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Fatores Determinantes da Competitividade Internacional da Indústria de Papel de Imprimir e Escrever sob a ótica da Cadeia de Valor Determinant factors in the international industry of printing and writing paper on a value chain perspective Factores Determinantes de la Competitividad Internacional de la Industria de Papel de Imprimir y Escribir bajo la óptica de la Cadena de Valor
SILVA, Christian Luiz da Silva
Revista Brasileira de Gest?o de Negócios , 2004,
Abstract: RESUMO A indústria de papel e celulose convive com quest es de adequa o da oferta à demanda que influenciam na tomada de decis o em vários elos da cadeia produtiva. A necessidade de aumento da capacidade de produ o gera uma demanda por altos investimentos. Entretanto, a press o por baixos custos requer novos investimentos em tecnologia, normalmente associados ao processo e ao produto. Com isso desenvolvem-se grandes corpora es, mas que s o vulneráveis ao mercado e com baixa capacidade de influenciá-lo. Na busca de compreender a dinamica desse mercado e quais os fatores que determinam a sua competitividade, deve-se analisar como se agrega valor nesse tipo de indústria. O objetivo deste estudo foi analisar os fatores que determinam a competitividade internacional do segmento de imprimir e escrever a partir da análise comparativa da cadeia de valor das principais empresas mundiais e brasileiras deste segmento. Conclui-se, preliminarmente, que uma diferencia o essencial na agrega o de valor está localizada na distribui o do produto consolidado a partir de um processo de internacionaliza o que permita avan ar no objetivo de inovar, introduzindo-se em novos mercados, ou por meio de coopera es na cadeia que possibilitem criar novas formas de organiza o. Mais do que processos ou produtos, as empresas brasileiras devem preocupar-se com a forma de se organizarem e venderem seus produtos, vinculando isto a um projeto de internacionaliza o que efetivamente garanta ao consumidor final, presente em outro país, a percep o de um valor agregado ao produto brasileiro. ABSTRACT The pulp and paper industry faces problems trying to match supply with demand, and that affects the decision-making process to be made in the several steps of the production chain. The need of increasing production creates high investment demands. However, the pressure towards low costs requires new investments in technologies, generally associated to process and product, cause the development of large corporations that are vulnerable to market and have low capability of affecting it. In order to understand such market dynamics and the factors determining its competitiveness, we should analyze how to aggregate value to this type of industry. The present study aims at analyzing the factors determining the international competitiveness of the printing and writing paper segment through an analysis comparing the Brazilian and international companies production chain. Preliminary, it was inferred that the main difference is set in the product distribution internationalization process that perm
COMPETITIVENESS OF THE BEEF CATTLE PRODUCTION CHAIN IN THE STATE OF TOCANTINS, BRAZIL COMPETITIVIDADE DA CADEIA PRODUTIVA DA CARNE BOVINA NO ESTADO DO TOCANTINS
Waldecy Rodrigues,Anna Paula Araújo,José Fernando Lunckes,Adriano Firmino Araújo
Pesquisa Agropecuária Tropical , 2009, DOI: 10.5216/pat.v39i4.5540
Abstract: The objective of this paper is to discuss and analyze the beef cattle chain competitiveness in the State of Tocantins, Brazil, based on some indicators and using as parameters three Brazilian states, which present the largest slaughtering and beef cattle production volume numbers: Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, and S o Paulo. The beef cattle chain, in Tocantins, depicts a formation process scenery and, as compared to the other three mentioned states, a still low competitive performance. The detailed examination of the present situation points out that, in all segments studied (livestock production, slaughtering/processing, distribution, and consumption), the indexes indicate a necessity of efforts to reach development factors that bring competitiveness and that will allow the Tocantins results to approach the national sector leaders. KEY-WORDS: Beef cattle chain; competitiveness; Tocantins. O objetivo deste trabalho é avaliar a competitividade do sistema agroindustrial da carne bovina do Tocantins, com base em alguns direcionadores, tendo como parametro as três Unidades Federativas que apresentam os maiores números, em termos de abate, e o maior volume de produ o de carne bovina: Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e S o Paulo. A cadeia produtiva da carne bovina do Tocantins apresenta um cenário em processo de forma o e, em rela o aos demais Estados analisados, um desempenho competitivo ainda baixo. O exame detalhado da situa o atual desta cadeia aponta que, em todos os segmentos analisados (produ o pecuária, abate/processamento, consumo e distribui o), os índices indicam a necessidade de esfor os na busca do desenvolvimento de fatores que gerem competitividade e que permitam aproximar o resultado do Tocantins aos líderes nacionais nesse setor. PALAVRAS-CHAVE: Cadeia produtiva da carne; competitividade; Tocantins.
