sobre o ensino de filosofia na universidade, apresentando suas opini es e sua vasta experiência a respeito. Para ele, como para o introdutor, em vez de resumir-se essencialmente ao aprendizado da história da filosofia e à leitura dos grandes filósofos, o ensino dessa disciplina – algo como uma “arte” – deveria incluir, desde o come o, o exercício da argumenta o sobre temas e problemas e a reda o de textos curtos nessa linha.
O curso da reforma: ensino de psicologia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1971-1979)  [cached]
Gauer Gustavo,Gomes William Barbosa
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 2002,
Abstract: O ensino de Psicologia no Brasil foi fundamentalmente modificado pelo reconhecimento da profiss o de Psicólogo, em 1962, e pela reforma universitária que organizou as universidades em departamentos, na mesma década. Este trabalho narra a história do ensino de Psicologia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), da instala o do Departamento de Psicologia em 1971 ao reconhecimento do curso de gradua o em 1979, com base em dados documentais e em depoimentos de personagens envolvidos nesses eventos. Embora o ensino de Psicologia na UFRGS remonte aos anos 1940, na antiga Faculdade de Filosofia, o curso de gradua o foi criado 30 anos depois, em 1973. Entende-se que o histórico do ensino de Psicologia na UFRGS reflete as condi es legais e burocráticas que pautaram o Departamento e seus órg os. Nesse período, a introdu o do modelo departamental que visava integrar ensino, pesquisa e extens o deu início a uma nova etapa no ciclo que tivera início na era das cátedras.
Introdu o à quest o da filosofia primeira em Comte = Introduction to the question of first philosophy in Comte  [cached]
Sergio Tiski
Acta Scientiarum : Human and Social Sciences , 2010,
Abstract: Aspiramos apresentar sumariamente, neste trabalho, uma introdu o à quest o da filosofia primeira em Augusto Comte, cientista e filósofo francês, propositor de uma moral científica, ao mesmo tempo teórica ou moral propriamente dita e prática ou educa o, fundador da sociologia científica e da filosofia positiva ou positivismo, e fundador de uma religi o antissobrenaturalista, a religi o da humanidade. O nosso objetivo principal, neste momento, é apenas tentar esclarecer a aparente contradi o entre o fato de Comte combater e superar a metafísica e o fato dele propor uma filosofia primeira, nome da obra aristotélica que depois foi denominada de metafísica; e assim contribuir para melhor conhecimento da filosofia comtiana. Concluímos que n o se tratou de um retorno à metafísica que ele quis superar e sim de um retorno a uma metafísica necessária, como filosofia primeira, para servir de marco teórico-metodológico para a(s) filosofia(s) científica(s) ou, melhor dizendo, para o caso de Comte, para a filosofia positivista. Our intention is to present briefly in this work an introduction to the question of the first philosophy in Auguste Comte, a French scientist and philosopher who proposed a scientific moral which is at the same time theoretical or moral in itself, and practice or education. He was the founder of scientific sociology as well as of positive philosophy or positivism, and also the founder of an anti-supernaturalist religion, the religion of humanity. Our purposeis to try to clarify the apparent contradiction between the fact that Comte fights and overcomes metaphysics and the fact that he proposes a first philosophy, the name of the Aristotelian work that was later called metaphysics; and thus contribute to a better knowledge of Comte’s philosophy. We concluded that it was not a return to metaphysics that he wanted to overcome, but a return to a necessary metaphysics, such as first philosophy, to serve as a theoretical-methodological milestone for the scientific philosophy(ies) or, in other words, in Comte’s case, for positivist philosophy.
Criar saídas e um ensino de filosofia  [cached]
Renata Lima Aspis
ETD : Educa??o Temática Digital , 2012,
Abstract: O presente artigo pretende propor um determinado ensino de filosofia para jovens, hoje, na escola, que seja uma forma de a o política transformadora do mundo. Partimos da contextualiza o de nossos tempos como tendo a vida tomada pela política em sociedades de controle para defendermos a a o de cria o de mundos possíveis a partir do mundo dado e imposto pelos mecanismos de poder que nos capturam. A possibilidade de cria o n o é mérito de poucos, está ao alcance de qualquer um, do homem comum. Uma a o educativa da filosofia na escola poderia ser a de fazer os alunos passarem por uma experiência filosófica em seu pensamento como uma disciplina de criar conceitos, dentro dessa perspectiva de incentivar a cria o de outros tantos mundos possíveis e diferentes.
O ensino de filosofia na perspectiva Hegeliana: a negatividade da prática pedagógica como matriz Hermenêutica
Roberto Roque Lauxen
Barbarói , 2012,
Abstract: Este trabalho procura compreender a rela o de Hegel com o ensino em geral e o ensino de filosofia em particular. Para contextualizar a problemática educativa de Hegel investigamos o lugar da pedagogia em sua filosofia sistemática. Destacamos o significado e a organiza o do ensino de filosofia retomando algumas incongruências da prática de ensino e da atividade docente de Hegel. Em rela o a elas procuramos sondar alguns abismos que a raz o especulativa n o consegue dar conta, apontando uma alternativa hermenêutica frente ao saber sistemático como fundamento filosófico para pensarmos o ensino em geral e o ensino de filosofia em particular. Abstract This paper seeks to understand the relation Hegel’s with teaching in general and the teaching of philosophy in particular. To contextualize the problematic educative in Hegel we investigated the place of pedagogy in relation to its systematic philosophy. We detach the meaning and organization of teaching philosophy retaking some inconsistencies in the practice of teaching and teaching activities of Hegel. In relation to them we seeks some abysses that speculative reason cannot to give account, pointing a hermeneutic alternative front when knowing systematic as the philosophical foundation to think the teaching in general and the teaching of philosophy in particular.
