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Realizando o imaginário: da concep o sartreana sobre os sonhos à uma clínica existencial do sonhar  [cached]
Gustavo Alvarenga Oliveira Santos
Psicologia em Revista , 2008,
Abstract: Existe pouca bibliografia a respeito do fen meno dos sonhosno Brasil que se alicer a em uma perspectiva fenomenológicaexistencial. O sonho é um elemento de suma relevancia para otrabalho psicoterápico e uma base teórica faz-se necessária paraa compreens o desse fen meno no contexto da existência doi n d i v í d u o c o m o u m t o d o . O t e x t o t e m c o m o o b j e t i v oapr e s ent a r a c onc ep o de S a r t r e a r e spe i t o do s s onho s ,conforme sua obra: O imaginário, de 1940. A forma como oa u t o r e n t e n d e o f e n m e n o o n í r i c o c o m o u m a d a smanifesta es imaginárias contribui para a compreens o dosonho na terapêutica existencial. Visto como um fen menoda imagina o, o sonho pode ser entendido no mundo realquando se aproxima da inten o imaginante que comp e oseu enredo. Assim, o terapeuta busca resgatar a inten o daconsciência imaginante no ato mesmo de produzir o sonho edesvelar essa inten o naquilo que ela traz de significativo paraa existência do indivíduo como um todo.
Concep es estratégicas brasileiras no contexto internacional do pós-Guerra Fria
Marques Adriana A.
Revista de Sociologia e Política , 2003,
Abstract: Este artigo analisa o processo de reformula o das concep es estratégicas brasileiras na primeira metade da década de 1990 em raz o das significativas mudan as nos contextos políticos internacional e nacional. No ambito internacional, a substitui o do conflito Leste-Oeste pelas tens es Norte-Sul e o arrefecimento da rivalidade platina impuseram modifica es fundamentais nas percep es de amea a a partir das quais se deveria organizar a defesa nacional no Brasil. Além disso, no ambito nacional, os militares brasileiros, após o fim da ditadura, tiveram que aceitar como interlocutores, além do Parlamento, representantes de setores da sociedade civil organizada. Nessa nova conjuntura, pela primeira vez desde o Império as percep es de inseguran a do Estado brasileiro viriam das fronteiras Norte do país, sendo a Amaz nia sua maior express o. Esses novos contextos impuseram uma série de condicionantes à autonomia política e institucional das For as Armadas brasileiras, e, nesse sentido, a volta aos quartéis n o significou necessariamente o fim da autonomia militar. De fato, os militares n o s o mais politicamente aut nomos, mas mantêm um elevado grau de autonomia institucional que precisa ser revista pelos grupos dirigentes e pela sociedade civil organizada. A Política de Defesa Nacional é o primeiro passo no sentido de restringir essa autonomia, mas caberá ao Ministério da Defesa, como órg o implementador da Política de Defesa Nacional, a tarefa de revisar e articular concep es estratégicas que se construíram autonomamente ao longo da história.
A nova concep o contratual com base no código de defesa do consumidor e a aliena o fiduciária
Danieli Borin Menezes
Revista Eletr?nica do Curso de Direito da UFSM , 2007, DOI: 10.5902/198136946788
Abstract: Aborda uma vis o geral da nova concep o contratual a partir do Código de Defesa do Consumidor, através de uma análise histórica e do resgate de alguns valores importantes como a boa-fé e como s o tratados os contratos de ades o nesse contexto. Além disso, traz observa es sobre o instituto da aliena o fiduciária, as regulamenta es e a sua conex o com a nova concep o contratual.
A NOVA CONCEP O CONTRATUAL COM BASE NO CóDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR E A ALIENA O FIDUCIáRIA  [cached]
Danieli Borin Menezes*
Revista Eletr?nica do Curso de Direito da UFSM , 2012, DOI: 10.5902/198136946804
Abstract: Aborda uma vis o geral da nova concep o contratual a partir do Código de Defesa do Consumidor, através de uma análise histórica e do resgate de alguns valores importantes como a boa-fé e como s o tratados os contratos de ades o nesse contexto. Além disso, traz observa es sobre o instituto da aliena o fiduciária, as regulamenta es e a sua conex o com a nova concep o contratual.
Em defesa da semiodiversidade
Ant?nio Risério
Galáxia , 2008,
Abstract: Semiodiversidade é um conceito que denomina a esfera da vida que se refere particularmente ao reino dos signos. Embora tenha sido criado no contexto das discuss es sobre a biodiversidade, ele compreende um amplo campo que é quase desconhecido. Contrariamente à biodiversidade, n o é um termo da moda, ainda que abarque um amploconjunto de problemas. As mais diferentes linguagens, signos e códigos culturais encontram lugar no domí-nio da semiodiversidade. Neste artigo a defesa da semiodiversidade é uma forma de preservar a vida humana neste momento da aventura do homem no planeta.Abstract: Semiodiversity is a concept to denominate the sphere of life that refers, particularly, to the realm of signs. Although it has been created in the context of biodiversity, it assigns a wider territory, which is almost unknown. Contrary to biodiversity, it is not a trendy' term, even though embeding a much wider scope. The most different languages, signs and cultural codes can be found in the domain of semiodiversity. In this article, the defense of semiodiversity is a way to preserve human life at this moment of humanadventure on Earth.
Em defesa da vida  [PDF]
Grings, Dadeus
Teocomunica??o , 2006,
Abstract: Muito já se discorreu sobre o mistério da morte: pensadores, ateus, agnósticos, religiosos, teólogos, espiritualistas, crentes das mais diversas formas de religiosidade. Tempo perdido? Talvez. O certo é que devemos gastar tempo sobre o mistério da vida, sobretudo a vida racional nos seres humanos. Na vida há um mistério, um princípio vital que lhe dá característica e dinamismo. Assim, o básico e fundamental é a responsabilidade solidária para com a vida, do embri o até ao seu entardecer; e por isso a defendemos. About the mystery of the death thinkers of different areas have written. In part our life, since the conception until the death, is involved by mysteries. On account of religious reasons the human life must be defended.