Análise dos direcionadores de competitividade sobre a cadeia produtiva de biodiesel: o caso da mamona Analysis of the competitiveness drivers on the biodiesel productive chain: the case of castor bean  [cached]
Aldara da Silva César,Mário Otávio Batalha
Produ??o , 2011,
Abstract: Entre as várias oleaginosas, a mamona foi identificada pelo Programa Nacional de Produ o e Uso do Biodiesel (PNPB) como a oleaginosa ideal para promover desenvolvimento social no nordeste brasileiro. Contudo, a pesquisa revela que a produ o dessa matéria-prima n o é competitiva para a produ o de biodiesel. A pesquisa retratada neste artigo é qualitativa, descritiva e exploratória, tendo utilizado estudo de caso para sua análise. O instrumento usado para a coleta de dados foi o questionário semiestruturado com entrevista presencial. Visitas às unidades produtivas também foram feitas, o que permitiu a triangula o dos dados. Dessa forma, este trabalho descreve cada direcionador de competitividade e apresenta uma fotografia da competitividade da produ o agrícola e produ o industrial da cadeia abordada. A influência de cada direcionador foi avaliada utilizando uma escala Likert. Essa avalia o resultou numa perspectiva da competitividade dos segmentos dessa cadeia agroindustrial. Among the various oilseeds, the castor bean was identified by the National Program for Production and Use of Biodiesel, as the ideal one to promote social development in Brazil's northeast region. However the survey shows that the production of this raw material was not competitive for biodiesel production. The research is qualitative, descriptive and exploratory, and multi-case studies were used for their analysis. The instrument used for data collection was a semi-structured personal interview. Visits to production units were also conducted, which enabled data triangulation. Thus, this paper describes each driver and presents a picture of the competitiveness of both agricultural and industrial productions in this chain. The influence of each driver was evaluated using a Likert scale. The results present a clear view of the competitive segments in the analyzed agribusiness chain.
Articula o de políticas públicas a partir dos fóruns de competitividade setoriais: a experiência recente da cadeia produtiva têxtil e de confec es Sectorial competitiveness forums and public policy articulation: the recent experience of the textile and garment production chain
Samuel A. Antero
Revista de Administra??o Pública , 2006, DOI: 10.1590/s0034-76122006000100004
Abstract: Este artigo reflete sobre a a o do Fórum de Competitividade da Cadeia Produtiva Têxtil e de Confec es como articulador de políticas públicas e apresenta sugest es/ alternativas para essa cadeia produtiva. Inicia com um panorama sobre o fórum de competitividade, demonstrando seu conceito, objetivos e metodologia de trabalho, que prevê o consenso tripartite (empresários, trabalhadores e governo) para a formula o de políticas públicas. Em seguida, desenvolve uma análise da evolu o recente da cadeia produtiva têxtil e de confec es, buscando produzir um primeiro balan o dos problemas e potencialidades identificados. O artigo também analisa a experiência desse fórum de competitividade setorial, visando identificar inova es e problemas na coordena o e coopera o dos diversos atores para a consecu o de políticas setoriais de desenvolvimento. Por último, aborda os principais desafios e dificuldades, dando especial ênfase a duas quest es estratégicas: as a es para gera o de emprego e renda e as a es para o desenvolvimento da competitividade da cadeia têxtil e de confec es. This article reflects upon the role of the Competitiveness Forum of the Textile and Garment Production Chain in public policymaking, and presents suggestions/alternatives for this chain. It begins by presenting an overview of the competitiveness forum, outlining the concept, objectives and work methodology, which calls for a tripartite consensus (business, workers, and government) in public policymaking. In then examines the recent evolution of the textile and garment production chain, so as to present a balance of the identified problems and potentials. It analyzes the experience of this sectorial competitiveness forum so as to identify innovations and issues regarding the coordination and cooperation of the several agents involved in sectorial development policy-making. Finally, the article presents the main challenges and difficulties, focusing on two strategic issues: employment and income generation measures, and competitiveness development actions for the textile and garment production chain.