Introdu o ao problema da linguagem na filosofia de Spinoza / Introduction to the language problem in Spinoza’s philosophy
Gabriel Dirma de Araújo Leit?o
Linguagens e Diálogos , 2010,
Abstract: Em sua teoria do conhecimento, cuja formula o definitiva se encontra na segunda parte da Ethica, Spinoza afirma que o conhecimento que se dá por meio de signos pertence à Imagina o, isto é, ao primeiro gênero de conhecimento, o qual é essencialmente inadequado uma vez que n o consegue compreender a natureza das coisas, mas simplesmente as conhece de forma mutilada e confusa. Contudo, atribuir o conhecimento ex signis ao ambito imaginativo n o pode implicar a recusa, por parte de Spinoza, de toda e qualquer utiliza o de signos a fim de comunicar o conhecimento verdadeiro, sob pena de o próprio texto da Ethica deslegitimar suas pretens es de verdade já no momento mesmo em que se anuncia.In his theory of knowledge, whose ultimate presentation can be found in the second part of the Ethics, Spinoza points out the imaginative (and hence inadequate) nature of the knowledge we have through signs. It means that this knowledge, being essentially fragmented and confused, is in fact unable to understand the genuine nature of things. However, asserting the imaginative nature of the knowledge ex signis can by no means imply that Spinoza is refusing the possibility of each and every usage of signs as a valid way to express adequate ideas, or else the text of the Ethics would be delegitimating its pretensions of truth in the very moment it enunciates itself.
Deleuze: por uma ontologia da aula de filosofia repeti o cria diferen a  [cached]
Marcos Ribeiro de Santana
ETD : Educa??o Temática Digital , 2012,
Abstract: O presente ensaio corresponde à tentativa de constitui o de uma ontologia da Aula de Filosofia, a partir da defini o elaborada por Deleuze sobre a filosofia, entendida como “a arte de formar, de inventar, de fabricar conceitos”, dentro da especificidade do tema da diferen a e repeti o. Perspectiva tra ada no ambito do ensino médio quanto ao desenvolvimento de um mesmo plano de aula para várias turmas de uma mesma série. O desafio situa-se no problema da cria o da diferen a, quanto à prática da docência – a aula –, mesmo tendo a repeti o de um plano de aula, para atender à obrigatoriedade de uma proposta curricular. Trata-se de criar um plano cartográfico para Aula de filosofia, mapeando a atividade de pensamento como ato de inven o, de diferen as, de devires e de acontecimentos.
A Filosofia e sua didática  [cached]
Paulo Ghiraldelli Jr
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2002,
Abstract: O texto parte de uma reflex o sobre a necessidade de se questionar a banalidade do mundo a partir das pressuposi es filosóficas. Na compara o com o saber científico, Hegel, Marx e Richard Rorty s o utilizados como exemplos do genuíno espírito filosófico, capaz de nos distanciar do mundo para melhor admirá-lo nos seus múltiplos aspectos. A fidelidade ao espírito filosófico conduz à necessidade de ensinar a filosofia. A didática da Filosofia n o serve para retirar o rigor da tarefa filosófica. Grandes pensadores, como Descartes, souberam escrever para os eruditos e para o grande público. Embora haja características diferenciadas em cada tipo de publica o, n o deixam nada a desejar tanto para o ensino, como para a didática, e muito menos para a própria Filosofia. Palavras-chave: Filosofia, ensino, didática.
Mudan as em sistemas estaduais de ensino em face das reformas no Ensino Médio e no Ensino Técnico
Ferretti Celso Jo?o
Educa??o & Sociedade , 2000,
Abstract: Esta é uma análise da nova proposta governamental para a estrutura de ensino do Ensino Médio para a educa o profissional, apontando para as diferen as entre a técnica e a instru o tecnológica no ambito do discurso oficial e da introdu o prática da proposta. Usando dados empíricos de escolas técnicas após tais mudan as, o texto argumenta as propriedades das práticas escolares para o ensino tecnológico, mostrando a perda da identidade desse tipo de escola, dando uma resposta ao ensino tecnológico engajado com a educa o social.
Filosofia, Cinema e Ensino  [PDF]
Fábio Luciano Oliveira Costa
Revista Trías , 2011,
Abstract: O objetivo deste artigo é promover uma discuss o entre filosofia, cinema e ensino. Um texto (primeira se o da primeira parte de “Ser e Tempo”), com um tema filosófico (ontologia) e um filósofo (Martin Heidegger), foram escolhidos para compor a estrutura do trabalho, junto com o filme “Waking Life” (de Richard linklater), em uma turma com estudantes de filosofia do ensino médio. Outro texto,espelhado em alguns dos conceitos fundamentais da obra de Heidegger foi elaborado para constituir a pe a principal da reflex o textual filosófica em sala de aula. O texto foi distribuído e posteriormente lido e discutido com os estudantes, em seis aulas, cada uma com cinquenta minutos. Depois do texto, três cenas do filme foram exibidas, uma vez de forma ininterrupta e uma outra de forma pausada, em duas aulas, com a discuss o entre a linguagem e os temas das cenas do filme com a linguagem textual filosófica. Por fim, em mais uma aula, uma produ o escrita que respondesse a um questionário sobre o exercício realizado foi feita pelos estudantes para a finaliza o do trabalho.
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