THE INTENTIONALITY OF PERCEPTION AND OF ACTION IN THE YOUNG HEGEL A INTENCIONALIDADE DA PERCEP O E DO AGIR NO JOVEM HEGEL  [cached]
Hans Christian Klotz
Philósophos : Revista de Filosofia , 2010, DOI: 10.5216/phi.v14i2.10157
Abstract: In the first writings of his Jena period, Hegel defends the conception of an original identity through which subjectivity is "suspended". The present article aims to expound this conception as a contribution to the theory of intentionality which focusses on the unity of conceptual and sensuous (or motivational) elements as a condition of the intentionality of perception and action. In a first step, it is argued that in his early writings, by "philosophy of subjectivity" Hegel understands positions which separate the conceptual and the sensuous elements of perception and action, conceiving at the same time the subject as a distanced controller of sensibility. Thus, the hegelian critique of the philosophy of subjectivity is directed against such a conception of intentionality and its subject. In a second step, the hegelian alternative to this picture is exposed - the conception of an indissoluble unity of thinking and sensibility as being fundamental to perception and action. Finally, the picture of self-consciousness which arises in the Phenomenology of Spirit is analyzed as an implication of the conception of intentionality adopted in the earlier writings. Nos primeiros escritos da sua fase ienense, Hegel defende a concep o de uma identidade originária na qual a subjetividade seria “suspendida”. O presente trabalho visa explicitar essa concep o como uma contribui o para a teoria da intencionalidade que coloca em foco a unidade entre elementos conceituais e sensíveis (ou emocional-motivacionais) como condi o da intencionalidade da percep o e do agir. Num primeiro passo, argumenta-se que nos seus escritos críticos Hegel entende por “filosofia da subjetividade” posi es que envolvem uma concep o separadora acerca da rela o entre pensamento e sensibilidade na percep o e no agir, estando ligada à no o do sujeito como controlador distanciado da sensibilidade. Portanto, a crítica hegeliana à filosofia da subjetividade dirige-se contra tal concep o da intencionalidade e do sujeito desta. Num segundo passo, aborda-se a alternativa hegeliana a essa imagem - a concep o da unidade indissolúvel do pensamento e da sensilidade como fundamento da percep o e do agir. Por fim, a imagem da autoconsciência adotada na Fenomenologia do Espírito é analizada como implica o dessa concep o da intencionalidade.
Thomas Reid sobre concep o, percep o e rela o mente-mundo exterior =Thomas Reid on conception, perception, and mind-external world relationship  [PDF]
Pich, Roberto Hofmeister
Veritas , 2010,
Abstract: A no o de “concep o” ocupa um lugar central na teoria do conhecimento perceptual de Thomas Reid, embora “concep o” possa ser estudada por si como uma fonte de conhecimento. Neste estudo, procura-se expor sistematicamente os vários contextos em que Reid aborda a fonte de conhecimento e o tipo de opera o mental chamada “concep o”. O objetivo é compreender um aspecto específico do desempenho da “concep o” na teoria reidiana da percep o, a saber, uma rela o direta, n o mediada por ideias, entre o sujeito cognoscente e o mundo exterior. Entender a opera o de conceber, intrínseca à e constituinte da percep o, é um meio eficaz de compreender a natureza e o conteúdo do conhecimento perceptual. Nesse passo, considera es sobre a rela o mente e mundo exterior, isto é, mente e mundo material precisam ser feitas. The notion of “conception” plays a central role in Thomas Reid’s theory of perceptual knowledge, although “conception” might be studied for itself as a source of knowledge. In this study, we attempt to expose systematically the several contexts where Reid deals with the source of knowledge and the kind of mental operation called “conception”. The purpose is to understand a specific aspect of the deliverances of “conception” in Reid’s theory of perception, namely, a direct relationship, not mediated by ideas, between knowing subject and external world. To understand the operation of conceiving, which is intrinsic to and constitutive of perception, is an efficient way to comprehend the nature and content of perceptual knowledge. At this step, reflections on the relationship between mind and external world, that is, mind and material world, have to be made. Keywords – Thomas Reid, conception, perception, relationship between mind and material world, direct perception.
A CONCEP O CLáSSICA DA GEOGRAFIA POLíTICA  [cached]
Armando Corrêa da Silva
Revista do Departamento de Geografia , 1984, DOI: 10.7154/rdg.v0i3.279
Abstract: A CONCEP O CLáSSICA DA GEOGRAFIA POLíTICA
A ideia de um "mínimo existencial" de J. Rawls  [cached]
Thadeu Weber
Kriterion: Revista de Filosofia , 2013,
Abstract: O texto apresenta a ideia de um mínimo existencial como condi o de possibilidade para a realiza o dos direitos e liberdades fundamentais incluídos no primeiro princípio de justi a de Rawls. Mostra, no entanto, a sua insuficiência para o exercício pleno da cidadania. Daí decorre a necessidade de amplia o da no o de "mínimo social" (mínimo existencial) para a ideia de "bens primários", considerando a concep o política de justi a. The text presents the idea of an existential minimum as a condition of possibility for the realization of the basic rights and liberties included in the first principle of justice of Rawls. It shows, however, to be insufficient for the full exercise of citizenship. Hence the need to expand the notion of "social minimum" (existential minimum) to the idea of "primary goods", considering the political conception of justice.
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