COMPETITIVIDADE INTERNACIONAL BASEADA EM RECURSOS - ESTUDO DA RELA O ENTRE OS RECURSOS E AS ESTRATéGIAS DE INTERNACIONALIZA O NAS MAIORES EMPRESAS EXPORTADORAS DO SETOR CAL ADISTA BRASILEIRO  [cached]
MARCIA ZABDIELE MOREIRA,SéRGIO HENRIQUE ARRUDA CAVALCANTE FORTE
InternexT : Revista Eletr?nica de Negócios Internacionais da ESPM , 2006,
Abstract: A internacionaliza o de empresas se refere a uma estratégia para se obtermaiorpresen a no mercado internacional. Como as empresas precisam fazer uso de recursosestratégicos para sua inser o no mercado internacional,buscou-se responder: “Como serelacionam a evolu o dos recursos estratégicos em rela o às estratégias deinternacionaliza o nas grandes empresas exportadoras do setor cal adista brasileiro?” Para abase teórica utilizou-se a classifica es dos recursos de Fahy (2002) e das estratégias deinternacionaliza o de Sharmae Erramilli (2004). O estudo buscou resgataro caráter dinamicoda Vis o Baseada em Recursos. O método de pesquisa utilizado foi o quantitativo e denatureza explicativa. Os dados coletados referem-se ao período 2004 e 2005, com 15 grandesempresas exportadoras do setor cal adista brasileiro e foram analisados por meio de ClusterAnalysis na entrada da internacionaliza o, na situa o atual e em 2010. Concluiu-se que asempresas que utilizam estratégias de internacionaliza o mais complexas, no momento deentrada e no futuro,consideram mais estratégicas as capacidades organizacionais, depois osrecursos tangíveis e por fim, os recursos intangíveis. Contudo, na situa o atual, considerammais estratégicas as capacidades organizacionais, depois os recursos intangíveis e por fim, osrecursos tangíveis.
Arando o semi-árido: análise dos fatores inibidores de competitividade na cadeia produtiva do biodiesel  [cached]
Breno Barros Telles Do Carmo,Dmontier Pinheiro Arag?o,Heráclito Lopes Jaguaribe Pontes,Bruno Magalh?es Ribeiro
Sistemas & Gest?o , 2009,
Abstract: Novas abordagens de competitividade no mercado globalizado consideram a competi o entre arranjos produtivos (APs). Neste caso, observa-se colabora o e coopera o entre empresas que competem com outros aglomerados. A competitividade de um AP pode ser prejudicada se houverem fatores inibidores, que venham restringir o seu desempenho em longo prazo. O presente artigo tem o objetivo de fazer uma análise dos fatores de competitividade da cadeia produtiva do biodiesel (CPB) do semi-árido, levando em considera o os sete fatores inibidores de competitividade: tipo de produto exportado, nível de conhecimento do mercado, nível de entendimento do posicionamento competitivo, aproveitamento de oportunidades de integra o para agrega o de valor, nível de coopera o entre as empresas, compreens o do tipo de raciocínio das empresas e o nível de paternalismo presente na CPB localizada no semi-árido nordestino. Foi realizada uma análise comparativa do CPB, destacando sua posi o em rela o ao restante do mundo. O título do artigo e os fatores ini
Os limites da competitividade
Henrique Rattner
Revista Espa?o Acadêmico , 2009,
Abstract: Costuma-se destacar os aspectos aparentemente positivos e as vantagens hipotéticas da concorrência e da competitividade entre empresas e também entre na es. N o se pode negar que a concorrência nos mercados tenha exercido uma fun o central e fundamental na gênese e na expans o do sistema de produ o capitalista. Ela contribuiu para a gera o e acumula o de riquezas materiais. Também estimulou e fortaleceu as aspira es de seus principais atores sociais, os empreendedores, de exigir uma organiza o política mais democrática em oposi o ao regime feudal ou absolutista, em determinado período da história do mundo ocidental.
Cadeia produtiva avícola de corte de Mo ambique: caracteriza o e competitividade Cutting poultry production chain from Mozambique: characterization and competitiveness  [cached]
Quintília da Concei??o Nicolau,Ana Claudia Giannini Borges,José Gilberto de Souza
Revista de Ciências Agrárias , 2011,
Abstract: O trabalho caracteriza a competitividade da cadeia produtiva avícola de corte de Mo ambique, a partir das estratégias empresariais e do desempenho econ mico das empresas. A atividade avícola desempenha importante papel na seguran a alimentar e na gera o de renda e emprego para a popula o. No seguimento de engorda, há três grupos de produtores que apresentam heterogeneidade quanto à capacidade, aos sistemas e as tecnologias de produ o. Os sistemas de produ o identificados s o: cooperado, em parceria e independente. Destaca-se a estrutura o do ambiente organizacional e de coordena o do setor no país, revelando mudan as do padr o técnico-produtivo, de intera o entre os agentes da cadeia produtiva de corte e da forma de atua o do Estado neste setor e o aumento da competitividade depende da introdu o de inova es tecnológicas e mudan as na estrutura de governan a, o que viabiliza melhores mecanismos de coordena o. The objective of this study is to characterize the competitiveness of the broiler production chain in Mozambique by identifying the parts of the business strategies and economic performance of companies. The poultry activity plays an important role in food insurance and in income generation and employment for the population. In the sector of fattening, there are three groups of producers who have heterogeneity in terms of capacity, systems and production technologies. The identified production systems are: cooperated, partnership and independent. It is noteworthy that the structure of the organizational environment and coordination in the sector occurred in the country, enabling us to highlight the changes in technical-productive standards, in the interaction between the agents in the cutting supply chain and in the form of operation of the State in this sector. In this way, the competitiveness increase depends on the introduction of technological innovations and on changes in governance structure, which enables better coordination mechanisms.
CONDICIONANTES DA COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL
José Celso Contador,Celso Augusto Rimoli,José Luiz Contador
Revista de Administra??o FACES Journal , 2010,
Abstract: Este trabalho examina teoricamente os fatores determinantes da competitividade do produto e do negócio, imprescindíveis à elabora o de estratégias competitivas que visam à obten o e sustenta o de vantagens competitivas. Esse tema é objeto tanto da área de marketing estratégico quanto da de estratégia empresarial. Nas duas áreas, há um ponto de consenso que afirma que a empresa deve diferenciar sua oferta para conquistar e manter vantagem competitiva. Mas, os estudos conduzidos por meio do modelo de Campos e Armas da Competi o revelaram que a empresa pode diferenciar seu produto e/ou servi o de modo mais amplo, levando em considera o, na formula o da sua estratégia competitiva, também o campo da competi o, quer do produto, quer dela própria. Assim, o objetivo deste artigo é evidenciar que, para a empresa ser competitiva, além de diferenciar seu produto e/ou seu servi o no sentido tradicional, ela precisa: 1) diferenciar seu produto incluindo a defini o em quais campos vai competir em cada segmento; e 2) escolher as armas da competi o que irá utilizar e definir a intensidade de cada arma. Para atingir tal objetivo, foram necessários vários conceitos do modelo de Campos e Armas da Competi o: campo da competi o, arma da competi o, tese do modelo, configura o dos campos da competi o, campo coadjuvante, produto coadjuvante e par produto-mercado. Como uma proposta inovadora sempre desperta dúvida, é mostrado o processo de valida o do modelo de Campos e Armas da Competi o e s o discutidas sua universalidade, consistência e completude.
Verticaliza o e competitividade na cadeia de suprimentos do setor de aparelhos celulares no Brasil: um estudo comparativo entre Motorola e Gradiente [doi: 10.5329/RECADM.20111001002]  [cached]
Fabio Castanheira,Luiz Carlos Di Serio,Gilnei Luiz de Moura,Guilherme Silveira Martins
Revista Eletr?nica de Ciência Administrativa - RECADM , 2011, DOI: 10.5329/631
Abstract: RESUMO A dinamica da cadeia de telefones celulares tem se modificado nos últimos anos, no sentido de forma o de estruturas cada vez mais desverticalizadas. Tal fen meno pode vir a mudar toda cadeia de valor num futuro próximo, favorecendo a entrada de novas empresas, ao mesmo tempo em que coloca novos desafios aos tradicionais participantes do setor. Este trabalho procura identificar as rela es causais entre verticaliza o e competitividade para a cadeia de aparelhos celulares no Brasil. Para tanto, foram analisados dois casos contrastantes: o caso da Motorola, com modelo tradicional - verticalizado; e o caso da Gradiente, com modelo inovador em sua concep o da cadeia de valor - desverticalizado. A coleta de dados foi extensa, incluindo entrevistas com representantes-chave da indústria, questionários estruturados, análise documental e observa o participante. Algumas das evidências encontradas foram à contínua modulariza o das arquiteturas de produto, a baixa especificidade dos ativos, as possibilidades de compra de escala de terceiros, a diminui o dos custos de coordena o, o surgimento de players de nicho, a stagniza o de uma grande parte dos segmentos de mercado, as baixas barreiras de entrada para novos competidores e os poderosos compradores que têm interesse no fomento de novos fornecedores. Palavras-Chave Estratégia; Verticaliza o; Competitividade; Cadeia de suprimentos; Indústria de telefones celulares. ABSTRACT The dynamics of cellular phones chain have been modified in recent years, with formations of structures increasingly more verticals disintegration. This phenomenon might change the whole value chain in the near future, encouraging the entry of new players, in the same time that put new challenges for traditional industry participants. This study aims to identify causal relationships between vertical integration and competitiveness for the cellular phones chain in Brazil. For this were analyzed two contrasting cases: the case of Motorola, with the traditional model - vertical, and the case of Gradient, with innovative design in its conception of the value chain – vertical disintegration. The data collection was extensive, including interviews with key representatives from industry, structured questionnaires, documentary analysis and participant observation. Were found some evidences: (1) a continuous modularization of product architectures; (2) low asset specificity; (3) the possibility of purchasing third-party scale; (4) decreasing costs of coordination; (5) the emergence of niche players; (6) the commoditization of many of the s
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